Início

Questões de Concursos COSEAC

Resolva questões de COSEAC comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q61929 | Biologia, Identidade dos Seres Vivos, Biólogo, UFF, COSEAC, 2019

A descoberta das citocininas, um fitormônio, foi uma consequência direta do trabalho com cultura de tecidos vegetais de calo de fumo feito por Folke Stkoog, que estava interessado no controle químico da diferenciação. Entre os efeitos fisiológicos das citocininas, pode-se citar:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

402Q53298 | Pedagogia, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

“À revelia de toda conversa pedagógica, as coisas mudam sob a batuta do mercado. Infelizmente, estamos inseridos em sociedades que se movem pelo mercado. É forçoso reconhecer que a educação voltou a ser considerada importante, não por causa da construção e fortalecimento da cidadania”

(Pedro Demo), mas porque:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

403Q53392 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres...” (§ 2)
Das modificações feitas na redação do trecho acima, aquela em que houve sensível alteração do sentido original é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

404Q53439 | Direito Administrativo, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Sobre a responsabilidade civil pelos atos judiciais, julgue as afirmativas seguintes:

I A Constituição reconhece a responsabilidade da Administração pelo erro judiciário que leve à condenação, e pela manutenção de preso além do prazo fixado em sentença.
II Admite-se excepcionalmente que, em havendo dolo por parte do juiz que enseje dano, deve a Administração Pública ser responsabilizada objetivamente.
III Em regra, a doutrina não admite a responsabilidade civil por ato judicial, pois existe a sistemática recursal de correção das decisões.

Das afirmativas acima:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

405Q691981 | Odontologia, Técnico em Prótese Dentária, UFF, COSEAC, 2019

Em 1930, Roach determinou que os grampos de uma prótese parcial removível deveriam atender a quatro princípios biomecânicos: retenção, fixação, reciprocidade e estabilidade. A respeito desses princípios fundamentais, é correto afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

406Q186145 | Recursos Humanos, Departamento Pessoal, Administrador, DATAPREV, COSEAC

A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, NÃO excederá de:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

407Q684359 | Medicina, Farmacêutico Bioquímico, UFF, COSEAC, 2019

Comprometimentos hepáticos, como cirrose e colestase, podem ser diagnosticados, principalmente, pelo aumento dos níveis séricos das enzimas:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

408Q62071 | Arquivologia, Gestão de Documentos, Arquivista, UFF, COSEAC, 2019

SILVA (2017) defende ser condição para preservação e acesso dos documentos arquivísticos, independentemente de suporte, formato, gênero, tipo ou data, o(a):
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

409Q53112 | Administração Financeira e Orçamentária, Auxiliar em Administração, UFF, COSEAC

Um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação de governo, é um instrumento de programação denominado: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

410Q53280 | Legislação Municipal, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói, o retorno de funcionário demitido ao serviço público municipal, com ressarcimento do vencimento, direitos e vantagens atinentes ao cargo, denomina-se: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

411Q46170 | Veterinária, Médico Veterinário, UFF, COSEAC

A pesquisa científica avança vertiginosamente, e aquelas experimentais, com os chamados “animais de laboratório”, têm hoje o seu uso legalmente disciplinado pelas CEUAs (Comissões de Ética no Uso de Animais). Assim, algumas espécies são de indivíduos “roedores”, como:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

412Q53452 | Informática, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Na Internet, é uma ferramenta que caracteriza, por si só, o uso da tecnologia cloud computing(computação na nuvem), disponibilizada para uso compartilhado:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

413Q682264 | Medicina, Médico Medicina do Trabalho, UFF, COSEAC, 2019

A monitorização do metabólito meta-hemoglobina excretada na urina deve ser realizada no caso de exposição ocupacional ao(à):
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

414Q25677 | Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, CLIN, COSEAC

Com relação ao código de ética de enfermagem, julgue os itens abaixo como verdadeiros (V) ou falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

( ) O profissional de enfermagem exerce suas atividades com competência para a promoção do ser humano na sua integralidade, de acordo com os princípios da ética e da bioética.
( ) É direito do profissional de enfermagem negar ou omitir informações sobre o exercício profissional quando solicitado pelo Conselho Regional de Enfermagem.
( ) É direito do profissional de enfermagem negar ou omitir informações sobre o exercício profissional quando solicitado pelo Conselho Regional de Enfermagem.
( ) É responsabilidade e dever do auxiliar de enfermagem participar com segurança e competência, independente de valores religiosos, culturais ou pessoais, de atos abortivos previstos em lei.
( ) É dever do auxiliar de enfermagem, no exercício de suas atribuições, garantir a continuidade da assistência de enfermagem em condições que ofereçam segurança, mesmo em caso de suspensão das atividades profissionais decorrentes de movimentos reivindicatórios da categoria.
( ) No exercício de suas responsabilidades, é proibido ao profissional de enfermagem divulgar ou fazer referência a casos, situações ou fatos de forma que os envolvidos possam ser identificados.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

415Q685199 | Química, Técnico em Química, UFF, COSEAC, 2019

A solução de bromo em tetracloreto de carbono é um dos testes químicos usados para detectar a presença de insaturações (duplas) em compostos orgânicos. Em tal teste, a cor da solução inicial que contém duplas ligações é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

416Q53139 | Redação Oficial, Auxiliar em Administração, UFF, COSEAC

A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade. Para tanto, algumas regras foram estabelecidas para a redação oficial. Sendo, então, correto afirmar que:  
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

417Q783025 | Agrimensura, Engenheiro Agrimensor, Ministerio do Desenvolvimento Agrário MDA, COSEAC

No estudo da forma e dimensão da Terra, podem ser considerados quatro tipos de superfície ou modelo para a sua representação. Este permite que a superfície terrestre seja representada por uma superfície fictícia definida pelo prolongamento do nível médio dos mares (NMM) por sobre os continentes. Este modelo, evidentemente, irá apresentar a superfície do terreno deformada em relação à sua forma e posição reais. É determinado, matematicamente, através de medidas gravimétricas (força da gravidade) realizadas sobre a superfície terrestre. Este modelo é o:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

418Q107015 | Raciocínio Lógico, Implicação Lógica, Analista de banco de dados, DATAPREV, COSEAC

Todo Almochicroftz é Belchemol. Todo Chicrowitz não é Belchemol, portanto:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

419Q46180 | Veterinária, Médico Veterinário, UFF, COSEAC

Quanto à anquilose, pode-se afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

420Q53411 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza...” (§ 7)

O nome “Gentileza”, dado ao profeta, consiste no emprego, como nome próprio, de um substantivo comum, abstrato, derivado do adjetivo “gentil”, pelo acréscimo do sufixo “-eza”, grafado com a letra Z.

Nas opções seguintes, foram relacionados pares de nomes de formação semelhante à de “gentileza”, ora com sufixo “-eza”, ora com “-ez”. A opção em que um dos nomes NÃO se enquadra nesse modelo de formação, sendo escrito com S, e não com Z, é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.