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Questões de Concursos CONSULPLAN

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981Q153637 | Gestão de Pessoas, Liderança, Analista Judiciário Psicologia, TSE, CONSULPLAN

Num ambiente em constante mutação e de elevado grau de competição, as empresas precisam de líderes eficazes. Em relação à eficácia da liderança, pode-se citar como características desse processo:

I. O líder deve ser hábil no relacionamento humano, harmonizando a equipe para a execução das tarefas.

II. Quanto maior a rigidez comportamental do líder, maior sucesso apresentará no atingimento das metas.

III. A liderança eficaz é focada na criatividade e inovação, não apenas em relação a novos produtos e serviços, mas também a novas formas de atuar, nova cultura e novos desafios.

IV. O líder deve levar em conta tanto os objetivos organizacionais como os individuais.

Assinale

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982Q112410 | Matemática, Operações aritméticas, Analista de Informática, SDS SC, CONSULPLAN

Ao final de um campeonato de futebol foram premiados os jogadores que marcaram doze, treze ou quatorze gols cada um, durante todo o campeonato. Sabendo-se que o total de gols marcados por eles é 115 e que somente cinco atletas marcaram mais de doze gols cada um, então o número de atletas premiados é de:

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983Q35751 | Direito Constitucional, Titular de Serviços de Notas e de Registros, TJ MG, CONSULPLAN

Assinale a alternativa correta em relação às Ações Constitucionais: 
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984Q18273 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar TO, CONSULPLAN

Acerca dos preceitos e deveres da ética militar, é INCORRETO
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985Q11086 | Legislação de Trânsito CTB, Agente de Trânsito, SURG, CONSULPLAN

Qual das hipóteses abaixo relacionadas não correspondem às classificações dos sinais de trânsito, segundo o Código de Trânsito Brasileiro:
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986Q1251 | Matemática, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Almirante Tamandaré PR, CONSULPLAN

Adriana começou um regime e já perdeu dois quilogramas e meio. Além disso, ela faz caminhadas de dois quilômetros, num intervalo de meia hora, todos os dias. Na informação sobre a rotina de Adriana, as unidades de medidas usadas respectivamente, são:
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987Q537881 | Engenharia Civil, Engenheiro, MAPA, CONSULPLAN

O sistema de informação é parte integrante de uma organização, sendo produto de três componentes: tecnologia, organização e pessoas. Na engenharia, especificamente, além do uso convencional da tecnologia da informação (T.I.) existem equipamentos e sistemas dedicados às suas atividades. Em relação ao uso da T.I. na engenharia, analise as alternativas.

I. CAD (Computer Aided Design – Projeto Auxiliado por Computador): softwares que auxiliam na elaboração e no desenvolvimento de projetos de engenharia, arquitetura, utilizado também na modificação e análise de um projeto.

II. CIM (Computer-Integrated Manufacturing – Fabricação Integrada por Computador): define-se como o uso de sistemas computacionais para planejar, gerenciar e controlar as operações de uma planta de fabricação, através de uma interface direta ou indireta com os recursos de produção da planta.

III. CAM (Computer-Aided Manufacturing – Fabricação Auxiliada por Computador): a integração dos diversos processos de uma organização é uma necessidade. O conceito deste sistema está voltado exatamente para a disponibilização da informação necessária em toda a empresa.

 IV. CAE (Engenharia Auxiliada por Computador): ao desenvolver um projeto em CAD, pode-se realizar vários estudos baseados na geometria estabelecida, acrescida com informações adicionais relevantes para a análise a ser realizada.

