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Questões de Concursos FACET Concursos

Resolva questões de FACET Concursos comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q842735 | Serviço Social, Instrumentalidade do Serviço Social, Prefeitura de Capim PB Assistente Social, FACET Concursos, 2020

Ao desempenharem suas funções, os/as assistentes sociais articulam referências teóricas, concepções de sociedade, valores éticos, instrumentos e técnicas que apreendeu ao longo da formação e opções políticas. Considerando a diversidade de elementos que compõem a experiência da formação e do trabalho profissional, comparece na profissão três dimensões fundamentais: teóricometodológica, ético-política e técnico-operativa. Sobre as dimensões fundamentais é CORRETO afirmar que:
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382Q854430 | Português, Interpretação de Textos, Analista Administrativo, FACET Concursos, 2020

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda a questão pertinente:

A coisa está branca
(Ferreira Gullar)



    Embora todo mundo já tenha escrito sobre a tal cartilha que a Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal elaborou e editou, também vou meter o bedelho no assunto. Vocês hão de lembrar que sobre o papa eu não escrevi, que de papa eu não entendo; de cartilha também não, mas querer nos ensinar que pega mal usar expressões como “farinha do mesmo saco” indica que esse pessoal do Lula ou não tem mesmo o que fazer ou está a fim de nos encher o saco (com perdão da palavra politicamente incorreta).
    Essa coisa de censurar palavras e expressões nascidas do falar popular é uma mania que de vez em quando aflora. Não faz muito, surgiu uma onda exigindo que se expurgassem dos dicionários palavras como “judiação” ou “judiar”, sob o argumento de que são expressões antissemitas. Bastava pensar um pouco para ver que tais palavras não se referem aos judeus, e sim a Judas Iscariotes, isto é, à malhação do Judas no Sábado de Aleluia. Judiar ou fazer judiação é submeter alguém a maus-tratos semelhantes aos que a molecada faz com o boneco de Judas.
    Outra expressão que a ignorância rancorosa considera insulto racista é “a coisa está preta”, que, na verdade, como se sabe, alude ao acúmulo de nuvens negras no céu no momento que precede as tempestades. Assim, quando alguém pressente que as coisas estão se complicando, usa aquela expressão. Pois acreditem vocês que um conhecido meu, pessoa talentosa, me disse que em sua casa está proibido dizer “a coisa está preta”; lá se diz “a coisa está branca”! Pode?
    Essa cartilha - que o governo promete consertar, como se tal coisa tivesse conserto - pode abrir caminho para restrições à liberdade de expressão, se não em termos de lei, por induzir pais de família e professores a discriminar textos literários ou jornalísticos e, consequentemente, seus autores. No que me toca, já estou de orelhas em pé, pois acabo de lançar um livro para crianças (!!) cujo título é Dr. Urubu e suas fábulas. Para azar meu, o poema que dá título ao livro começa assim: “Doutor urubu, a coisa está preta”.
    Temo ser levado ao tribunal da Inquisição por incorrer em duplo delito, pois, além de usar a expressão condenada, ainda dou a entender que a frase alude à cor negra da ave, e logo que ave! Um urubu, bicho repugnante, que só come carniça! Adiantaria alegar que não fui eu quem pintou o urubu de preto? Minha sorte é que vivemos numa democracia, e o nosso povo, por índole, é pouco afeito ao fanatismo desvairado, em que pesem as exceções.
     Exagero? Pode ser, mas, se exagero, é de propósito, para pôr à mostra o que há de perigoso e burro nesses defensores do politicamente correto, porque, se não há o perigo da fogueira, há o perigo do império da burrice ir tomando conta do país. E tudo devidamente enfeitado de boas intenções.
    Sim, porque, conforme alegou o autor da cartilha, ela foi concebida com o propósito de resguardar a suscetibilidade de brancos e negros, de judeus e muçulmanos, de cearenses e baianos, de palhaços e beatas... Até os comunistas foram beneficiados sob o pretexto de terem sido vítimas de graves calúnias. Não sei se a Secretaria de Direitos Humanos acha natural chamar os outros de fascistas ou nazistas; quanto a acoimá-los de vigaristas, creio que não, pois isso ofenderia os vigários em geral. Não posso afirmar se a cartilha resguarda também a suscetibilidade dos chifrudos, dos pançudos, dos narigudos, dos cabeludos e dos cabeçudos; dos pirocudos, acredito que não, pois isso é tido como elogio. Mas e as moças de pouca bunda e poucos seios (do tipo Gisele Bündchen), que o pessoal apelida de “tábua”? E os gorduchos, apelidados de “bolão”? Os magricelas, de “espeto”? E os baixotes, chamados de “meia porção”? Isso sem falar num respeitável senador da República a quem seus confrades - acredito que sem malícia - apelidaram de “lapiseira”.
    Estou de acordo com que não se deva tratar pessoa nenhuma por apelidos depreciativos. Por exemplo, num papo com Bin Laden, eu teria a cautela de não chamá-lo de terrorista, especialmente se ele estivesse acompanhado de um homem-bomba. Do mesmo modo agiria com o juiz Nicolau, a quem nunca trataria de “Lalau”, embora certamente não lhe revelasse a senha de meu cartão de crédito.
    Como se vê, isso de falar politicamente correto envolve problemas, porque não se trata de engessar apenas o humor (bom ou mau) das pessoas, mas de engessar o próprio idioma. Falar, de certo modo, é reinventar a língua, já que o que se diz estava por ser dito e, ao dizê-lo, damos-lhe uma forma imprevisível até para nós mesmos. Além disso, há pessoas especialmente dotadas de verve, que nos surpreendem (e a si próprias) com expressões às vezes irônicas, sarcásticas ou simplesmente engraçadas. Criam modos de dizer inusitados, apelidos, ditos, tiradas, que nos divertem e enriquecem o nosso falar cotidiano. E que falar assim é um exercício de liberdade (para o bem ou para o mal) que não cabe nos preceitos de uma cartilha ou de um código de censura.
    Aliás, para terminar, sugiro que mudem os nomes de certos insetos, como barata, formiga e piolho, por coincidirem lamentavelmente com os sobrenomes de algumas respeitáveis famílias brasileiras.
    15.5.2005.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.

