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Questões de Concursos FUMARC

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1001Q21723 | Direito Constitucional, Advogado, BDMG, FUMARC

Texto associado.
Para responder as questões de 51 a 55 tenha como base a Constituição Federal.
Todas as afirmações abaixo são falsas, EXCETO:
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1002Q19437 | Inglês, Analista de Sistemas, AL MG, FUMARC

Texto associado.
TEXT 1
                                    When was the first computer unvented?


            The word "computer" was first recorded as being used in 1613 and was originally used to describe a human who performed calculations or computations. The definition of a computer remained the same until the end of the 19th century when people began to realize machines never get tired and can perform calculations much faster and more accurately than any team of human computers ever could.
            In 1822, Charles Babbage began developing the Difference Engine, which was considered to be the first automatic computing engine. It was capable of computing several sets of numbers and making hard copies of the results. Unfortunately, because of funding he was never able to complete a full-scale functional version of this machine. In June of 1991, the London Science Museum completed the Difference Engine Nº 2 for the bicentenni- al year of Babbage"s birth and later completed the printing mechanism in 2000.

Fonte: http://www.computerhope.com/issues/ch000984.htm Acesso em: 15/10/2013
Write True (T) or False (N).

( ) The meaning of a computer changed a lot from 1613 to the 19th century.
( ) Only after the 19th century it was understood people calculate less quickly than machines.
( ) An updated version of the first automatic computer can be found at the London Science Museum.
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1003Q317474 | Administração Geral, Administração Contábil, Analista, BHTRANS MG, FUMARC

Assinale a alternativa INCORRETA.

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1004Q616810 | Informática, Aspecto Gerais, Técnico, Prefeitura de Contagem MG, FUMARC

Analise as seguintes afirmativas sobre a Análise Essencial e escolha a opção CORRETA:

I. Em algumas situações, um depósito de dados pode enviar e receber dados de outro depósito de dados através de um fluxo de dados bidirecional.
II. No DFD, uma entidade externa não pode enviar dados diretamente para um depósito de dados.
III. Todos os fluxos de dados do Diagrama de Contexto devem estar no DFD, mas nem todos os fluxos de dados do DFD estão no Diagrama de Contexto.

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1005Q255100 | Direito Constitucional, Objetivos Fundamentais da República, Técnico Judiciário, TJ MG, FUMARC

Pode-se afirmar que, dentre as proposições abaixo, apenas uma delas não integra o rol dos objetivos fundamentais da República Federativa do brasil.

Assinale-a:

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1006Q331421 | Matemática, Aritmética e Algebra, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

Para o início do ano letivo, a mãe de Luiza foi à papelaria e comprou 10 canetas, 10 borrachas e 10 lápis, pagando R$ 23,00. A mãe de Larissa foi à mesma papelaria e adquiriu 8 canetas, 4 borrachas e 20 lápis, gastando R$ 22,00. Também nessa loja, a mãe das gêmeas Larissa e Melissa adquiriu 18 canetas, 14 borrachas e 15 lápis, dos mesmos tipos dos outros, e pagou R$ 36,00. Se a mãe de Fernanda for à mesma papelaria e comprar 20 canetas, 5 borrachas e 30 lápis, de quanto será a sua despesa?
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1007Q113581 | Administração Geral, Comportamento, Analista de Gestão Administrativa, PRODEMGE, FUMARC

O estudo do arranjo físico de móveis e equipamentos em qualquer local de trabalho é importante, pois disso depende o bem-estar e, consequentemente, o melhor rendimento das pessoas. Sabendo-se da importância de tal ferramenta, marque a opção que NÃO representa a finalidade de um estudo do arranjo físico:

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1008Q390355 | História, História Geral, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

“Ela é imaginada como uma comunidade porque, independentemente da desigualdade e da explora-ção efetiva que possam existir dentro dela, a nação sempre é concebida como uma profunda cama-radagem horizontal. No fundo, foi essa fraternidade que tornou possível, nestes dois últimos séculos, que tantos milhões de pessoas tenham-se disposto não tanto a matar, mas sobretudo a morrer por essas criações imaginárias limitadas. (ANDERSON, Benedict. Nações Imaginadas. São Paulo: Com-panhia das Letras, 2008. p. 34) Anderson (2008) refere-se à nação, sob um olhar antropológico, como uma comunidade política ima-ginada e traduzida, assim, por uma fraternidade capaz de possibilitar as guerras mundiais.

