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Questões de Concursos COPESE UFT

Resolva questões de COPESE UFT comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


221Q911210 | Pedagogia, Lei nº 9394 de 1996, História, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

A disciplina de História se caracteriza como um tipo de conhecimento científico construído continuamente (...) proporcionando aos educandos o contato com diferentes saberes através de variadas metodologias. Nesse aspecto, o estudante deve ser incentivado a descobrir os avanços, os limites, as ambiguidades e as incertezas que o homem carrega ao longo do tempo”.
Fonte: Documento Curricular do Tocantins, 2019, pp. 57-58.
Entre as orientações postuladas no referido documento curricular, cabe ao ensino de história:
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222Q911218 | Geografia, Geografia, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Analise as seguintes afirmações sobre a economia do Tocantins:
I. A balança comercial tocantinense apresentou saldo positivo em 2023. Os principais produtos exportados foram soja e carne, e os principais parceiros comerciais foram a China e a Espanha. II. O Tocantins registrou uma significativa queda no PIB no primeiro quadrimestre de 2024. Este cenário deve-se à retração em diversos setores da economia estadual, em especial do setor de serviços, profundamente impactado pela alta cotação do Dólar (US$). III. O Agronegócio é importante para a economia do Tocantins, sendo a soja, o milho e o arroz alguns dos principais cultivos do estado. IV. Apesar de abrigar um dos menores parques industriais do país, a indústria possui uma participação superior a 50% no PIB tocantinense, devido ao alto valor agregado dos seus produtos, altamente tecnológicos e majoritariamente voltados à exportação para a Europa e América do Norte.
Assinale a alternativa CORRETA.
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223Q910973 | Pedagogia, Base Nacional Comum Curricular BNCC, Língua Portuguesa, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Leia as afirmativas para responder a questão.
Com relação ao campo artístico-literário, para os anos finais do Ensino Fundamental, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, o contato com as manifestações artísticas em geral, e, de forma particular e especial, com a arte literária, oferece as condições para que se possa
I. Reconhecer, valorizar e fruir essas manifestações. II. Dar continuidade à formação do leitor literário, com especial destaque para o desenvolvimento da fruição, de modo a evidenciar a condição estética de leitura e de escrita da arte literária. III. Garantir a formação de um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de “desvendar” suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura.
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
Assinale a alternativa CORRETA.
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224Q911231 | Pedagogia, Base Nacional Comum Curricular BNCC, Educação Física, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

A dança na escola está inserida em duas Unidades Temáticas na Base Nacional Comum Curricular, na Educação Física e na Arte. Os Objetos de Conhecimento presentes na Educação Física na Unidade Temática Dança para os anos finais do Ensino Fundamental são:
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225Q911232 | Pedagogia, Base Nacional Comum Curricular BNCC, Educação Física, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Rudolf Laban foi bailarino, coreógrafo, artista plástico, arquiteto e um grande estudioso do movimento humano. Teve grandes contribuições para o universo da dança, entre elas a construção de um método denominado “labanotação” que consiste em uma partitura corporal de movimento, dividindo o espaço em três níveis (vertical,horizontal e axial) sobre os quais se inscrevem doze direções de movimentos. Além disso, também propôs os Fatores de Movimento. Os Fatores de Movimento presentes na Base Nacional Comum Curricular são:
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226Q911265 | Pedagogia, Lei nº 9394 de 1996, Orientador Educacional, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

A educação básica na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e nos estudos. Analise as afirmativas a seguir:
I. A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados. II. Na educação básica a escola poderá reclassificar os alunos. III. Na educação básica a carga horária mínima anual será de 800 (oitocentas) horas distribuídas por um mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. IV. Na educação básica há possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar. V. A educação básica pode criar, organizar e extinguir cursos de graduação e programas de pós-graduação.
Assinale a alternativa CORRETA.
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227Q679143 | Inglês, Língua Portuguesa Inglês e Matemática, UFT, COPESE UFT, 2019

Texto associado.
Missing Dentures Found Stuck in Man's Throat 8 Days
After Surgery