Estão INCORRETAS apenas as afirmativas

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988Q58510 | Direito do Consumidor, Juiz Leigo, TJ CE, CONSULPLAN, 2019

Estabelece o art. 12 do Código de Defesa do Consumidor que “o fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos”. E complementa que o fabricante, o construtor, o produtor ou o importador só não será responsabilizado quando provar, EXCETO:
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989Q42944 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Em “Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, [...]" (1º§) a expressão “além de" indica
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990Q35764 | Direito Empresarial e Comercial, Titular de Serviços de Notas e de Registros, TJ MG, CONSULPLAN

Sobre o conceito de empresário e sua capacidade, e à luz do Código Civil brasileiro, é correto afirmar:
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992Q42945 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
“No 5º§ do texto lido, há dois vocábulos sublinhados. Em relação a tais termos, pode‐se afirmar que são responsáveis por ___________________ e pertencem à classe de palavras de ____________________." Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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993Q7153 | Pedagogia, Professor de Educação Infantil, Prefeitura de Congonhas MG, CONSULPLAN

Na elaboração do Projeto Político Pedagógico NÃO poderá ser dispensado um parágrafo para exprimir sobre:
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994Q793475 | Ética na Administração Pública, Teoria em Ética, Bacharelado em Ciências Contábeis, Conselho Federal de Contabilidade, CONSULPLAN, 2018

Analise as afirmativas a seguir.

I. A simples existência da moral já significa uma presença da ética, já que os dois termos são sinônimos e representam a ciência que estuda e problematiza os valores e costumes da sociedade.

II. No caso da ética, todos os meios são justificáveis, não só aqueles que estão de acordo com os fins da própria ação. Em outras palavras, fins éticos não exigem meios éticos.

III. A ética profissional representa um conjunto de normas e valores morais que direcionam a conduta dos integrantes de determinada profissão e distingue-se do conceito de ética pessoal.

No que tange aos conceitos de ética geral pessoal e profissional, ética e moral, sociedade e ética, contabilidade na sociedade, está correto o que se afirma apenas em

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995Q724027 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Natividade RJ, Agente Cultural, Prefeitura de Natividade RJ, CONSULPLAN

Em Natividade/RJ tem©se desenvolvido projetos com o objetivo de apoiar e perpetuar a cultura local, valorizando seus produtores. Dentre essas pessoas produtoras de cultura encontra©se Seu Nilo Moura, com 80 anos. Ele ¨¦ mestre nas artes com a fibra do bambu. Al¨¦m de Seu Nilo Moura, podemos destacar como produtores culturais em Natividade/RJ:
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996Q324035 | Pedagogia, Auxiliar de Sala, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante ES, CONSULPLAN

“O movimento é uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura humana.” Com base nessa citação, assinale a afirmativa INCORRETA.
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997Q148121 | Pedagogia, Sistema de Ensino Brasileiro, Analista Judiciário Pedagogia, TSE, CONSULPLAN

Ao longo dos tempos, a educação afeta e é afetada por diferentes teorias que buscam entender o homem, a sociedade, e a forma como o conhecimento acontece. Na área educacional, a pedagogia busca, portanto, em cada teoria uma maneira de conceber a escola e os processos de ensino e aprendizagem. A teoria que sustenta a concepção de que o sistema educacional tem como finalidade básica promover mudanças nos indivíduos, de tal forma que impliquem tanto na aquisição quanto na modificação dos comportamentos é conhecida como

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998Q115970 | Inglês, Adjectives, Analista de Sistemas, Chesf, CONSULPLAN

Texto associado.

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Addiction/ better/itself/among. The following words can be classified as:

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999Q42936 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Acerca do texto apresentado, é correto afirmar que, principalmente
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1000Q14745 | Serviço Social, Assistente Social, HOB, CONSULPLAN

Os anos 80 e 90 foram anos adversos para as políticas sociais e se constituíram em terrenos particularmente férteis para  o avanço da regressão neoliberal que erodiu as bases dos sistemas de proteção social e redirecionou as intervenções do  Estado em relação à questão social. Nestes anos, as políticas sociais foram objetos de um processo de reordenamento,  subordinado às políticas de estabilização da economia. Indique a alternativa que descreve de forma INCORRETA um dos  aspectos pertencentes à opção neoliberal na área social, de acordo com o contexto supracitado.
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