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Questões de Concursos FADENOR

Resolva questões de FADENOR comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


141Q914555 | Enfermagem, Outras Doenças Infecciosas e Parasitárias, Agente de Endemias ACE, Prefeitura de Cabeceira Grande MG, FADENOR, 2023

A raiva é uma doença infecciosa viral aguda grave, que acomete mamíferos, entre eles o homem. Assinale a alternativa CORRETA sobre essa doença.
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142Q979932 | Nutrição, Avaliação Nutricional, Nutricionista, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil, o valor de IMC que indica sobrepeso em idosos é:
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143Q979689 | Medicina, Médico ESF, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Caso: Mulher de 55 anos, com diagnóstico estabelecido de artrite reumatoide (AR) soropositiva há nove anos, caracterizada por poliartrite simétrica de pequenas e grandes articulações (interfalangianas proximais, tornozelos e joelhos) com desenvolvimento de deformidades e presença de nódulos subcutâneos em superfícies extensoras, em acompanhamento regular na Atenção Primária e com a equipe de Reumatologia, relata emagrecimento de aproximadamente 10% do seu peso corporal nos últimos meses e episódios de febre (até 38 °C), além de fadiga intensa. Ao exame físico, além das alterações articulares compatíveis com AR de longa data, constata-se esplenomegalia palpável. Resultados de exames laboratoriais recentes: hemoglobina = 9,5 g/dL; leucócitos totais = 4.500/mm³ (com diferencial: neutrófilos segmentados 43% [correspondendo a 1.935/mm³], linfócitos 50%, monócitos 5%, eosinófilos 2%); plaquetas = 180.000/mm³.
Para a confirmação diagnóstica de Síndrome de Felty nessa paciente, é necessária a identificação de:
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144Q979691 | Português, Médico ESF, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
O que fazer para suportar essa tal felicidade?

Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.

Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
Na seguinte passagem do texto “Definitivamente o ‘sempre’ não me representa.”, a anteposição do artigo definido à palavra “sempre” indica o uso do recurso linguístico denominado
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145Q979889 | Português, Enfermeiro/Enfermeiro ESF, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Texto associado.
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 01

O que fazer para suportar essa tal felicidade?

Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?

Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.

Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]

Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!

Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.

Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos.O que fazer para suportar essa tal felicidade?Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 01.
I- O significado do que é ser feliz pode variar de pessoa para pessoa.
II- A demonstração de felicidade é inadmissível quando incomoda o outro.
III- A felicidade de alguém pode deixar algumas pessoas incomodadas.
IV- O sentimento de felicidade está relacionado à transitoriedade.
V- A felicidade como um sentimento permanente é uma meta a ser buscada.
Estão CORRETAS as afirmativas
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146Q979684 | Medicina, Clínica Médica Humana, Médico ESF, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Caso: Homem de 62 anos está internado há 2 dias em enfermaria clínica devido à fratura de pé direito. Ele é tabagista e possui histórico de consumo diário de bebidas alcoólicas em grande quantidade (cerca de 1 litro de destilado/dia), com último consumo no dia anterior à admissão hospitalar. Evolui, no segundo dia de internação, com agitação psicomotora importante, tremores grosseiros de extremidades, sudorese profusa, febre baixa (37,8°C axilar), taquicardia (FC 120 bpm), hipertensão (PA 160x100 mmHg) e refere estar vendo “bichos” no quarto e ouvindo vozes ameaçadoras.
Em relação ao tratamento medicamentoso desse paciente, assinale a conduta farmacológica inicial mais adequada:
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147Q1078061 | Informática, Internet, Assessor Jurídico Advogado, Câmara de Buritizeiro MG, FADENOR, 2025

INSTRUÇÃO: Leia o fragmento de texto a seguir para responder a esta questão.

“[...] é a maior rede profissional do mundo na internet. O usuário pode utilizá-la para encontrar emprego ou estágio ideal, conectar e fortalecer as relações profissionais e aprender as competências de que precisa para ter sucesso na sua carreira.”