Here’s why it’s best to remove false teeth before surgery: You just might swallow them.
A medical journal is reporting the case of a 72- year-old British man whose partial dentures apparently got stuck in his throat during surgery and weren’t discovered for eight days.
The man went to the emergency room because he was having a hard time swallowing and was coughing up blood. Doctors ordered a chest X-ray, diagnosed him with what they wrongly thought was pneumonia and sent him home with antibiotics and steroids. It took another hospital visit before another X-ray revealed the problem: His dentures — a metal roof plate and three false teeth — lodged at the top of his throat.
The man thought his dentures were lost while he was in the hospital for minor surgery. How it happened isn’t exactly clear, but a halfdozen previous cases have been documented of dentures going astray as surgical patients were put to sleep.
Placing a tube in a patient’s airway can push things where they don’t belong, said Dr. Mary Dale Peterson, an anesthesiologist at Driscoll Children’s Hospital in Corpus Christi, Texas.
Besides dentures, retainers, loose teeth and tongue piercings can cause problems, said Peterson, who is president-elect of the American Society of Anesthesiologists. Before a child’s surgery, she’ll pull a very loose tooth and tell the patient to expect a visit from the tooth fairy. "We can make a nice game of it."
In the British case, after the dentures were removed, the man had several bouts of bleeding that required more surgery before he recovered. The journal article didn’t identify the man or the hospital involved. […]

Available at: https://www.nbcnews.com/health/health-news/man-s-missingdentures-were-found-stuck-his-throat-8-n1041641 (edited).

In reference with the text, it is INCORRECT to affirm that by the time the man went to the emergency room:

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228Q679147 | Inglês, Língua Portuguesa Inglês e Matemática, UFT, COPESE UFT, 2019

Texto associado.
Uncontacted Amazon tribe has been threatened by illegal
loggers

Remarkable close-up footage that appears to show an uncontacted tribesman in the Amazon rainforest has been released by an indigenous media group that wants to raise awareness of the threat posed by illegal loggers, miners and drug traffickers.
(...) The Awá have been described as the world’s most threatened tribe by the NGO Survival International, which has tracked killings by loggers, who surround and frequently encroach upon the group’s territory.
Many of the community have been forced to abandon the forest, but some remain in self-imposed isolation. Their existence has been called into question by commercial interests that want to move into the land, but the new footage has been cited as proof that they remain in the territory.
It was recorded by a member of a neighbouring tribe, the Guajajara, which is trying to defend one of the last pockets of intact forest in Maranhão, a massively deforested state in the north-east of Brazil. ―We hope this film produces something positive.
We hope it makes an impact around the world to help protect our people and our forest,‖ said Flay Guajajara, who shot the image while out hunting and released it through the Mídia Índia platform.
(...) Olimpio Guajajara, coordinator of the Guardians of the Amazon, said three of the group’s members have been murdered in this activity, which highlighted the need for more long-term support. He said: ―We Guardians are defending our people’s rights, defending the uncontacted Indians, and defending nature for all of us. We need the land to be protected for good."
Indigenous groups say successive governments have failed to adequately recognise their territorial rights and their role in protecting forests that are globally essential for carbon sequestration and natural habitats.
According to Survival International, loggers have been emboldened by the government and their camps can now be seen on the edge of Awá land.
Director Stephen Corry said: ―This video is further proof that the uncontacted Awá people really exist. And a glance at a satellite photo shows just how much danger they’re in. Loggers have already killed many of their relatives and forced others out of the forest".

Available at: https://www.theguardian.com/environment/2019/jul/22/uncontactedtribe-video-amazon-rainforest-awa-people.
According to the NGO Survival International, it is INCORRECT to affirm:
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229Q910962 | Pedagogia, Língua Portuguesa, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Quais os desafios dos professores para incorporar as novas tecnologias no ensino?

