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Questões de Concursos FUMARC

Resolva questões de FUMARC comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1821Q719239 | Arquitetura, Arquiteto, TJ MG, FUMARC

Sobre o que se convenciona chamar de A Cidade Contemporânea, leia as afirmativas abaixo:

I. Na Cidade Contemporânea tem-se o Espaço Urbano como subproduto de inúmeras variáveis, na maioria das vezes não percebidas, tanto técnicas quanto humanas, tanto ambientais como políticas.

II. O conceito urbanístico contemporâneo absorveu parte da herança moderna + herança pós-moderna, além da Introdução de novos princípios e preocupações. Dentre estes novos princípios, pode-se destacar a retomada de um sentido integrado na abordagem das funções, exigindo uma macro-estruturação do território e uma distribuição geral das ocupações, uma preocupação constante com os sistemas de ligação interna e externa, além de uma diversidade e grande interação das funções urbanas. Apesar das renovações constantes, há sempre uma grande consideração com o patrimônio urbano existente.

III. O Urbanismo contemporâneo se baseia profundamente em conceitos de sustentabilidade urbana como o ambiente físico, o ambiente social e os princípios de infra-estrutura sustentável, em completa sintonia com as 3 ecologias de Félix Guatari: a ecologia física, a ecologia social e a ecologia mental.

IV. A priorização dos deslocamentos urbanos de pedestres e através de modais não motorizados é perfeitamente identificável nas políticas públicas dos países em desenvolvimento, bem como a adoção de conceitos arrojados de acessibilidade urbana, transporte alternativo e ecologia urbana. Este conceito de sustentabilidade é perfeitamente visível na imagem das grandes cidades brasileiras, por exemplo.

Marque a opção CORRETA:

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1823Q800512 | Fisioterapia, Fisioterapeuta, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Tanto as técnicas simples como os procedimentos de auto cuidados são selecionados a partir dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente com hanseníase. Quanto à pre-venção e tratamento de incapacidades físicas na hanseníase, marque a correlação INCORRETA entre sinais / sintomas e as condutas adequadas:

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1824Q217610 | Português, Oficial do MP Contabilidade, MPE MG, FUMARC

Texto associado.

INSTRUÇÃO: As questões de 01 a 09 referem-se ao texto a seguir.

Leia-o atentamente antes de responder a elas.

(____________________)

Carlos Heitor Cony Não foi há tanto tempo assim. Cheguei à praia com minhas filhas e encontrei um aglomerado de cidadãos. Eles montavam guarda num pequeno trecho da areia, caras alarmadas, pior: pungidas. Não fui eu quem viu o grupo, foi o grupo que me viu e dois de seus membros vieram em minha direção, delicadamente me afastaram das meninas e comunicaram: ? "Tire depressa suas filhas daqui!". As palavras foram duras, mas o tom era ameno, cúmplice. Quis saber por quê. Em voz baixa, conspiratória, um dos cidadãos me comunicou que ali na arrebentação, boiando como uma anêmona, alga desprendida das profundezas oceânicas, havia uma camisinha ? que na época atendia pelo poé- tico nome de "camisa de Vênus". O grupo de cidadãos ? num tempo em que direitos e deveres da cidadania ainda esperavam pela epifania de Betinho ? ali estava desde cedo, alertando pais incautos, como se a camisinha fosse uma pastilha de material nuclear, uma cápsula de césio com pérfidas e letais emanações. Não me lembro da reação que tive, é possível que tenha levado as meninas para outro canto, mas tenho certeza de que nem alarmado fiquei. Hoje, a camisinha aparece na televisão, é banal e inocente como um par de patins, um aparelho de barba. Domingo último, levando minhas setters à única praia em que são permitidos animais domésticos, encontrei um grupo de cidadãos em volta de uma coisa. Não, não era aquele monstro marinho que Fellini colocou no final de um de seus filmes. Tampouco era uma camisinha ? que as praias estão cheias delas, mais numerosas que as conchas e os tatuís de antigamente. O motivo daquela expressão de cidadania era uma seringa que as águas despejaram na areia. Objeto na certa infectado, trazendo na ponta de sua agulha o vírus da Aids, que algum viciado ali deixara, para contaminar inocentes e culpados. Daqui a dois, cinco anos, espero que a Aids não mais preocupe a humanidade. Mas os cidadãos continuarão alarmados, descobrindo novas misérias na efê- mera eternidade das espumas. (Folha de São Paulo, p.1-2, 9 jan. 1994.)

