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Questões de Concursos FUNCAB

Resolva questões de FUNCAB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1681Q30460 | Português, Assistente Administrativo, CRC RO, FUNCAB

Texto associado.
AMOR MENINO

     Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo às colunas de mármore, quanto mais a corações de cera! São as afeições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito. São como as linhas, que partem do centro para a circunferência, que, quanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor tão robusto que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não atira; embota-lhe as setas, com que já não fere; abre-lhe os olhos, com que vê que não via; e faz-lhe crescer as asas com que voa e foge. A razão natural de toda essa diferença é porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, quanto mais o amor? O mesmo amar é causa de não amar e o ter amado muito, de amar a menos.

Pe. ANTÔNIO VIEIRA. Sermões. São Paulo, Ed. das Américas, 1957.v.5.p.159-60
Levando em conta a sequência “Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino...", sua reescritura, em formato de voz passiva seria:
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1682Q43271 | História e Geografia de Estados e Municípios, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar RO, FUNCAB

Rondônia é um estado da Região Norte que possui grandes semelhanças climáticas com os demais estados da região. Entre as características do clima de Rondônia, pede-se destacar:
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1683Q211735 | Informática, Fiscal Ambiental, SEMACE, FUNCAB

Marque a alternativa que corresponde a um software de gerenciamento de desktop muito usado com o sistema operacional Linux.

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1684Q550425 | Informática, Excel, Médico Legista, Polícia Civil RO, FUNCAB

No Excel 2003, linhas e colunas são opções de:
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1685Q18204 | Direito Penal, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar RO, FUNCAB

Se uma lei penal posterior deixa de considerar crime um fato que anteriormente era qualificado como tal, NÃO será efeito da abolitio criminisa:
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1686Q132391 | Direito Constitucional, Administração Direta e Indireta, Analista de Trânsito Assessor Jurídico, DETRAN PE, FUNCAB

No que concerne às regras sobre a Administração Pública, previstas no Capítulo VII, do Título III, da Constituição Federal, é correto afirmar que:

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1687Q215859 | Medicina Legal, Médico Legista, Polícia Civil ES, FUNCAB

A presença de um halo pulverulento acinzentado ao redor de orifício ósseo situado no crânio, causado por entrada de projétil de arma de fogo, indica tiro disparado:
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1688Q6980 | Administração Financeira e Orçamentária, Analista de Trânsito, Detran PE, FUNCAB

Ainda sobre a disciplina normativa constitucional que trata do orçamento, assinale a alternativa correta.
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1689Q15179 | Agronomia, Engenheiro Agrônomo, MDA, FUNCAB

No padrão comercial estabelecido para os corretivos de solo, os calcários classificados como do Grupo D são aqueles que apresentam PRNT (Poder Real de NeutralizaçãoTotal) mínimo de:
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1690Q17243 | Medicina, Médico Psiquiatra, Polícia Militar RO, FUNCAB

Você é um profissional de saúde de uma unidade básica de saúde. Chega um homem de 30 anos que havia sido atendido há 3 dias e diagnosticado com dengue. Ele está com febre mantida em 39 ºC, dispneico, com pressão arterial de 70 x 30 mmHg e frequência cardíaca de 140 bpm. Das opções abaixo, a conduta mais apropriada é:
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1691Q46428 | Enfermagem, Médico Veterinário, SES MG, FUNCAB

A Organização Mundial de Saúde estima que cerca de 2 bilhões de pessoas já tiveram contato com o vírus da hepatite B, contabilizando 325 milhões de portadores crônicos. Sobre as hepatites virais, é correto afirmar:
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1692Q50533 | Contabilidade Geral, Técnico em Contabilidade, MPE RO, FUNCAB

Sob a perspectiva do setor público, o Princípio da Continuidade está vinculado:
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1693Q184207 | Economia, Economista, SESACRE, FUNCAB

Uma economia hipotética, que tenha uma taxa interna de poupança igual a 25%, uma relação produto/capital de 0,5 e uma poupança externa de 5% do Produto Nacional, obterá uma taxa potencial de crescimento econômico de: (A)15%

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1694Q192912 | Raciocínio Lógico, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

Se André vai de ônibus, então Marcelo não vai de ônibus. Se Patrick nâo vai de carro, então Marcelo vai de ônibus. Nem Otávio foi de ônibus, nem Patrick foi de carro.
De acordo com o argumento determinado pelas premissas acima assinale a alternativa correta

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1695Q45980 | História e Geografia de Estados e Municípios, Agente de Atividades Administrativas, IPEM RO, FUNCAB