A incorporação das novas tecnologias no ensino tornou-se um dos principais debates da educação na atualidade. Robótica, jogos eletrônicos, inteligência artificial e realidade aumentada são apenas algumas das novidades que têm movimentado o mercado educacional e sido inseridas nas escolas.
Na realidade da sala de aula, porém, ainda há muita discussão sobre como integrar as novidades ao dia a dia escolar. Por mais que a desconfiança docente com relação ao uso das novas tecnologias venha diminuindo, ainda há muitos desafios para incorporar essas ferramentas de forma efetiva, contribuindo para a aprendizagem dos alunos. Para compreender quais são esses obstáculos, professores da educação básica falaram sobre o panorama da área e compartilharam suas experiências com o uso dos recursos tecnológicos em sala de aula. Entre as principais dificuldades apontadas pelos educadores está a formação docente insuficiente para a área.
“As novas tecnologias ajudam no aprendizado a partir do momento em que o professor se apropria desse conhecimento”, avalia Diego Trujillo: “Mas vejo que a formação ainda é carente. Há um desejo do professor de aprender, mas ele não sabe para onde ou como ir.”
Os números demonstram que a formação é mesmo um dos grandes desafios no que diz respeito ao uso da tecnologia. De acordo com a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 54% dos professores não cursaram na graduação disciplina específica sobre como usar computador e internet em atividades com os alunos. Além disso, 70% não realizaram formação continuada sobre o tema no ano anterior ao levantamento. Dos que realizaram, 20% afirmaram que a capacitação “contribuiu muito” para a atualização na área.
Nesse cenário, a busca por novas formas de explorar os recursos tecnológicos acaba por depender da iniciativa do próprio professor. Na visão de Trujillo, a própria escola pode ajudar a reverter o quadro oferecendo apoio ao docente. “É necessário que a equipe pedagógica tenha um especialista em tecnologia educacional. Esse éum novo profissional de extrema importância”, afirma.
Dada a formação insuficiente, torna-se mais difícil explorar as potencialidades pedagógicas das novas tecnologias. E, em muitos casos, isso pode levar a uma certa resistência com relação ao seu uso, fazendo com que métodos mais tradicionais sigam sendo reproduzidos.
“O maior desafio atualmente é os professores conseguirem notar que a tecnologia pode tornar o processo de ensino-aprendizagem melhor”, opina Rafael Ribeiro. Para o educador, parte da desconfiança de alguns docentes com relação ao uso das novas tecnologias vem das mudanças que elas causam na própria rotina da aula. “É algo que tira o professor da zona de conforto. É uma ferramenta que precisa de estudo em casa, de um planejamento maior, de um período semanal que exige reflexão e estudo.” Outro fator que gera desconfiança é o medo de a tecnologia atuar como um distrator. No uso da internet, por exemplo, o receio é que os alunos acabem desviando a atenção do conteúdo para as redes sociais.
Na visão de Edilene von Wallwitz, driblar o problema também passa pela formação docente. “O professor precisa dominar essas ferramentas, participar de cursos, se inteirar a respeito, praticar. É preciso estar embasado para manter a atenção do aluno”, analisa.
No caso da rede pública, há um problema ainda anterior à apropriação das novas tecnologias: a falta de infraestrutura. Segundo uma pesquisa de 2017 do movimento Todos pela Educação, 66% dos professores da rede apontam o número insuficiente de equipamentos como limitador no uso dos recursos tecnológicos no ensino. Além disso, 64% indicam a velocidade insuficiente da internet como restrição. “[Nas escolas públicas] temos o básico, que é internet na escola para documentação, secretaria. Para uso de aluno e professor, a gente não tem”, conta Regina de Freitas, professora de língua portuguesa na rede pública.
Quando a escola dispõe do equipamento, podem surgir novos empecilhos — como a falta de manutenção. “A gente não consegue terminar o trabalho com o aluno porque o computador está com problema, a lousa digital tem algum defeito, a internet não funciona legal”, diz Angélica Guimarães, professora de Língua Portuguesa na rede pública. “Muitos professores optam por não utilizar [os recursos tecnológicos] para não perder tempo da aula. Às vezes, ao invés de otimizar o aprendizado, otimizar o tempo, acaba prejudicando.”

