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Questões de Concursos FUNCAB

Resolva questões de FUNCAB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1861Q212208 | Informática, Protocolos, Fiscal Ambiental, SEMACE, FUNCAB

Marque a alternativa que contém um protocolo usado na Internet para transferir mensagens contidas numa caixa de correio eletrônico para um computador local.

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1862Q170241 | Informática, Bibliotecário Documentalista, SEPLAG MG, FUNCAB

Das opções seguintes, assinale aquela que contém um software básico.

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1863Q240136 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Soldado 3° Classe, Polícia Militar SE, FUNCAB

O uso da energia nuclear é hoje uma das mais sérias e inquietantes questões globais. Irã e Coreia do Norte são os principais alvos da Organização das Nações Unidas (ONU) e dos Estados Unidos no combate à proliferação de armas nucleares. Sobre o tema em questão, é correto afirmar:

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1864Q18195 | Direitos Humanos, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar RO, FUNCAB

Não havendo determina ção judicial nem consentimento do morador, a Constituição Federal autoriza o ingresso de autoridade policial em uma casa nas hipóteses de:
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1865Q42278 | Informática, Motorista, FACELI, FUNCAB

No MS Internet Explorer, em português, versão 8.0, para que um usuário possa duplicar uma guia utilizando o teclado, ele utiliza as seguintes teclas de atalho:
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1866Q30818 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Assistente Administrativo, CREA RO, FUNCAB

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em agosto de 2013 uma série de dados, a partir das informações coletadas no Censo de 2010. Um dos dados mais comentados é a mudança na estrutura da população brasileira, principalmente a diminuição do ritmo de crescimento. O menor ritmo de crescimento populacional ocorre, segundo o IBGE, pois:
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1867Q35170 | Biblioteconomia, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Quando desejar obter artigos completos em periódicos científicos nacionais de diversas áreas, disponível no portal da CAPES/MEC, um bibliotecário deverá consultar a base de dados:
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1868Q14692 | Direito Constitucional, Advogado, EMDAGRO SE, FUNCAB

Sobre o Mandado de Segurança, assinale a alternativa que reflete posição consolidada do Supremo Tribunal Federal.
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1869Q30855 | Governança de TI, Analista de Sistemas, CREA AC, FUNCAB

No COBIT 5, qual o número de domínios associados a Processos de Gestão?
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1870Q20881 | Português, Atividade Técnico de Complexidade Intelectual, ANS, FUNCAB

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda à questão propostas

   Temos, sem dúvida, sérios problemas de discriminação e exclusão na sociedade brasileira, que se refletem também nas universidades. Mas frequentemente parece que eles são abordados de forma desfocada.
    A composição racial da sociedade brasileira tem forte presença de negros, pardos e minorias. Diz-se que esse perfil não se repete na universidade. Mas porque razão a composição geral da sociedade deve se repetir em seus contextos e recortes específicos? Ela se repete em times de futebol ou na seleção brasileira?
    Se acreditarmos que o perfil étnico ou econômico do conjunto da população seja, ou deva ser, uma “invariante social”, repetindo-se em qualquer recorte ou subgrupo, a consequência óbvia disso é a generalização da prática de cotas.
    Além de cotas no vestibular, em breve teremos propostas de cotas de formatura, para compensar injustiças e discriminações ocorridas ao longo do curso. Em seguida, cotas para times de futebol, cotas para funcionários das empresas, cotas para sócios de clubes, cotas para academias de ginástica, cotas para fieis de cada religião e culto e por aí vai.
    A grande injustiça é ver a quantidade de pessoas, especialmente os jovens inteligentes e esforçados, sendo impedidas de se desenvolver. Não é dada a elas a oportunidade de aprender a crescer, por causa de uma educação pública básica e média medíocres. Esse é o problema real.
    O contrário do racismo e da discriminação social não é uma “discriminação positiva”, mas sim a ausência dessas classificações. Qualquer solução que envolva critérios de raça ou pobreza não contribui para eliminar a discriminação. Pelo contrário, reafirma, reforça e pereniza esses conceitos básicos dos mecanismos de exclusão.
    Nesse cenário de sequestro de oportunidades, há um grupo de jovens mais velhos que já foi prejudicado pelas péssimas escolas públicas. E há outro grupo, bem maior, das crianças que ainda enfrentarão o problema. Para as pessoas já prejudicadas, as cotas são um mecanismo compensatório, que pode reduzir, mas não eliminar, o prejuízo.
    Se houver uma proposta cujo cerne seja a melhoria efetiva do atual ensino público de primeiro e segundo grau, com parâmetros objetivos e seguindo modelos que comprovadamente já deram excelentes resultados em várias partes do mundo, e que parte dessa proposta seja um sistema de cotas, emergencial e provisório (com prazo limitado), visando apenas aquela população que já foi prejudicada, essa proposta merece não apenas a nossa aprovação, mas também o nosso aplauso
.….................................................................. ..... ............................................................................
    Já uma proposta que contemple apenas a questão das cotas de forma isolada ou é ingênua ou é demagógica.Anestesia as consciências, acomoda as queixas, reduz as pressões – é a solução mais fácil e barata para os governantes. Mas mantém a condenação de milhões de crianças a precisar de cotas no futuro, sempre em ciclos sem fim, sequestrando suas oportunidades e seus sonhos. […]