I.Assim o batalhão pungido chora tanto

Porque afinal morreu aquele que era forte como o oceano,

tendo um coração de santo... (Francisco Mangabeira)

II."Espírito de Minas me visita e sobre a confusão dessa cidade (...) lan-

ça teu claro raio ordenador". Esta invocação de Drummond, pungido

pela "saudade da pátria imaginária", me veio à mente no último domingo,

quando li o editorial deste jornal "Em defesa de Minas". (Prof. Pe.

Geraldo Magela Teixeir(A)

III.Permaneceu sozinho na cela, pensativo, pungido pela culpa, pela nostalgia

e pelas lembranças.

Tendo em conta o emprego do adjetivo pungido no texto e nos exemplos acima,

pode-se dizer que este NÃO significa:

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1825Q435210 | Direito Constitucional, Emenda à Constituição, Gestor Governamental, SEPLAG MG, FUMARC

Com base na Constituição da República, não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir os direitos e institutos abaixo, EXCETO:

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1826Q334388 | Matemática, Aritmética e Algebra, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

Um objeto é solto de um balão em voo e cai em queda livre percorrendo 3 m no primeiro segundo, 12 m no segundo, 21 m no terceiro segundo, e assim por diante. Continuando nessa sequência, o objeto atinge o solo após 19 segundos. A que altura do solo esse objeto foi solto?
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1827Q316749 | Administração Geral, Analista, BHTRANS MG, FUMARC

A pesquisa participante exige que se formule um conceito de ciência desvincu-lado de padrões universais e aplicado a situações mais específicas, a chamada ciência popular. Todas as afirmações abaixo representam características des-se novo conceito de ciência, EXCETO:

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1828Q335444 | Matemática, Geometria, FUMARC

A razão entre a altura e a base de um retângulo é 0,75. O perímetro desse retângulo é igual a 70 cm. Então, a área desse retângulo é:

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1829Q106923 | Legislação Estadual, Analista da Polícia Civil Direito, Polícia Civil MG, FUMARC

NÃO se inclui na competência privativa da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais:
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1830Q635878 | Informática, Filosofia do SGBD, Administrador de Banco de Dados, TJ MG, FUMARC

Em relação aos Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD), analise as seguinte afirmativas.

I. A estrutura de arquivos de dados é armazenada no catálogo do SGBD separadamente do programa de acesso aos dados.

II. O módulo do SGBD para o processamento de consulta e otimização é responsável por criar automaticamente índices que tornem as consultas mais eficientes.

III. O módulo de armazenamento temporário (buffering) de partes do banco de dados em memória é somente utilizado nos processos de backup e recuperação do banco de dados.

Assinale a alternativa CORRETA:

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1831Q218140 | Português, Oficial do MP Serviços Diversos, MPE MG, FUMARC

Tendo em conta o emprego dos pronomes relativos, assinale a alternativa em que tenha sido observado o padrão culto escrito.

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1832Q339501 | Raciocínio Lógico, Espaço Amostral, Gestor Governamental, SEPLAG MG, FUMARC

O controle de qualidade atuando na linha de produção de uma determinada indústria escolhe, aleatoriamente, duas peças em um lote formado por dez peças, dentre as quais três estão defeituosas e as demais são consideradas peças perfeitas. Considerando a probabilidade de se escolher duas peças perfeitas, o número que corresponde ao espaço amostral e o número que corresponde ao evento são, respectivamente:

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1833Q752988 | Engenharia Ambiental, Engenharia Ambiental, Engenheiro de Meio Ambiente Júnior, Companhia Energética de Minas Gerais MG, FUMARC, 2018

São motivos que justificam o cuidado e a importância das Matas Ciliares para o meio ambiente, EXCETO:
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1834Q359283 | Enfermagem, Administração em Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Betim MG, FUMARC

Sobre o registro das anotações de enfermagem no prontuário do paciente, podemos afirmar:
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1835Q241277 | Português, Técnico Assistente da Polícia Civil Técnico em Radiologia, Polícia Civil MG, FUMARC

Texto associado.

INSTRUÇÃO: Leia com atenção o Texto 1 para responder às questões 01 a 06.

