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Questões de Concursos COSEAC

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301Q683905 | Libras, Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais, UFF, COSEAC, 2019

Há diferença entre a atividade de traduzir e a de interpretar. Dentre as peculiaridades elencadas abaixo, aquela que NÃO caracteriza o trabalho de interpretes, mas de tradutores, é:
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302Q53398 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.” (§ 2)

Das alterações feitas na oração subordinada adjetiva do período acima, está em DESACORDO com as normas de regência a seguinte:
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303Q53410 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“Descanse em paz, pobre coitado.” (§ 1)

A frase imperativa acima foi reescrita de formas distintas e em distinto tratamento. Entre elas está INCORRETA a seguinte:
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304Q61958 | Português, Biólogo, UFF, COSEAC, 2019

Texto associado.
TEXTO 2 (Editado)

            A pesquisa científica sobre os efeitos terapêuticos da relação entre seres humanos e animais de estimação começou nos Estados Unidos em meados de 1960. Depois de muitos estudos e observação, ficaram claros os benefícios que são gerados nessa interação. Pensando nisso, a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) possui um Grupo de Estudos sobre a Interação Humano e Animal (GE-INTERHA) para fomentar pesquisas que demonstrem a importância dos animais de estimação para a qualidade de vida das pessoas.
        Essa convivência, segundo pesquisadores, é capaz de melhorar a autoestima, diminuir problemas do coração e auxiliar a família na diminuição do estresse, na queda da pressão em hipertensos e, principalmente, de melhorar a interação social. 
            Em um estudo realizado recentemente, ficou comprovado que, em geral, as famílias que têm animais de estimação gastam menos com remédios. Além disso, foi criada a Terapia Assistida por Animais, que pode ser aplicada em diferentes casos médicos, com grandes melhorias para os pacientes. Alguns casos mais conhecidos são os tratamentos de idosos e de crianças com paralisia cerebral, autismo ou hiperatividade. 
            Os cães e gatos são muito usados, pois são os animais mais próximos do ser humano. As suas visitas causam melhoras sociais, emocionais, físicas e cognitivas de pacientes em tratamento. Acariciar um animal, por si só, já ajuda o paciente a relaxar. Cães e gatos também servem como companhia para idosos solitários, evitando casos de depressão.

A relação entre seres humanos e animais de estimação. Jornal Cruzeiro do Sul, 24/05/13. Disponível em < https://www2.jornalcruzeiro.com.br/materia/474869/a-relacaoentre-seres-humanos-e-animais-de-estimacao>. Acesso em jan. 2019. (Adaptado)
Dentre as ocorrências da palavra “que”, em destaque nos trechos a seguir, todas são classificadas como pronome relativo, EXCETO 
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305Q14793 | Serviço Social, Assistente Social, UFF, COSEAC

Um dos campos de atuação do serviço social que merece destaque na contemporaneidade é o trabalho na área sociojurídica. A família, nesse contexto, deve ser considerada nas suas diversas configurações. Nesse sentido, a chamada “judicialização de conflitos familiares” é expressa por meio:
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306Q53257 | Legislação Municipal, Agente Educacional, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói, o servidor, em cada período de cinco anos, pode tirar licença para tratamento de doença em pessoa da família por, no máximo: 
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307Q44373 | Farmácia, Farmacêutico, HUAP UFF, COSEAC

Quanto aos riscos ocupacionais do pessoal envolvido na manipulação de antineoplásicos, podemos afirmar que
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308Q44383 | Farmácia, Farmacêutico, HUAP UFF, COSEAC

O idoso, em geral, faz uso de diversos medicamentos concomitantemente e merece ampla atenção farmacêutica, no que diz respeito às possíveis interações. O potencial para interações é de ordem de 100% quando o número de medicamentos prescrito é de, no mínimo, oito. Anti-inflamatórios não esteróides com anti-hipertesivos costumam se consumidos por idosos e o farmacêutico deve alertá-los porque
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309Q53426 | Legislação Municipal, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Para aplicação de penalidade por infração administrativa ao Código Ambiental de Niterói, são consideradas circunstâncias atenuantes as abaixo relacionadas, EXCETO:
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310Q45511 | Informática, Assistente Administrativo, IMBEL, COSEAC

O arquivo de nome “arquivo.cfg.txt.zip.exe”, do ponto de vista do sistema (Microsoft Windows XP), é um:
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311Q61944 | Administração Financeira e Orçamentária, Classificação da Receita e Despesa Orçamentária, Biólogo, UFF, COSEAC, 2019

O ato de orçar dentro do serviço público é caracterizado pelo programa de trabalho, que define qualitativamente a programação orçamentária e deve responder, de maneira clara e objetiva, às perguntas clássicas que caracterizam esse ato. Sendo assim, dentro da programação qualitativa, no bloco da estrutura Classificação por Esfera, item da estrutura Esfera Orçamentária, a pergunta clássica a ser respondida é:
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312Q120354 | Probabilidade e Estatística, Calculo de probabilidades, Analista de Tecnologia da Informação Análise de Informações, DATAPREV, COSEAC