SALVAGNI, Ronaldo de Breyne. Folha de São Paulo, 07/ 04 /2013.
Há evidente equívoco na indicação da passagem do texto a que se refere o pronome destacado em:
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1871Q5272 | Português, Assistente de Trânsito, Detran SE, FUNCAB

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Trânsito também é coisa de mulher!

     Para os habitantes dos grandes centros urbanos,
hoje, falar sobre trânsito é quase tão comum quanto falar
sobre o tempo: todo mundo olha para o céu e arrisca uma
previsão. Conviver com congestionamentos, acidentes,
desrespeito e mortes no trânsito já parece familiar para boa
parte da população. Todavia, um olhar mais atento desperta
para alguns detalhes que não podem passar despercebidos
neste dia internacional da mulher.
     O trânsito é basicamente composto por motoristas e
pedestres. Na dinâmica do dia a dia, homens e mulheres
compartilham este espaço público, notadamente mais
masculino do que feminino. A quantidade de homens
habilitados no Rio de Janeiro supera a quantidade de
mulheres. Segundo dados do DENATRAN/RJ, 73% dos
habilitados no estado são homens, contra 27% de mulheres.
     Entretanto, os contrastes entre motoristas homens e
mulheres vão muito além dos números. A relação do homem
com o automóvel é intensa e construída desde a infância: da
decoração do quartinho do bebê com motivos de automóveis
aos carros de brinquedo e games de corrida, presentes
constantes nas datas festivas. Às meninas, até passado
recente, ainda eram reservadas apenas as bonecas e
panelinhas. Hoje, com o advento dos brinquedos eletrônicos a
situação mudou um pouco, mas mesmo assim, ainda
prevalecem temas “de menina”. Ou seja, enquanto os
homens são preparados para serem motoristas, as mulheres
são induzidas para outras funções – principalmente as
domésticas – sem que a elas sejam oferecidas escolhas
diferentes no que diz respeito à sua relação com o carro e com
seu futuro como provável motorista.
      O automóvel hoje tem uma representação
fortemente identificada com a figura masculina. Vigor e
potência do automóvel, somados à velocidade, passam a ser
encarados como a própria expressão do poder na
contemporaneidade. A socialização dos homens para o
automóvel é antiga e simbolicamente pode ser comparada ao
que representavam os cavalos para os senhores feudais na
cultura medieval: eram eles o signo da virilidade. Mesmo hoje,
apesar de todas as lutas e conquistas obtidas pelas mulheres
emdiversos campos, esta lógica continua a se reproduzir.
      No trânsito é comum nós, mulheres, ouvirmos frases
pouco elogiosas a respeito de nossa capacidade de conduzir
automóveis: a primeira delas e talvez a mais abrangente seja
a exclamação “tinha que ser mulher!”. Outra pérola que
ouvimos, mas já um pouco fora de moda, é “lugar de mulher é
na cozinha!”. Penso que o conteúdo destas frases ditas no
calor da emoção das situações tensas de trânsito –
congestionamentos ou acidentes – demonstra o quanto o
fator gênero ainda é motivo de todo tipo de preconceito,
principalmente quando as mulheres “invadem” nichos de
mercado anteriormente reservados aos homens, como as
funções que envolvem a condução de veículos.
      As companhias seguradoras, baseadas em
estatísticas que demonstram que mulheres dirigem de forma
mais cuidadosa e envolvem-se menos em acidentes,
oferecem, na contratação de seguros, bons descontos se o
carro pertencer a uma mulher e ela for a principal motorista.
Ou seja, pela visão de negócios das seguradoras, os fatos
negam o histórico preconceito quanto à competência da
mulher motorista.
      Mas nem tudo está perdido. Os avanços da
legislação de trânsito, traduzido em sua maior expressão pela
Lei de Tolerância Zero de Álcool ao Volante, também veio
salvar a mulher das reservas de muitos homens a deixá-las
dirigir o seu “querido carrinho”. É que hoje as mulheres
representam o maior “Amigo da Vez” quando o assunto é
voltar para casa de carro depois da cervejinha. É a
solidariedade, o altruísmo feminino e a natural vocação para a
paz e a harmonia que falam mais alto e nos deixam bebendo
refrigerante e água para que levemos nossos amigos,
amigas, companheiros ou filhos em segurança de volta para
casa.
      O curioso desta estória toda é que mesmo assim o
preconceito não acaba: há quem ande dizendo por aí que a
culpa disto tudo é do próprio álcool. Só mesmo estando
bêbado para deixar a mulher dirigir!!!
     Por todos esses motivos, neste mês de março
quando se comemora O Dia Internacional da Mulher, vamos
celebrar todas as nossas conquistas com alarde e galhardia e
celebrar também o sucesso da Lei Seca, que com a nossa
ajuda está salvando muitas vidas e provando que, cada vez
mais, o trânsito também é coisa de mulher!

