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Questões de Concursos FUNCAB

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461Q17413 | História e Geografia de Estados e Municípios, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar SE, FUNCAB

Fundada em fins do século XVI, a Praça de São Francisco, em São Cristóvão (SE), foi reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2010. Esse reconhecimento se deu porque a Praça:
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462Q192707 | Português, Interpretação de Textos, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

Texto associado.

Texto 1
                                                         A era do automóvel

        E, subitamente, é a era do Automóvel, O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os descombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações.[...]
        [...] Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou,arrastando desvaíradamente uma catadupa de automóveis, Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chauffeur é rei, é soberano, é tirano.
        Vivemos inteiramente presos ao Automóvel. O Automóvel ritmiza a vida vertiginosa, a ânsia das velocidades, o desvario de chegar ao fim, os nossos sentimentos de moral, de estética, de prazer, de economia, de amor.
        [...] Passamos como um raio, de óculos enfumaçados por causa da poeira. Não vemos as árvores. São as árvores que olham para nós com inveja. Assim o Automóvel acabou com aquela modesta felicidade nossa de bater palmas aos trechos de floresta, [...] A natureza recolhe-se humilhada. Em compensação temos palácios, altos palácios nascidos do fumo de gasolina dos primeiros automóveis e a febre do grande devora-nos. Febre insopitável e benfazeja! Não se lhe pode resistir.[...]
João do Rio, In: GOMES, Renato Cordeiro (Org.) Rio de Janeiro: Agir, 2005 p. 57-60.

Vocabulário:
benfazejo: que é bem-vindo
catadupa: jorro, derramamento grande
desabrido: rude, violento
insopitável: incontrolável

Com relação ao fragmento da crônica de João do Rio, é correto afirmar que:

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463Q15168 | Direito Agrário, Engenheiro Agrônomo, MDA, FUNCAB

Sobre a usucapião constitucional rural, é correto afirmar que será concedido:
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464Q797512 | Fisioterapia, Fisioterapeuta, Prefeitura de armação de Buzios RJ, FUNCAB

No método R.P.G, o alongamento residual devido à tração depende de quais variáveis?

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465Q16635 | História e Geografia de Estados e Municípios, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar AC, FUNCAB

A partir da década de 1970, foram constantes os conflitos pela posse da terra no Acre. Foram diversos os motivos para os conflitos, principalmente entre diferentes setores econômicos. Uma política do Governo Federal que serviu de importante fator na indução dos conflitos foi:
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466Q42752 | Matemática, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar AC, FUNCAB

Considere 3/5 que de um número somados a 1/2 é igual a 2/3 desse número. Indique a opção que representa esse número.
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467Q43111 | Matemática, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar MT, FUNCAB

Considere o triângulo retângulo ABC, reto em A, onde AB = 0,3 e AC = 0,4. Calcule a medida da projeção ortogonal do cateto AC sobre a hipotenusa BC.
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468Q10114 | História e Geografia de Estados e Municípios, Professor, SEE AC, FUNCAB

“Aparentemente é fácil caracterizar uma região. À Amazônia, por exemplo, está associada a imagem de uma área com clima quente e úmido, coberta por uma floresta tropical úmida, banhada por uma intrincada e extensa bacia hidrográfica (...). Esse verdadeiro consenso que existe a respeito do que seja a Amazônia é uma imagem que foi contraditoriamente construída ao longo da História. É, na verdade,mais uma imagem sobre a região do que da região. Desse modo, a identificação de uma determinada porção do território num mapa como uma região não é tão ingênua ou tão simples como pode parecer à primeira vista e quanto sugeremos livros didáticos de geografia.”(PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Amazônia, Amazônias. São Paulo, Ed Contexto, 2001,p p. 17- 18)

O aspecto destacado pelo autor é de que:
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469Q2560 | Português, Fiscal de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Serra ES, FUNCAB

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

O número 1 do mundo

       O ano de 2010 foi extraordinário para os
transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
realizadas no período representam um aumento
de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
uma ideia, os transplantes de coração e de
pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
(Abto), o mais recente e completo levantamento
do gênero no país. Dos 47 cent ros
transplantadores de fígado, espalhados por onze
estados, um merece destaque especial. O
Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
Ficou à frente de centros de referência
internacionais nesse tipo de procedimento, como
os das universidades da Califórnia, nos Estados
Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
      A supremacia do hospital paulistano é
resultado de uma série de condutas adotadas na
última década. A primeira delas foi aprimorar a
técnica de abordagem dos parentes do doador – a
etapa mais delicada de qualquer programa de
transplantes. Logo depois da morte de um
eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
trata de um momento doloroso e a abordagem
costuma ser desajeitada, a probabilidade de
recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
com os parentes do paciente morto. Em parceria
com a Secretaria de Saúde do Estado de São
Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
quais cada um deles trabalharia. Os centros
escolhidos foram aqueles com os mais baixos
índices de doadores, apesar da grande
quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
principal causa de morte encefálica, condição
clínica que permite a doação de órgãos. Em três
anos, o número de doações nesses locais deu um
salto de 200% – o que representou um aumento de
10% no total de órgãos disponíveis em todo o
estado de São Paulo, incluindo os que se
destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
captador tem de ter paciência e ser um bom
ouvinte.”
(...)
      A cada 100 transplantes realizados no
Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
(SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
restante das cirurgias é financiado por convênios
médicos ou pelo próprio paciente. O programa
brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
acesso aos recursos médicos e também ao tempo
de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
mesmo hospital, por uma mesma equipe e
submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
o paciente em estado mais grave. Além disso, se
bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
tem de arcar com os custos de toda a operação.
Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
servir de exemplo para todas as outras áreas da
medicina, no que se refere ao atendimento ao
público”.
(Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
Em“...o mais recente e completo levantamento do gênero no país.”, os adjetivos RECENTE e COMPLETO foram empregados no grau:
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470Q118787 | Informática , SGBD Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados, Analista de Sistemas, SEJUS RO, FUNCAB