A passagem a servir servirá de base para a questão.

“Embora todo mundo já tenha escrito sobre a tal cartilha que a Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal elaborou e editou, também vou meter o bedelho no assunto.”

No tocante ao uso da expressão grifada “a tal”, numa referência à cartilha aludida no texto, é CORRETO afirmar o seguinte:

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383Q840130 | Enfermagem, Cuidados de Enfermagem, Prefeitura de Capim PB Técnico de Enfermagem, FACET Concursos, 2020

Os pacientes internados, ambulatoriais e de prontoatendimento, com prescrição médica de medicações intermitentes devem manter permeabilidade do cateter venoso periférico para a administração de medicamentos e infusões intermitentes. São cuidados de enfermagem para a permeabilização de acesso venoso periférico com solução fisiológica, exceto
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384Q845518 | Farmácia, Farmacovigilância, Prefeitura de Capim PB Auxiliar de Farmácia, FACET Concursos, 2020

A Autorização Especial (AE) é o ato de competência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que permite em drogarias e farmácias a comercialização de:
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385Q840948 | Educação Física, Educação Física no Ambiente Escolar, Prefeitura de Capim PB Professor B Educação Física, FACET Concursos, 2020

A avaliação nas aulas de Educação Física é um tema recorrente e complexo, pois para ser desenvolvida de maneira satisfatória, exige um diálogo permanente entre professor, aluno e escola. Nesse sentido, sobre o desenvolvimento do processo avaliativo, analise as afirmativas a seguir:
I - A avaliação do professor deve ser comunicada aos alunos, informando-lhes sobre as suas dificuldades e avanços alcançados. II - A observação avaliadora pode ser feita em todas as aulas e situações. III - Quando se avalia o aluno ao final de um processo, geralmente se chama essa proposta de avaliação somativa.
Estão corretas:
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386Q839856 | Enfermagem, Sinais vitais, Prefeitura de Capim PB Técnico de Enfermagem, FACET Concursos, 2020