Marisa Dreys - Inspetora da Polícia Rodoviária Federal.
Disponível em www.detran.pr.gov.br/revista de trânsito. Edição 40.
Considerando o preconceito relativo a mulheres ao volante, pode-se dizer que o ponto de exclamação confere ao título um tom de:
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1872Q45994 | Redação Oficial, Agente de Atividades Administrativas, IPEM RO, FUNCAB

Assinale a alternativa em que a forma de tratamento apresentado na Coluna I corresponde à respectiva autoridade na Coluna II.

Coluna I

1. Vossa Magnificência
2. Vossa Excelência
3. Vossa Senhoria

Coluna II

( ) prefeito 
( ) reitor
( ) chefe de gabinete
( ) presidente da república
( ) juiz de direito
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1873Q7355 | Matemática, Bombeiro Militar, Bombeiro Militar RO, FUNCAB

A soma de três números naturais é 80 e o maior deles, que é um número composto é igual à soma dos outros dois, que são números primos. Dessa forma, pode-se dizer que o número de soluções distintas para esse problema é:
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1875Q43258 | Informática, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar RO, FUNCAB

Marque a alternativa que indica a correta associação entre os tipos de softwares da Coluna I com as aplicações da Coluna II.

Coluna I
1. Processador de texto
2. Planilha eletrônica
3. Apresentador de slides
4. Gerenciador de Banco de Dados

Coluna II
( ) Armazenar uma tabela de preços de aproximadamente 100 produtos.
( ) Escrever um relatório.
( ) Armazenar uma tabela de preços de aproximadamente 10.000 produtos, oferecidos por 100 fornecedores, e outra tabela com os dados de cada fornecedor.
( ) Preparar uma palestra executiva.
( ) Escrever um memorando.
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1877Q14662 | Português, Advogado, EMDAGRO SE, FUNCAB

Texto associado.
Existem pessoas frágeis, mas sexo frágil, esqueça. As mulheres nunca estiveram tão fortes, decididas, abusadas até. O que é saudável: quem não busca corajosamente sua independência acaba sobrando e vivendo de queixas. Uma sociedade de homens e mulheres que prezam sua liberdade e atingem seus objetivos é um lugar mais saudável para se viver. Realização provoca alegria

O que não impede que prestemos atenção no que essa metamorfose pode ter de prejudicial. As mulheres se masculinizaram, é fato. Não por fora, mas por dentro. As qualidades que lhes são atribuídas hoje, e as decorrentes conquistas dessa nova maneira de estar no mundo, eram atributos considerados apenas dos homens. Agora ninguém mais tem monopólio de atributo algum: nem eles de seu perfil batalhador, nem nós da nossa afetividade. Geração bivolt. Homens e mulheres funcionando em dupla voltagem, com todos os atributos em comum. Mas seguimos, sim, precisando uns dos outros -como nunca.

Não são poucas as mulheres potentes que parecem conseguir tocar o barco sozinhas, sem alguém que as ajude com os remos. Mas é só impressão. Talvez não precisemos de quem reme conosco, mas há em todas nós uma necessidade ancestral de confirmar a fêmea que invariavelmente somos. E isso se dá através damaternidade, do amor e do sexo. Se não for possível ter tudo (ou não quiser), ao menos alguma dessas práticas é preciso exercer na vida íntima, caso contrário, viraremos uns tratores. Muito competentes, mas com a identidade incompleta.

Nossa virilização é interessante em muitos pontos, mas se tornará brutal se chegarmos ao exagero de declarar guerra aos nossos instintos. O.k., sermãe não é obrigatório, ter umgrande amor é sorte, e muitas fazem sexo apenas para disfarçar o desespero da solidão, mas seja qual for o contexto em que nos encontramos, é importante seguir buscando algo que nos conecte como que nos restou de terno, aquela doçura que cada mulher sabe que ainda traz em si e que deve preservar, porque não se trata de uma fragilidade paralisante, e sim de uma característica intrínseca ao gênero, a parte de nós que se reconhece vulnerável e que não precisa se envergonhar disso. Se é igualdade que a gente quer, extra, extra: homens tambémsão vulneráveis.

