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Questões de Concursos COSEAC

Resolva questões de COSEAC comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


561Q44366 | Farmácia, Farmacêutico, HUAP UFF, COSEAC

De acordo com posologia, vias de administração e tempo de infusão de medicamentos antineoplásicos, está INCORRETO afirmar que
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563Q104217 | Informática, PL SQL, Analista de banco de dados, DATAPREV, COSEAC

Um código de um procedimento PL/SQLé delimitado por:
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564Q25645 | Português, Gari e Operador de Roçadeira, CLIN, COSEAC

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Existe no Oceano Pacífico uma ilha feita de duas montanhas. É como se alguém tivesse colado dois grandes montes de terra no meio do mar. A maior chama-se Tristeza e a menor, Alegria.

Dizem que há muitos anos atrás a Alegria era maior e mais alta que a Tristeza. Dizem também que, por causa de um terremoto, parte da Alegria caiu no mar e afundou, deixando a montanha do jeito que está hoje.

Ninguém sabe se isso é mesmo verdade. Verdade é que ao pé desses dois cumes, exatamente onde eles se encontram, moram uma menina chamada Aleteia e sua avó.

Aleteia e a avó são como as montanhas: duas pessoas que estão sempre juntas.

Hoje Aleteia é menor, mais baixa que sua avó; acontece que daqui a algum tempo, ninguém sabe quando, Aleteia vai acordar e estará mais alta que a avó. Aleteia vai crescer e eu acho que, quando esse dia chegar, elas ainda estarão juntas. Igual às montanhas da ilha.

Um dia Aleteia perguntou: “Vovó, quem fez o mundo?”, e sua avó respondeu: “Deus”.

- Todo ele?
- Sim, todo.
- Sozinho?
- Sim, sozinho.

Aleteia saiu da sala com aquela conversa na cabeça. Não estava convencida. Pensou muito a respeito do assunto. Para raciocinar melhor, saiu para caminhar e caminhou muito pela ilha. Pensava sozinha, pensava em voz alta e começou a dividir seus pensamentos com as coisas que lhe apareciam pelo caminho: folhas, árvores, pedras, formigas, grilos, etc. Deus tinha criado o mundo sozinho?

(KOMATSU, Henrique. A menina que viu Deus. p.3-6, formato eletrônico, fragmento.)
Se você __________________ Deus, o que lhe _________________?

Completando-se as lacunas com os verbos nos tempos adequados, as formas corretas são:
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565Q119677 | Probabilidade e Estatística, Analista de Tecnologia da Informação Análise de Informações, DATAPREV, COSEAC

O poder explicativo de uma regressão linear múltipla é determinado pelo(a):
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566Q62084 | Arquivologia, Arquivista, UFF, COSEAC, 2019

O conceito segundo o qual a transferência de funções de uma autoridade para outra, resultante de mudanças administrativas ou políticas, implica igualmente na transferência de documentos relevantes ou cópias, a fim de assegurar a continuidade administrativa, é denominado:
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567Q62088 | Arquivologia, Arquivista, UFF, COSEAC, 2019

Além da chamada “lei dos arquivos”, os arquivos de universidades federais devem basear seu planejamento e ações voltados para o interesse público e social na legislação arquivística que a complementa, composta de:
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568Q53400 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
Nos trechos abaixo, estão informados os termos a que os pronomes em destaque se referem. De acordo com o texto, há erro de informação em:
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569Q120548 | Probabilidade e Estatística, Distribuição de Probabilidades, Analista de Tecnologia da Informação Análise de Informações, DATAPREV, COSEAC

Um dispositivo eletrônico recentemente desenvolvido apresenta vida média de 80 horas. Considerando o comportamento segundo a distribuição exponencial, a probabilidade desse dispositivo durar mais de 100 horas é:

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570Q120091 | Programação, Java, Analista de Tecnologia da Informação, DATAPREV, COSEAC

Com relação à orientação a objetos em JAVA, leia as afirmativas abaixo.

