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Questões de Concursos EDUCA

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1041Q1081353 | Estatuto da Pessoa com Deficiência, Legislação das Pessoas com Deficiência, Assistente de Sala, Prefeitura de Santa Cecília PB, EDUCA, 2025

Considerando o Art. 3º do Decreto nº 3.298/1999 – Estatuto da Pessoa com Deficiência, analise os conceitos e assinale:

1. Incapacidade.
2. Deficiência.
3. Deficiência permanente.

( ) Toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano.
( ) Aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo suficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere, apesar de novos tratamentos.
( ) Uma redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social, com necessidade deequipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida.

Assinale a sequência CORRETA:
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1042Q911661 | Psiquiatria, Médico Psiquiatra, Prefeitura de Alhandra PB, EDUCA, 2024

É um transtorno crônico do sono caracterizada por ataques repentinos de sono, em que a pessoa pode dormir em qualquer lugar, a qualquer hora do dia, dificultando as atividades do dia a dia. Os ataques podem surgir poucas ou várias vezes ao dia, e o sono costuma durar alguns minutos. O transtorno não tem cura, no entanto, o médico pode recomendar o uso de medicamentos estimulantes ou antidepressivos, além de mudanças nos hábitos de vida, como alimentação saudável, evitar bebidas alcoólicas e tirar cochilos durante o dia.

A informação refere-se à:

Assinale a alternativa CORRETA:
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1043Q978734 | Português, Auditor Fiscal, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
Texto 1


Inteligência Artificial: entre o bem e o mal


A nossa história se confunde com o surgimento de novas tecnologias. Da descoberta do fogo à internet, muitas pessoas ficam receosas com cada avanço do desconhecido até entenderem a melhor forma de utilizar a tal inovação. O avanço da Inteligência Artificial (IA) pode ser a grande inovação da nossa era, assim como foi a eletricidade em outros tempos, mudando nossos hábitos, trabalho, relacionamentos e empresas.


O que mais chama a atenção nessa tecnologia é a sua rapidez de evolução e melhorias sem necessariamente haver uma intervenção humana. No português claro e inclusivo, a IA é um sistema que aprende a partir dos dados recebidos. Se você não costuma consumir carne, por exemplo, a IA não deve lhe apresentar opções de churrascaria.


É essa capacidade de aprendizado automatizado que faz com que a IA se desenvolva aceleradamente. Estamos diante de uma tecnologia duplamente desconhecida da maioria das pessoas. E se por um lado não sabemos como ela funciona, por outro não sabemos qual o seu limite.


Em vista disso, diversos líderes globais de empresas de tecnologia já compartilharam as suas preocupações sobre o assunto. E isso acontece em um momento raro na nossa história em que vários criadores dessas tecnologias estão criticando os avanços de suas criaturas. O mais recente movimentonesse sentido reuniu 350 executivos – entre eles o CEO da OpenAI, criadora do ChatGPT – para manifestar as suas preocupações sobre o avanço da IA no mundo. “Mitigar o risco de extinção pela IA deve ser uma prioridade global ao lado de outros riscos em escala social ampla, como pandemias e guerra nuclear”, afirmou a carta do grupo.


Por outro lado, o Brasil está entre os quatro países que mais confiam em sistemas de IA, de acordo com o estudo “Trust in Artificial Intelligence”, da KPMG. Mas antes de qualquer conclusão sobre o que fazer, é preciso entender como essa nova tecnologia está sendo utilizada em algumas empresas.


A capacidade de realizar tarefas e processos repetitivos pode ser considerada a primeira manifestação da IA que impactou o mercado. Isso porque os seus mecanismos são capazes de indicar ao consumidor produtos e serviços que se encaixam com determinado perfil, além de melhorar o atendimento, como no caso dos chatbots, reduzindo o tempo de espera e melhorando a eficiência do relacionamento.


Já nos serviços financeiros, a IA pode ser utilizada para analisar dados de transações identificando possíveis fraudes ou antecipando produtos financeiros de acordo com o histórico de cada pessoa. Além disso, a tecnologia automatiza processos de empréstimo e crédito, tornando a decisão da instituição financeira mais rápida ao menos tempo em que identifica possíveis riscos de não pagamento.


