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Questões de Concursos FUMARC

Resolva questões de FUMARC comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2001Q799045 | Fisioterapia, Fisioterapeuta, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Marque a afirmativa CORRETA:

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2002Q255057 | Redes de Computadores, Segurança de Redes, Técnico Judiciário, TJ MG, FUMARC

Analise as seguintes afrmativas sobre segurança digital em redes e segurança da informação.

I. Uma política de segurança é um mecanismo de proteção (desencorajador) a partir do momento que é amplamente divulgada e conhecida por todos os funcionários e colaboradores da organização.
II. Um ataque do tipo DDOS (distributed denial of service) afeta diretamente o fundamento de segurança da informação que trata da disponibilidade.
III. Uma assinatura digital está diretamente relacionada a identifcação biométrica que permite que características físicas sejam utilizadas para garantir a autenticidade de um documento ou para permitir o acesso físico ou lógico a um local ou sistema.

Assinale a alternativa CORRETA:

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2004Q634230 | Informática, Parametros, Técnico Administrativo, MPE MG, FUMARC

A topologia de uma rede de comunicação refere-se à forma como os enlaces físicos e os nós de comutação estão organizados, determinando os caminhos físicos existentes e utilizáveis entre quaisquer pares de estações conectadas a essa rede. A alternativa que apresenta uma característica de uma rede com topologia em anel é:

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2005Q322689 | Pedagogia, Processo de Planejamento, Gestor Governamental, SEPLAG MG, FUMARC

A certificação especial de conclusão de etapa ou curso de educação básica oferecido ao aluno com necessidades educacionais especiais, no que e como couber, descreverá as habilidades e competências a partir de relatório circunstanciado e plano de desenvolvimento, de que constem ainda:

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2006Q708242 | Português, Morfologia, Psicologo Fiscal, CRP MG, FUMARC, 2019

Texto associado.
QUE TEMPOS, ESTES!Lya Luft      Em todas as épocas houve quem desse esta exclamação: que tempos!      “A gente não entende mais nada” é outra. Mas as pessoas sempre querem saber tudo, entender tudo, com preguiça de usar a sua própria maravilhosa imaginação. Corremos com o tempo, ou contra ele, para outra vida, para novos horizontes, em círculo nos lugares e pessoas que amamos, finalmente para o nada ou para “um lugar melhor”, como se diz.      Não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O jeito é multiplicar o brilho dos afetos, o calor dos abraços.      “De repente, eu tenho oitenta anos”, comentou com ar de surpresa minha mãe, antes que a enfermidade lhe roubasse a consciência de si e de nós. De repente, quem sabe, então, vão-se resolver nossas aflições civis de hoje, e as econômicas, e o sentimento de desamparo e confusão. E voltaremos a ser um país simpático, um pouco malandro, quem sabe, mas não criminoso, não corrupto, não destruidor do cotidiano digno ou possível de seus filhos.      “Vivemos tempos estranhos” é frase repetida em todos os níveis. Tempos confusos, surpreendentes, cada dia uma chateação maior, uma confusão mais elaborada, uma perplexidade mais pungente. (Ainda bem que nos salvamos com novidades boas: os bebês que nascem, as crianças que começam a trotar naquele encantador jeito só delas, os amigos que recuperam a saúde, a família que se encontra, os amados distantes que se comunicam mais, o flamboyant delirando em vermelhos surreais na rua.)       Nós, os incautos pagadores de contas, contadores de trocados e trocadores de emprego (ou simplesmente sem ele), não sabemos bem o que fazer. “Tá tudo muito esquisito”, comentamos uns com os outros, alguns querendo ir embora, outros querendo aguentar até que tudo melhore, porque é a terra da gente, e muitos são, como esta que escreve, reis em sua zona de conforto.      Todos imaginamos, procuramos, uma solução, que parece impossível ou distante.      Mas que está ruim está, todas as providências hoje nos deixam duvidosos, e as festas andam sem o brilho de outros tempos, essa é a verdade. Onde estão as ruas iluminadas numa competição de beleza em tantos bairros da cidade no Natal, por exemplo? A gente pegava o carro para ver, de noite, toda aquela cintilação.      Hoje mal saímos de casa na noite escura.      Mas não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O jeito é multiplicar outro brilho, nos tempos tormentosos: o brilho dos afetos, o calor dos abraços, a sinceridade na tolerância e o respeito pelas manias, esquisitices, aflições alheias – porque é tempo de aflições. Dá algum trabalho manter a ciranda emocional lubrificada e funcionando com certa mansidão, mas também traz um enorme conforto, apesar da unhada eventual da mágoa, da saudade ou da preocupação – que, diga-se de passagem, é a inefugível marca das mães.      Complicado: se de um lado corre, de outro lado o rio parece se arrastar. Depende do ângulo pelo qual olhamos, do quanto sobra no bolso antes do fim do mês, depende do emprego seguro, da capacidade de alegria, depende de pessoas decentes, depende de recursos, para que a grande engrenagem enferrujada volte a funcionar, e o tempo seja de mais alegria e mais aconchego de uns com os outros.
Em: “Nós, os incautos pagadores de contas, contadores de trocados e trocadores de emprego (ou simplesmente sem ele), não sabemos bem o que fazer.” O termo destacado é
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2007Q117153 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Sistemas, BDMG, FUMARC

Texto associado.

Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então, viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em meio ao mar que avançava.
Não dava para fazer um desenho sobre política!, diz.

Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções que ele enviou à Folha para aprovação e publicação. Fiquei surpreso com as críticas, diz. Acho que não entenderam a charge.

Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz estar seguro da escolha. Fiz o certo, minha intenção não era fazer uma piada.

O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada, defende Montanaro. É um desenho superimparcial. É inocente como o ilustrador, que é um jovenzinho, diz. De mau gosto foi a tragédia em si. E completa: O humor funciona por conta dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos críticos.

Para o artista Allan Sieber, que também publica na Ilustrada, Montanaro fez o trabalho dele e a escolha da ilustração valeu a pena.

O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro A Guerra dos Gibis (Companhia das Letras), afirma que quem perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores que se manifestaram contra.

Vivemos na era da chatice e do politicamente correto. É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.

Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.

O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal Berita Harian, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O jornal se retratou.
Apesar de o desenho de Montanaro não ter me incomodado, consigo entender por que alguns leitores se sentiram desconfortáveis, diz Sidney Gusman, editor- chefe do site Universo HQ. Fico imaginando como eu reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.

Outra razão apontada para a má recepção é o desconhecimento do desenho original. Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas não iriam se chocar, diz Mario Sergio Barbosa, pai de Montanaro. Mas eu não conhecia a referência dele.

Há também a possibilidade de o leitor não estar acostumado ao gênero da charge. As pessoas ligam a palavra charge a coisas alegres, mas a ideia é ser um convite ao pensamento, diz o quadrinista Mauricio de Sousa.

O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda. Quem está acostumado entende melhor desenhos como o de Montanaro. Outros veem as charges como necessariamente uma piada e, por isso, se incomodam.

Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores da página A2 entre 1986 e 1995, diz: Os cartunistas constroem uma imagem de irreverentes, de livres criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo comunicador tem de antecipar a reação do público e medir o que vai causar. Nem tudo é permitido.

Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, é nesses momentos de tragédia que temos de fazer críticas.

DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.

Observando os quatro textos em análise, se pode afirmar que:

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2008Q482997 | Geografia, Urbanização, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

Dentre os diferentes tipos de redes urbanas, Christaller propõe o estudo de rede urbana enquanto um conjunto integrado de cidades, fornecendo uma teoria do tamanho, da função e do espaçamento dos centros de mercado. Na perspectiva da rede christalleriana, avalie as informações a seguir:

I. A rede de Christaller, a partir de argumento de caráter geométrico, representa um conjunto de cidades num espaço hierarquizado, apresentando alguns lugares centrais mais importantes que outros, cujas funções centrais se estendem por regiões em que existem outros lugares centrais de menor importância.

II. Na lógica do modelo geométrico de escala regional proposto por Christaller, cuja construção parte de um conjunto de suposições e de condições, dentre elas, a existência de uma planície isotrópica com uma população uniformemente distribuída e com o mesmo poder de compra, torna-se adequado considerar que as cidades conhecidas como globais, consideradas centros vitais da economia capitalista globalizada, representam a posição de maior nível hierárquico do modelo.

III. Na rede de Christaller, as áreas hexagonais de mercado representam o melhor compromisso entre o ideal econômico e a realidade geográfica e produzem uma rede hierárquica de áreas de mercado com seis lados.

É CORRETO o que se afirma em:

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2009Q541111 | Engenharia Civil, Engenharia Civil, Técnico de Projetos Civis I, Companhia Energética de Minas Gerais MG, FUMARC, 2018

As repercussões de um projeto podem ir além de suas consequências ecológicas. Ações humanas repercutem sobre as pessoas, quer no plano econômico, quer no social, quer no cultural. Uma maneira de tratar a cultura emprega a noção de “patrimônio cultural”, que, na atualidade, é um conceito muito abrangente, abarcando um sem-número de criações humanas passadas ou presentes (SANCHEZ, p. 23). Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial expressos abaixo, EXCETO:
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2010Q734671 | Direito Processual Penal, Competência, Delegado de Polícia Substituto, Polícia Civil MG, FUMARC, 2018

Em matéria de competência, é CORRETO afirmar que a competência por prerro-gativa de função estabelecida
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2011Q461820 | Direito Penal, Extinção da Punibilidade, Gestor Governamental, SEPLAG MG, FUMARC

Sobre prescrição, é INCORRETO afirmar que:

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2012Q218120 | Português, Oficial do MP Serviços Diversos, MPE MG, FUMARC

Texto associado.

INSTRUÇÃO: As questões de 01 a 09 referem-se ao texto a seguir.

Leia-o atentamente antes de responder a elas.

