Início

Questões de Concursos FUNCAB

Resolva questões de FUNCAB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1401Q35129 | Português, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Texto associado.
    São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
    Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
    O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
    Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
    Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
    O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
    A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
    É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]

BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Preserva-se o sentido de: “... o que está acontecendo em cada uma delas é RESULTADO da dinâmica que faz com que todas interajam...” (§ 3) com a substituição do nome em destaque pela seguinte metáfora:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1402Q6986 | Administração Pública, Analista de Trânsito, Detran PE, FUNCAB

Sobre as agências reguladoras, assinale a alternativa correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1403Q50526 | Administração Financeira e Orçamentária, Técnico em Contabilidade, MPE RO, FUNCAB

Assinale a alternativa que apresenta a composição da dívida flutuante de forma mais completa e correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1404Q30822 | Matemática, Assistente Administrativo, CREA RO, FUNCAB

Uma obra de aterro consumiu 14 mil metros cúbicos de brita que foram transportadas em caminhões basculantes com volume interno de 8 metros cúbicos. O número mínimo de caminhões basculantes utilizados foi:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1405Q5229 | Informática, Assistente de Trânsito, Detran SE, FUNCAB

Sobre golpes por e-mail, cresce significativamente, a cada ano, a sofisticação deste tipo de mensagem fraudulenta, que sempre tenta induzir o usuário a instalar aplicativos maliciosos ou a acessar endereços web com páginas falsas.

Para não se tornar vítima desses crimes virtuais, especialistas no assunto recomendam determinadas práticas, com EXCEÇÃO de:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1406Q41597 | História e Geografia de Estados e Municípios, Delegado de Polícia Civil, Polícia Civil RO, FUNCAB

Entre o primeiro e o segundo Ciclo da Borracha ocorreu um período de declínio. Entre as alternativas a seguir, assinale a que indica o fator associado ao declínio econômico na produção da borracha brasileira durante o período mencionado.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1407Q20892 | Direito Constitucional, Atividade Técnica de Complexidade Intelectual, ANS, FUNCAB

Nos termos da Constituição Federal, compete privativamente ao Presidente da República:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1408Q443554 | Direito Constitucional, Fiscalização Contábil, Analista de Gestão, Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia RO, FUNCAB

Sobre os Tribunais de Contas, é correto afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1409Q45992 | Redação Oficial, Agente de Atividades Administrativas, IPEM RO, FUNCAB

A circular é uma comunicação oficial, interna ou externa, expedida para diversas unidades administrativas ou determinados funcionários. Assinale a opção que NÃO faz parte da estrutura de uma circular.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1410Q52470 | Arquivologia, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

Um agente administrativo da Polícia Rodoviária Federal recebe a tarefa de organizar as pastas abaixo pelo método de arquivamento geográfico, que tem a cidade como referência: 

1. Santos/São Paulo/Ricardo Rocha. 
2. São Paulo / São Paulo / Carlos Santa Cruz. 
3. Rondonópolis / Mato Grosso/Antônio Reis. 
4. Cuiabá / Mato Grosso / Carla Rossi da Silva. 
5. Goiânia/Goiás/José Gomes. 
6. Goiânia/Goiás/Josué Gomes.

As pastas devem ser arquivadas na seguinte ordem:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1411Q810753 | Legislação Federal, Lei n 9503 1997 Código de Trânsito Brasileiro, Delegado de Polícia, Polícia Civil RO, FUNCAB

Segundo o Artigo 19 do Código de Trânsito Brasileiro, compete ao órgão máximo executivo de trânsito da União, EXCETO:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1412Q18194 | Direitos Humanos, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar RO, FUNCAB

Em relação ao processo administrativo disciplinar, é correto afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1413Q16932 | Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Cadete da Polícia Militar, Polícia Militar GO, FUNCAB

Dentre as medidas de proteção, aplicáveis à criança e ao adolescente em situação de risco social ou pessoal, NÃO se inclui a(o):
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1414Q17205 | Português, Médico Psiquiatra, Polícia Militar RO, FUNCAB

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda a questão proposta:

      Guedes, um policial adepto do Princípio da Singeleza, de Ferguson - se existem duas ou mais teorias para explicar um mistério, a mais simples é a mais verdadeira jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfína Delamare. Ela, por sua vez, nunca havia visto um policial em carne e osso. O tira, como todo mundo, sabia quem era Delfina Delamare, a cinderela órfã que se casara com o milionário Eugênio Delamare, colecionador de obras de arte, campeão olímpico de equitação pelo Brasil, o bachelor mais disputado do hemisfério sul. Os jornais e revistas deram um grande destaque ao casamento da moça pobre que nunca saíra de casa, onde tomava conta de uma avó doente, com o príncipe encantado; e desde então o casal jamais deixou de ser notícia.
      Houve um tempo em que os tiras usavam paletó, gravata e chapéu, mas isso foi antes de Guedes entrar para a polícia. Ele possuía apenas um terno velho, que nunca usava e que, de tão antigo, já entrara e saíra de moda várias vezes. Costumava vestir um blusão sobre a camisa esporte, a fim de esconder o revólver, um Colt Cobra 38, que usava sob o sovaco. [...]
      Delfina Delamare nem sempre acompanhava o marido nas viagens. Na verdade ela não gostava muito de viajar. [...] Ela preferia ficar no Rio, trabalhando em suas obras filantrópicas.
      O encontro entre Delfina e Guedes deu-se numa das poucas circunstâncias possíveis de ocorrer. Foi na rua, é claro, mas de maneira imprevista, para um e outro. Delfina estava no seu Mercedes, na rua Diamantina, uma rua sem saída no alto do Jardim Botânico. Quando chegou ao local do encontro Guedes já sabia que Delfina não estava dormindo, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranqüilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro. Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.
      O local já havia sido isolado pelos policiais. A rua Diamantina tinha árvores dos dois lados e, naquela hora da manhã, o sol varava a copa das árvores e refletia na capota amarelo-metáfico do carro, fazendo-a brilhar como se fosse de ouro.
      Guedes acompanhou atentamente o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística. Havia poucas impressões digitais no carro, colhidas cuidadosamente pelos peritos da polícia. Foram feitas várias fotos de Delfina, alguns closes da mão calibre 22. No pulso da mão esquerda, um relógio de ouro. Dentro da bolsa, sobre o banco do carro, havia um talão de cheques, vários cartões de crédito, objetos de maquiagem num pequeno estojo, um vidro de perfume francês, um lenço de cambraia, uma receita de papel timbrado do médico Pedro Baran (hematologia, oncologia) e um aviso de correio do Leblon para Delfina Delamare apanhar correspondência registrada, Esses dois documentos Guedes colocou no bolso. Havia no porta-luvas, além do documento do carro, um livro, Os Amantes, de Gustavo Flávio, com a dedicatória “Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.” A dedicatória não tinha data e fora escrita com uma caneta de ponta macia e tinta preta. Guedes colocou o livro debaixo do braço. Esperou a perícia terminar o seu lento trabalho no local; aguardou o rabecão chegar e levar o corpo da morta numa caixa de metal amassada e suja para ser autopsiado no Instituto Médico Legal. Delfina recebeu dos homens do rabecão o mesmo tratamento dos mendigos que caem mortos na sarjeta.

FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 13-14.
Em “NA VERDADE ela não gostava muito de viajar.” (§ 3) a locução em destaque expressa, no contexto, ideia de:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1415Q365636 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, Prefeitura de armação de Buzios RJ, FUNCAB

Assinale a alternativa que contenha os conceitos corretos sobre sístole e diástole.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1416Q187723 | Português, Proparoxítonas, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

Texto associado.