O que eles fazem:

Regina de Freitas, professora de Língua Portuguesa na rede pública, criou, um projeto que incorporou o uso do WhatsApp para o estudo dos gêneros textuais. Para isso, ela criou grupos com os estudantes dos oitavo e nono anos, que passaram a mandar os textos produzidos em casa pelo aplicativo de mensagens. Com um projeto simples, ela afirma ter observado como resultados a facilitação da comunicação e um aumento da motivação das turmas. “Alguns alunos que já tinham gosto pela escrita me enviaram até outros textos, que não estavam relacionados com o gênero que eu estava pedindo. Eu aceitava e revisava”, conta.
Edilene von Wallwitz, professora de Língua Portuguesa e Alemão na rede privada, é uma entusiasta do uso da tecnologia na educação, especialmente pela aproximação com o cotidiano dos adolescentes. A educadora utiliza, entre outras ferramentas, aplicativos que permitem gamificar as aulas — como o Kahoot. “O fator motivação, com jogos e competição, ajuda no aprendizado”, avalia.
Rafael Ribeiro, professor de Biologia na rede privada, explora a tecnologia em sala de aula desde 2014. Entre as principais vantagens da utilização desses recursos, ele destaca a possibilidade de mostrar vídeos e modelos 3D aos alunos, o que facilita a visualização dos conteúdos estudados. Além disso, o educador busca utilizar ferramentas que otimizem processos. “Também aplico provas utilizando formulário Google, que corrige automaticamente as questões-testes. Já as dissertativas eu corrijo individualmente e envio a nota para o aluno por e-mail com o gabarito embaixo. Ou seja, todo esse processo ficou muito mais instantâneo.”

Fonte: FONTOURA, Juliana. Revista Educação. Edição 249. 09 maio 2018. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br>. Acesso em: 09 jul. 2024 (adaptado).

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o papel do professor no uso efetivo das tecnologias em sala de aula.
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230Q910964 | Pedagogia, Lei nº 9394 de 1996, Língua Portuguesa, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Quais os desafios dos professores para incorporar as novas tecnologias no ensino?

