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Questões de Concursos FUNCAB

Resolva questões de FUNCAB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2081Q16448 | Direitos Humanos, Soldado Bombeiro Militar, Bombeiro Militar RO, FUNCAB

Em 5 de março de 2008 Regina comprou a televisão “Y” por R$1000,00 (mil reais), à vista, na loja “X”, no centro de Porto Velho, e guardou o cupom fiscal de compra na gaveta de um móvel ems eu quarto.Ocorre que, um mês depois, Regina recebe uma citação judicial em sua casa para responder a uma ação movida pela loja “X”, a qual alega que Regina não teria pago todas as parcelas relativas à compra da televisão “Y”. Entretanto, para contestar a ação, Regina precisa do cupom fiscal de compra,porém o mesmo foi incinerado quando sua casa pegou fogo em 10 de março de 2008. Sem meios para comprovar a compra, Regina dirige-se ao Corpo de Bombeiros que atuou no referido incêndio, solicitando a expedição de uma certidão atestando o incêndio em sua casa, como intuito de fazer prova em juízo.Nesse caso,Regina:
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2082Q31574 | Matemática, Assistente Administrativo, CRF RO, FUNCAB

Hugo, Vitor e Adriano investiram em uma sociedade R$ 60.000,00, R$ 20.000,00 e R$ 15.000,00, respectivamente. No final do ano, dividiram um lucro de R$ 304.950,00.0 valor recebido por Vitor foi:
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2083Q50522 | Administração Financeira e Orçamentária, Técnico em Contabilidade, MPE RO, FUNCAB

O Poder Executivo, nos termos da Constituição Federal, deve publicar relatório resumido da execução orçamentária em um prazo de até:
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2084Q50532 | Contabilidade Geral, Técnico em Contabilidade, MPE RO, FUNCAB

Assinale a alternativa que apresenta etapas de um procedimento licitatório da modalidade concorrência e seu respectivo registro contábil, em uma ordem cronológica adequada.
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2085Q794995 | Filosofia, Professor II, Prefeitura de armação de Buzios RJ, FUNCAB

Apesar de simplificar uma realidade mais complexa, a contraposição entre racionalismo e empirismo fixou-se nos esquemas tradicionais de Filosofia, é INCORRETOafirmar que:
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2086Q14708 | Direito Ambiental, Advogado, EMDAGRO SE, FUNCAB

De acordo com as normas que estabelecem o exercício das competências administrativas em matéria ambiental, é correto afirmar que:
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2087Q41591 | História e Geografia de Estados e Municípios, Delegado de Polícia Civil, Polícia Civil RO, FUNCAB

Idealizada desde meados do século XIX, a ferrovia Madeira-Mamoré é considerada uma obra épica de logística na Amazônia Ocidental. Acerca da ferrovia Madeira-Mamoré, está correto o que se afirma na alternativa:
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2088Q119702 | Informática , Estrutura de dados, Analista de Tecnologia da Informação Banco de Dados, PRODAM AM, FUNCAB

Qual das estruturas de dados abaixo é comumente usada para implementar índices multiníveis em SGBDs comerciais por apresentarem bom desempenho para grandes volumes de dados?

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2089Q5275 | Português, Assistente de Trânsito, Detran SE, FUNCAB

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Trânsito também é coisa de mulher!

