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Questões de Concursos COSEAC

Resolva questões de COSEAC comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


221Q25640 | Português, Interpretação de Textos, Gari e Operador de Roçadeira, CLIN, COSEAC

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Existe no Oceano Pacífico uma ilha feita de duas montanhas. É como se alguém tivesse colado dois grandes montes de terra no meio do mar. A maior chama-se Tristeza e a menor, Alegria.

Dizem que há muitos anos atrás a Alegria era maior e mais alta que a Tristeza. Dizem também que, por causa de um terremoto, parte da Alegria caiu no mar e afundou, deixando a montanha do jeito que está hoje.

Ninguém sabe se isso é mesmo verdade. Verdade é que ao pé desses dois cumes, exatamente onde eles se encontram, moram uma menina chamada Aleteia e sua avó.

Aleteia e a avó são como as montanhas: duas pessoas que estão sempre juntas.

Hoje Aleteia é menor, mais baixa que sua avó; acontece que daqui a algum tempo, ninguém sabe quando, Aleteia vai acordar e estará mais alta que a avó. Aleteia vai crescer e eu acho que, quando esse dia chegar, elas ainda estarão juntas. Igual às montanhas da ilha.

Um dia Aleteia perguntou: “Vovó, quem fez o mundo?”, e sua avó respondeu: “Deus”.

- Todo ele?
- Sim, todo.
- Sozinho?
- Sim, sozinho.

Aleteia saiu da sala com aquela conversa na cabeça. Não estava convencida. Pensou muito a respeito do assunto. Para raciocinar melhor, saiu para caminhar e caminhou muito pela ilha. Pensava sozinha, pensava em voz alta e começou a dividir seus pensamentos com as coisas que lhe apareciam pelo caminho: folhas, árvores, pedras, formigas, grilos, etc. Deus tinha criado o mundo sozinho?

(KOMATSU, Henrique. A menina que viu Deus. p.3-6, formato eletrônico, fragmento.)
Em “... ao pé desses dois cumes...” a palavra destacada significa:
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222Q119663 | Raciocínio Lógico, Negação de proposição, Analista de Tecnologia da Informação Análise de Informações, DATAPREV, COSEAC

A única das proposições abaixo que pode ser considerada uma negação lógica da proposição: "Se é feriado, então vou à praia" , é :

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223Q44365 | Farmácia, Farmacêutico, HUAP UFF, COSEAC

Em relação à análise da prescrição médica de protocolos quimioterapêuticos, algumas condições devem ser observadas para a garantia da sua correção, EXCETO uma das mencionadas abaixo. Marque-a.
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224Q688137 | Técnicas em Laboratório, Técnico de Laboratório Microbiologia, UFF, COSEAC, 2019

A urocultura deve ser realizada através de metodologia quantitativa. Considerando-se aspectos clínicos, sexo do paciente e o método de coleta de urina, diferentes contagens de UFC/mL de urina podem ser consideradas significativas. Em casos de cistite não complicada em mulheres, com isolamento de uropatógenos a partir de urina coletada por micção espontânea, a bacteriúria pode ser considerada relevante a partir da seguinte contagem:
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225Q687477 | Economia, Economista, UFF, COSEAC, 2019

A forma que descreve como o Banco Central ajusta sua política em resposta às condições econômicas, tais como inflação, crescimento e PIB real, denomina-se: 
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226Q691061 | Técnicas em Laboratório, Técnico de Laboratório Microbiologia, UFF, COSEAC, 2019

A fase pré-analítica é de suma importância para se obterem resultados confiáveis de uroculturas. Em relação aos procedimentos relacionados a essa fase, considere as seguintes afirmativas: I É recomendado um tempo mínimo de 1 hora de retenção vesical antes da coleta da urina para realização de urocultura. II É recomendado que o paciente evite a ingestão de muito líquido antes da coleta de urina para urocultura. III A coleta por micção espontânea deve ser realizada após criteriosa higiene genital, devendo se desprezar o jato inicial da urina, coletando-se o jato médio, sem interrupção do fluxo, em frasco estéril de boca larga. IV As amostras de urina podem ser congeladas por 24 – 48 horas, se as mesmas não puderem ser transportadas em até 2 horas para o processamento no laboratório. Das afirmativas acima, apenas:
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227Q53397 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.” (§ 5)

No período acima, constata-se a ocorrência de duas comparações, ambas com forte carga de expressividade, caracterizando o sentido conotativo. Na segunda ocorrência, a comparação foi empregada para a expressão semântica de uma:
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228Q62072 | Arquivologia, Gestão de Documentos, Arquivista, UFF, COSEAC, 2019

Na tentativa de restauração da organização original de um arquivo, ao deparar-se com documentos soltos, o arquivista deve considerar que aquilo que determina o lugar do documento no arquivo é o(a):
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229Q61921 | Biologia, Moléculas e Tecidos, Biólogo, UFF, COSEAC, 2019