A urna I contém 9 bolas: 3 pretas, 2 brancas e 4 vermelhas. A urna II contém 8 bolas: 4 pretas, 1 branca e 3 vermelhas. A urna III contém 9 bolas: 1 preta, 3 brancas e 5 vermelhas. Escolhe-se uma urna ao acaso e dela extrai-se uma bola também ao acaso, sabendo que a bola sorteada foi branca, a probabilidade de ter vindo da urna II é de:
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313Q120355 | Redes de Computadores, Analista de Tecnologia da Informação Redes, DATAPREV, COSEAC

Redes de computadores também podem ser classificadas de acordo com as distâncias físicas entre seus elementos ativos. Em ordem crescente de proximidade ou áreas de abrangência, são chamadas de:
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314Q121418 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Tecnologia, Analista de Tecnologia da Informação Análise de Informações, DATAPREV, COSEAC

No Menu Exibir do Windows Explorer, a opção que faz com que o modo exibição dos arquivos e pastas forneça informações tais como nome, tipo, tamanho e data de modificação é:
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315Q692416 | Engenharia Eletrônica, Engenheiro Eletrônica, UFF, COSEAC, 2019

Sobre o TRIAC, analise as afirmativas abaixo.
I Pode ser utilizado para controle de fase de tensão alternada.
II Conduz corrente em ambos os sentidos.
III Em cada semiciclo deve ser aplicada tensão no gatilho no instante em que o disparo for desejado.
Das afirmativas acima:
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316Q684288 | Informática, Técnico de Laboratório Informática, UFF, COSEAC, 2019

É uma conexão para transmitir áudio e vídeo totalmente digitais:
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317Q682265 | Português, Sintaxe, Administrador, UFF, COSEAC, 2019

Texto associado.
TEXTO 1

A DISCIPLINA DO AMOR
Lygia Fagundes Telles
                    Foi na França, durante a Segunda Grande
     Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os
     dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho.
     Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da
5     tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu
     encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu
     passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já
     conhecia o cachorro e as pessoas que passavam
     faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava
10 até a correr todo animado atrás dos mais íntimos.
     Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar
     sentado até o momento em que seu dono apontava
     lá longe.
                    Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o
15 jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou
     de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a
     esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha
     em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a
     presença do dono bem-amado. Assim que
20 anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida
     normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então,
     disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso
     à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu
     num bombardeio, mas no pequeno
25 coração do cachorro, não morreu a esperança.
     Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
     ia chegando aquela hora, ele disparava para o
     compromisso assumido, todos os dias.
               Todos os dias, com o passar dos anos (a
30 memória dos homens!), as pessoas foram se
     esquecendo do jovem soldado que não voltou.
     Casou-se a noiva com um primo. Os familiares
     voltaram-se para outros familiares. Os amigos para
     outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era
35 jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo
     na sua esquina.
                    As pessoas estranhavam, mas quem esse
     cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno),
     ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
     
     TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Disponível em:
     < http://claricemenezes.com.br/2018/02/05/a-disciplina-do-
      amor/>. Acesso em jan. 2019.
No trecho “Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina”, as duas ocorrências do termo “jovem” exercem, respectivamente, as funções sintáticas de
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318Q693031 | Odontologia, Técnico em Prótese Dentária, UFF, COSEAC, 2019

A articulação temporomandibular (ATM) é responsável pela movimentação da mandíbula, proporcionando os movimentos mastigatórios de abertura, fechamento, protusão, retrusão e lateralidade. A respeito da anatomia e fisiologia da ATM, é correto afirmar que o(a): 
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319Q812336 | Legislação Federal, Lei 5764 1971, Analista de Registro Empresarial, JUCEES ES, COSEAC

O ato constitutivo da sociedade cooperativa e os seus estatutos, quando NÃO transcritos naquele, serão assinados pelos:
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320Q691270 | Pedagogia, Técnico em Assuntos Educacionais, UFF, COSEAC, 2019

Coll e Martí defendem o uso das novas possibilidades de representação e de transmissão da informação e da comunicação denominadas NTIC, que não criam um novo sistema de signos. O que elas fazem, de fato, é criar, a partir da integração dos sistemas clássicos, condições totalmente novas de tratamento, de transmissão, de acesso e de uso das informações transmitidas pelos suportes clássicos da escrita, das imagens, do som ou da fala. Estas condições conferem às NTIC características específicas como instrumentos psicológicos, como mediadoras do funcionamento psicológico das pessoas que as utilizam. As principais características apontadas por Coll e Martí são:
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