     Para os habitantes dos grandes centros urbanos,
hoje, falar sobre trânsito é quase tão comum quanto falar
sobre o tempo: todo mundo olha para o céu e arrisca uma
previsão. Conviver com congestionamentos, acidentes,
desrespeito e mortes no trânsito já parece familiar para boa
parte da população. Todavia, um olhar mais atento desperta
para alguns detalhes que não podem passar despercebidos
neste dia internacional da mulher.
     O trânsito é basicamente composto por motoristas e
pedestres. Na dinâmica do dia a dia, homens e mulheres
compartilham este espaço público, notadamente mais
masculino do que feminino. A quantidade de homens
habilitados no Rio de Janeiro supera a quantidade de
mulheres. Segundo dados do DENATRAN/RJ, 73% dos
habilitados no estado são homens, contra 27% de mulheres.
     Entretanto, os contrastes entre motoristas homens e
mulheres vão muito além dos números. A relação do homem
com o automóvel é intensa e construída desde a infância: da
decoração do quartinho do bebê com motivos de automóveis
aos carros de brinquedo e games de corrida, presentes
constantes nas datas festivas. Às meninas, até passado
recente, ainda eram reservadas apenas as bonecas e
panelinhas. Hoje, com o advento dos brinquedos eletrônicos a
situação mudou um pouco, mas mesmo assim, ainda
prevalecem temas “de menina”. Ou seja, enquanto os
homens são preparados para serem motoristas, as mulheres
são induzidas para outras funções – principalmente as
domésticas – sem que a elas sejam oferecidas escolhas
diferentes no que diz respeito à sua relação com o carro e com
seu futuro como provável motorista.
      O automóvel hoje tem uma representação
fortemente identificada com a figura masculina. Vigor e
potência do automóvel, somados à velocidade, passam a ser
encarados como a própria expressão do poder na
contemporaneidade. A socialização dos homens para o
automóvel é antiga e simbolicamente pode ser comparada ao
que representavam os cavalos para os senhores feudais na
cultura medieval: eram eles o signo da virilidade. Mesmo hoje,
apesar de todas as lutas e conquistas obtidas pelas mulheres
emdiversos campos, esta lógica continua a se reproduzir.
      No trânsito é comum nós, mulheres, ouvirmos frases
pouco elogiosas a respeito de nossa capacidade de conduzir
automóveis: a primeira delas e talvez a mais abrangente seja
a exclamação “tinha que ser mulher!”. Outra pérola que
ouvimos, mas já um pouco fora de moda, é “lugar de mulher é
na cozinha!”. Penso que o conteúdo destas frases ditas no
calor da emoção das situações tensas de trânsito –
congestionamentos ou acidentes – demonstra o quanto o
fator gênero ainda é motivo de todo tipo de preconceito,
principalmente quando as mulheres “invadem” nichos de
mercado anteriormente reservados aos homens, como as
funções que envolvem a condução de veículos.
      As companhias seguradoras, baseadas em
estatísticas que demonstram que mulheres dirigem de forma
mais cuidadosa e envolvem-se menos em acidentes,
oferecem, na contratação de seguros, bons descontos se o
carro pertencer a uma mulher e ela for a principal motorista.
Ou seja, pela visão de negócios das seguradoras, os fatos
negam o histórico preconceito quanto à competência da
mulher motorista.
      Mas nem tudo está perdido. Os avanços da
legislação de trânsito, traduzido em sua maior expressão pela
Lei de Tolerância Zero de Álcool ao Volante, também veio
salvar a mulher das reservas de muitos homens a deixá-las
dirigir o seu “querido carrinho”. É que hoje as mulheres
representam o maior “Amigo da Vez” quando o assunto é
voltar para casa de carro depois da cervejinha. É a
solidariedade, o altruísmo feminino e a natural vocação para a
paz e a harmonia que falam mais alto e nos deixam bebendo
refrigerante e água para que levemos nossos amigos,
amigas, companheiros ou filhos em segurança de volta para
casa.
      O curioso desta estória toda é que mesmo assim o
preconceito não acaba: há quem ande dizendo por aí que a
culpa disto tudo é do próprio álcool. Só mesmo estando
bêbado para deixar a mulher dirigir!!!
     Por todos esses motivos, neste mês de março
quando se comemora O Dia Internacional da Mulher, vamos
celebrar todas as nossas conquistas com alarde e galhardia e
celebrar também o sucesso da Lei Seca, que com a nossa
ajuda está salvando muitas vidas e provando que, cada vez
mais, o trânsito também é coisa de mulher!

Marisa Dreys - Inspetora da Polícia Rodoviária Federal.
Disponível em www.detran.pr.gov.br/revista de trânsito. Edição 40.
Assinale a opção que tem apoio no texto.
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2090Q168114 | Direito Tributário, Decadência, Auditor Fiscal, SEFAZ BA, FUNCAB

Sobre prescrição, decadência e compensação em matéria tributária, assinale a alternativa correta.
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2091Q158402 | Direito Penal, Noções Fundamentais, Assistente Social, Polícia Civil ES, FUNCAB

Assinale a alternativa correta a respeito da aplicação da lei penal no tempo.
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2092Q52428 | Direito Constitucional, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

De acordo com a Constituição Federal de 1988, a segurança pública é exercida por vários órgãos, entre eles:
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2093Q18168 | Informática, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar RO, FUNCAB

Suponha que no lado direito da sua barra de tarefas é exibido um ícone indicando que seu computador está desconectado da rede. A área onde esse ícone é exibido é chamada:
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2094Q52477 | Informática, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

O serviço e a tecnologia para a transmissão de programação com áudio e vídeo no estilo de TV exclusivamente pela Web são, respectivamente, conhecidos como:
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2095Q550401 | Informática, Linux Unix, Analista, MPE RO, FUNCAB

No Linux, as regras que permitem ou não acessos à Internet são configuradas no proxy server . O mais popular proxy server no Linux é

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2096Q162105 | Contabilidade Geral, Teoria e classificação das contas, Auditor de Controle Interno, Prefeitura de Várzea Grande MT, FUNCAB

Indique qual alternativa apresenta apenas contas do Balanço Patrimonial que são retificadoras.