Texto 1

Inauguração da Avenida

      [...]
      Já lá se vão cinco dias. E ainda não houve aclamações, ainda não houve delírio. O choque foi rude demais. Acalma ainda não renasceu.
      Mas o que há de mais interessante na vida dessa mó de povo que se está comprimindo e revoluteando na Avenida, entre a Prainha e o Boqueirão, é o tom das conversas, que o ouvido de um observador apanha aqui e ali, neste ou naquele grupo.
      Não falo das conversas da gente culta, dos “doutores” que se julgam doutos.
Falo das conversas do povo - do povo rude, que contempla e critica a arquitetura dos prédios: “Não gosto deste... Gosto mais daquele... Este é mais rico... Aquele tem mais arte... Este é pesado... Aquele é mais elegante...”.
      Ainda nesta sexta-feira, à noite, entremeti-me num grupo e fiquei saboreando uma dessas discussões. Os conversadores, à luz rebrilhante do gás e da eletricidade, iam apontando os prédios: e - cousa consoladora - eu, que acompanhava com os ouvidos e com os olhos a discussão, nem uma só vez deixei de concordar com a opinião do grupo. Com um instintivo bom gosto subitamente nascido, como por um desses milagres a que os teólogos dão o nome de “mistérios da Graça revelada” - aquela simples e rude gente, que nunca vira palácios, que nunca recebera a noção mais rudimentar da arte da arquitetura, estava ali discernindo entre o bom e o mau, e discernindo com clarividência e precisão, separando o trigo do joio, e distinguindo do vidro ordinário o diamante puro.
      É que o nosso povo - nascido e criado neste fecundo clima de calor e umidade, que tanto beneficia as plantas como os homens - tem uma inteligência nativa, exuberante e pronta, que é feita de sobressaltos e relâmpagos, e que apanha e fixa na confusão as ideias, como a placa sensibilizada de uma máquina fotográfica apanha e fixa, ao clarão instantâneo de uma faísca de luz oxídrica, todos os objetos mergulhados na penumbra de uma sala...
      E, pela Avenida em fora, acotovelando outros grupos, fui pensando na revolução moral e intelectual que se vai operar na população, em virtude da reforma material da cidade.
      A melhor educação é a que entra pelos olhos. Bastou que, deste solo coberto de baiucas e taperas, surgissem alguns palácios, para que imediatamente nas almas mais incultas brotasse de súbito a fina flor do bom gosto: olhos, que só haviam contemplado até então betesgas, compreenderam logo o que é a arquitetura. Que não será quando da velha cidade colonial, estupidamente conservada até agora como um pesadelo do passado, apenas restar a lembrança?
      [...]
      E quando cheguei ao Boqueirão do Passeio, voltei-me, e contemplei mais uma vez a Avenida, em toda sua gloriosa e luminosa extensão. [...]

Gazeta de Notícias - 19 nov.1905. Bilac, Olavo. Vossa Insolência: crônicas. São Paulo: Companhia de Letras, 1996, p. 264-267.

Vocabulário:
baiuca: local de última categoria, malfrequentado.
betesga: rua estreita, sem saída,
: do latim “mole” , multidão; grande quantidade,
revolutear: agitar-se em várias direções,
tapera: lugar malconservado e de mau aspecto

Tendo em vista o fragmento “Os conversadores, à luz rebrilhante do gás e da eletricidade, iam apontando os prédios...”, analise as afirmativas a seguir.

I. Usa-se o acento indicativo da crase em À LUZ porque se está diante de uma expressão adverbial que exige preposição + artigo feminino.

II. A forma verbal IAM APONTANDO pode ser substituída, sem prejuízo do entendimento, por APONTAM.

III. A palavra GÁS é acentuada por ser oxítona terminada em A, seguida de S.

Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1417Q17245 | Medicina, Médico Psiquiatra, Polícia Militar RO, FUNCAB

Um paciente de 30 anos levou um tiro em região inguinal, com lesão da artéria femoral. Ele é levado ao pronto-socorro e imediatamente ao centro cirúrgico para correção da lesão. Contudo, o anestesista constata sinais graves de anemia aguda por grande perda de sangue, com risco alto de morte. Ele solicita transfusão de hemácias para correção, pois apenas a soroterapia não está funcionando. A família se recusa a permitir a transfusão e o próprio paciente está em coma, sem condições de responder. Das opões abaixo, a conduta mais apropriada é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1418Q32355 | Administração Pública, Agente de Trânsito, Detran PB, FUNCAB

A responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito público e das de direito privado prestadoras de serviços públicos, pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarema terceiros:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1419Q50538 | Direito Constitucional, Técnico em Contabilidade, MPE RO, FUNCAB

Assinale a alternativa correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1420Q119172 | Programação , Conceitos básicos de programação, Analista de Sistemas, SEJUS RO, FUNCAB

São instrumentos narrativos utilizados na lógica de programação:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.