TEXTO 1


O mais terrível

Luis Fernando Veríssimo

O mais terrível não era a menina me chamando de "tio" e pedindo um trocado, ela de pé no chão no asfalto e eu no meu carro de bacana. O mais terrível não era eu escolhendo a cara e a voz para dizer que não tinha trocado, desculpe, como se a vergonha tivesse um protocolo que a absolvesse. O mais terrível foi nem a naturalidade com que ela cuspiu na minha cara. O mais terrível foi que ela era tão pequena que a cusparada não me atingiu.
Somos boas pessoas, bons cidadãos e bons pais, mas somos tios relapsos. Nossas sobrinhas e nossos sobrinhos enchem as ruas de nossas cidades, cercam nossos carros, invadem nossas vidas e insistem que são nossa família, e não temos nada para lhes dar ou dizer, além de esmola ou "desculpe". Na família brasileira "tios" e sobrinhos têm um diálogo de ameaça e medo, revolta e remorso, e poucas palavras. Nenhum consolo possível, nenhuma esperança, nenhuma explicação. O que dizer a uma sobrinha cuja cabeça mal chega à janela do carro e tenta cuspir na cara do tio? Feio. Falta de educação. Papai do céu castiga. Paciência, minha filha, este é apenas um ciclo econômico e a nossa geração foi escolhida para este vexame, você aí desse tamanho pedindo esmola e eu aqui sem nada para te dizer, agora afasta que abriu o sinal. Não pergunte ao titio quem fez a escolha, é tudo muito complicado e, mesmo, você não entenderia a teoria. Vá cheirar cola, para passar. Vá morrer, para esquecer. Ou vá crescer, para me matar na próxima esquina.
A história, dizem, terminou, e os mocinhos ganharam. Os realistas, os antiutópicos, os racionais. Ficou provado que a solidariedade é antinatural e que cada um deve cuidar dos apetites dos seus. Ou seja: ninguém é "tio" de ninguém. A família humana é um mito, o sofrimento alheio é um estorvo e se a miséria à tua volta te incomoda, compra uma antena parabólica. Ninguém é insensível, dizem os mocinhos, mas a compaixão não funciona. Todos esses anos de convivência com a dor dos outros, que deviam ter nos educado para a compaixão, nos educaram para a autodefesa, para cuspir primeiro. Os bons sentimentos faliram, dizem os mocinhos. Confiemos o futuro ao mercado, que não tem sentimentos, que tritura gerações entre seus dedos invisíveis, pra que se envolver? Afasta do carro que abriu o sinal.
Mas mais terrível do que tudo é eu ficar aqui, escolhendo frases para encher o papel, até cuidando o estilo, já que é domingo. Como se fizesse alguma diferença. Como se isso fosse nos salvar, o tio da sua impotência e cumplicidade e a sobrinha anônima do seu destino. Desculpe.

Fonte: VERÍSSIMO, Luis Fernando; FONSECA, Joaquim da. Traçando Porto Alegre. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1995, p. 87–88.

A suposta fala que NÃO foi dirigida à criança é:

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1836Q325002 | Pedagogia, Fundamentos da Educação, Gestor Governamental, SEPLAG MG, FUMARC

Segundo Libâneo (1999, p. 50), "o campo do conhecimento pedagógico corresponde ao estudo científico e filosófico da educação e aos conhecimentos teóricos e práticos de sua aplicação". Sendo assim, eles podem ser agrupados nas seguintes áreas, EXCETO:

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1838Q133056 | Português, Interpretação de Textos, Analista de TI Júnior, CEMIG, FUMARC

Texto associado.

Instrução: As questões de 1 a 4 referem-se ao texto a seguir. Leia-o antes de
responder a elas.

Existe um diagnóstico sobre a interface entre
energia, meio ambiente e sociedade?