O fragmento de texto refere-se à/ao
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148Q979882 | Enfermagem, Enfermeiro/Enfermeiro ESF, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

A Resolução nº. 736/2024 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que regulamenta o processo de enfermagem no Brasil, representa um marco importante na busca pela humanização e pela qualidade dos cuidados prestados aos pacientes. Ao integrar o pensamento filosófico da enfermagem com a prática cotidiana, essa resolução não apenas define as etapas do processo de enfermagem, mas também propõe uma reflexão profunda sobre o papel do enfermeiro enquanto agente ativo na construção do cuidado. A organização do processo de enfermagem, ao se apoiar na observação cuidadosa, na tomada de decisão com base em evidências científicas e na interação com o paciente, vai além do simples ato técnico, considerando a particularidade de cada ser humano. Em um cenário contemporâneo de crescente complexidade no sistema de saúde, essa metodologia destaca a necessidade de um olhar ético que se relaciona à ideia de saúde como um bem individual e coletivo.
O processo de enfermagem organiza-se em cinco etapas inter-relacionadas, interdependentes, recorrentes e cíclicas, descritas a seguir:
I- Avaliação de enfermagem – coleta de dados subjetivos e objetivos pertinentes à saúde da pessoa, da família, coletividade e grupos especiais, realizada mediante auxílio de técnicas (laboratoriais e de imagem, testes clínicos, escalas de avaliação validadas, protocolos institucionais e outros).
II- Diagnóstico de enfermagem – compreende a identificação de problemas existentes, condições de vulnerabilidades ou disposições para melhorar comportamentos de saúde que representam o julgamento clínico das informações obtidas sobre as necessidades do cuidado à pessoa, família, coletividade ou grupos especiais.
III- Planejamento de enfermagem – desenvolvimento de um plano assistencial direcionado à pessoa, família, coletividade, grupos especiais, envolvendo determinação de resultados, tomada de decisão terapêutica e protocolos assistenciais.
IV- Implementação de enfermagem – realização das intervenções, ações e atividades, respeitando as resoluções, por meio da colaboração e comunicação contínua, inclusive com a checagem quanto à execução da prescrição de enfermagem.
V- Evolução de enfermagem – compreende a avaliação dos resultados alcançados de enfermagem e saúde da pessoa, família, coletividade e de grupos especiais. Essa etapa permite a análise e a revisão de todo o processo de enfermagem.

Estão CORRETAS as afirmativas
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149Q979907 | Português, Cargos de Nível Alfabetizado, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Por dias mais leves

Mais leves? Como assim, Jack? Você não enxerga a complexidade do mundo? Sei que muitas pessoas podem reagir dessa maneira ao assunto desta nossa conversa. Justamente por isso, aproveito esse tempinho juntos aqui para contar como eu percebo e tento vivenciar a leveza no meu dia a dia.
Ser leve não é ser bobo, irresponsável ou indiferente. Ser leve é saber tirar os pesos desnecessários que nós mesmos colocamos em nossas caminhadas. Se colocamos, podemos tirar, certo? Mas, antes, é preciso ter clareza do que nos sobrecarrega, daquilo que faz a vida parecer mais densa do que precisa ser, entende? 1) Sempre que perco minha leveza, revisito seus sequestradores. Quer saber quais são eles? Te conto as oito atitudes que roubam a leveza no dia a dia: controle: porque quero tudo do meu jeito, no meu tempo. E ainda me iludo achando que posso evitar os imprevistos; 2) senso de justiça: estou sempre indignada, carregando a régua do certo e do errado, como se o mundo tivesse que seguir meu manual pessoal; 3) perfeccionismo: um ideal que me maltrata e me exige mais do que posso dar; 4) mágoa: enquanto o outro segue a vida, eu fico carregando uma mala cheia de pedras que só me machucam; 5) preocupação: minha mente fica viciada no que pode dar errado; 6) busca por aprovação: porque dou muito poder ao externo e ao outro; 7) expectativas: espero demais e me frustro sempre; 8) drama: a vida já tem seus desafios, mas eu coloco uma lente de aumento e transformo em tragédia o que poderia ser só um contratempo. [...]
E você? O que tem pesado aí?
A verdade é que ser leve não significa ignorar responsabilidades ou viver à deriva. Significa entender que não preciso saber tudo, provar tudo, fazer tudo, controlar tudo.
Que posso confiar mais. Que a vida não é um boletim escolar no qual estou sendo avaliada. A vida é um livro, e cabe a mim decidir se será um drama arrastado ou uma história fluida, com algumas doses de comédia.
Ser leve também é parar de buscar informação o tempo todo. Às vezes, o mais libertador é simplesmente admitir: “Só sei que não sei.” Escolho a paz desse momento em vez da fome de informação. Sabe outra coisa que me devolve a leveza? Respeitar o meu ritmo. Porque não adianta tentar seguir o compasso do mundo e esquecer do meu.
A natureza não dá saltos; ela tem uma cadência. E nós também. Ser leve é respeitar a sua natureza. Ser leve é voltar ao seu estado natural, soltando as amarras do que você deveria ser e abraçando o que verdadeiramente é.