""Cuida bem de mim”, dizia o refrão de uma antiga música do Dalto, e que Nando Reis regravou recentemente. Cafona? Ora, se a gente não se desfizer da nossa prepotência e não se permitir um tantinho de insegurança e delicadeza, a construção desta “nova mulher” terá se desviado para uma “caricatura. A intenção não era a gente se transformar no estereótipo de umhomem, era?

(MEDEIROS, O Globo Martha.: 04/04/2012) 
O valor relacional com que se empregou no texto a preposição ou locução prepositiva em destaque está indicado equivocadamente em:
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1878Q30808 | Português, Assistente Administrativo, CREA RO, FUNCAB

Texto associado.
Felicidade

      Vocês sabem o que é querofobia? Pasmem. É medo da alegria, da felicidade. Como pode, não é? Ganhei um livrinho – livrinho porque é bastante pequeno –Dicionário Igor de Fobias , com mais de 1000 verbetes, organizado pelo professor Igor Rafailov, um brasileiro de pai russo e mãe alemã, nascido em São Paulo, criado na França e que mora no Recife. Como todos os meus prováveis leitores sabem e o professor define, “fobias são medos irracionais, mórbidos, de coisas (animadas ou inanimadas), ideias ou situações”.
      Com esse livrinho ficamos conhecendo fobias incríveis, como a eretofobia, que é o medo mórbido do ato sexual, menos estranha porém que califobia, que é o pavor do belo, do bonito, assim como filemafobia é o de beijar e ser beijado.
      Eu poderia preencher o espaço de uma dúzia de crônicas com as fobias mais estranhas e improváveis, mas nada me impressionou mais do que a querofobia, principalmente por estarmos nos primeiros dias de um novo ano, em que recebemos e enviamos votos de felicidade.
      Edgar, um amigo de muito tempo, não estranha, não se impressiona como eu. Ao contrário, ele mesmo se acha um querófobo:
      – Sempre que me sinto muito feliz, tenho medo. Medo de que esses momentos prazerosos venham para anunciar uma desgraça que deverá chegar a seguir. E isso me impede de gozar – por um minuto que seja – de uma felicidade plena.
      Sei que existem muitas pessoas assim, que não curtem os bons momentos, desconfiados de que sejam uma armadilha. E há mesmo a afirmação corrente de que toda vitória é véspera de uma derrota.
      Não penso assim. Acredito que as alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, felicidades e desgraças surjam cada uma a seu tempo, independentemente de se seguirem umas às outras. E creio também que pensar positivamente seja uma forma de atrair bons acontecimentos ou, pelo menos, afugentar os maus. Mas admiro os céticos e os cínicos, os de talento e humor, como Drummond, que afirma: 
      “...o amor é isso
      que você está vendo:
      hoje beija, amanhã não beija,
      depois de amanhã é domingo
      e segunda-feira ninguém sabe o que será.”
      Existem também os felizes e os infelizes profissionais, aqueles para quem tudo está sempre bem ou sempre mal. Que reclamam porque faz muito calor ou muito frio; se chove ou se faz sol. [...]

      Acredito que todos nós temos direito à felicidade, que nascemos mesmo para ela e que a desgraça é um desarranjo na máquina que põe em movimento a nossa vida. Mas acredito também que é preciso identificar e gozar os instantes felizes, estejam eles num almoço familiar de domingo, num beijo da mulher amada, no aperto de mão de um amigo, no sorriso de um filho, na birra manhosa de um neto. Viver todos esses momentos sem medo e sem esforço, naturalmente, sabendo que se tem direito a eles. Fernando Pessoa nos ensina que “um dia de sol é tão belo quanto um dia de chuva. Cada um é o que é”. Se agirmos assim, acreditando que a felicidade existe e que, se é passageira, também a desgraça tem seus dias contados, chegaremos à velhice menos sofridos e amargos. E não correremos o risco de repetir, no fim da vida, a melancólica frase de Jorge Luis Borges: “No passado cometi o maior pecado que um homem pode cometer: não fui feliz”.

Felicidades para todos neste ano que se inicia.
Manoel Carlos, in VEJA RIO, 05/01/2005 
Que figura de linguagem pode ser identificada no trecho abaixo?

“Sei que existem muitas pessoas assim, que não curtem os bons momentos, desconfiados de que sejam uma armadilha. [...]”
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1879Q14693 | Direito Constitucional, Advogado, EMDAGRO SE, FUNCAB

De acordo com a jurisprudência constitucional sobre a advocacia pública, é correto afirmar:
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1880Q100201 | Português, Morfologia Pronomes, Analista Suporte de Informática, MPE RO, FUNCAB

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

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Assinale a opção que apresenta, correta e respectivamente, a classe gramatical a que per tencem as palavras destacadas em: (...) decididos A entender E difundir A experiência sobre como um LUGAR miserável consegue indicadores sociaisTÃO bons.(...).

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