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Questões de Concursos COPESE

Resolva questões de COPESE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


581Q677490 | Taquigrafia, Assessor Legislativo Taquigrafia, ALEPI, COPESE, 2020

Texto associado.
Texto 
O texto é o trecho de uma entrevista concedida pelo psicólogo Nelson Pedro da Silva ao repórter Adalberto Piotto, no programa CBN Total da rádio CBN. Leia-o com atenção e responda a questão.
Chave da transcrição:
Barra oblíqua simples (/) – pausa breve                       ? – interrogação
Barra oblíqua dupla (//) – pausa longa                          ! – exclamação
Barra vertical (|) – assalto ou troca de turno               Letra inicial maiúscula – usada com substantivos próprios
... – hesitação                                                                     Trecho transcrito – 3 minutos e 48 segundos
Entenda o que é bullying e como ele pode ser prevenido
(01)      AP – nós temos/ comentado aqui no CBN Total já há alguns dias/ aliás com frequência/ que.../ das
(02)  crianças e adolescentes que são vítimas de bullying/ e o que isso pode acarretar na vida adulta dessa criança
(03)  vítima de bullying/ sobretudo dentro da escola// mas de quem é a responsabilidade/ é.../ sobre o bullying?//
(04)  quem pratica?/ o pai da criança que pratica o bullying e depois pode contar essa história e ser apontado como/
(05)  Oh, você é muito macho, meu filho/ alguma coisa do gênero/ oh, você é muito corajoso?// da escola que
(06)  poderia de alguma forma tentar intimidar/ quem pratica bullying? porque o fato é/ que vítimas acontecem/
(07)  vítimas aparecem/ e elas/ vão crescer um dia// pra falar sobre o assunto/ a gente conversa agora com o
(08)  doutor Nelson Pedro da Silva/ doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade
(09)  de São Paulo/ também com experiência na área de Psicologia da Moralidade Humana/ como violência nas
(10)  escolas/ desenvolvimento moral/ virtudes e ética|
(11)      AP – doutor Nelson/ bem-vindo aqui à CBN/ boa tarde|
(12)      NPS – boa tarde/ Adalberto|
(13)      AP – doutor/ quando se fala em bullying/ ... eu... eu... eu... eu me lembro só de um caso/ não é
(14)  necessariamente bullying mas/ que quando tem torneio de futebol nas escolas/ eh... não raro os pais
(15)  evidentemente vão lá assistir/ e eles orientam os filhos// eu não sei se o futebol provoca isso/ essa.../ desvirtua
(16)  as pessoas/ mas enfim/ ãh... não raro você vê lá um pai exagerado/ cobrando uma performance do filho que
(17)  não tem limite/ e se precisar/ pra entrar duro/ entrar duro/ eh... com deslealdade no coleguinha que tá com a
(18)  bola do outro time e por aí vai// eh/... eh.../ eu só peguei esse exemplo porque/ quando se fala de bullying nas
(19)  escolas/ qual é a parcela de culpa que têm por exemplo a escola/ e o pai/ visto que em algum momento o
(20)  adolescente ou a criança/ tem um grau de inconsequência/ que é parte ainda de um processo de maturação
(21)  que imagino ela vá ter?|
(22)      NPS – Adalberto/ eu diria o seguinte/ que os pais têm uma responsabilidade muito grande/ em relação
(23)  ao fenômeno bullying/ assim como a escola/ mas eu diria também que a.../ a.../ que nós temos que considerar/
(24)  que praticamente toda a sociedade/ e aí eu incluo a comunidade/ os templos religiosos/ os... os meios de
(25)  comunicação de massa/ têm contribuído enormemente pra que/ pra que/ nós tenhamos hoje um quadro que
(26)  eu diria pra você que é quase que é um quadro de epidemia/ né/ porque na verdade praticamente todas as
(27)  escolas/ observamos exatamente/ o.../ o.../ o.../ esse maldito fenômeno eu diria assim chamado bullying|
(28)      AP – agora/ por que o bullying acontece ainda e acontece talvez em maior profusão?// é acesso à
(29)  internet que as crianças têm às vezes ilimitadamente/ crianças e mais jovens né/ e olham.../ e olham.../ pra
(30)  aquilo e conseguem .../ ver formas e práticas/ e começam a achar graça porque/ eh... ãh... u... uma
(31)  criança.../doutor é bullying uma criança se machucar e a outra simplesmente rir/ da desgraça alheia?/ eh|
(32)      NPS – é bullying|
(33)      AP – é?|
(34)      NPS – é bullying sim/ isso bullying é uma forma de bullying e é uma das piores formas de bullying moral
(35)  eu diria/ né|
Fonte da transcrição: FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Marto de; MARUXO JR. José Hamilton. Língua Portuguesa: Linguagem e
interação. São Paulo: Ática, 2013.
Fonte do áudio: CBN Total. São Paulo: Rádio CBN FM de São Paulo, 21 maio 2010. Disponível
em: http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-total/2011/04/12/ENTENDA-O-QUE-E-O-BULLYING-E-COMO-ELE-PODE-SERPREVENID.htm.Trecho transcrito: de 00:00 a 03:48 min. Acesso em: dez. 2019.
Entendendo a linguagem verbal como um processo semiológico, consideramos que o vocativo é um termo que não possui relação sintática com outro termo da oração. Com base nisso assinale a opção que apresenta um vocativo.
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582Q693376 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

O Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, embora suas normas devam ser consideradas como um todo coordenado e harmônico, estão estruturadas em uma hierarquia de subordinação relativa, em 3 (três) classes respectivamente distintas: princípios, regras e recomendações. Em relação às obrigações para com o Interesse Público, é considerado como regra:
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583Q375169 | Português, Morfologia, COPESE, 2020

O uso da preposição é imprescindível para a coerência textual pois, além de ligar as estruturas, determina o valor semântico da construção. Isso SÓ ocorre em uma das opções a seguir:
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584Q853162 | Direito Constitucional, Organização dos Poderes, ALEPI Consultor Legislativo Direito, COPESE, 2020

Assinale a opção CORRETA.
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585Q850593 | Programação, Programação estruturada, ALEPI Consultor Legislativo Tecnologia da Informação, COPESE, 2020

Em termos de conceitos a Programação Estruturada difere da Programação Orientada a Objetos. Portanto, considere a tabela abaixo com os seguintes conceitos e dois paradigmas de programação.
I. Sequência de funções executadas de modo empilhado. II. Herança III. Instância IV. Desvios V. Encapsulamento
A. Programação Orientada a Objeto B. Programação Estruturada
Assinale a opção CORRETA que representa a ordem de associação entre a coluna da esquerda com a da direita.
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586Q160178 | Português, Coesão e coerência, Assistente em Administração, UFT, COPESE

Texto associado.

INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08.

Esse é o hino De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial. Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...] Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GU??O, J.R. Veja, edição 2170 ano 43 nº 25, 23 de junho de 2010.)

Sobre os elementos responsáveis pela coesão textual, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) No primeiro parágrafo, o trecho ... todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo..., os pronomes demonstrativo e relativo destacados retomam a palavra plateia.
( ) No primeiro período do segundo parágrafo, o advérbio ali indica que o autor está ouvindo o Hino Nacional no momento em que escreve o texto em análise.
( ) No decorrer do texto, o Hino Nacional Brasileiro é retomado por recursos linguísticos do mesmo campo de sentido, como música, melodias, criação musical, peça e obra.
( ) No trecho Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel..., terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo destacado recupera as afirmações apresentadas no terceiro e quarto períodos desse mesmo parágrafo, sintetizando-as.

Assinale a sequência correta.

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587Q845559 | Jornalismo, Teorias da Comunicação, ALEPI Consultor Legislativo Comunicação Social, COPESE, 2020

Friedland e Campbell (2009) enumeram três características da Escola de Sociologia de Chicago que podem servir de inspiração para o jornalismo: a) a procura de abordagens criativas no trabalho de investigação; b) a preocupação em realizar pesquisas não apenas para estudar a sociedade, mas também mudá-la; c) a busca por uma linguagem simplificada e acessível aos leitores, inclusive com a exploração de recursos gráficos.
O pensador mais proeminente da Escola de Sociologia de Chicago, considerado um dos primeiros teóricos do jornalismo, que desenvolveu uma abordagem de pesquisa empírica voltada à observação das relações interpessoais no contexto urbano, é:
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588Q684907 | Administração Geral, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Sobre o planejamento e o processo abrangido por este, marque a opção FALSA. 
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589Q723360 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Goias, Procurador, Câmara de Palmas TO, COPESE, 2018

O território do norte de Goiás evidenciou historicamente uma expressiva presença de povos indígenas, na formação das populações e localidades em geral. Entre o conjunto de povos indígenas que habitam atualmente regiões do estado do Tocantins, podemos citar:
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590Q840087 | Jornalismo, Gêneros Jornalísticos, ALEPI Consultor Legislativo Comunicação Social, COPESE, 2020