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. Por dias mais leves. Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/por-dias-mais-leves/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.
Na passagem do texto “A vida é um livro, e cabe a mim decidir se será um drama arrastado ou uma história fluida, com algumas doses de comédia.”, a autora defende a seguinte ideia:
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150Q1088009 | Matemática, Análise Combinatória em Matemática, Guarda Patrimonial, Câmara de Buritizeiro MG, FADENOR, 2025

Em uma confraternização da prefeitura, um jogo foi proposto aos funcionários. Para tal, foi apresentada uma urna com 5 bolas pretas e 8 bolas vermelhas. Para ganhar um brinde, o funcionário precisaria retirar 2 bolas pretas, sem reposição. Qual a probabilidade aproximada de um funcionário ganhar o brinde?
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151Q979878 | Informática, Teclas de atalho, Assistente Social, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

No Microsoft Windows, é possível usar combinações de teclas como uma maneira alternativa de fazer algo que o usuário normalmente faria com o mouse, são os chamados de Atalhos de teclado. Assinale a alternativa que contém o atalho responsável por “Desfazer uma ação”.
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152Q979887 | Enfermagem, Enfermeiro/Enfermeiro ESF, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

X. P. S., técnico de enfermagem em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), iniciou seu plantão noturno e se deparou com múltiplas situações que comprometiam a segurança da assistência e a sua integridade profissional: faltavam insumos básicos, o número de profissionais era insuficiente para a alta demanda, dois profissionais para atender mais de 30 pacientes classificados como graves e a estrutura física apresentava riscos elétricos e sanitários. Após comunicar sua chefia sem retorno resolutivo, decidiu suspender suas atividades, com base no Código de Ética de Enfermagem, por entender que o ambiente violava o direito à prática segura. Imediatamente, formalizou sua decisão por escrito, encaminhando-a à instituição e ao Coren.
Diante desse cenário, espera-se que o profissional compreenda seus direitos éticos, as condições que autorizam a suspensão das atividades e as medidas legais e administrativas corretas a serem tomadas, analisando criticamente os limites da atuação ética frente a situações de risco assistencial e institucional.
Analise as alternativas a seguir, com base na Resolução Cofen n.º 564/2017 (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem), e assinale a CORRETA, quanto à conduta ética do técnico de enfermagem Carlos diante da situação descrita.
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153Q979892 | Português, Enfermeiro/Enfermeiro ESF, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Texto associado.
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 01

O que fazer para suportar essa tal felicidade?

Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?

Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.

Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]

Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!

Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.

Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos.O que fazer para suportar essa tal felicidade?Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
No quarto parágrafo, ao usar repetidamente a estrutura “Se a felicidade é [...]”, a autora lança mão do recurso linguístico denominado
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154Q979902 | Português, Cargos de Nível Alfabetizado, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Por dias mais leves

