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Questões de Concursos FUNCAB

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1821Q5274 | Português, Assistente de Trânsito, Detran SE, FUNCAB

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Trânsito também é coisa de mulher!

     Para os habitantes dos grandes centros urbanos,
hoje, falar sobre trânsito é quase tão comum quanto falar
sobre o tempo: todo mundo olha para o céu e arrisca uma
previsão. Conviver com congestionamentos, acidentes,
desrespeito e mortes no trânsito já parece familiar para boa
parte da população. Todavia, um olhar mais atento desperta
para alguns detalhes que não podem passar despercebidos
neste dia internacional da mulher.
     O trânsito é basicamente composto por motoristas e
pedestres. Na dinâmica do dia a dia, homens e mulheres
compartilham este espaço público, notadamente mais
masculino do que feminino. A quantidade de homens
habilitados no Rio de Janeiro supera a quantidade de
mulheres. Segundo dados do DENATRAN/RJ, 73% dos
habilitados no estado são homens, contra 27% de mulheres.
     Entretanto, os contrastes entre motoristas homens e
mulheres vão muito além dos números. A relação do homem
com o automóvel é intensa e construída desde a infância: da
decoração do quartinho do bebê com motivos de automóveis
aos carros de brinquedo e games de corrida, presentes
constantes nas datas festivas. Às meninas, até passado
recente, ainda eram reservadas apenas as bonecas e
panelinhas. Hoje, com o advento dos brinquedos eletrônicos a
situação mudou um pouco, mas mesmo assim, ainda
prevalecem temas “de menina”. Ou seja, enquanto os
homens são preparados para serem motoristas, as mulheres
são induzidas para outras funções – principalmente as
domésticas – sem que a elas sejam oferecidas escolhas
diferentes no que diz respeito à sua relação com o carro e com
seu futuro como provável motorista.
      O automóvel hoje tem uma representação
fortemente identificada com a figura masculina. Vigor e
potência do automóvel, somados à velocidade, passam a ser
encarados como a própria expressão do poder na
contemporaneidade. A socialização dos homens para o
automóvel é antiga e simbolicamente pode ser comparada ao
que representavam os cavalos para os senhores feudais na
cultura medieval: eram eles o signo da virilidade. Mesmo hoje,
apesar de todas as lutas e conquistas obtidas pelas mulheres
emdiversos campos, esta lógica continua a se reproduzir.
      No trânsito é comum nós, mulheres, ouvirmos frases
pouco elogiosas a respeito de nossa capacidade de conduzir
automóveis: a primeira delas e talvez a mais abrangente seja
a exclamação “tinha que ser mulher!”. Outra pérola que
ouvimos, mas já um pouco fora de moda, é “lugar de mulher é
na cozinha!”. Penso que o conteúdo destas frases ditas no
calor da emoção das situações tensas de trânsito –
congestionamentos ou acidentes – demonstra o quanto o
fator gênero ainda é motivo de todo tipo de preconceito,
principalmente quando as mulheres “invadem” nichos de
mercado anteriormente reservados aos homens, como as
funções que envolvem a condução de veículos.
      As companhias seguradoras, baseadas em
estatísticas que demonstram que mulheres dirigem de forma
mais cuidadosa e envolvem-se menos em acidentes,
oferecem, na contratação de seguros, bons descontos se o
carro pertencer a uma mulher e ela for a principal motorista.
Ou seja, pela visão de negócios das seguradoras, os fatos
negam o histórico preconceito quanto à competência da
mulher motorista.
      Mas nem tudo está perdido. Os avanços da
legislação de trânsito, traduzido em sua maior expressão pela
Lei de Tolerância Zero de Álcool ao Volante, também veio
salvar a mulher das reservas de muitos homens a deixá-las
dirigir o seu “querido carrinho”. É que hoje as mulheres
representam o maior “Amigo da Vez” quando o assunto é
voltar para casa de carro depois da cervejinha. É a
solidariedade, o altruísmo feminino e a natural vocação para a
paz e a harmonia que falam mais alto e nos deixam bebendo
refrigerante e água para que levemos nossos amigos,
amigas, companheiros ou filhos em segurança de volta para
casa.
      O curioso desta estória toda é que mesmo assim o
preconceito não acaba: há quem ande dizendo por aí que a
culpa disto tudo é do próprio álcool. Só mesmo estando
bêbado para deixar a mulher dirigir!!!
     Por todos esses motivos, neste mês de março
quando se comemora O Dia Internacional da Mulher, vamos
celebrar todas as nossas conquistas com alarde e galhardia e
celebrar também o sucesso da Lei Seca, que com a nossa
ajuda está salvando muitas vidas e provando que, cada vez
mais, o trânsito também é coisa de mulher!

Marisa Dreys - Inspetora da Polícia Rodoviária Federal.
Disponível em www.detran.pr.gov.br/revista de trânsito. Edição 40.
De acordo com o texto:
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1822Q7085 | Direito Administrativo, Delegado de Polícia, Polícia Civil ES, FUNCAB

Em relação aos atos normativos,marque a alternativa correta.
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1823Q52421 | Administração Pública, Ética na Administração Pública, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

O dever de probidade administrativa deriva de regras atinentes ao princípio da moralidade. Neste sentido, considerados os dispositivos da Lei n° 8,429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa) e seu sistema de responsabilização, é correto afirmar que:
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1824Q238587 | Português, Morfologia, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar MT, FUNCAB

Assinale a opção em que a palavra destacada foi corretamente empregada.