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2097Q35149 | Informática, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Um usuário do BrOffice Writer deseja acessar a funcionalidade de Autotexto. Nesse caso, ele deve digitar a(s) seguinte(s) tecla(s) de atalho:
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2098Q35153 | Informática, Bibliotecário, IFAM, FUNCAB

Se um usuário de um sistema Linux quiser sair de um diretório e ir para outro, deve digitar, no prompt de comados, o comando:
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2099Q31571 | Português, Assistente Administrativo, CRF RO, FUNCAB

Texto associado.
Peste Alada

   Mosquitos são criaturas terríveis. Estima-se que eles tenham sido responsáveis por metade de todas as mortes de seres humanos ao longo da história. Ou seja, mataram mais gente do que qualquer outra coisa. Isso acontece porque, como se multiplicam rápido e em enormes quantidades, são excelentes transmissores de doenças - como a dengue, que é causada por um vírus chamado DENV. O mosquito pica uma pessoa infectada, adquire o vírus, e o espalha para outras pessoas ao picá-las também. A dengue é uma doença séria, que pode matar, e um grande problema no Brasil: em 2013, o Ministério da Saúde registrou 1,4 milhão de casos, mais que o dobro do ano anterior. Tudo culpa do Aedes aegypti. Ele é um mosquito de origem africana, que chegou ao Brasil via navios negreiros, na época do comércio de escravos. E hoje, impulsionado pela
globalização, levou a dengue a mais de cem países (na década de 1970, apenas nove tinham epidemias da doença). Os números mostram que, mesmo com todos os esforços de combate e campanhas de educação e prevenção, o mosquito está ganhando a guerra.
   Entra em cena o 0X513A, que foi criado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra. Ele é idêntico ao Aedes aegypti - exceto por dois genes modificados, colocados pelo homem. Um deles faz as larvas do mosquito brilharem sob uma luz especial (para que elas possam ser identificadas pelos cientistas). O outro é uma espécie de bomba-relógio, que mata os filhotes do mosquito. A ideia é que ele seja solto na natureza, se reproduza com as fêmeas de Aedes e tenha filhotes defeituosos - que morrem muito rápido, antes de chegar à idade adulta, e por isso não conseguem se reproduzir. Com o tempo, esse processo vai reduzindo a população da espécie, até extingui-la. Recentemente, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, um órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, aprovou o mosquito. E o Brasil se tornou o primeiro país do mundo a permitir a produção em grande escala do 0X513A- que agora só depende de uma última liberação da Anvisa. A Oxitec, empresa criada pela Universidade de Oxford para explorar a tecnologia, acredita que isso vai ocorrer. Tanto que acaba de inaugurar uma fábrica em Campinas para produzir o mosquito.
   O 0X513A já foi utilizado em testes na Malásia, nas Ilhas Cayman (no Caribe) e em duas cidades brasileiras: Jacobina e Juazeiro, ambas na Bahia. Deu certo. Em Juazeiro, a população de Aedes aegypti caiu 94% após alguns meses de tratamento com os mosquitos transgênicos. Em Jacobina, 92%. As outras formas de combate, como mutirões de limpeza, campanhas educativas e visitas de agentes de saúde, continuaram sendo realizadas. “Nós não paramos nenhuma ação de controle. Adicionamos mais uma técnica”, diz a bióloga Margareth Capurro, da USP, coordenadora técnica das experiências. Há indícios de que o mosquito transgênico funciona. Mas ele também tem seu lado polêmico.
[...]
   Mas, e se o mosquito 0X513A sofresse uma mutação, e se tornasse imune ao gene letal? Afinal, é assim que a evolução funciona. Mutações são inevitáveis. [...] A Oxitec diz que não há risco. Ela estima que até 5% dos filhotes transgênicos poderão sobreviver ao gene letal, e chegar à idade adulta. Mas eles serão menores e mais fracos do que os mosquitos “selvagens”, e por isso não conseguirão se reproduzir. Mesmo se conseguirem, em tese não terão nenhuma característica que os torne mais perigosos que o Aedes comum. Além disso, como eles são criados em laboratório, seu DNA pode ser monitorado. “Os dois genes [que foram] inseridos são muito estáveis. A linhagem 0X513A foi criada em 2002, e até agora teve mais de cem gerações em laboratório, sem nenhuma mudança nos genes inseridos”, afirmou a empresa em nota enviada à SUPER.