A Primeira Grande Guerra (1914-1918) foi o primeiro conflito, de dimensão mundial, que rompeu com o intervalo de “paz” após as guerras napoleônicas. Sobre a Primeira Grande Guerra, considerando o conceito de comunidades imaginadas de Anderson, é CORRETO afirmar:

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1009Q27866 | Direito Administrativo, Agente Legislativo, Câmara de Mariana MG, FUMARC

Por Sistema de Registro de Preços compreende-se:
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1010Q117766 | Engenharia de Software , UML, Analista de Sistemas, BDMG, FUMARC

Analise as seguintes afirmativas sobre os Diagramas de Interação da UML.

I. Um Diagrama de Interação mostra a interação entre um conjunto de objetos e seus relacionamentos, incluindo as mensagens que poderão ser trocadas entre eles.

II. Diagramas de Sequência e Diagramas de Colaboração são Diagramas de Interação e modelam aspectos dinâmicos de sistemas.

III. Diagramas de Colaboração dão ênfase à ordenação temporal das mensagens trocadas entre os objetos.

Marque a alternativa CORRETA:

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1011Q23320 | Português, Advogado, CEMIG, FUMARC

Texto associado.
Instrução: As questões de 1 a 4 referem-se ao texto a seguir. Leia-o antes de responder a elas.

Existe um diagnóstico sobre a interface entre energia, meio ambiente e sociedade?

Claudio J. D. Sales

01 A construção de uma usina para geração de energia elétrica, seja ela hidrelétrica, seja termelétrica, interfere, sim, na vida das pessoas que vivem nas regiões de influência dos rios e de outros ecossistemas. A realidade precisa ser encarada: apesar da necessidade de gerar energia para abastecer o País, a chegada desses empreendimentos provoca o deslocamento compulsório de famílias. E isso não tem preço.
02 O desafio de formuladores de políticas públicas e de empreendedores é acabar com a frase “uma minoria precisa se sacrificar para beneficiar a maioria”. Muito fácil dizer isso quando se está do lado da maioria.
03 É urgente um debate objetivo e despolitizado sobre como tem evoluído o respeito às populações no entorno dos empreendimentos de geração de eletricidade. Afinal, quais são os mecanismos legais e os programas que têm sido implantados para amenizar o inevitável “sentimento de perda” das comunidades, que precisam rever seus costumes e valores em prazos muito curtos?
04 A história da eletricidade no Brasil tem 125 anos. Começa em 1883, com a pequena usina hidrelétrica de Ribeirão do Inferno, com 0,5 MW de potência, no município mineiro de Diamantina. Na ocasião, foram indenizados apenas os proprietários de terras inundadas pela barragem. Foi assim por 100 anos.
05 Em 1983, com uma enchente extraordinária do rio Paraná, a CESP (Centrais Elétricas de São Paulo) reassentou as primeiras famílias não proprietárias de terra: posseiros, meeiros e arrendatários. A agenda do setor passa, então, a incorporar um olhar mais amplo sobre modos de vida, de produção e de geração de renda.
06 Nosso País requer, todos os anos, cerca de 3.000 MW médios adicionais para atender ao crescimento de sua economia. A construção de novas usinas traz consigo coisas boas. As mais visíveis são novos postos de trabalho e o aumento de arrecadação de impostos para municípios, estados e a União, que podem usar esses recursos para saúde, educação e segurança.
07 É fácil visualizar os benefícios para a maioria. Mas e a minoria? O que acontece com as comunidades locais, em termos concretos, no curto e no longo prazo? A vida dessas pessoas melhora ou piora?
08 Estima-se que foram remanejadas 200 mil famílias devido à construção de usinas. E desde 1983, quando foram remanejadas as primeiras famílias, a preocupação com os impactos sociais dos empreendimentos cresceu. Essa evolução foi provocada ora pelo poder público, ora pelos empreendedores, estatais ou privados.
09 A voz da população tem sido formalmente ouvida. O Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) estabeleceu, na década de 80, a necessidade de submeter os estudos de impacto ambiental a audiências públicas. Também com o objetivo de dar transparência ao processo foi criado o Foro de Negociação onde, sob coordenação do Ibama, lideranças locais, Ministério Público, governo federal e empreendedores buscam soluções de consenso para o remanejamento da população.
10 Mas só um novo pedaço de chão não resolve o problema das famílias. Além de terra e orientação técnica, era preciso acesso a crédito rural para o desenvolvimento adequado da atividade agrícola. Com baixas taxas de juros e seguro contra perda da safra, a partir de 1998 as famílias que moram em reassentamentos passam a ter acesso aos recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que permitiu o aumento da produção e da renda familiar.
11 A evolução continua. Em 2006, uma iniciativa pioneira no Sul do País coloca à disposição da região da usina um Fundo de Desenvolvimento Rural. Com o apoio de técnicos do Sebrae, recursos dos empreendedores financiam projetos para agregar valor aos produtos agrícolas, aumentando a renda das famílias da região dos empreendimentos. É um belo projeto, que prevê que as amortizações dos financiamentos retornem ao próprio fundo para financiar novos projetos, criando um ciclo autossustentado que viabiliza a permanência desses produtores no campo, em atividades que fazem parte da realidade local.
12 Embora haja relevantes avanços, é fundamental aprimorar e fortalecer os mecanismos legais e de comunicação com as comunidades. Ouvir as pessoas e seus anseios, tratando-as como indivíduos e não como estatísticas, diminui a ansiedade e os temores que as mudanças trazem.
13 O mais importante no processo de realocação das famílias é o respeito aos valores individuais e coletivos para que seja possível a construção de um diálogo aberto e direto, sem intermediários, entre comunidades e empreendedores. Esse é o caminho para demolir as fronteiras entre “maiorias” e “minorias” e para que todos passem a enxergar esses empreendimentos como oportunidades de transformação e inclusão social.