I. JAVA permite a declaração de campos de instância e estáticos.

II. JAVA permite apenas que sejam declarados campos de tipos básicos (double, float, byte, short, int, long, boolean e char).

III. JAVA não permite a declaração de métodos estáticos.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:

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571Q693086 | Engenharia Elétrica, Engenheiro Elétrica, UFF, COSEAC, 2019

O dimensionamento dos condutores que alimentam motores deve ser tal que, observados os limites previstos na Norma ABNT NBR 5410:2004, durante a partida do motor, a queda de tensão nos terminais do dispositivo de partida não ultrapasse a respectiva tensão nominal de:
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572Q53111 | Administração Financeira e Orçamentária, Auxiliar em Administração, UFF, COSEAC

A Lei Orçamentária Anual (LOA) é o documento: 
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573Q53408 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“Calçadas não há mais.” (§ 9)

Das alterações feitas abaixo na redação da frase acima, está em DESACORDO com as normas de concordância verbal a seguinte:
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574Q687284 | Enfermagem, Enfermeiro, UFF, COSEAC, 2019

Em relação à Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), observe as afirmativas a seguir.
I A PNAB é resultado da experiência acumulada por um conjunto de atores envolvidos historicamente com o desenvolvimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS).
II Esta Política Nacional de Atenção Básica tem no Programa “Mais Médicos” sua estratégia prioritária para expansão e consolidação da Atenção Básica.
III A PNAB estabelece que a melhora das condições de saúde das pessoas e coletividades passa por diversos fatores, dos quais grande parte pode ser abordada na Atenção Curativa e ambulatórios de especialidades.
IV O acolhimento à demanda espontânea na Atenção Básica pode constituir-se como mecanismo de ampliação/facilitação do acesso e dispositivo de (re)organização do processo de trabalho em equipe.
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
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575Q53134 | Administração Pública, Auxiliar em Administração, UFF, COSEAC

Ao servidor que possuir educação formal superior ao exigido para o cargo de que é titular será concedido(a): 
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576Q687876 | Anatomia Humana, Técnico em Anatomia e Necropsia, UFF, COSEAC, 2019

Em relação aos procedimentos que antecedem o início de uma necropsia médica, é correto afirmar que: 
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577Q688141 | Engenharia Eletrônica, Engenheiro Eletrônica, UFF, COSEAC, 2019

O dispositivo lógico programável que possui uma arquitetura baseada em blocos lógicos configuráveis, chamados de CLB (Configuration Logical Blocks), formados por portas lógicas e flip-flops que implementam funções lógicas, é denominado:
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578Q693800 | Marketing, Publicitário, UFF, COSEAC, 2019

De acordo com Kotler, Kartajaya e Setiawan (2017), para acompanhar as mudanças de um mundo conectado, o conceito do mix de marketing evoluiu e deve ser redefinido como os “quatro Cs”, descritos aleatoriamente a seguir, entre os quais NÃO se encontra: 
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579Q690275 | Nutrição, Técnico em Nutrição e Dietética, UFF, COSEAC, 2019

O reservatório de água deve ser edificado e ou revestido de materiais que não comprometam a qualidade da água, e deve ser higienizado, conforme legislação vigente, em um intervalo máximo de:
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580Q682127 | Química, Técnico em Química, UFF, COSEAC, 2019

A decomposição por aquecimento de certa mistura contendo CaCO3, NaHCO3 e material inerte não volátil produz gases e 640g de resíduo seco. Sabendo-se que a quantidade de calor absorvida na decomposição é 298 kcal, a percentagem de material inerte presente na mistura inicial é de:
Dados:
-Na=23 // Ca=40.
-Calores de decomposição do:
a) CaCO3 = 44,0 kcal.
b) NaHCO3 = 15,5 kcal com formação de H2O(g).
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