Revista Superinteressante, edição 337, set de 2014
No trecho: “Ou seja, mataram mais gente do que qualquer outra coisa.”, a vírgula foi empregada para:
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2100Q211549 | Português, Fiscal Ambiental, SEMACE, FUNCAB

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

ÉTICA PARA NOVA ERA

Nenhuma sociedade no passado ou no presente vive sem uma ética. Como seres sociais, precisamos elaborar certos consensos, coibir certas ações e criar projetos coletivos que dão sentido e rumo à história. Hoje, devido ao fato da globalização, constata–se o encontro de muitos projetos éticos nem todos compatíveis entre si. Face à nova era da humanidade, agora mundializada, sente–se a urgência de um patamar ético mínimo que possa ganhar o consentimento de todos e assim viabilizar a convivência dos povos. Vejamos, sucintamente, como na história se formularam as éticas.
Uma permanente fonte de ética são as religiões. Estas animam valores, ditam comportamentos e dão significado à vida de grande parte da humanidade que, a despeito do processo de secularização, se rege pela cosmovisão religiosa. Como as religiões são muitas e diferentes, variam também as normas éticas. Dificilmente se pode fundar um consenso ético, baseado somente no fator religioso. Qual religião tomar como referência? A ética fundada na religião possui, entretanto, um valor inestimável por referi–la a um último fundamento que é oAbsoluto.
A segunda fonte é a razão. Foi mérito dos filósofos gregos terem construído uma arquitetônica ética fundada em algo universal, exatamente na razão, presente em todos os seres humanos. Às normas que regem a vida pessoal chamaram de e às que presidem a vida social chamaram de política . Por isso, para eles, política é sempre ética. Não existe, como entre nós, política sem ética. Esta ética racional é irrenunciável, mas não recobre toda a vida humana, pois existem outras dimensões que estão aquém da razão, como a vida afetiva, ou além, como a estética e a experiência espiritual.
A terceira fonte é o desejo. Somos seres, por essência, desejantes. O desejo possui uma estrutura infinita. Não conhece limites e é indefinido por ser naturalmente difuso. Cabe ao ser humano dar–lhe forma. Na maneira de realizar, limitar e direcionar o desejo, surgem normas e valores. A ética do desejo se casa perfeitamente com a cultura moderna que surgiu do desejo de conquistar o mundo. Ela ganhou uma forma particular no capitalismo no seu afã de realizar todos os desejos. E o faz excitando de forma exacerbada todos os desejos. Pertence à felicidade a realização de desejos, mas, atualmente, sem freios e controles, pode pôr em risco a espécie e devastar o planeta. Precisamos incorporá–la em algo mais fundamental.
A quarta fonte é o cuidado, fundado na razão sensível e na sua expressão racional, a responsabilidade. O cuidado está ligado essencialmente à vida, pois esta, sem o cuidado, não persiste. Daí haver uma tradição filosófica que nos vem da antiguidade (a fábula–mito 220 de Higino) e que define o ser humano como essencialmente um ser de cuidado. A ética do cuidado protege, potencia, preserva, cura e previne. Por sua natureza não é agressiva e quando intervém na realidade o faz tomando em consideração as consequências benéficas ou maléficas da intervenção. Vale dizer, se responsabiliza por todas as ações humanas. Cuidado e responsabilidade andam sempre juntos. Essa ética é hoje imperativa. O planeta, a natureza, a humanidade, os povos, o mundo da vida estão demandando cuidado e responsabilidade. Se não transformarmos estas atitudes em valores normativos, dificilmente evitaremos catástrofes em todos os níveis. Os problemas do aquecimento global e o complexo das várias crises só serão equacionados no espírito de uma ética do cuidado e da responsabilidade coletiva. É a ética da nova era.
A ética do cuidado não invalida as demais éticas, mas as obriga a servir à causa maior que é a salvaguarda da vida e a preservação da Casa Comum para que continue habitável.

(BOFF, Leonardo. In www.leonardoboff.com, 29/06/2009.)

Dentre as alterações feitas na redação da oração "e quando intervém na realidade" (5º parágrafo), de acordo com a norma culta, está INCORRETO o emprego do verbo INTERVIR em:

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