São componentes ou recursos contidos no dicionário de dados do SGBD:

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471Q318984 | Pedagogia, Estrutura Educacional Brasileira, Supervisor Escolar, Prefeitura de Valença RJ, FUNCAB

A importância, hoje, da Educação de Jovens e Adultos no Brasil significa:

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472Q15177 | Agronomia, Engenheiro Agrônomo, MDA, FUNCAB

Nos dias atuais, a expansão das fronteiras agrícolas rumo ao Norte e Noroeste brasileiro, responsável pelos novos arranjos dos espaços territoriais no país, foi favorecida, sobretudo, pela presença de:
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473Q176007 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Sustentabilidade, Delegado de Polícia, PC RO, FUNCAB

(...) Num contexto marcado pela degradação permanente do meio ambiente e do seu ecossistema, isso envolve um conjunto de atores do universo educativo em todos os níveis, potencializando o engajamento dos diversos sistemas de conhecimento e a sua capacitação numa perspectiva interdisciplinar. Os educadores têm um papel estratégico e decisivo na inserção da educação ambiental no cotidiano escolar, qualificando os alunos para um posicionamento crítico face à crise socioambiental, tendo como horizonte a transformação de hábitos e práticas sociais e a formação de uma cidadania ambiental que os mobilize para a questão da sustentabilidade no seu significado mais abrangente. (JACOBI, Pedro Roberto. Educação Ambiental: o desafio da construção de um pensamento crítico, complexo e reflexivo. (Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=...Acessado em27/10/2009)

Considerando o texto acima como referência inicial, nossa consciência e a dos outros acerca da necessidade de se abordar o tema (ambiente) nas escolas, assinale a alternativa correta para educação ambiental sob uma perspectiva crítica.

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474Q50421 | Português, Técnico Administrativo, MPE RO, FUNCAB

Texto associado.
Um peixe 

            Virou a capanga de cabeça para baixo, e os peixes espalharam-se pela pia. Ele ficou olhando, e foi então que notou que a traíra ainda estava viva. Era o maior peixe de todos ali, mas não chegava a ser grande: pouco mais de um palmo. Ela estava mexendo, suas guelras mexiam-se devagar, quando todos os outros peixes já estavam mortos. Como que ela podia durar tanto tempo assim fora d"água?...

        Teve então uma ideia: abrir a torneira, para ver o que acontecia. Tirou para fora os outros peixes: lambaris, chorões, piaus; dentro do tanque deixou só a traíra. E então abriu a torneira: a água espalhou-se e, quando cobriu a traíra, ela deu uma rabanada e disparou, ele levou um susto – ela estava muito mais viva do que ele pensara, muito mais viva. Ele riu, ficou alegre e divertido, olhando a traíra, que agora tinha parado num canto, o rabo oscilando de leve, a água continuando a jorrar da torneira. Quando o tanque se encheu, ele fechou-a.
– E agora? – disse para o peixe. – Quê que eu faço com você?...
Enfiou o dedo na água: a traíra deu uma corrida, assustada, e ele tirou o dedo depressa.
        – Você tá com fome?... E as minhocas que você me roubou no rio? Eu sei que era você; devagarzinho, sem a gente sentir... Agora está aí, né?... Tá vendo o resultado?...
    O peixe, quieto num canto, parecia escutar.
    Podia dar alguma coisa para ele comer. Talvez pão. Foi olhar na lata: havia acabado. Que mais? Se a mãe estivesse em casa, ela teria dado uma ideia – a mãe era boa para dar ideias. Mas ele estava sozinho. Não conseguia lembrar de outra coisa. O jeito era ir comprar um pão na padaria. Mas sujo assim de barro, a roupa molhada, imunda? – Dane-se – disse, e foi.
        Era domingo à noite, o quarteirão movimentado, rapazes no footing , bares cheios. Enquanto ele andava, foi pensando no que acontecera. No começo fora só curiosidade; mas depois foi bacana, ficou alegre quando viu a traíra bem viva de novo, correndo pela água, esperta. Mas o que faria com ela agora? Matá-la, não ia; não, não faria isso. Se ela já estivesse morta, seria diferente; mas ela estava viva, e ele não queria matá-la. Mas o que faria com ela? Poderia criá-la; por que não? Havia o tanquinho do quintal, tanquinho que a mãe uma vez mandara fazer para criar patos. Estava entupido de terra, mas ele poderia desentupi-lo, arranjar tudo; ficaria cem por cento. É, é isso o que faria. Deixaria a traíra numa lata d"água até o dia seguinte e, de manhã, logo que se levantasse, iria mexer com isso. 
        Enquanto era atendido na padaria, ficou olhando para o movimento, os ruídos, o vozerio do bar em frente. E então pensou na traíra, sua trairinha, deslizando silenciosamente no tanque da pia, na casa escura. Era até meio besta como ele estava alegre com aquilo. E logo um peixe feio como traíra, isso é que era o mais engraçado.
        Toda manhã – ia pensando, de volta para casa – ele desceria ao quintal, levando pedacinhos de pão para ela. Além disso, arrancaria minhocas, e de vez em quando pegaria alguns insetos. Uma coisa que podia fazer também era pescar depois outra traíra e trazer para fazer companhia a ela; um peixe sozinho num tanque era algo muito solitário. 