A técnica de PCR é largamente usada, permitindo que um fragmento específico de DNA seja amplificado milhares de vezes em algumas horas. Essa técnica revolucionou as pesquisas em biologia molecular. A partir da PCR, é possível obterem-se cópias de uma parte do material genético em quantidade suficiente que permita detectar e analisar a sequência que se estuda. O pH ideal de uma PCR é de 7,5, pois:
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230Q189947 | Recursos Humanos, Departamento Pessoal, Administrador, DATAPREV, COSEAC

Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno em:
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231Q684355 | Enfermagem, Enfermeiro, UFF, COSEAC, 2019

Para atender uma prescrição de 3.500.000UI de penicilina cristalina, o volume em mililitros que deverá ser aspirado de um frasco de 10.000.000UI, que foi diluído em 6ml de água destilada, é de:
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232Q25634 | Conhecimentos Específicos, Significação Contextual de Palavras e Expressões, Gari e Operador de Roçadeira, CLIN, COSEAC

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Existe no Oceano Pacífico uma ilha feita de duas montanhas. É como se alguém tivesse colado dois grandes montes de terra no meio do mar. A maior chama-se Tristeza e a menor, Alegria.

Dizem que há muitos anos atrás a Alegria era maior e mais alta que a Tristeza. Dizem também que, por causa de um terremoto, parte da Alegria caiu no mar e afundou, deixando a montanha do jeito que está hoje.

Ninguém sabe se isso é mesmo verdade. Verdade é que ao pé desses dois cumes, exatamente onde eles se encontram, moram uma menina chamada Aleteia e sua avó.

Aleteia e a avó são como as montanhas: duas pessoas que estão sempre juntas.

Hoje Aleteia é menor, mais baixa que sua avó; acontece que daqui a algum tempo, ninguém sabe quando, Aleteia vai acordar e estará mais alta que a avó. Aleteia vai crescer e eu acho que, quando esse dia chegar, elas ainda estarão juntas. Igual às montanhas da ilha.

Um dia Aleteia perguntou: “Vovó, quem fez o mundo?”, e sua avó respondeu: “Deus”.

- Todo ele?
- Sim, todo.
- Sozinho?
- Sim, sozinho.

Aleteia saiu da sala com aquela conversa na cabeça. Não estava convencida. Pensou muito a respeito do assunto. Para raciocinar melhor, saiu para caminhar e caminhou muito pela ilha. Pensava sozinha, pensava em voz alta e começou a dividir seus pensamentos com as coisas que lhe apareciam pelo caminho: folhas, árvores, pedras, formigas, grilos, etc. Deus tinha criado o mundo sozinho?

(KOMATSU, Henrique. A menina que viu Deus. p.3-6, formato eletrônico, fragmento.)
As personagens do texto que residem na ilha são:
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234Q46188 | Veterinária, Médico Veterinário, UFF, COSEAC

O registro continuado de uma doença ou agente etiológico, numa mesma população e numa mesma área geográfica, é uma:
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235Q686464 | Anatomia Humana, Técnico em Anatomia e Necropsia, UFF, COSEAC, 2019

A técnica de Laskowski: 
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236Q686278 | Eletricidade, Técnico em Eletromecânica, UFF, COSEAC, 2019

No circuito elétrico em série ou em paralelo, afirma-se que, se ele estiver ligado em:
I paralelo, a soma das tensões parciais é igual à tensão aplicada no circuito, e o valor da corrente elétrica é igual em todos os pontos do circuito.
II paralelo, a diferença das tensões parciais é igual à tensão aplicada no circuito, e o valor da corrente elétrica é constante em todos os pontos do circuito.
III série, a soma das tensões parciais é igual à tensão aplicada no circuito, e o valor da corrente elétrica é diferente em todos os pontos do circuito.
Dos itens acima:
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237Q25654 | Segurança e Saúde no Trabalho, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, CLIN, COSEAC

Considerando-se o estabelecido na Norma Regulamentadora 32, que trata da segurança e saúde no trabalho em estabelecimento de saúde, quanto às medidas de proteção, o empregador deve vedar:
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238Q692229 | Mecânica, Técnico em Eletromecânica, UFF, COSEAC, 2019

Considerando a semelhança entre um circuito elétrico, que se forma em processo de soldagem, e um hidráulico, afirma-se que:
I há semelhança entre o gerador elétrico e a bomba hidráulica.
II o volume de fluxo fluído é inversamente proporcional à diferença de potencial elétrico.
III a resistência ao escoamento é diretamente proporcional ao volume de fluxo fluido.
Das afirmações:
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239Q62064 | Arquivologia, Teoria e Abordagem Arquivística, Arquivista, UFF, COSEAC, 2019

Além de suporte, gênero, tipo, forma, formato e contexto de produção, o sétimo elemento característico de qualquer documento, conforme GONÇALVES (1998), é sua:
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240Q815359 | Legislação Federal, Lei 7498 1986, Auxiliar de Enfermagem, UNIRIO RJ, COSEAC

No juramento que fazemos para o exercício de nossa profissão, inclui-se
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