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Questões de Concursos FJPF

Resolva questões de FJPF comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


821Q428721 | Direito Constitucional, Garantias Fundamentais, Recepcionista, TJ AM, FJPF

É gratuita a seguinte medida judicial:

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823Q401201 | Direito Administrativo, Servidores Públicos, Técnico Judiciário, TRT 1a, FJPF

A licença por motivo de doença em pessoa da família será concedida por um determinado período máximo, em dias, e deixará de ser remunerada a partir de:

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824Q402023 | Direito Administrativo, Servidores Públicos, Técnico Judiciário, TRT 1a, FJPF

Ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica, o servidor fará jus a 30 dias de férias, que podem ser acumuladas até o máximo de

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825Q402478 | Direito Administrativo, Servidores Públicos, Analista Administrativo, DNIT, FJPF

Quando, havendo tomado posse, não entrar em exercício no prazo legalmente fixado, o servidor é:

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826Q400694 | Direito Administrativo, Servidores Públicos, Técnico Judiciário, TRT 1a, FJPF

A acumulação remunerada de cargos públicos é admitida na seguinte hipótese:

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827Q361144 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, DNIT, FJPF

A medida fundamental na prevenção da cólera é:

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828Q393677 | Direito Administrativo, Servidores Públicos, Procurador, CONAB, FJPF

Na hipótese de servidor público ocupante de dois cargos públicos estaduais privativos de profissionais de saúde vir a ser contratado, como servidor temporário, por autarquia federal, ocorrerá acumulação:

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829Q401500 | Direito Administrativo, Servidores Públicos, Técnico Judiciário, TRT 1a, FJPF

A aposentadoria com proventos integrais é garantida ao servidor nos casos de:

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830Q967260 | Comunicação Social, Teorias da Comunicação, Técnico em Comunicação Social, CONAB, FJPF

É admissível crer-se que ações de comunicação não se restrinjam a uma pura transmissão de conteúdos. Em suas relações a outras áreas de expressão humana e social, a comunicação se inter-relaciona à arte, sem que a ela venha a se confundir. Comunicador e artista não são, necessariamente, uma só e mesma pessoa.

Dentre as opções abaixo, assinale a que, ao contrastar uma e outra, propõe de maneira adequada sua possível inter- relação:
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831Q966933 | Administração Geral, Administração de Recursos Humanos em Administração Geral, Analista de Recursos Humanos, CONAB, FJPF

Não pode ser considerado um método tradicional de avaliação de desempenho:

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832Q966930 | Administração Geral, Liderança e Motivação, Analista de Recursos Humanos, CONAB, FJPF

Na teoria sobre Motivação, Frederick Herzberg afirma que a insatisfação no trabalho decorre de dois conjuntos diferentes de fatores: higiênicos e motivantes. É um fator higiênico na teoria de Frederick Herzberg:

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833Q967186 | Gestão de Pessoas, Agregando Pessoas, Técnico Administrativo, CONAB, FJPF

Em um processo de seleção de candidatos, as provas aplicadas por meio da execução de um trabalho ou tarefa, de maneira uniforme e com tempo determinado, são classificadas como provas:
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834Q967265 | Comunicação Social, Tecnologias na Comunicação e Atualidades, Técnico em Comunicação Social, CONAB, FJPF

Novas tecnologias, hoje existentes, confluem e se integram, instaurando um “admirável mundo novo” feito de simulações e virtualidades. O que se tem por virtual apresenta as seguintes características:
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835Q967266 | Comunicação Social, Tecnologias na Comunicação e Atualidades, Técnico em Comunicação Social, CONAB, FJPF

Tal como hoje o conhecemos, o conceito de globalização se acha inextricavelmente associado ao de meios de comunicação. Isto ocorre, por exemplo, em virtude do que se denomina multimídia.

Dentre as opções abaixo, assinale a correta definição deste último termo:
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836Q967271 | Comunicação Social, Comunicação Organizacional na Comunicação Social, Técnico em Comunicação Social, CONAB, FJPF

Um planejamento estratégico de comunicação, voltado para uma comunidade, deve contemplar a seguinte finalidade:
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837Q967278 | Algoritmos e Estrutura de Dados, Conceitos Básicos e Algoritmos, Técnico de Operação, CONAB, FJPF

A avaliação pelo método UEPS (LIFO), segundo a ordem cronológica, tem como objetivo:
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838Q966898 | Engenharia Agronômica, Métodos de Controle de Pragas, Engenheiro Agrônomo, CONAB, FJPF

Os insetos que atacam produtos armazenados são classificadas em três grupos: pragas primárias, internas ou externas; pragas secundárias e pragas associadas. Assim, Araecerus fasciculatus, Lasioderma serricorne, Oryzaephilus surinamensis e Psocopteros são, respectivamente, pragas

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839Q967168 | Português, Pronomes pessoais oblíquos, Técnico Administrativo, CONAB, FJPF

Texto associado.