A empregada já havia chegado e estava no portão, olhando o movimento. – Que peixada bonita você pegou...
– Você viu?
– Uma beleza... Tem até uma trairinha.
– Ela foi difícil de pegar, quase que ela escapole; ela não estava bem fisgada.
– Traíra é duro de morrer, hem?
– Duro de morrer?... Ele parou.
        – Uai, essa que você pegou estava vivinha na hora que eu cheguei, e você ainda esqueceu o tanque cheio d"água... Quando eu cheguei, ela estava toda folgada, nadando. Você não está acreditando? Juro. Ela estava toda folgada, nadando. 
    – E aí?
    –Aí? Uai, aí eu escorri a água para ela morrer; mas você pensa que ela morreu? Morreu nada! Traíra é duro de morrer, nunca vi um peixe assim. Eu soquei a ponta da faca naquelas coisas que faz o peixe nadar, sabe? Pois acredita que ela ainda ficou mexendo? Aí eu peguei o cabo da faca e esmaguei a cabeça dele, e foi aí que ele morreu. Mas custou, ô peixinho duro de morrer! Quê que você está me olhando? 
– Por nada.
– Você não está acreditando? Juro; pode ir lá na cozinha ver: ela está lá do jeitinho que eu deixei. Ele foi caminhando para dentro.
– Vou ficar aqui mais um pouco
– disse a empregada.
– depois vou arrumar os peixes, viu?
– Sei.
    Acendeu a luz da sala. Deixou o pão em cima da mesa e sentou-se. Só então notou como estava cansado.
 

(VILELA, Luiz. . O violino e outros contos 7ª ed. São Paulo: Ática, 2007. p. 36-38.) 
VOCABULÁRIO:
Capanga: bolsa pequena, de tecido, couro ou plástico, usada a tiracolo. 
Footing :passeio a pé, com o objetivo de arrumar namorado(a).
Guelra: estrutura do órgão respiratório da maioria dos animais aquáticos.
Vozerio: som de muitas vozes juntas. 
Pleonasmo é uma figura de linguagem que tem como marca a repetição de palavras ou expressões, aparentemente desnecessárias, para enfatizar uma ideia. No entanto, alguns pleonasmos são considerados “vícios de linguagem” por informarem uma obviedade e não desempenharem função expressiva no enunciado. Considerando esta afirmação, assinale a alternativa que possui exemplo de pleonasmo vicioso.
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475Q31082 | História, Professor de História, SEDUC RO, FUNCAB

Durante a reforma protestante, surge um movimento em que a maioria dos convertidos era recrutada nas massas camponesas e nos trabalhadores urbanos, cujas dificuldades materiais e inquietações religiosas não foram levadas em conta por outros reformadores, identificados com as classes dominantes. Identifique a qual corrente do movimento reformista o enunciado faz referência.
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476Q2541 | Noções de Saúde, Fiscal de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Serra ES, FUNCAB

“No início do inverno espera-se que, de cada 100 habitantes, 25 estejam gripados”. Esta ocorrência é considerada:
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477Q16648 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Atualidades, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar AC, FUNCAB

O Senado Federal brasileiro cassou, pela segunda vez na sua história, o mandato de um Senador da República. Demóstenes Torres, contudo, tão logo foi cassado, reassumiu o cargo de:
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478Q326435 | Pedagogia, Estrutura Educacional Brasileira, Analista, MPE RO, FUNCAB

A LBDEN fixa seu efetivo de trabalho escolar em:

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479Q5248 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Assistente de Trânsito, Detran SE, FUNCAB

O que é desenvolvimento sustentável?
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480Q159232 | Direito Processual Penal, Habeas Corpus, Assistente Social, Polícia Civil ES, FUNCAB

O habeas corpus poderá ser impetrado
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