Outro setor com relevantes impactos é da saúde. A tecnologia tem grande habilidade em aperfeiçoar diagnósticos e até antecipar tratamentos. Com muitos dados de saúde de diferentes pacientes, o sistema pode fazer correlações e identificar padrões de alguma doença de maneira mais rápida e assertiva.


Um banco de dados de radiografias, por exemplo, pode antecipar um tratamento pelo reconhecimento de mudanças mínimas entre diferentes imagens.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/forumopiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-e-o-mal/ Acesso em: 28 de jun. 2025
No trecho extraído do texto:

“E se por um lado não sabemos como ela funciona, por outro não sabemos qual o seu limite.” (parágrafo 3)

Qual das alternativas abaixo classifica CORRETAMENTE a estrutura do período composto:
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1044Q919343 | Conhecimentos Gerais, Auxiliar Administrativo, Prefeitura de Pedras de Fogo PB, EDUCA, 2025

O arroz é produzido no mundo inteiro, sendo considerado um alimento básico para cerca de 2,5 bilhões de pessoas. Se destaca, portanto, como o terceiro cereal mais cultivado no planeta, atrás do milho e do trigo.
O maior produtor de arroz do Brasil, é:
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1045Q915530 | Arquivologia, Morfologia, Vigilante, Câmara de Cajazeiras PB, EDUCA, 2023

Texto associado.

Leia o texto II e responda às questões de 4 a 10.

Pela primeira vez, o Brasil comemora o ‘Dia dos Povos Indígenas’ com este nome. Até 2022, a data era celebrada como ‘Dia do Índio’. No entanto, em julho do ano passado, a lei mudou como a data deveria ser chamada.

A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA conversou com o multi artista e pesquisador Topázio Gabriel (Karirí Aramurú), que falou sobre as diferenças entre as expressões ‘indígenas’ e ‘índio’, além da importância na mudança da lei para celebração da data no Brasil, levando em consideração a luta dos povos originários pelas próprias causas.

Topázio explica que a nomenclatura surgiu no litoral brasileiro, com a chegada de Pedro Álvares Cabral. “Foi um termo imposto a nós”, ressaltou. Ele explica que, quando os colonizadores chegaram no litoral do Brasil e tiveram o primeiro contato com os povos originários, identificaram esses povos como pertencentes à Índia, por isso o termo “índio” passou a ser utilizado. “E daí vem a primeira gafe, já que quem pertence à Índia é indiano”, acrescentou.

O pesquisador continuou explicando que a segunda gafe dos colonizadores foi quando pensaram que os povos indígenas faziam parte de uma única etnia e grupo social, sendo o contrário. “Existiam e existem vários povos, com diferentes costumes, línguas e tradições culturais”.

“A palavra índio não tem a mínima condição de nos representar dentro de um território e de representar tanta diversidade dentro de vários grupos étnicos que existiram e existem nos dias de hoje. Sabendo disso, o termo índio é uma expressão preconceituosa que traz um tom pejorativo”, disse Topázio.

“Indígena fala sobre um indivíduo que é filho da terra, pertencente a um território”, pontuou o pesquisador. No entanto, o pesquisador ressalta a importância de se atentar que, dentro do território brasileiro existem vários indígenas, porém, cada um pertencente a um grupo étnico. “Utilizando a Paraíba como exemplo, temos no Litoral Sul, o povo Tabajara, no Norte, o Povo Potiguara e, dentro do estado, temos o povo Karirí, entre outras etnias”.

“Assim podemos perceber como é importante essa mudança do dia 19 de abril, Dia do Índio, para o Dia dos Povos Indígenas. Agora, a data abraça todos os povos existentes dentro do território de Pindorama (primeiro nome dado pelos povos originários ao Brasil)”.