No dia 7 de outubro de 2012, foi realizado o plebiscito sobre a criação ou não do município de Tarilândia. Concomitante ao processo das eleições municipais, a maioria dos eleitores optou pelo “sim” que significa a continuidade dos trâmites para a formação do novo município. Todavia, nem todos os eleitores do estado de Rondônia participaram desse instrumento de manifestação da vontade popular. Os eleitores envolvidos diretamente no plebiscito foram os das seguintes cidades:
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1696Q211885 | Informática, BrOffice Calc, Fiscal Ambiental, SEMACE, FUNCAB

Seja uma fórmula armazenada em uma célula de uma planilha do BrOffice Calc 3.1. Qual deve ser o primeiro caractere desta fórmula para que ela possa ser calculada corretamente?

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1697Q162522 | Português, Análise sintática, Auditor, SEFAZ BA, FUNCAB

Texto associado.
     No Brasil, podemos não estar na vanguarda tecnológica. Mas, na legislativa, acho que de vez em quando damos mostras de que temos condição, havendo vontade política, de aspirar a uma posição de destaque. Agora mesmo, leio aqui que se encontra em curso, na Câmara de Deputados, um projeto para a regulamentação da profissão de escritor. Já houve uma tentativa anterior, aliás estranhamente apoiada por alguns escritores profissionais, que não vingou. Mas deve ser uma área atraente demais para ainda não estar regulamentada. Claro, nem todas as atividades, ofícios e profissões estão ainda regulamentadas, mas a dos escritores parece ser importante em excesso, para tão prolongado esquecimento governamental.
     Não li o projeto, mas é claro que ele não pode ser discriminatório. Para definir o escritor, tem-se que ser o mais abrangente possível. Escreveu, valeu. Valerão, portanto, não só livros como panfletos, discursos, sermões, cartas, bilhetes, diários, memorandos, relatórios, bulas de remédio e - por que não? - um caprichado cardápio de restaurante. Como dizer a um sujeito que escreveu que ele não é escritor? Acusações de preconceito, incorreção política e discriminação se tornarão inevitáveis, se todo aquele que escrever não for classificável como escritor. Bem verdade que, de acordo também com o que li, caberá aos sindicatos de escritores essa árdua tarefa - e também eles terão o mesmo problema para rejeitar pretendestes.
     Conhecemos o Brasil, não conhecemos? Finjamos que conhecemos, pelo menos. Que tramas logo entrevemos no futuro, se o projeto for transformado em lei? Posso logo conceber os casos tristes dos aposentados que escrevem regularmente para os jornais (mais um golpe nessa velharia desagradável que não serve para nada, pau neles) e serão, cedo ou tarde, flagrados no exercício ilegal da profissão. Claro, o projeto atual não deve prever isto, mas outros para complementá- lo advirão, principalmente porque assim se gerarão mais burocracia e mais empregos de favor, e os escrevedores de cartas aos jornais ou se filiam ao sindicato ou arrumam um amigo filiado, para coassinar as cartas, na condição de “escritor responsável”. Infortúnio que, aliás, deverá abater-se sobre diversos outros, como síndicos de prédios ou inspetores de obras, ou quem quer que seja obrigado a escrever relatórios. Talvez até placas, quem sabe? [...]
     Sei que vocês pensam que eu brinco, mas não brinco. O Brasil tem leis interessantíssimas, que vieram com as melhores intenções e rendem situações intrigantes. Por exemplo, como se sabe, se o sujeito for pego matando uma tartaruga protegida, vai preso sem fiança. Em contrapartida, se encher a cara, sair de carro e matar umas quatro pessoas, paga fiança e vai para casa. No caso da tartaruga, alguém raciocinará que é mais negócio matar o fiscal do Ibama, mesmo com testemunhas. Principalmente se estiver um pouco bêbado, porque aqui é atenuante. É só escapar do flagrante, mostrar ser réu primário, conseguir responder ao processo em liberdade e, com azar, pegar aí seus dois aninhos de cana efetiva (em regime semiaberto). Portanto, se aqui é mais negócio matar um homem do que uma tartaruga, não brinco. Acredito que nos possam perpetrar qualquer absurdo, inclusive esses de que acabo de falar e outros, que não chegaram a me ocorrer, mas são possíveis. Entretanto, há sempre um lado bom. Por exemplo, se algum dia exigirem carteirinha de escritor para eu escrever, não escrevo mais. Será, quiçá, uma boa notícia para alguns. Ou muitos, talvez, ainda não promulgaram uma Lei de Proteção da Literatura Nacional, obrigando todo mundo a gostar de tudo o que o escritor brasileiro escreve. Embora, é claro, eu alimente fundadas esperanças, pois uma boa lei resolve qualquer coisa.
RIBEIRO, João Ubaldo. O Conselheiro Come. Rio Novo Fronteira,2000,p. 48 ss.