Faz pelo menos dois anos que o mundo aguarda uma pandemia do calibre da gripe espanhola, que matou mais de 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1920. Se não provocou ainda a epidemia globalizada, porém, a cepa pré- apocaliptica do vírus H5N1 já garantiu um belo surto de pânico midiático.


Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.

O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.

Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir (marca registrada Tamiflu). Até que haja contágio entre humanos, e não de ave para homem, corre-se o risco de gastar dinheiro à toa. Já se o H5N1 ganhar a faculdade de infectar humanos facilmente, nada garante que a droga vá ser eficaz contra o vírus mutante.

Enquanto isso, o remédio é buscar um pouco de informação. O H5N1 é uma cepa do tipo A do vírus da influenza (gripe), bem mais problemático que os outros dois, B e C. Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias). Desse reservatório pode ser transmitido para pessoas, quando manifesta alta capacidade de matar (em alguns surtos, as mortes chegaram a um terço dos doentes)

O nome atribuído às cepas tem relação direta com seu poder sinistro, mais precisamente com proteínas de sua superfície cruciais para a capacidade de invadir células do aparelho respiratório, multiplicar-se dentro delas e depois abandoná-las em legião. O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão, e o N à neuraminidase, que ajuda as partículas virais multiplicadas a deixarem a célula infectada.

O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas, do que ainda não se tem notícia. Os repetidos surtos de infecção de gente que lida com galináceos multiplicam as chances estatísticas de que isso se torne uma realidade. Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo, levando-o por exemplo para a Europa, mas muito improvavelmente para a América do Sul.

O temor de epidemiologistas é que o vírus sofra uma recombinação (intercâmbio de material genético), no corpo dos raros doentes, com o vírus da gripe comum. Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança, mas, de novo, nada garante que isso vá ocorrer.

É como andar de avião, ou morar perto de uma usina nuclear: probabilidade muito baixa de um acidente, que no entanto teria efeitos devastadores. A diferença é que, no mundo globalizado, ninguém pode escolher deixar de respirar.


No texto, deu-se preferência à próclise do pronome se nas seguintes passagens

I - “A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente”.

II - “O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão”.

III - “O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas”.

IV - “do que ainda não se tem notícia”.

V - “de que isso se torne uma realidade”.:

Segundo as gramáticas, seria também perfeitamente admissível a ênclise, isto é, a posposição do pronome ao verbo, nas seguintes passagens:
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840Q967170 | Arquivologia, Interpretação de Textos, Técnico Administrativo, CONAB, FJPF

Texto associado.

Faz pelo menos dois anos que o mundo aguarda uma pandemia do calibre da gripe espanhola, que matou mais de 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1920. Se não provocou ainda a epidemia globalizada, porém, a cepa pré- apocaliptica do vírus H5N1 já garantiu um belo surto de pânico midiático.


Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.

O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.

Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir (marca registrada Tamiflu). Até que haja contágio entre humanos, e não de ave para homem, corre-se o risco de gastar dinheiro à toa. Já se o H5N1 ganhar a faculdade de infectar humanos facilmente, nada garante que a droga vá ser eficaz contra o vírus mutante.

Enquanto isso, o remédio é buscar um pouco de informação. O H5N1 é uma cepa do tipo A do vírus da influenza (gripe), bem mais problemático que os outros dois, B e C. Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias). Desse reservatório pode ser transmitido para pessoas, quando manifesta alta capacidade de matar (em alguns surtos, as mortes chegaram a um terço dos doentes)

O nome atribuído às cepas tem relação direta com seu poder sinistro, mais precisamente com proteínas de sua superfície cruciais para a capacidade de invadir células do aparelho respiratório, multiplicar-se dentro delas e depois abandoná-las em legião. O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão, e o N à neuraminidase, que ajuda as partículas virais multiplicadas a deixarem a célula infectada.

O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas, do que ainda não se tem notícia. Os repetidos surtos de infecção de gente que lida com galináceos multiplicam as chances estatísticas de que isso se torne uma realidade. Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo, levando-o por exemplo para a Europa, mas muito improvavelmente para a América do Sul.

O temor de epidemiologistas é que o vírus sofra uma recombinação (intercâmbio de material genético), no corpo dos raros doentes, com o vírus da gripe comum. Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança, mas, de novo, nada garante que isso vá ocorrer.

É como andar de avião, ou morar perto de uma usina nuclear: probabilidade muito baixa de um acidente, que no entanto teria efeitos devastadores. A diferença é que, no mundo globalizado, ninguém pode escolher deixar de respirar.


Na reescrita do trecho “Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir”, a redação gramaticalmente inaceitável é a seguinte:
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