Claudio J. D. Sales

1 A construção de uma usina para geração de energia elétrica, seja ela
hidrelétrica, seja termelétrica, interfere, sim, na vida das pessoas que vivem nas
regiões de influência dos rios e de outros ecossistemas. A realidade precisa ser
encarada: apesar da necessidade de gerar energia para abastecer o País, a
chegada desses empreendimentos provoca o deslocamento compulsório de
famílias. E isso não tem preço.
2 O desafio de formuladores de políticas públicas e de empreendedores é
acabar com a frase uma minoria precisa se sacrificar para beneficiar a maioria.
Muito fácil dizer isso quando se está do lado da maioria.
3 É urgente um debate objetivo e despolitizado sobre como tem evoluído o
respeito às populações noentorno dos empreendimentos de geração de
eletricidade. Afinal, quais são os mecanismos legais e os programas que têm sido
implantados para amenizar o inevitável sentimento de perda das comunidades,
que precisam rever seus costumes e valores em prazos muito curtos?
4 A história da eletricidade no Brasil tem 125 anos. Começa em 1883, com a
pequena usina hidrelétrica de Ribeirão do Inferno, com 0,5 MW de potência, no
município mineiro de Diamantina. Na ocasião, foram indenizados apenas os
proprietários de terras inundadas pela barragem. Foi assim por 100 anos.
5 Em 1983, com uma enchente extraordinária do rio Paraná, a CESP
(Centrais Elétricas de São Paulo) reassentou as primeiras famílias não
proprietárias de terra: posseiros, meeiros e arrendatários. A agenda do setor
passa, então, a incorporar um olhar mais amplo sobre modos de vida, de produção
e de geração de renda.
6 Nosso País requer, todos os anos, cerca de 3.000 MW médios adicionais
para atenderao crescimento de sua economia. A construção de novas usinas traz
consigo coisas boas. As mais visíveis são novos postos de trabalho e o aumento
de arrecadação de impostos para municípios, estados e a União, que podem usar
esses recursos para saúde, educação e segurança.
7 É fácil visualizar os benefícios para a maioria. Mas e a minoria? O que
acontece com as comunidades locais, em termos concretos, no curto e no longo
prazo? A vida dessas pessoas melhora ou piora?
8 Estima-se que foram remanejadas 200 mil famílias devido à construção de
usinas. E desde 1983, quando foram remanejadas as primeiras famílias, a preocupação com os impactos sociais dos empreendimentos cresceu. Essa
evolução foi provocada ora pelo poder público, ora pelos empreendedores,
estatais ou privados.
9 A voz da população tem sido formalmente ouvida. O Conselho Nacional de
Meio Ambiente (Conama) estabeleceu, na década de 80, a necessidade de
submeter os estudos de impacto ambiental aaudiências públicas. Também com o
objetivo de dar transparência ao processo foi criado o Foro de Negociação onde,
sob coordenação do Ibama, lideranças locais, Ministério Público, governo federal e
empreendedores buscam soluções de consenso para o remanejamento da
população.
10 Mas só um novo pedaço de chão não resolve o problema das famílias.
Além de terra e orientação técnica, era preciso acesso a crédito rural para o
desenvolvimento adequado da atividade agrícola. Com baixas taxas de juros e
seguro contra perda da safra, a partir de 1998 as famílias que moram em
reassentamentos passam a ter acesso aos recursos do Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que permitiu o aumento da
produção e da renda familiar.
11 A evolução continua. Em 2006, uma iniciativa pioneira no Sul do País
coloca à disposição da região da usina um Fundo de Desenvolvimento Rural. Com
o apoio de técnicos do Sebrae, recursos dos empreendedores financiamprojetos
para agregar valor aos produtos agrícolas, aumentando a renda das famílias da
região dos empreendimentos. É um belo projeto, que prevê que as amortizações
dos financiamentos retornem ao próprio fundo para financiar novos projetos,
criando um ciclo autossustentado que viabiliza a permanência desses produtores
no campo, em atividades que fazem parte da realidade local.
12 Embora haja relevantes avanços, é fundamental aprimorar e fortalecer os
mecanismos legais e de comunicação com as comunidades. Ouvir as pessoas e
seus anseios, tratando-as como indivíduos e não como estatísticas, diminui a
ansiedade e os temores que as mudanças trazem.
13 O mais importante no processo de realocação das famílias é o respeito
aos valores individuais e coletivos para que seja possível a construção de um
diálogo aberto e direto, sem intermediários, entre comunidades e
empreendedores. Esse é o caminho para demolir as fronteiras entre maiorias e
minorias e para quetodos passem a enxergar esses empreendimentos como
oportunidades de transformação e inclusão social.

(Adaptado de: . Acesso em 20 out. 2010.)

Em todas as alternativas, as reformulações propostas para o trecho transcrito entre parênteses implicam erro ou mudança de sentido, EXCETO:

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1839Q401607 | Direito Administrativo, Atos Administrativos, Gestor Governamental, SEPLAG MG, FUMARC

Sobre o ato administrativo, é CORRETO afirmar:
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1840Q553930 | Informática, Windows Explorer, Administrador de Banco de Dados, TJ MG, FUMARC

São opções disponíveis no menu “Formatar” do Microsoft Word, versão português do Office XP, EXCETO:

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