A verificação da pressão arterial é realizada pelo técnico em enfermagem nos pacientes internados, ambulatoriais e de pronto-atendimento com prescrição médica e/ou de enfermagem para verificação da pressão arterial. Sobre verificação da pressão arterial, analise as afirmativas a seguir:
I. Mantenha o paciente em repouso de pelo menos 5 min em ambiente calmo antes de medir a pressão arterial. II. Evite que o paciente esteja com a bexiga cheia. III. A higiene do manguito deve ser feita com álcool a 70% IV. Para pacientes em precaução de contato, não é recomendado manter um aparelho de pressão exclusivo.
São alguns cuidados para a verificação da pressão arterial, exceto:
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387Q853145 | Direito Constitucional, Direitos Políticos, Prefeitura de Capim PB Assistente Jurídico, FACET Concursos, 2020

Fernando, em pleno gozo de seus direitos políticos, com 30 anos de idade, decidiu se candidatar ao cargo de Senador da República pelo Estado da Paraíba. Por conta de suas convicções filosóficas, Fernando afirmou em uma entrevista numa rádio de João Pessoa, que não se filiaria a nenhum partido político, por ter incompatibilidade ideológica com todos, afirmando ainda, que este é o diferencial de sua campanha. Com base no relato acima, Fernando:
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389Q845039 | Farmácia, Farmacologia, Prefeitura de Capim PB Farmacêutico, FACET Concursos, 2020

O cloridrato de propranolol é um fármaco antihipertensivo, chamado de betabloqueador por atuar de forma não seletiva e receptores adrenérgicos do tipo ?1 e ?2. Esse medicamento promove uma redução inicial do débito cardíaco (DC) e da secreção de renina, levando a uma diminuição da hipertensão arterial. É contraindicado o uso do cloridrato de propranolol em pacientes com:
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390Q846545 | Fisioterapia, Fisioterapia em Traumato ortopedia e Reumatologia, Prefeitura de Capim PB Fisioterapeuta, FACET Concursos, 2020

“Desarticulação tibiotársica e secção óssea abaixo dos maléolos lateral e medial, conservando a sindesmose tibiofibular.” Sobre que nível de amputação se refere o enunciado?
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391Q844998 | Biologia, Identidade dos seres vivos, Prefeitura de Capim PB Professor B Ciências, FACET Concursos, 2020

Muitos dispositivos de ótica fazem uso de lentes únicas por exemplo, câmeras fotográficas, lupas e óculos. Também encontramos dispositivos óticos importantes que possuem associação de lentes para seu bom funcionamento, como o microscópio e telescópios. Sobre esses dispositivos, qual alternativa abaixo apresenta a descrição incorreta?
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392Q840045 | Farmácia, Farmácia Hospitalar e Comunitária, Prefeitura de Capim PB Auxiliar de Farmácia, FACET Concursos, 2020

De acordo com as boas práticas de dispensação em farmácias e drogarias julgue como verdadeiras (V) ou falsas (F) as sentenças com relação a organização dos medicamentos.
( ) Todos os medicamentos sujeitos a controle especial somente serão dispensados mediante prescrição médica segundo legislação vigente. ( ) A farmácia ou a drogaria devem manter a licença de funcionamento devidamente afixada em local visível ao público. ( ) Para a administração de medicamentos injetáveis a drogaria deve possuir um local separado, adequado e equipado para aplicação de injetáveis com acesso independente de forma a não servir de passagem para outras áreas. ( ) É permitido à farmácia e drogaria a prestação de serviços de coleta de material biológico e outros alheios a atividade de dispensação de medicamentos e produtos.
Marque a alternativa correta.
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393Q855728 | Matemática, Polinômios, Prefeitura de Capim PB Professor de Matemática, FACET Concursos, 2020

Dados os polinômios P(x)= (a+2) x 3+(b? 1) x 2+cx+3 e Q(x)= ax 2+2x? d+1. Qual das alternativas apresenta os valores de a, b, c e d que tornam P(x)= Q(x) ?
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394Q855435 | Português, Interpretação de Textos, Analista Administrativo, FACET Concursos, 2020

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda a questão pertinente:

A coisa está branca
(Ferreira Gullar)