Topázio Gabriel finaliza a entrevista ressaltando que o dia 19 de abril não é só uma data comemorativa, mas um momento para fortalecer os povos indígenas. “E também para lembrar aos não-indígenas, que hoje vivem dentro do nosso território, dentro de nossa casa, que estamos aqui, que continuamos existindo e que vamos continuar lutando pelos nossos direitos”.

Fonte: https://jornaldaparaiba.com.br (texto adaptado)

Indígena fala sobre um indivíduo que é filho da terra, pertencente a um território”, pontuou o pesquisador.

Analise as assertivas a seguir:

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1046Q978772 | Direito Sanitário, Sistema Único de Saúde, Enfermeiro EMAD, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Com base na Constituição Federal de 1988, na Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde) e nas diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), analise as afirmativas abaixo sobre as competências das três esferas de governo no que se refere à gestão e execução das ações e serviços de saúde:

I. Compete exclusivamente à União organizar, gerir e executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária, não sendo atribuições compartilhadas com estados e municípios.
II. Os Estados possuem a responsabilidade de coordenar as redes regionais de atenção à saúde, além de prestar apoio técnico e financeiro aos municípios no processo de regionalização.
III. É competência dos Municípios executar ações de vigilância sanitária, controle de zoonoses, vigilância epidemiológica e serviços de atenção básica à saúde, respeitando os princípios da descentralização e da territorialidade.
IV. A União tem como responsabilidade a formulação de políticas nacionais de saúde, além dofinanciamento tripartite do SUS em conjunto com estados e municípios.
V. A gestão plena da atenção básica à saúde é, prioritariamente, de responsabilidade dos estados, enquanto os municípios ficam encarregados apenas de ações de média e alta complexidade.

Assinale a alternativa CORRETA:
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1047Q911485 | História, Fundamentos da História Tempo, História, Prefeitura de Alhandra PB, EDUCA, 2024

O Historiador e professor de História, hoje, deixaram de olhar para a diversidade da vida humana a partir da visão europeu e iluminista. Como exemplo, temos o continente e o povo africano, que passam a ter história original e singular, antes e depois da conquista europeia e não ligada ou referida a esta. Novos temas e abordagens estão levando o ensino de História a abandonar o tom cristalizado, naturalizado, de determinados objetos, evidenciando que até nossas mais fortes crenças, que pareciam ter nascido conosco,têm uma história, um começo, às vezes perverso, de violência, de dizimação e de aculturação.

Destarte, é possível compreender que:
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1048Q978817 | Geografia, Geografia, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Sobre as categorias analíticas do pensamento geográfico e sua construção teórica, analise as afirmativas abaixo:

I. O espaço geográfico é concebido como produção humana, resultante do movimento da sociedade sobre a natureza, estruturado por objetos e práticas sociais.

II. Espaço e lugar são categorias interligadas. O espaço surge na medida em que conhecemos e atribuindo alguma importância e o lugar representasse a formação de uma teia de articulação do espaço. O lugar para a abordagem cultural da geografia advém do espaço na medida em que o ser humano age intencionalmente em torno das experiências dofenômeno.

III. Na visão lógica positivista, o espaço é interpretado a partir da distância como variável independente, permitindo análises sobre localização, fluxos e hierarquias. Outra categoria analítica da ciência geográfica em evidência é a paisagem. Esta é referenciada para o entendimento do sentido de percepção do espaço. A paisagem é uma maneira de ver, compor e harmonizar o mundo externo em cena; uma unidade visual.

IV. Os primeiros a pensarem a ideia de paisagem na geografia foram Humboldt, Ritter e Vidal de La Blache. A paisagem surgiu numa concepção romântica de mundo, observada em sua estética como objeto de contemplação dos seres humanos no cenário visual.