A incorporação das novas tecnologias no ensino tornou-se um dos principais debates da educação na atualidade. Robótica, jogos eletrônicos, inteligência artificial e realidade aumentada são apenas algumas das novidades que têm movimentado o mercado educacional e sido inseridas nas escolas.
Na realidade da sala de aula, porém, ainda há muita discussão sobre como integrar as novidades ao dia a dia escolar. Por mais que a desconfiança docente com relação ao uso das novas tecnologias venha diminuindo, ainda há muitos desafios para incorporar essas ferramentas de forma efetiva, contribuindo para a aprendizagem dos alunos. Para compreender quais são esses obstáculos, professores da educação básica falaram sobre o panorama da área e compartilharam suas experiências com o uso dos recursos tecnológicos em sala de aula. Entre as principais dificuldades apontadas pelos educadores está a formação docente insuficiente para a área.
“As novas tecnologias ajudam no aprendizado a partir do momento em que o professor se apropria desse conhecimento”, avalia Diego Trujillo: “Mas vejo que a formação ainda é carente. Há um desejo do professor de aprender, mas ele não sabe para onde ou como ir.”
Os números demonstram que a formação é mesmo um dos grandes desafios no que diz respeito ao uso da tecnologia. De acordo com a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 54% dos professores não cursaram na graduação disciplina específica sobre como usar computador e internet em atividades com os alunos. Além disso, 70% não realizaram formação continuada sobre o tema no ano anterior ao levantamento. Dos que realizaram, 20% afirmaram que a capacitação “contribuiu muito” para a atualização na área.
Nesse cenário, a busca por novas formas de explorar os recursos tecnológicos acaba por depender da iniciativa do próprio professor. Na visão de Trujillo, a própria escola pode ajudar a reverter o quadro oferecendo apoio ao docente. “É necessário que a equipe pedagógica tenha um especialista em tecnologia educacional. Esse éum novo profissional de extrema importância”, afirma.
Dada a formação insuficiente, torna-se mais difícil explorar as potencialidades pedagógicas das novas tecnologias. E, em muitos casos, isso pode levar a uma certa resistência com relação ao seu uso, fazendo com que métodos mais tradicionais sigam sendo reproduzidos.
“O maior desafio atualmente é os professores conseguirem notar que a tecnologia pode tornar o processo de ensino-aprendizagem melhor”, opina Rafael Ribeiro. Para o educador, parte da desconfiança de alguns docentes com relação ao uso das novas tecnologias vem das mudanças que elas causam na própria rotina da aula. “É algo que tira o professor da zona de conforto. É uma ferramenta que precisa de estudo em casa, de um planejamento maior, de um período semanal que exige reflexão e estudo.” Outro fator que gera desconfiança é o medo de a tecnologia atuar como um distrator. No uso da internet, por exemplo, o receio é que os alunos acabem desviando a atenção do conteúdo para as redes sociais.
Na visão de Edilene von Wallwitz, driblar o problema também passa pela formação docente. “O professor precisa dominar essas ferramentas, participar de cursos, se inteirar a respeito, praticar. É preciso estar embasado para manter a atenção do aluno”, analisa.
No caso da rede pública, há um problema ainda anterior à apropriação das novas tecnologias: a falta de infraestrutura. Segundo uma pesquisa de 2017 do movimento Todos pela Educação, 66% dos professores da rede apontam o número insuficiente de equipamentos como limitador no uso dos recursos tecnológicos no ensino. Além disso, 64% indicam a velocidade insuficiente da internet como restrição. “[Nas escolas públicas] temos o básico, que é internet na escola para documentação, secretaria. Para uso de aluno e professor, a gente não tem”, conta Regina de Freitas, professora de língua portuguesa na rede pública.
Quando a escola dispõe do equipamento, podem surgir novos empecilhos — como a falta de manutenção. “A gente não consegue terminar o trabalho com o aluno porque o computador está com problema, a lousa digital tem algum defeito, a internet não funciona legal”, diz Angélica Guimarães, professora de Língua Portuguesa na rede pública. “Muitos professores optam por não utilizar [os recursos tecnológicos] para não perder tempo da aula. Às vezes, ao invés de otimizar o aprendizado, otimizar o tempo, acaba prejudicando.”

O que eles fazem:

Regina de Freitas, professora de Língua Portuguesa na rede pública, criou, um projeto que incorporou o uso do WhatsApp para o estudo dos gêneros textuais. Para isso, ela criou grupos com os estudantes dos oitavo e nono anos, que passaram a mandar os textos produzidos em casa pelo aplicativo de mensagens. Com um projeto simples, ela afirma ter observado como resultados a facilitação da comunicação e um aumento da motivação das turmas. “Alguns alunos que já tinham gosto pela escrita me enviaram até outros textos, que não estavam relacionados com o gênero que eu estava pedindo. Eu aceitava e revisava”, conta.
Edilene von Wallwitz, professora de Língua Portuguesa e Alemão na rede privada, é uma entusiasta do uso da tecnologia na educação, especialmente pela aproximação com o cotidiano dos adolescentes. A educadora utiliza, entre outras ferramentas, aplicativos que permitem gamificar as aulas — como o Kahoot. “O fator motivação, com jogos e competição, ajuda no aprendizado”, avalia.
Rafael Ribeiro, professor de Biologia na rede privada, explora a tecnologia em sala de aula desde 2014. Entre as principais vantagens da utilização desses recursos, ele destaca a possibilidade de mostrar vídeos e modelos 3D aos alunos, o que facilita a visualização dos conteúdos estudados. Além disso, o educador busca utilizar ferramentas que otimizem processos. “Também aplico provas utilizando formulário Google, que corrige automaticamente as questões-testes. Já as dissertativas eu corrijo individualmente e envio a nota para o aluno por e-mail com o gabarito embaixo. Ou seja, todo esse processo ficou muito mais instantâneo.”