Mais leves? Como assim, Jack? Você não enxerga a complexidade do mundo? Sei que muitas pessoas podem reagir dessa maneira ao assunto desta nossa conversa. Justamente por isso, aproveito esse tempinho juntos aqui para contar como eu percebo e tento vivenciar a leveza no meu dia a dia.
Ser leve não é ser bobo, irresponsável ou indiferente. Ser leve é saber tirar os pesos desnecessários que nós mesmos colocamos em nossas caminhadas. Se colocamos, podemos tirar, certo? Mas, antes, é preciso ter clareza do que nos sobrecarrega, daquilo que faz a vida parecer mais densa do que precisa ser, entende? 1) Sempre que perco minha leveza, revisito seus sequestradores. Quer saber quais são eles? Te conto as oito atitudes que roubam a leveza no dia a dia: controle: porque quero tudo do meu jeito, no meu tempo. E ainda me iludo achando que posso evitar os imprevistos; 2) senso de justiça: estou sempre indignada, carregando a régua do certo e do errado, como se o mundo tivesse que seguir meu manual pessoal; 3) perfeccionismo: um ideal que me maltrata e me exige mais do que posso dar; 4) mágoa: enquanto o outro segue a vida, eu fico carregando uma mala cheia de pedras que só me machucam; 5) preocupação: minha mente fica viciada no que pode dar errado; 6) busca por aprovação: porque dou muito poder ao externo e ao outro; 7) expectativas: espero demais e me frustro sempre; 8) drama: a vida já tem seus desafios, mas eu coloco uma lente de aumento e transformo em tragédia o que poderia ser só um contratempo. [...]
E você? O que tem pesado aí?
A verdade é que ser leve não significa ignorar responsabilidades ou viver à deriva. Significa entender que não preciso saber tudo, provar tudo, fazer tudo, controlar tudo.
Que posso confiar mais. Que a vida não é um boletim escolar no qual estou sendo avaliada. A vida é um livro, e cabe a mim decidir se será um drama arrastado ou uma história fluida, com algumas doses de comédia.
Ser leve também é parar de buscar informação o tempo todo. Às vezes, o mais libertador é simplesmente admitir: “Só sei que não sei.” Escolho a paz desse momento em vez da fome de informação. Sabe outra coisa que me devolve a leveza? Respeitar o meu ritmo. Porque não adianta tentar seguir o compasso do mundo e esquecer do meu.
A natureza não dá saltos; ela tem uma cadência. E nós também. Ser leve é respeitar a sua natureza. Ser leve é voltar ao seu estado natural, soltando as amarras do que você deveria ser e abraçando o que verdadeiramente é.


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. Por dias mais leves. Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/por-dias-mais-leves/. Acesso em: 15 abr. 2025. Adaptado.
Na passagem “Sempre que perco minha leveza, revisito seus sequestradores.”, a palavra “sequestradores” foi usada referindo-se às ações que
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155Q979918 | Conhecimentos Gerais, Cargos de Nível Alfabetizado, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Consiste na coleta dos recursos naturais de origem vegetal, animal ou mineral. É feita sem a necessidade de plantio ou criação. Essa atividade é denominada
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156Q979914 | Matemática, Cargos de Nível Alfabetizado, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Durante uma aula de matemática, o professor propôs uma lista de exercícios que começou exatamente às 18 horas e 50 minutos. Sabendo que a atividade tem duração de 2 horas e 25 minutos, o horário em que ela terminará será:
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157Q979930 | Nutrição, Dietoterapia, Nutricionista, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

Os alimentos são pilares do cuidado nutricional. Qual das alternativas a seguir exemplifica a aplicação prática desse princípio em um contexto dietoterápico?
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158Q1065600 | Administração Pública, Governabilidade, Contador, Prefeitura de Dores de Guanhães MG, FADENOR, 2022

No município de Alegria, o gestor público está sempre atento à transparência. Para isso, a que ele deve se atentar em relação à prestação de contas, responsabilização (accountability) e tomada de decisão? Assinale a alternativa CORRETA.
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159Q979871 | Estatuto da Pessoa Idosa, Assistente Social, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

A Lei n.º 10.741/2003 dispõe sobre o Estatuto da Pessoa Idosa, em que são estabelecidas algumas responsabilidades, pensando os diferentes setores da sociedade. A seguir, assinale a alternativa que evidencia corretamente um dever ou compromisso institucional/societário com esse segmento populacional.
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160Q979879 | Informática, Assistente Social, Prefeitura de Morro da Garça MG, FADENOR, 2025

No sistema Windows, os nomes de arquivos são compostos por duas partes separadas por um ponto. A primeira parte apresenta o nome do arquivo propriamente dito, enquanto a segunda é a extensão, geralmente formada por três ou quatro caracteres, que indica o tipo de arquivo. Essa extensão informa ao sistema qual aplicativo é capaz de abrir ou editar o arquivo e define também o ícone que será exibido. Avalie os tipos de arquivos a seguir:
I- Arquivo de biblioteca de vínculo dinâmico.
II- Arquivos de foto Joint Photographic Experts Group.
III- Arquivo de texto não formatado.
IV- Arquivo Windows Media Audio.
V- Arquivo de programa executável.

Assinale a sequência CORRETA de extensões dos tipos de arquivos elencados, considerando-os de cima para baixo.
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