Estão CORRETAS:
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1049Q978823 | Inglês, Ensino da Língua Estrangeira Inglesa, Língua Inglesa, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
TEXT 1


NATIVE-SPEAKERISM

Framing the Issue


Native-speakerism is an ideology that upholdsthe idea that so-called “native speakers” are the best models and teachers of English because they represent a “Western culture” from which spring the ideals both of English and of the methodology for teaching it (Holliday, 2005, p. 6). As an ideology, it is a system of ideas that represents a distorted worldview that supports a particular vested interest. The vested interest in the case of nativespeakerism is the promotion by the ELT industry of the so-called “native speaker” brand. The realization that this is an ideologically constructed brand derives from Phillipson’s (1992) linguistic imperialism thesis that the concept of the “native speaker” as a superior model and teacher was explicitly constructed by American andBritish aid agencies in the 1960s to support their agenda of spreading English as a global product.

Further indication that the “native speaker” brand is an ideological construction is that the native-non-native speaker distinction is not self-evident on technical linguistic or even nationality grounds. It is instead a professionally popularized distinction that has been falsely associated with cultural orientation (Kubota & Lin, 2006). Teachers who are labeled “native speakers” have been falsely idealized as organized and autonomous in fitting with the common yet mistaken description of so-called “individualist cultures” of the West; while teachers who are labeled “non-native speakers” are demonized as deficient in these attributes in fitting with the common yet mistaken description of so-called “collectivist cultures” of the non-West (Holliday, 2005, p. 19, citing Kubota, Kumaravadivelu, Nayar, and Pennycook). The collectivist stereotype is itself considered to be a Western construction of non-Western cultural deficiency. An example of this is a British teacher’s reference to a superior “native speaker” “birthright” at the same time as criticizing, albeit without foundation, not only the linguistic and pedagogic performance, but also the cultural background and proficiency of his “non-native speaker” colleagues (Holliday & Aboshiha, 2009, p. 667).

The Othering of teachers who are labeled “non-native speakers” therefore results in a cultural disbelief—not believing in their ability to teach English within a Western, and indeed superficially constructed “learning group ideal” that is characterized by “active” oral expression, initiation, self-direction, and students working in groups and pairs (Holliday, 2005, p. 44). The association of the “non-native speaker” label with deficiency is also deeply rooted within a wider and equally mistaken Western perception that people from non-Western cultural backgrounds are unable to be critical and self-determined.


Excerpt extracted and adapted from: https://adrianholliday.com/wp-content/uploads/2017/02/nativespeakerism-proofs.pdf
According to text 1, what is native-speakerism mainly based on?
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1050Q911503 | Inglês, Vocabulário Vocabulary, Inglês, Prefeitura de Alhandra PB, EDUCA, 2024

The way we use language depends on factors such as the situation we are in (at a friend’s house, in a job interview, in a tutorial); who we are talking to (friends, potential employer, tutor); and our means of communication (conversation face to face, telephone, email, report). Our decisions about the way we use language are to a great extent unconscious ones: we instinctively know how to adapt our language to the situation. For example, there are a number of differences between spoken and written language. This being so, we can characterize spoken language as quite informal, colloquial and presumably unstructured (since it is often spontaneous). Furthermore, spoken language mostly takes place in the form of a dialogue with another speaker. Written language, on the other hand, is generally more structured, formal, impersonal and wordy. Also, written language is considered more formal and should follow the rules of the English language. Spoken language is generally less formal, and the rules are less important. Slang, an informal language understood only by certain groups, is acceptable in spoken language but not in written language. That said, read the statements that follow, then check ( T ) for TRUE and ( F ) for FALSE while indicating the correct answer (by also checking it).

( )Written English is more complex grammatically than spoken English, with longer and more complex sentences, fewer contractions, and more subordinate clauses.

( ) Spoken English is more likely to be face-to-face communication, while written English is more likely to be communication through the written word.

( ) Spoken English is more fixed and stable than written English, which is more fleeting.

( ) Spoken English is usually more organized and carefully formulated than written English.

( ) Written English is typically more structured and forms a monologue rather than a dialogue, while spoken English is more likely to be a dialogue.

( ) Written English communicates across time and space for as long as the medium exists and the language is understood. Spoken English is more immediate.

( ) Spoken English normally uses a generally acceptable standard variety of the language, whereas written English may sometimes be in a regional or other limited-context dialect.