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Carlos Heitor Cony

Não foi há tanto tempo assim. Cheguei à praia com minhas filhas e encontrei um aglomerado de cidadãos. Eles montavam guarda num pequeno trecho da areia, caras alarmadas, pior: pungidas. Não fui eu quem viu o grupo, foi o grupo que me viu e dois de seus membros vieram em minha direção, delicadamente me afastaram das meninas e comunicaram: ? "Tire depressa suas filhas daqui!". As palavras foram duras, mas o tom era ameno, cúmplice. Quis saber por quê. Em voz baixa, conspiratória, um dos cidadãos me comunicou que ali na arrebentação, boiando como uma anêmona, alga desprendida das profundezas oceânicas, havia uma camisinha ? que na época atendia pelo poé- tico nome de "camisa de Vênus". O grupo de cidadãos ? num tempo em que direitos e deveres da cidadania ainda esperavam pela epifania de Betinho ? ali estava desde cedo, alertando pais incautos, como se a camisinha fosse uma pastilha de material nuclear, uma cápsula de césio com pérfidas e letais emanações. Não me lembro da reação que tive, é possível que tenha levado as meninas para outro canto, mas tenho certeza de que nem alarmado fiquei. Hoje, a camisinha aparece na televisão, é banal e inocente como um par de patins, um aparelho de barba. Domingo último, levando minhas setters à única praia em que são permitidos animais domésticos, encontrei um grupo de cidadãos em volta de uma coisa. Não, não era aquele monstro marinho que Fellini colocou no final de um

I.Assim o batalhão pungido chora tanto Porque afinal morreu aquele que era forte como o oceano, tendo um coração de santo... (Francisco Mangabeira) II."Espírito de Minas me visita e sobre a confusão dessa cidade (...) lan- ça teu claro raio ordenador". Esta invocação de Drummond, pungido pela "saudade da pátria imaginária", me veio à mente no último domingo, quando li o editorial deste jornal "Em defesa de Minas". (Prof. Pe. Geraldo Magela Teixeira) III.Permaneceu sozinho na cela, pensativo, pungido pela culpa, pela nostalgia e pelas lembranças. Tendo em conta o emprego do adjetivo pungido no texto e nos exemplos acima, pode-se dizer que este NÃO significa:

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2013Q594956 | Química, Bioquímico, Prefeitura de Betim MG, FUMARC

Após realizar exame parasitológico de fezes e diagnosticado as espécies Schistosoma, Fasciola, Taenia, Ascaris e Enterobius, pode-se afirmar que a forma diagnóstica foi:

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2014Q798733 | Fisioterapia, Fisioterapeuta, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Sobre as técnicas de alongamento, marque a afirmativa INCORRETA:

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2015Q258087 | Enfermagem, Técnico Judiciário, TJ MG, FUMARC

Com relação às Diretrizes de 2010 da American Heart Association (AHA) para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Atendimento Cardiovascular de Emergência (ACE), analise as afrmativas abaixo:

I. As novas diretrizes enfatizam uma RCP de alta qualidade e para isto a freqüência de compressão deve ser de aproxi- madamente 100 bpm.

II. Deve-se fazer uma compressão mínima de 5 cm no tórax do adulto e de, no mínimo um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, em bebê e crianças (aproximadamente, 1,5 polegada [4 cm] em bebê e 2 polegadas [5 cm] em crianças).

III. Não houve alteração na recomendação referente à relação compressão-ventilação de 30:2 para um único socorrista de adultos, crianças e bebê (excluindo-se recém-nascidos).

IV. Recomenda-se a alteração na sequência de procedimentos de SbV de AbC para CAb.

Marque a opção CORRETA:

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2016Q180818 | Direito Empresarial e Comercial, Defensor Público, DPE MG, FUMARC

Analise as alternativas abaixo e assinale a resposta adequada:

1. O exercício do direito de propriedade pressupõe deveres.
2. A propriedade do solo se estende ao subsolo.
3. Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas somente as benfeitorias necessárias, sobre as quais recai o direito de retenção.
4. O pedido de imissão de posse poderá seguir o procedimento especial, caso trate de posse nova.

Está(ao) CORRETA(S):

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2018Q803963 | Fonoaudiologia, Fonoaudiólogo, Prefeitura de Nova União MG, FUMARC

As alterações estruturais mínimas de cobertura (AEMC) estão descritas CORRETAMENTE em:

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2019Q121732 | Engenharia de Software , Teste de Software, Analista de Tecnologia da Informação, PRODEMGE, FUMARC

Analise as afrmativas abaixo em relação às técnicas de teste de software.
I. O teste caixa-branca permite derivar casos de teste que, dentre outras coisas, exercitam as estruturas de dados internas para garantir sua validade.
II. O teste caixa-preta é usado para demonstrar que as funções do software estão operacionais, se preocu- pando pouco com a estrutura lógica interna do software.
III. O teste de caminho básico é uma técnica de teste caixa-preta.
Assinale a alternativa VERDADEIRA:

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2020Q187550 | Direito Administrativo, Contratos Administrativos, Advogado, BDMG, FUMARC

Texto associado.

Para responder as questões de 56 a 60 tenha como
base a Constituição Federal.

Sobre os Contratos Administrativos, assinale a alternativa INCORRETA:

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