Fonte: FONTOURA, Juliana. Revista Educação. Edição 249. 09 maio 2018. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br>. Acesso em: 09 jul. 2024 (adaptado).

De acordo com os exemplos sobre o uso das tecnologias, descritos pelos três professores, nos 11º, 12º e 13º parágrafos do texto, analise as afirmativas sobre os seus possíveis benefícios.
I. Maior interesse do aluno com a escrita e com o aprendizado. II. Facilitação da comunicação e aumento da motivação por parte dos alunos. III. Aprendizado mais próximo do cotidiano dos alunos. IV. Melhor visualização dos conteúdos estudados, tornando o aprendizado mais acessível e compreensível.
Assinale a alternativa CORRETA.
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231Q911252 | Psicologia, Psicologia da Educação, Supervisor Pedagógico, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

No que diz respeito ao assunto ações intersetoriais entre educação e saúde mental para prevenção, promoção e cuidado da população em situação de vulnerabilidade social, assinale a alternativa INCORRETA.
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232Q911290 | Psicologia, Psicólogo, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Analise as afirmativas a seguir em relação à atuação de psicólogos no contexto escolar, no que tange à saúde mental dos professores.
I. Priorizam a produção de diagnósticos das psicopatologias do trabalho, tendo como quadro referencial teórico-técnico, exclusivamente, os conceitos e instrumentos da Psicologia Organizacional e do Trabalho (POT). II. Propõem ações voltadas para a prevenção e a promoção de saúde mental no contexto escolar. III. Investem em projetos com potencial para melhorar a qualidade das relações interpessoais na comunidade escolar. IV. Priorizam a realização de encaminhamentos de professores para os dispositivos da rede de Atenção Primária à Saúde, uma vez que não cabe ao psicólogo atuante no contexto escolar a prevenção e tampouco a promoção de saúde mental.
Assinale a alternativa CORRETA.
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233Q911300 | Serviço Social, Assistente Social, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Para a implementação e execução das políticas sociais é necessário antes de tudo o planejamento, sendo este considerado um processo de aproximações, que tem como centro de interesse uma situação delimitada como objeto de intervenção. E o seu conteúdo irá depender da estrutura e das circunstâncias particulares de cada situação. Partindo da premissa da real necessidade do planejamento é CORRETO afirmar:
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234Q687653 | Inglês, Língua Portuguesa Inglês e Matemática, UFT, COPESE UFT, 2018

Texto associado.
BRAZIL: JUDGE SHUTS BORDER TO VENEZUELAN
MIGRANTS FLEEING HUNGER AND HARDSHIP
Judge says entry of immigrants suspended until conditions for ‘humanitarian reception’ are created – activists called it ‘absurd’
A judge in Brazil has blocked Venezuelans from entering the border state of Roraima as local authorities harden their stance against the flood of migrants fleeing hunger and hardship in their home country.
Judge Helder Barreto said he had suspended the entry of Venezuelan immigrants until the conditions for a “humanitarian reception” are created but activists working with migrants attacked it as “absurd”.
Sister Telma Lage from the non-profit Migration and Human Rights Institute, which helps vulnerable migrants in Roraima’s capital Boa Vista, said the judge had overstepped his authority. “[Venezuelans] are entering Brazil and seeking refuge because of the vulnerable situation they find themselves in,” she said. “What we fear is the lack of options for those near to the border.”
Since 2015, more than 56,000 Venezuelans have sought refuge or residency in Brazil amid continuing political turmoil and economic collapse in their home country. […]
But the flood of migrants has severely stretched health and education services in the poor state of Roraima.
Available at: https://www.theguardian.com/world/2018/aug/06/brazil-shuts-border-venezuelanmigrants)
According to Sister Lage:
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235Q911186 | Inglês, Língua Inglesa, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Para se ler um texto em língua estrangeira, podemos aplicar diferentes estratégias de leitura. Em relação às estratégias, analise as afirmativas abaixo.
I. Consists of having an idea about the content and goals of a reading text before starting to read. To do so, readers look at the title, subtitles, a picture or read the first sentence of each paragraph. II. Reading a text quickly to locate a specific fact or piece of information. This may be a date, a name or a figure. III. Readers relate the content of the passage to self, to other texts or to the world. IV. Making meaning of the text by reading between the lines and using personal knowledge. The aim is to construct meaning beyond what is literally expressed. V. Reading a text quickly to get its general idea of the content.
Fonte: https://www.myenglishpages.com (adaptado).
Assinale a alternativa que representa a ordem CORRETA das estratégias apresentadas nas afirmativas.
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236Q911194 | Inglês, Língua Inglesa, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