    Embora todo mundo já tenha escrito sobre a tal cartilha que a Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal elaborou e editou, também vou meter o bedelho no assunto. Vocês hão de lembrar que sobre o papa eu não escrevi, que de papa eu não entendo; de cartilha também não, mas querer nos ensinar que pega mal usar expressões como “farinha do mesmo saco” indica que esse pessoal do Lula ou não tem mesmo o que fazer ou está a fim de nos encher o saco (com perdão da palavra politicamente incorreta).
    Essa coisa de censurar palavras e expressões nascidas do falar popular é uma mania que de vez em quando aflora. Não faz muito, surgiu uma onda exigindo que se expurgassem dos dicionários palavras como “judiação” ou “judiar”, sob o argumento de que são expressões antissemitas. Bastava pensar um pouco para ver que tais palavras não se referem aos judeus, e sim a Judas Iscariotes, isto é, à malhação do Judas no Sábado de Aleluia. Judiar ou fazer judiação é submeter alguém a maus-tratos semelhantes aos que a molecada faz com o boneco de Judas.
    Outra expressão que a ignorância rancorosa considera insulto racista é “a coisa está preta”, que, na verdade, como se sabe, alude ao acúmulo de nuvens negras no céu no momento que precede as tempestades. Assim, quando alguém pressente que as coisas estão se complicando, usa aquela expressão. Pois acreditem vocês que um conhecido meu, pessoa talentosa, me disse que em sua casa está proibido dizer “a coisa está preta”; lá se diz “a coisa está branca”! Pode?
    Essa cartilha - que o governo promete consertar, como se tal coisa tivesse conserto - pode abrir caminho para restrições à liberdade de expressão, se não em termos de lei, por induzir pais de família e professores a discriminar textos literários ou jornalísticos e, consequentemente, seus autores. No que me toca, já estou de orelhas em pé, pois acabo de lançar um livro para crianças (!!) cujo título é Dr. Urubu e suas fábulas. Para azar meu, o poema que dá título ao livro começa assim: “Doutor urubu, a coisa está preta”.
    Temo ser levado ao tribunal da Inquisição por incorrer em duplo delito, pois, além de usar a expressão condenada, ainda dou a entender que a frase alude à cor negra da ave, e logo que ave! Um urubu, bicho repugnante, que só come carniça! Adiantaria alegar que não fui eu quem pintou o urubu de preto? Minha sorte é que vivemos numa democracia, e o nosso povo, por índole, é pouco afeito ao fanatismo desvairado, em que pesem as exceções.
     Exagero? Pode ser, mas, se exagero, é de propósito, para pôr à mostra o que há de perigoso e burro nesses defensores do politicamente correto, porque, se não há o perigo da fogueira, há o perigo do império da burrice ir tomando conta do país. E tudo devidamente enfeitado de boas intenções.
    Sim, porque, conforme alegou o autor da cartilha, ela foi concebida com o propósito de resguardar a suscetibilidade de brancos e negros, de judeus e muçulmanos, de cearenses e baianos, de palhaços e beatas... Até os comunistas foram beneficiados sob o pretexto de terem sido vítimas de graves calúnias. Não sei se a Secretaria de Direitos Humanos acha natural chamar os outros de fascistas ou nazistas; quanto a acoimá-los de vigaristas, creio que não, pois isso ofenderia os vigários em geral. Não posso afirmar se a cartilha resguarda também a suscetibilidade dos chifrudos, dos pançudos, dos narigudos, dos cabeludos e dos cabeçudos; dos pirocudos, acredito que não, pois isso é tido como elogio. Mas e as moças de pouca bunda e poucos seios (do tipo Gisele Bündchen), que o pessoal apelida de “tábua”? E os gorduchos, apelidados de “bolão”? Os magricelas, de “espeto”? E os baixotes, chamados de “meia porção”? Isso sem falar num respeitável senador da República a quem seus confrades - acredito que sem malícia - apelidaram de “lapiseira”.
    Estou de acordo com que não se deva tratar pessoa nenhuma por apelidos depreciativos. Por exemplo, num papo com Bin Laden, eu teria a cautela de não chamá-lo de terrorista, especialmente se ele estivesse acompanhado de um homem-bomba. Do mesmo modo agiria com o juiz Nicolau, a quem nunca trataria de “Lalau”, embora certamente não lhe revelasse a senha de meu cartão de crédito.
    Como se vê, isso de falar politicamente correto envolve problemas, porque não se trata de engessar apenas o humor (bom ou mau) das pessoas, mas de engessar o próprio idioma. Falar, de certo modo, é reinventar a língua, já que o que se diz estava por ser dito e, ao dizê-lo, damos-lhe uma forma imprevisível até para nós mesmos. Além disso, há pessoas especialmente dotadas de verve, que nos surpreendem (e a si próprias) com expressões às vezes irônicas, sarcásticas ou simplesmente engraçadas. Criam modos de dizer inusitados, apelidos, ditos, tiradas, que nos divertem e enriquecem o nosso falar cotidiano. E que falar assim é um exercício de liberdade (para o bem ou para o mal) que não cabe nos preceitos de uma cartilha ou de um código de censura.
    Aliás, para terminar, sugiro que mudem os nomes de certos insetos, como barata, formiga e piolho, por coincidirem lamentavelmente com os sobrenomes de algumas respeitáveis famílias brasileiras.
    15.5.2005.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.