Marque a opção abaixo que corresponde a um gênero do jornalismo que confere extensão e aprofundamento à notícia, com maior rigor na apuração de dados, na consulta às fontes, no planejamento e na redação do texto. Esse mesmo gênero possibilita o uso de extensa série de recursos editoriais e a humanização da narrativa, podendo se concentrar em determinadas pessoas, situações ou aspectos das histórias, quebrando o fluxo linear da construção jornalística tradicional.
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591Q446366 | Direito Constitucional, Direitos e Garantias Fundamentais, Consultor Parlamentar, Câmara de Palmas TO, COPESE, 2018

Sobre as normas de direitos e garantias fundamentais, assinale a alternativa INCORRETA:
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592Q841887 | Relações Públicas, Eventos, ALEPI Assessor Legislativo Cerimonial Público, COPESE, 2020

“Ordem pela qual é estabelecida uma estrutura hierárquica de instituições, dirigentes, bandeiras, para que haja disciplina”. A precedência é reconhecer a primazia de uma hierarquia sobre a outra, e tem sido, desde os tempos mais antigos. No Brasil, as “Normas do Cerimonial Público e Ordem Geral de Precedência”, são regulamentados pelo Decreto:
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593Q677169 | Taquigrafia, Assessor Legislativo Taquigrafia, ALEPI, COPESE, 2020

Texto associado.
Texto 
O texto é o trecho de uma entrevista concedida pelo psicólogo Nelson Pedro da Silva ao repórter Adalberto Piotto, no programa CBN Total da rádio CBN. Leia-o com atenção e responda a questão.
Chave da transcrição:
Barra oblíqua simples (/) – pausa breve                       ? – interrogação
Barra oblíqua dupla (//) – pausa longa                          ! – exclamação
Barra vertical (|) – assalto ou troca de turno               Letra inicial maiúscula – usada com substantivos próprios
... – hesitação                                                                     Trecho transcrito – 3 minutos e 48 segundos
Entenda o que é bullying e como ele pode ser prevenido
(01)      AP – nós temos/ comentado aqui no CBN Total já há alguns dias/ aliás com frequência/ que.../ das
(02)  crianças e adolescentes que são vítimas de bullying/ e o que isso pode acarretar na vida adulta dessa criança
(03)  vítima de bullying/ sobretudo dentro da escola// mas de quem é a responsabilidade/ é.../ sobre o bullying?//
(04)  quem pratica?/ o pai da criança que pratica o bullying e depois pode contar essa história e ser apontado como/
(05)  Oh, você é muito macho, meu filho/ alguma coisa do gênero/ oh, você é muito corajoso?// da escola que
(06)  poderia de alguma forma tentar intimidar/ quem pratica bullying? porque o fato é/ que vítimas acontecem/
(07)  vítimas aparecem/ e elas/ vão crescer um dia// pra falar sobre o assunto/ a gente conversa agora com o
(08)  doutor Nelson Pedro da Silva/ doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade
(09)  de São Paulo/ também com experiência na área de Psicologia da Moralidade Humana/ como violência nas
(10)  escolas/ desenvolvimento moral/ virtudes e ética|
(11)      AP – doutor Nelson/ bem-vindo aqui à CBN/ boa tarde|
(12)      NPS – boa tarde/ Adalberto|
(13)      AP – doutor/ quando se fala em bullying/ ... eu... eu... eu... eu me lembro só de um caso/ não é
(14)  necessariamente bullying mas/ que quando tem torneio de futebol nas escolas/ eh... não raro os pais
(15)  evidentemente vão lá assistir/ e eles orientam os filhos// eu não sei se o futebol provoca isso/ essa.../ desvirtua
(16)  as pessoas/ mas enfim/ ãh... não raro você vê lá um pai exagerado/ cobrando uma performance do filho que
(17)  não tem limite/ e se precisar/ pra entrar duro/ entrar duro/ eh... com deslealdade no coleguinha que tá com a
(18)  bola do outro time e por aí vai// eh/... eh.../ eu só peguei esse exemplo porque/ quando se fala de bullying nas
(19)  escolas/ qual é a parcela de culpa que têm por exemplo a escola/ e o pai/ visto que em algum momento o
(20)  adolescente ou a criança/ tem um grau de inconsequência/ que é parte ainda de um processo de maturação
(21)  que imagino ela vá ter?|
(22)      NPS – Adalberto/ eu diria o seguinte/ que os pais têm uma responsabilidade muito grande/ em relação
(23)  ao fenômeno bullying/ assim como a escola/ mas eu diria também que a.../ a.../ que nós temos que considerar/
(24)  que praticamente toda a sociedade/ e aí eu incluo a comunidade/ os templos religiosos/ os... os meios de
(25)  comunicação de massa/ têm contribuído enormemente pra que/ pra que/ nós tenhamos hoje um quadro que
(26)  eu diria pra você que é quase que é um quadro de epidemia/ né/ porque na verdade praticamente todas as
(27)  escolas/ observamos exatamente/ o.../ o.../ o.../ esse maldito fenômeno eu diria assim chamado bullying|
(28)      AP – agora/ por que o bullying acontece ainda e acontece talvez em maior profusão?// é acesso à
(29)  internet que as crianças têm às vezes ilimitadamente/ crianças e mais jovens né/ e olham.../ e olham.../ pra
(30)  aquilo e conseguem .../ ver formas e práticas/ e começam a achar graça porque/ eh... ãh... u... uma
(31)  criança.../doutor é bullying uma criança se machucar e a outra simplesmente rir/ da desgraça alheia?/ eh|
(32)      NPS – é bullying|
(33)      AP – é?|
(34)      NPS – é bullying sim/ isso bullying é uma forma de bullying e é uma das piores formas de bullying moral
(35)  eu diria/ né|
Fonte da transcrição: FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Marto de; MARUXO JR. José Hamilton. Língua Portuguesa: Linguagem e
interação. São Paulo: Ática, 2013.
Fonte do áudio: CBN Total. São Paulo: Rádio CBN FM de São Paulo, 21 maio 2010. Disponível
em: http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-total/2011/04/12/ENTENDA-O-QUE-E-O-BULLYING-E-COMO-ELE-PODE-SERPREVENID.htm.Trecho transcrito: de 00:00 a 03:48 min. Acesso em: dez. 2019.
Na opinião do doutor Nelson Pedro da Silva, a culpa pela existência do bullying é
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594Q382825 | Biologia, Ecologia, Biólogo, Fundação Universidade Federal de Tocantins, COPESE