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1825Q45820 | Pedagogia, Professor de Língua Espanhola, SEE AC, FUNCAB

Observe as seguintes manchetes:

Acre avança emresultados do IDEB 2013 “O Acre se destaca por estar entre os três melhores do país, junto com São Paulo que tem o maior PIB brasileiro.” 
(Disponível em: < http: / /batelaodojurua.com/por tal / educacao/acre-avanca-em-resultados-do-ideb-2013>)

“O Ideb é calculado a partir de dois componentes: taxa de rendimento escolar (aprovação) e médias de desempenho nos exames padronizados aplicados pelo Inep. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente pelo Inep. As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil (para Idebs de escolas e municípios) e do Saeb (no caso dos Idebs dos estados e nacional).” 
(Disponível em:< http://portal.inep.gov.br/webportal-ideb/ como-o-ideb-e-calculado>)

Assim, essas avaliações em larga escala têm como objetivos gerais:

I. identificar os problemas e as diferenças regionais do ensino.
II. oferecer subsídios à formulação, reformulação e monitoramento de políticas públicas e programas de intervenção ajustados às necessidades diagnosticadas nas áreas e etapas de ensino avaliadas.
III. produzir informações sobre os fatores do contexto socioeconômico, cultural e escolar que influenciamo desempenho dos alunos.
IV. revelar atrasos e dificuldades de regiões, municípios, estados para que medidas punitivas sejam tomadas no sentido de se reverter a situação apresentada. 
V. proporcionar aos agentes educacionais e à sociedade uma visão clara dos resultados dos processos de ensino e aprendizagem e das condições emque são desenvolvidos. 

Está correto somente o que se afirma em:
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1826Q18183 | Direito Constitucional, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar RO, FUNCAB

Os municípios que integram a República Federativa do Brasil regem-se por:
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1827Q30476 | Arquivologia, Assistente Administrativo, CRC RO, FUNCAB

O procedimento que se vale de símbolo ou série de símbolos gerados por computador, e resultam de uma operação matemática que utiliza algoritmos e permite aferir, com segurança, a origem e a integridade do documento, chama-se:
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1828Q189462 | Direito Administrativo, Intervenção do estado na propriedade, Advogado, IDAF ES, FUNCAB

A forma de intervenção do Estado na propriedade privada que se caracteriza pela utilização temporária, gratuita ou remunerada, de imóvel de propriedade particular, com a finalidade de atender ao interesse público é denominada:

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1829Q215072 | Medicina Legal, Antropologia Médico Legal, Médico Legista, Polícia Civil ES, FUNCAB

Para a determinação antropológica da idade em esqueletos de indivíduos jovens, são considerados bons parâmetros:
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1830Q203565 | Direito Penal, Noções Fundamentais, Escrivão de Polícia, Polícia Civil ES, FUNCAB

Pode-se afirmar que a interpretação teleológica:
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1831Q35139 | Português, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Texto associado.
    São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós.
    Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade.
    O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes.
    Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”.
    Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê.
    O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade.
    A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade.
    É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...]

BACCEGA. Maria Aparecida. In: A TV aos 50 – Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Com a argumentação que desenvolve ao longo do texto, pretende a autora persuadir o leitor a concluir que:
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1832Q7000 | Direito Constitucional, Analista de Trânsito, Detran PE, FUNCAB

Acerca do Poder Legislativo, assinale a alternativa correta.
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1833Q32357 | Administração Pública, Agente de Trânsito, Detran PB, FUNCAB

A utilização dos meios coativos por parte da Administração, no exercício do poder de polícia, é uma necessidade imposta em nome da defesa dos interesses públicos, a qual encontra, porém, como em qualquer outro setor de atuação da Administração, um limite máximo ao seu exercício, qual seja:
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1834Q30850 | Informática, Programação, Analista de Sistemas, CREA AC, FUNCAB

Em relação às definições do Enterprise Java Beans 3.1, dois elementos que pertencem à infraestrutura de um Container são:
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1835Q30853 | Informática, Programação, Analista de Sistemas, CREA AC, FUNCAB

Uma equipe de desenvolvimento está utilizando o SCRUM como modelo de desenvolvimento ágil. Nesse caso, o componente desse modelo que representa a visão geral do produto, definindo o que deve ser feito, assim como suas prioridades e a ordem em que deve ser realizado, é o:
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1836Q41628 | Direito Penal, Delegado de Polícia Civil, Polícia Civil RO, FUNCAB

Em relação ao concurso de crimes, é INCORRETO afirmar:
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1837Q8369 | Medicina, Neurocirurgia, Médico Radioterapia, SESAU RO, FUNCAB

A presença de sopro meso-tele sistólico, rude, precedido de click de ejeção, com morfologia em “crescente e decrescente”, acompanhado de quarta bulha (B4) patológica e desdobramento paradoxal de B2 durante o exame cardiovascular de um paciente idoso com doença ateromatosa avançada, sugere como provável diagnóstico sindrômico:
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1839Q341701 | Raciocínio Lógico, Análise Combinatória, Analista, MPE RO, FUNCAB

Anagramas são palavras que contêm as mesmas letras em diferentes colocações. Para a palavra PROVA, temos a possibilidade de criar:

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1840Q441556 | Direito Constitucional, Competência Legislativa Concorrente, Delegado de Polícia, Polícia Civil RO, FUNCAB

Acerca da competência legislativa prevista na Constituição Federal, é correto afirmar que:
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