(Adaptado de: . Acesso em 20 out. 2010.)
I A afirmação contida no primeiro período do texto traz em si indicação de que não se trata de opinião consensual.
II Durante a maior parte do século XX, quando se construía uma nova usina hidrelétrica, somente se indenizavam os proprietários de terras inundadas pela barragem.
III Segundo o texto, o poder público deve não só cuidar do reassentamento de proprietários de terras inundadas, mas, sobretudo, buscar a preservação dos valores e da cultura das populações afetadas pela construção de hidrelétricas.

Dentre as afirmativas acima, são CORRETAS:
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1012Q23330 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Advogado, CEMIG, FUMARC

O FIT Festival Internacional de Teatro Palco e Rua, que em 2010 alcançou sua décima edição, é uma realização de sucesso da cidade:
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1013Q27505 | Legislação Municipal, Técnico em Informática, Câmara de Presidente Olegário MG, FUMARC

Compete à Câmara Municipal de Presidente Olegário, privativamente, entre outras, as seguintes atribuições:
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1014Q536438 | Engenharia Civil, Hidráulica e Hidrologia, Engenheiro de Planejamento Hidroenergético Júnior, Companhia Energética de Minas Gerais MG, FUMARC, 2018

Analise as seguintes afirmativas com relação ao coeficiente de compacidade de uma bacia:

I. Quanto mais irregular uma bacia, maior será o valor do coeficiente de compacidade.

II. Para uma bacia circular, o coeficiente de compacidade é igual a uma unidade.

III. O coeficiente de compacidade de uma bacia é a relação entre a largura média da bacia e seu comprimento axial.

Está CORRETO o que se afirma em:

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1015Q536701 | Engenharia Civil, Engenheiro, Prefeitura de Contagem MG, FUMARC

O defeito que exige reparo e conservação de revestimentos de paralelepípedos e blocos de concreto, segundo a seguinte seqüência de operações:

• remover as peças

• recompor o colchão de assentamento

• reassentar as peças

• comprimir as peças com placas vibratórias ou rolos compressores

• efetuar o rejuntamento

é classificado como:

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1016Q57991 | Direito Civil, Delegado de Polícia Substituto, Polícia Civil MG, FUMARC, 2018

A respeito da posse, é CORRETO afirmar:
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1017Q342170 | Raciocínio Lógico, Análise Combinatória, Fiscal de Transporte e Trânsito, BHTRANS MG, FUMARC

Considere um ANAGRAMA como sendo uma permutação simples das letras de uma palavra dada. Usando a informação acima, é CORRETO afirmar que o número de anagra-mas da palavra BHTRANS que começam pela letra A é igual a:

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1018Q11204 | Português, Assistente Técnico, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Texto associado.
ESCOLA IDEAL PARA ALUNOS NÃO IDEAIS

Cláudio de Moura Castro

Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.

Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.

Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais - e não imaginários - e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.

Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.

Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real.

Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.

Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.

Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola? [...]

Revista Veja, 05 fev. 2014 (adaptado).
Em relação à constituição do texto, é CORRETO afirmar que
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1019Q103879 | Administração Geral, Gestão organizacional e empresarial, Analista Administrativo, CEMIG, FUMARC

Escolha a seqüência correta que complete o sentido do texto abaixo, e assinale a letra correspondente: ________I_______ é a primeira função administrativa, definindo ____II______ para o futuro desempenho organizacional e _______III_______ sobre os _____IV _____ e tarefas necessários para ______V________ adequadamente.

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1020Q133900 | Segurança da Informação, Analista de TI Júnior, CEMIG, FUMARC

De acordo com a norma ISSO 17799, assinale a alternativa que descreve corretamente um fator crítico de sucesso para a implantação da segurança da informação dentro de uma organização:

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