( ) In Spoken English, the content is presented much more densely. In written English, the information is “diluted” and conveyed through many more words: there are a lot of repetitions, glosses, “fillers”, producing a text is noticeably longer and with more redundant passages.
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1051Q868755 | Pedagogia, Aspectos Psicológicos da Educação, Auxiliar de Creche, Prefeitura de Juru PB, EDUCA, 2024

As teorias da aprendizagem e desenvolvimento infantil fornecem uma estrutura para entender como as crianças crescem, aprendem e adaptam-se ao ambiente ao seu redor. Diversos teóricos contribuíram com visões distintas sobre este tema. Vygotsky, psicólogo russo, propôs uma abordagem distinta do desenvolvimento cognitivo, dando grande ênfase ao contexto social e cultural como fundamentais para a aprendizagem e desenvolvimento. Segundo Vygotsky, a mente humana é formada através das interações sociais e das experiências culturais.


Os principais conceitos e ideias da teoria sociocultural de Vygotsky, são, entre outras, EXCETO:
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1052Q911519 | Pedagogia, Base Nacional Comum Curricular BNCC, Arte, Prefeitura de Alhandra PB, EDUCA, 2024

De acordo com a BNCC, “em articulação com as competências gerais da Educação Básica e as competências específicas da área de Linguagens, o componente curricular de Arte deve garantir aos alunos o desenvolvimento de algumas competências específicas”.

Assinale a alternativa que está em DESACORDO com as competências específicas de Arte para o Ensino Fundamental, apresentadas pela BNCC.
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1053Q1022626 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Professor B Inglês, Prefeitura de Pedras de Fogo PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
TEXT 1

BRAZIL JOINS GROWING LIST OF COUNTRIES BANNING CELLPHONES IN SCHOOLS

Despite questions about the effectiveness of such bans, Brazil is the latest to prohibit the devices amid concerns over impacts on learning and well-being.

A bill that bans students from using cellphones in schools was signed into law in Brazil on Monday, the latest example of lawmakers limiting young people’s use of personal technology in the classroom, amid growing concern about its effect on education and well-being.

Brazil’s Education Ministry said in a statement that the law “aims to safeguard the mental, physical and psychological health of children and adolescents.” The Brazilian President called it an example of “working together for the safety and better learning of our children and young people.”

The law prohibits all students in public and private elementary and secondary schools from using portable electronic devices throughout the school day, the ministry said, though it allows for their educational use and some other exceptions.

Brazil joins several countries that have banned the personal use of cellphones in schools — including the Netherlands, Italy for students up to the third year of middle school, and France for those under 15 — though there are questions as to whether phone bans are effective in achieving their aims.

Excerpt extracted and adapted from: https://www.washingtonpost.com/world/2025/01/14/brazil-cellphoneschool-ban/
According to text 1, what is the primary reason Brazil implemented the cellphone ban in Brazilian schools recently?
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1054Q911522 | Pedagogia, Gestão Democrática, Orientador Educacional, Prefeitura de Alhandra PB, EDUCA, 2024

“Está intrinsecamente ligada à ideia de escola como espaço público. Face ao predomínio da lógica econômica em todos os setores sociais, em especial na educação, garantir a visibilidade da escola frente à sociedade, torna-se uma questão ética.”
O elemento constitutivo da gestão democrática que a concepção apresentada faz referência é:
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1055Q1014703 | Libras, Educação dos Surdos, Intérprete de Libras, Prefeitura de Umbuzeiro PB, EDUCA, 2025

A concepção dos surdos como minoria social desloca a compreensão da surdez do campo exclusivamente biomédico para o campo sociocultural. Essa perspectiva reconhece que os sujeitos surdos compartilham uma identidade linguística, cultural e histórica própria, distinta da maioria ouvinte.