A produção primária líquida varia entre os diferentes ecossistemas terrestres. Em termos globais, classifique os seguintes ecossistemas terrestres em ordem decrescente quanto a sua produção primária líquida e marque a alternativa CORRETA.
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595Q685182 | Português, Interpretação de Textos, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

Texto associado.
TEXTO II
                                                                        VACINAS, PARA QUE AS QUERO? 
 
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor. 
 
01            Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública 
02    e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com 
03    mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista 
04    norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, 
05    entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 
06    90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais 
07    prolongada. 
08            Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, 
09    que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. 
10    Mas, a coisa não é tão simples assim. 
11            Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram 
12    que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos 
13    de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. 
14    Assim, o enigma perdura. 
15            No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos 
16    de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, 
17    teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, 
18    os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar 
19    que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia. 
20            A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo 
21    norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da 
22    história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, 
23    dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, 
24    seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado 
25    por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores 
26    humanos quanto daqueles microscópicos. 
27            Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma 
28    vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus 
29    propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like 
30    particles, VLPs). 
31            Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas 
32    não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs 
33    não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e 
34    é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência 
35    foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero. 
36            Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou 
37    não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de 
38    dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel). 
39            A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual 
40    no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, 
41    teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019. 
As palavras “inoculadas” (linha 02) e “sucumbiriam” (linha 25) têm sentido, respectivamente, de: 
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596Q160200 | Português, Assistente em Administração, UFT, COPESE

Texto associado.

INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08.

Esse é o hino De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial. Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...] Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GU??O, J.R. Veja, edição 2170 ano 43 nº 25, 23 de junho de 2010.)

Neste artigo de opinião, o autor recorre à narração, a fim de assegurar a consistência argumentativa, como se pode comprovar no seguinte trecho:

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597Q673865 | Não definido, Consultor Legislativo Redação de Atas e Debates, ALEPI, COPESE, 2020

Texto associado.



Ocorreu desvio do uso adequado da palavra em: 
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598Q187939 | Português, Administrador, UFT, COPESE

Texto associado.

INSTRUÇÃO: Leia o segmento abaixo e responda às questões de 04 a 06.

É difícil construir um convívio democrático: somos demasiados, demasiado diferentes, demasiado ansiosos por usar a voz que descobrimos ter. Vamos usar não morteiros, pedras, pontapés, cusparadas e insultos, mas inteligência, persistência e firmeza. Democracia não se consegue destruindo: ela é igualitária, de ambos os lados há direitos a serem resguardados, bens, vidas. Democracia é todos terem valor e espaço, todos serem respeitados respeitando-se. Temos um longo caminho a percorrer ainda, um duro aprendizado que, só ele, pode nos tornar uma sociedade digna.
(LUFT, Lya. Veja, 28/08/2013.)