Com a substituição do complemento verbal por um pronome pessoal oblíquo, infringe-se norma de regência em:
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1698Q18158 | Português, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar RO, FUNCAB

Texto associado.
Apenas um tiroteio na madrugada

São 2:30 da madrugada e eu deveria estar dormindo, mas acordei com uma rajada de metralhadora na escuridão. É mais um tiroteio na favela ao lado.

Além dos tiros de metralhadora, outros tiros se seguem, mais finos, igualmente penetrantes, continuando a fuzilaria. Diria que armas de diversos calibres estão medindo seu poder de fogo a uns quinhentos metros da minha casa.

No entanto, estou na cama, tecnicamente dormindo. Talvez esteja sonhando, talvez esteja ouvindo o tiroteio de algum filme policial. Tento em princípio descartar a ideia de que há uma cena de guerrilha ao lado. Aliás, é fim de ano, e quem sabe não estão soltando foguetes por aí em alguma festa de rico?

Não. É tiroteio mesmo. Não posso nem pensar que são bombas de São João, como fiz de outras vezes, procurando ajeitar o corpo insone no travesseiro.

Estou tentando ignorar, mas não há como: é mais um tiroteio na favela ao lado. [...]

O tiroteio continua e estamos fingindo que nada acontece.

Sinto-me mal com isso. Me envergonho com o fato de que nos acostumamos covardemente a tudo. Me escandalizo que esse tiroteio não mais me escandalize. Me escandaliza que minha mulher durma e nem ouça que há uma guerra ao lado, exatamente como ela já se escandalizou quando em outras noites ouvia a mesma fuzilaria e eu dormia escandalosamente e ela ficava desamparada com seus ouvidos em meio à guerra.

Sei que vai amanhecer daqui a pouco. E vai se repetir uma cena ilustrativa de nossa espantosa capacidade de negar a realidade, ou de diminuir seu efeito sobre nós por não termos como administrá-la. Vou passar pela portaria do meu edifício e indagar ao porteiro e aos homens da garagem se também ouviram o tiroteio. Um ou outro dirá que sim. Mas falará disso como de algo que acontecesse inexplicavelmente no meio da noite.

No elevador, um outro morador talvez comente a fuzilaria com o mesmo ar de rotina com que se comenta um Fia - Flu. E vamos todos trabalhar. As crianças para as escolas. As donas de casa aos mercados. Os executivos nos seus carros.

Enquanto isso, as metralhadoras e as armas de todos os calibres se lubrificam. Há um ou outro disparo durante o dia. Mas é à noite que se manifestam mais escancaradamente. Ouvirei de novo a fuzilaria. Rotineiramente. É de madrugada e na favela ao lado recomeça o tiroteio. Não é nada.

Ouvirei os ecos dos tiros sem saber se é sonho ou realidade e acabarei por dormir. Não é nada. É apenas mais um tiroteio de madrugada numa favela ao lado.

Affonso Romano de Sant"Anna. Porta de colégio. São Paulo. Ática, 1995, p. 69-71.
Ao se passar a forma verbal destacada em “...as metralhadoras e as armas de todos os calibres SE LUBRIFICAM.”, da voz passiva sintética para a analítica, como ficaria a flexão do verbo?
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1699Q30458 | Português, Assistente Administrativo, CRC RO, FUNCAB

Texto associado.
AMOR MENINO

     Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo às colunas de mármore, quanto mais a corações de cera! São as afeições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito. São como as linhas, que partem do centro para a circunferência, que, quanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor tão robusto que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não atira; embota-lhe as setas, com que já não fere; abre-lhe os olhos, com que vê que não via; e faz-lhe crescer as asas com que voa e foge. A razão natural de toda essa diferença é porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, quanto mais o amor? O mesmo amar é causa de não amar e o ter amado muito, de amar a menos.

Pe. ANTÔNIO VIEIRA. Sermões. São Paulo, Ed. das Américas, 1957.v.5.p.159-60
Considerando os trechos a seguir, respectivamente, sem prejuízo de sentido, de acordo com a regência da língua padrão, como poderiam ser reescritos, corretamente?

“Atreve-se o tempo às colunas de mármore...”
“...o tempo tira a novidade às coisas...”
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1700Q555265 | Informática, Conceitos Básicos, Professor II, Prefeitura de armação de Buzios RJ, FUNCAB

Um Objeto de Aprendizado, dentro da teoria de ambientes de aprendizado virtual (segundo a IEEE), é:

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