A passagem a servir servirá de base para a questão.

“Embora todo mundo já tenha escrito sobre a tal cartilha que a Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal elaborou e editou, também vou meter o bedelho no assunto.”

Encontre um verbo sinônimo ou uma locução verbal sinonímica para a expressão grifada “meter o bedelho”:

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395Q841325 | Serviço Social, Surgimento e Institucionalização do Serviço Social, Prefeitura de Capim PB Assistente Social, FACET Concursos, 2020

Segundo Iamamoto (2008, p. 26), “o Serviço Social [...] passa da influência do pensamento conservador europeu, franco-belga, nos seus primórdios, para a sociologia conservadora norteamericana, a partir dos anos 40”. Considerando as influências teóricas da gênese da profissão no Brasil até a movimento de renovação crítica, é INCORRETO afirmar que o Serviço Social:
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396Q842137 | Nutrição, Epidemiologia na Saúde Bucal, Prefeitura de Capim PB Nutricionista, FACET Concursos, 2020

Em uma visão global pode ser considerado o principal causador de gastrenterites bacterianas em humanos. O cursar da infecção inclui água contaminada, leite e carne, sendo os frangos as principais fontes potenciais deste micro- organismo. Não consegue se multiplicar em temperaturas abaixo de 30° C e é sensível a pHs ácidos. Todavia, pode sobreviver em frutas e vegetais prontos para o consumo, por um período de tempo suficiente para se apresentar como um risco ao consumidor. Após contaminação por este micro- organismo, o individuo irá apresentar sintomas em cerca de 2 a 5 dias. Os sintomas agudos são marcados pela presença de dor abdominal, diarreia líquida (algumas vezes com sangue), febre, indisposição, vômito, e os sintomas crônicos por colite, síndrome de Guillain-Barré, síndrome de Reiter. De qual micro- organismo a questão se refere:
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397Q845228 | Educação Física, Educação Física no Ambiente Escolar, Prefeitura de Capim PB Professor B Educação Física, FACET Concursos, 2020

Conforme as competências específicas de Educação Física para o Ensino Fundamental, apresentadas na Base Nacional Comum Curricular, assinale a alternativa INCORRETA:
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398Q842788 | Saúde Pública, Meio Ambiente e Saúde Pública, Agente de Endemias ACE, FACET Concursos, 2020

Muitas doenças acometidas aos seres humanos são de caráter zoonótico. Abaixo, estão algumas dessas doenças e seus respectivos vetores. Correlacione a coluna da esquerda com a da direita, em seguida, marque a opção correta:
( I ) Teníase ( ) gato ( II ) Toxoplasmose ( ) morcego ( III ) Doença de Chagas ( ) carne bovina ( IV ) Raiva ( ) inseto
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399Q841724 | Enfermagem, Urgência e emergência, Prefeitura de Capim PB Enfermeiro, FACET Concursos, 2020

Paciente com suspeita de trauma, tem indicação de imobilização de coluna vertebromedular, mas é encontrado deambulando no local do acidente. A técnica mais apropriada para imobilização desta vitima é:
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400Q842723 | Fisioterapia, Avaliação funcional, Prefeitura de Capim PB Fisioterapeuta, FACET Concursos, 2020

Assinale a alternativa que melhor descreve o teste ortopédico de Patte.
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