O Documento Curricular para o Ensino de Língua Inglesa do Estado do Tocantins apresenta as competências e habilidades propostas para os Anos Iniciais e Finais. Considerando esse documento, analise as habilidades propostas a seguir:
I. Identificar o assunto de um texto, reconhecendo sua organização textual e palavras cognatas. II. Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para construir repertório lexical na língua inglesa. III. Mobilizar conhecimentos prévios para compreender um texto oral. IV. Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam. V. Escrever palavras e frases simples, utilizando um modelo e vocabulário estudado previamente.
Considerando que o Documento Curricular elaborado tem a preocupação de progressão didática para o desenvolvimento das competências e habilidades do aprendizado de Língua Inglesa, assinale a alternativa que representa as habilidades pensadas para os Anos Finais.
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237Q679018 | Conhecimentos Gerais, Política, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, UFT, COPESE UFT, 2019

Em 1967, a escolha da região localizada entre os estados do Pará, Maranhão e Goiás para instalar a Guerrilha do Araguaia, foi decorrente de vários motivos, entre os quais:
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238Q910960 | Pedagogia, Lei nº 9394 de 1996, Língua Portuguesa, Prefeitura de Palmas TO, COPESE UFT, 2024

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Quais os desafios dos professores para incorporar as novas tecnologias no ensino?

A incorporação das novas tecnologias no ensino tornou-se um dos principais debates da educação na atualidade. Robótica, jogos eletrônicos, inteligência artificial e realidade aumentada são apenas algumas das novidades que têm movimentado o mercado educacional e sido inseridas nas escolas.
Na realidade da sala de aula, porém, ainda há muita discussão sobre como integrar as novidades ao dia a dia escolar. Por mais que a desconfiança docente com relação ao uso das novas tecnologias venha diminuindo, ainda há muitos desafios para incorporar essas ferramentas de forma efetiva, contribuindo para a aprendizagem dos alunos. Para compreender quais são esses obstáculos, professores da educação básica falaram sobre o panorama da área e compartilharam suas experiências com o uso dos recursos tecnológicos em sala de aula. Entre as principais dificuldades apontadas pelos educadores está a formação docente insuficiente para a área.
“As novas tecnologias ajudam no aprendizado a partir do momento em que o professor se apropria desse conhecimento”, avalia Diego Trujillo: “Mas vejo que a formação ainda é carente. Há um desejo do professor de aprender, mas ele não sabe para onde ou como ir.”
Os números demonstram que a formação é mesmo um dos grandes desafios no que diz respeito ao uso da tecnologia. De acordo com a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 54% dos professores não cursaram na graduação disciplina específica sobre como usar computador e internet em atividades com os alunos. Além disso, 70% não realizaram formação continuada sobre o tema no ano anterior ao levantamento. Dos que realizaram, 20% afirmaram que a capacitação “contribuiu muito” para a atualização na área.
Nesse cenário, a busca por novas formas de explorar os recursos tecnológicos acaba por depender da iniciativa do próprio professor. Na visão de Trujillo, a própria escola pode ajudar a reverter o quadro oferecendo apoio ao docente. “É necessário que a equipe pedagógica tenha um especialista em tecnologia educacional. Esse éum novo profissional de extrema importância”, afirma.
Dada a formação insuficiente, torna-se mais difícil explorar as potencialidades pedagógicas das novas tecnologias. E, em muitos casos, isso pode levar a uma certa resistência com relação ao seu uso, fazendo com que métodos mais tradicionais sigam sendo reproduzidos.
“O maior desafio atualmente é os professores conseguirem notar que a tecnologia pode tornar o processo de ensino-aprendizagem melhor”, opina Rafael Ribeiro. Para o educador, parte da desconfiança de alguns docentes com relação ao uso das novas tecnologias vem das mudanças que elas causam na própria rotina da aula. “É algo que tira o professor da zona de conforto. É uma ferramenta que precisa de estudo em casa, de um planejamento maior, de um período semanal que exige reflexão e estudo.” Outro fator que gera desconfiança é o medo de a tecnologia atuar como um distrator. No uso da internet, por exemplo, o receio é que os alunos acabem desviando a atenção do conteúdo para as redes sociais.
Na visão de Edilene von Wallwitz, driblar o problema também passa pela formação docente. “O professor precisa dominar essas ferramentas, participar de cursos, se inteirar a respeito, praticar. É preciso estar embasado para manter a atenção do aluno”, analisa.
No caso da rede pública, há um problema ainda anterior à apropriação das novas tecnologias: a falta de infraestrutura. Segundo uma pesquisa de 2017 do movimento Todos pela Educação, 66% dos professores da rede apontam o número insuficiente de equipamentos como limitador no uso dos recursos tecnológicos no ensino. Além disso, 64% indicam a velocidade insuficiente da internet como restrição. “[Nas escolas públicas] temos o básico, que é internet na escola para documentação, secretaria. Para uso de aluno e professor, a gente não tem”, conta Regina de Freitas, professora de língua portuguesa na rede pública.
Quando a escola dispõe do equipamento, podem surgir novos empecilhos — como a falta de manutenção. “A gente não consegue terminar o trabalho com o aluno porque o computador está com problema, a lousa digital tem algum defeito, a internet não funciona legal”, diz Angélica Guimarães, professora de Língua Portuguesa na rede pública. “Muitos professores optam por não utilizar [os recursos tecnológicos] para não perder tempo da aula. Às vezes, ao invés de otimizar o aprendizado, otimizar o tempo, acaba prejudicando.”