Com base nessa abordagem, analise as afirmativas abaixo:

I. A definição dos surdos como minoria social implica o reconhecimento da Libras como línguanatural, essencial para a construção da identidade surda e para o exercício pleno da cidadania.
II. A surdez é tratada exclusivamente como deficiência dentro da abordagem da minoria social, reforçando o papel da medicina na centralidade da inclusão.
III. Os surdos, enquanto minoria linguística e cultural, reivindicam direitos coletivos, como acesso à educação bilíngue, ao uso da Libras e à representatividade cultural.
IV. O enquadramento dos surdos como minoria social desconsidera as barreiras comunicacionais, priorizando apenas o combate ao preconceito social.
V. A categoria de minoria social reconhece as especificidades da comunidade surda, compreendendo que a exclusão vivida por esses sujeitos está relacionada à falta de acessibilidade e reconhecimento cultural.

Assinale a alternativa CORRETA:
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1056Q975552 | Libras, Libras, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Sobre a educação bilíngue, analise as alternativas a seguir:
I. O modelo de educação bilíngue contrapõe-se ao modelo oralista porque considera o canal visogestualde fundamental importância para a aquisição de linguagem da pessoa surda. E contrapõe-se à comunicação total porque defende um espaço efetivo para a língua de sinais no trabalho educacional; por isso advoga que cada uma das línguas apresentadas ao surdo mantenha suas características próprias e que não se "`misture" uma com a outra.

II. modelo, o que se propõe é que sejam ensinadas duas línguas, a língua de sinais e, secundariamente, a língua do grupo ouvinte majoritário. A língua de sinais é considerada a mais adaptada à pessoa surda, por contar com a integridade do canal visogestual. Porque as interações podem fluir, a criança surda é exposta, então, o mais cedo possível, à língua de sinais, aprendendo a sinalizar tão rapidamente quanto as crianças ouvintes aprendem a falar.

III. Ao sinalizar, a criança desenvolve sua capacidade e sua competência linguística, numa língua que lhe servirá depois para aprender a língua falada, do grupo majoritário, como segunda língua, tornando-se bilíngue, numa modalidade de bilinguismo sucessivo.

IV. A situação de bilinguismo não é como aquela de crianças que têm pais que falam duas línguas diferentes, porque nesse caso elas aprendem as duas línguas usando o canal auditivo-vocal num bilinguismo contemporâneo, enquanto no caso das crianças surdas, trata-se da aprendizagem de duas línguas que envolvem canais de comunicação diversos.

Estão CORRETOS:
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1057Q975586 | Matemática, Matemática, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Em uma pesquisa de opinião feita com consumidores de uma cafeteria, constatou-se que:

• 30% dos clientes consomem café da marca A. • 40% consomem café da marca B. • 15% consomem ambas as marcas.

Com base nesses dados, pode-se concluir corretamente que os eventos "consumir café da marca A" e "consumir café da marca B" são:
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1058Q873964 | Saúde Pública, Políticas Públicas, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Alhandra PB, EDUCA, 2024

Sobre os modelos explicativos do processo de saúde, doença e cuidado, presentes desde a antiguidade, analise os itens a seguir:


I. Modelo mágico-religioso ou xamanístico- A visão mágico-religiosa sobre a saúde e a doença e sobre como cuidar era a predominante na Antiguidade. Os povos da época concebiam as causas das doenças como derivadas tanto de elementos naturais como de espíritos sobrenaturais.

II. Modelo holístico - As medicinas hindu e chinesa, também na Antiguidade, traziam uma nova forma de compreensão da doença. A noção de equilíbrio é que vai dar origem à medicina holística. Esta noção associa a ideia de “proporção justa ou adequada” com a saúde e a doença. A saúde era entendida como o equilíbrio entre os elementos e humores que compõem o organismo humano. Um desequilíbrio desses elementos permitiria o aparecimento da doença.

III. Modelo empírico-racional (hipocrático) - A explicação empírico-racional tem seus primórdios no Egito (3000 a.C.). A tentativa dos primeiros filósofos (século VI a.C.) era encontrar explicações não sobrenaturais para as origens do universo e da vida, bem como para a saúde e a doença. Saúde, na concepção hipocrática, é fruto do equilíbrio dos humores; a doença é resultante do desequilíbrio deles, e o cuidado depende de uma compreensão desses desequilíbrios para buscar atingir o equilíbrio.