A respeito de elementos coesivos utilizados no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Os pronomes ela e ele são elementos anafóricos; ela retoma o sentido de Democracia, ele retoma o sentido de caminho.
( ) No trecho Vamos usar não morteiros, ocorre elipse de um termo facilmente identificável pelo contexto. ( ) Em Vamos usar não morteiros, pedras, pontapés, cusparadas e insultos, mas inteligência, persistência e firmeza, o conector estabelece relação de oposição ao que foi dito anteriormente. ( ) Em Democracia não se consegue destruindo, o pronome recupera anaforicamente Democracia. Assinale a sequência correta.

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599Q623663 | Informática, OSI, Analista de Tecnologia da Informação, UFPI PI, COPESE

A camada de aplicação do modelo OSI contém uma série de protocolos comumente necessários para os usuários. Um destes protocolos constitui a base para a World Wide Web, sendo conhecido como
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600Q677198 | Taquigrafia, Assessor Legislativo Taquigrafia, ALEPI, COPESE, 2020

Texto associado.
Texto
Leia atentamente o texto e responda a questão.
Em código
(01)  Fui chamado ao telefone. Era o chefe de escritório de meu irmão:
(02)  - Recebi de Belo Horizonte um recado dele para o senhor. É uma mensagem meio esquisita, com vários
(03)  itens, convém tomar nota: o senhor tem um lápis aí?
(04)  - Tenho. Pode começar.
(05)  - Então lá vai. Primeiro: minha mãe precisa de uma nora.
(06)  - Precisa de quê?
(07)  - De uma nora.
(08)  - Que história é essa?
(09)  - Eu estou dizendo ao senhor que é um recado meio esquisito. Posso continuar?
(10)  - Continue.
(11)  - Segundo: pobre vive de teimoso. Terceiro: não chora, morena, que eu volto.
(12)  - Isso é alguma brincadeira.
(13)  - Não é não, estou repetindo o que ele escreveu. Tem mais. Quarto: sou amarelo, mas não opilado. Tomou
(14)  nota?
(15)  - Mas não opilado - repeti, tomando nota. - Que diabo ele pretende com isso?
(16)  - Não sei não, senhor. Mandou transmitir o recado, estou transmitindo.
(17)  - Mas você há de concordar comigo que é um recado meio esquisito.
(18)  - Foi o que eu preveni ao senhor. E tem mais. Quinto: não sou colgate, mas ando na boca de muita gente.
(19)  Sexto: poeira é minha penicilina. Sétimo: carona, só de saia. Oitavo...
(20)  - Chega! - protestei, estupefato. - Não vou ficar aqui tomando nota disso, feito idiota.
(21)  - Deve ser carta em código ou coisa parecida - e ele vacilou: - Estou dizendo ao senhor que também não
(22)  entendi, mas enfim... Posso continuar?
(23)  - Continua. Falta muito?
(24)  - Não, está acabando: são doze. Oitavo: vou mas volto. Nono: chega à janela, morena. Décimo: quem fala de
(25)  mim tem mágoa. Décimo primeiro: não sou pipoca, mas também dou meus pulinhos.
(26)  - Não tem dúvida, ficou maluco.
(27)  - Maluco não digo, mas como o senhor mesmo disse, a gente até fica com ar meio idiota... Está acabando,
(28)  só falta um. Décimo segundo: Deus, eu e o Rocha:
(29)  - Que Rocha?
(30)  - Não sei: é capaz de ser a assinatura.
(31)  - Meu irmão não se chama Rocha, essa é boa!
(32)  - É, mas foi ele que mandou, isso foi.
(33)  Desliguei, atônito, fui até refrescar o rosto com água, para poder pensar melhor. Só então me lembrei:
(34)  haviam-me encomendado uma crônica sobre essas frases que os motoristas costumam pintar, como lema, à
(35)  frente dos caminhões. Meu irmão, que é engenheiro e viaja sempre pelo interior fiscalizando obras,
(36)  prometera ajudar-me, recolhendo em suas andanças farto e variado material. E ele viajou, o tempo passou,
(37)  acabei me esquecendo completamente o trato, na suposição de que o mesmo lhe acontecera.
(38)  Agora, o material ali estava, era só fazer a crônica. Deus, eu e o Rocha! Tudo explicado: Rocha era o
(39)  motorista. Deus era Deus mesmo, e eu, o caminhão.
Fonte: SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. São Paulo: Record, 1962.
Um dos sentidos possíveis para a frase de caminhão “não sou colgate, mas ando na boca de muita gente” (linha 18) é.
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