O que eles fazem:

Regina de Freitas, professora de Língua Portuguesa na rede pública, criou, um projeto que incorporou o uso do WhatsApp para o estudo dos gêneros textuais. Para isso, ela criou grupos com os estudantes dos oitavo e nono anos, que passaram a mandar os textos produzidos em casa pelo aplicativo de mensagens. Com um projeto simples, ela afirma ter observado como resultados a facilitação da comunicação e um aumento da motivação das turmas. “Alguns alunos que já tinham gosto pela escrita me enviaram até outros textos, que não estavam relacionados com o gênero que eu estava pedindo. Eu aceitava e revisava”, conta.
Edilene von Wallwitz, professora de Língua Portuguesa e Alemão na rede privada, é uma entusiasta do uso da tecnologia na educação, especialmente pela aproximação com o cotidiano dos adolescentes. A educadora utiliza, entre outras ferramentas, aplicativos que permitem gamificar as aulas — como o Kahoot. “O fator motivação, com jogos e competição, ajuda no aprendizado”, avalia.
Rafael Ribeiro, professor de Biologia na rede privada, explora a tecnologia em sala de aula desde 2014. Entre as principais vantagens da utilização desses recursos, ele destaca a possibilidade de mostrar vídeos e modelos 3D aos alunos, o que facilita a visualização dos conteúdos estudados. Além disso, o educador busca utilizar ferramentas que otimizem processos. “Também aplico provas utilizando formulário Google, que corrige automaticamente as questões-testes. Já as dissertativas eu corrijo individualmente e envio a nota para o aluno por e-mail com o gabarito embaixo. Ou seja, todo esse processo ficou muito mais instantâneo.”

Fonte: FONTOURA, Juliana. Revista Educação. Edição 249. 09 maio 2018. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br>. Acesso em: 09 jul. 2024 (adaptado).

Assinale a alternativa CORRETA. A incorporação das tecnologias ao ensino:
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