IV. Modelo de medicina científica ocidental (biomédico) - O modelo de medicina científica ocidental ou biomédica, predominante na atualidade, tem suas raízes vinculadas ao contexto do Renascimento e de toda a Revolução Artístico-Cultural, que ocorreram a partir do século XVI.

V. Modelo da História Natural das Doenças (modelo processual) - O modelo da HND visa ao acompanhamento do processo saúde-doença em sua regularidade, compreendendo as inter-relações doagente causador da doença, do hospedeiro da doença e do meio ambiente e o processo de desenvolvimento de uma doença. Esta forma de sistematização ajuda a compreender os diferentes métodos de prevenção e controle das doenças.


Estão CORRETOS:

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1059Q1065221 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Administrativo, Prefeitura de Santa Cecília PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Setembro lilás e o direito a uma chance

Laura Brito

O setembro lilás nos convoca a um mês de conscientização da doença de Alzheimer e outros tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de atenção aos números de demência no Brasil.

Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (re)conhecimento e projeções futuras e o estudo mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos ou mais convivem com algum tipo de demência, o que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até 2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam diagnosticadas no Brasil.

Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão vivendo com demência e algumas delas não têm sequer a chance de saber, muito menos de se tratar. Isso se dá por uma sequência de obstáculos: resistência da família, falta de especialização médica e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso pode ser melhorado por meio de conscientização.

Sobre a resistência de família, é preciso que as pessoas saibam que falta de memória recente não é comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O problema é a demência estar lá e todo mundo fingir que não vê.

Como o aumento da longevidade e o consequente crescimento dos casos de demência são recentes, obter um diagnóstico preciso para uma situação de declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a conscientização de que buscar um profissional especializado, sempre que possível, é uma chance importante para um manejo adequado das manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura, mas tem tratamentos que visam estabilizar os sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.

Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das possibilidades da família, cumprir o plano de tratamento prescrito. Além de medicação, há reabilitação cognitiva, terapia ocupacional, estimulação social e física e adaptações no ambiente. A abordagem multidisciplinar é muito importante. Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se vença uma noção bastante arraigada de que a medicação – especialmente as mais comumente prescritas para agitação – é suficiente para administrar o Alzheimer.

A conscientização dos sintomas e da importância do diagnóstico precoce também é uma chance de planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o diagnóstico de Alzheimer quando o declínio cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem informações para reconhecer os sintomas que já começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de exercer sua autodeterminação e tomar providências que poderiam mudar a sua vida.

Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso a conforto e autonomia. Ela pode fazer um testamento, designando quem deve ficar com seus bens ou sobre remuneração de serviços prestados a ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda quefique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar o valor do legado.

Contudo, depois que os sintomas da demência avançam, desaparecem as chances de que a pessoa desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos. Também nesse ponto a conscientização pregada pelo setembro lilás é tão importante.

Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a curatela, por meio do que uma pessoa próxima será nomeada representante de quem está vulnerável. Não adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.

O que organiza as responsabilidades em relação a uma pessoa com demência é o processo de interdição. A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer, sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a gestão dos cuidados e das finanças da pessoa curatelada.

Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer. Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não tem cura. Fechar os olhos não faz com que o Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas percam chances importantes de tratamento e tomada de decisão.

HOJE EM DIA. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/setembro-lilas-e-o-direito-auma-chance-1.1083283.
No texto acima, a autora procura convencer o leitor sobre a importância da conscientização em relação ao Alzheimer. Para tanto, utiliza recursos argumentativos que reforçam sua tese.

Assinale a alternativa que melhor apresenta a estratégia de argumentação predominante no texto.
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1060Q919346 | História e Geografia de Estados e Municípios, Auxiliar Administrativo, Prefeitura de Pedras de Fogo PB, EDUCA, 2025

Leia o texto, complete a lacuna e assinale a alternativa CORRETA:
A , em João Pessoa, é uma das igrejas mais antigas da Paraíba, tendo sido inaugurada em 1612.
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