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Questões de Concursos FUNCAB

Resolva questões de FUNCAB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


461Q2542 | Informática, Fiscal de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Serra ES, FUNCAB

São características do mouse no uso do Windows XPHome Edition, EXCETO:
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462Q16907 | História e Geografia de Estados e Municípios, Cadete da Polícia Militar, Polícia Militar GO, FUNCAB

Cinco capitais brasileiras – Goiânia, Belo Horizonte, Fortaleza, Brasília e Curitiba – estão entre as 20 mais desiguais, entre 141 cidades de países em desenvolvimento pesquisadas pelo Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU Habitat). A desigualdade se reflete na alocação dos terrenos e dos serviços urbanos como transportes, principalmente. A deficiência retratada nos sistemas de transportes em uma cidade como Goiânia pode ser observada de forma correta em:
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463Q18197 | Legislação Estadual, Legislação Estadual de Rondônia, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar RO, FUNCAB

É correto afirmar quanto ao soldo do policial militar:
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464Q10107 | Geografia, Professor, SEE AC, FUNCAB

Na década de 70, o governo brasileiro organizou o Projeto RADAM – Radar na Amazônia, através do Ministério de Minas e Energia, com o objetivo de pesquisar e localizar recursos naturais. Na época, o uso do radar side- looking airborne radar – SLAR – representou um avanço tecnológico, pois sendo um sensor ativo, a imagem podia ser obtida tanto durante o dia como à noite e em condições de nebulosidade. O RADAM priorizou a coleta de dados sobre recursos minerais, uso da terra, solos, vegetação e cartografia da Amazônia e áreas adjacentes da região Nordeste. O Projeto RADAM possibilitou novas identificações das macrounidades do relevo brasileiro elaboradas pelo professor e pesquisador Jurandyr L. Sanches Ross. O estado do Acre sofreu modificações na sua identificação geral. Assinale a alternativa correta que apresenta, respectivamente, a antiga e a atual denominação geral do estado do Acre em relação ao relevo.
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466Q45984 | Arquivologia, Agente de Atividades Administrativas, IPEM RO, FUNCAB

A organização de arquivos, como de qualquer outro setor de uma instituição, pressupõe o desenvolvimento de várias etapas de trabalho. NÃO se caracteriza como uma das etapas da organização de arquivos:
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467Q15177 | Agronomia, Engenheiro Agrônomo, MDA, FUNCAB

Nos dias atuais, a expansão das fronteiras agrícolas rumo ao Norte e Noroeste brasileiro, responsável pelos novos arranjos dos espaços territoriais no país, foi favorecida, sobretudo, pela presença de:
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468Q318984 | Pedagogia, Estrutura Educacional Brasileira, Supervisor Escolar, Prefeitura de Valença RJ, FUNCAB

A importância, hoje, da Educação de Jovens e Adultos no Brasil significa:

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469Q232334 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, DETRAN PE, FUNCAB

Em entrevista clínica, paciente relata um atropelamento do qual foi a causa, de forma fria, descrevendo insensivelmente pormenores do acidente e da situação de ferimentos em que se encontrava a vítima. Este tipo de comportamento, característico de certa psicopatologia, costuma provocar no entrevistador, em relação ao entrevistado, o mecanismo psicodinâmico conhecido por:

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470Q239507 | Português, Sujeito e Predicado, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar AC, FUNCAB

Em: “[...] medidas policiais eficazes, preventivas e repressivas, como sabem OS ESPECIALISTAS melhor do que eu.”, o termo destacado exerce função sintática de:

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471Q5540 | Conhecimentos Específicos, Inspetor de Alunos, Prefeitura de Magé RJ, FUNCAB

Um Inspetor Escolar, no apoio aos professores, deve:
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472Q186183 | Português, Interpretação de Textos, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

Texto associado.

Texto 1
                                                        A era do automóvel

        E, subitamente, é a era do Automóvel, O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os descombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações.[...]
        [...] Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou,arrastando desvaíradamente uma catadupa de automóveis, Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chauffeur é rei, é soberano, é tirano.
        Vivemos inteiramente presos ao Automóvel. O Automóvel ritmiza a vida vertiginosa, a ânsia das velocidades, o desvario de chegar ao fim, os nossos sentimentos de moral, de estética, de prazer, de economia, de amor.
        [...] Passamos como um raio, de óculos enfumaçados por causa da poeira. Não vemos as árvores. São as árvores que olham para nós com inveja. Assim o Automóvel acabou com aquela modesta felicidade nossa de bater palmas aos trechos de floresta, [...] A natureza recolhe-se humilhada. Em compensação temos palácios, altos palácios nascidos do fumo de gasolina dos primeiros automóveis e a febre do grande devora-nos. Febre insopitável e benfazeja! Não se lhe pode resistir.[...]
                        (João do Rio, In: GOMES, Renato Cordeiro (Org.) Rio de Janeiro: Agir, 2005 p. 57-60.)

Vocabulário:
benfazejo: que é bem-vindo
catadupa: jorro, derramamento grande
desabrido: rude, violento
insopitável: incontrolável


Texto 2
                                                   Falta de educação e velocidade

        Os anjos da morte estão cansados de nos recolher, a nós que nos matamos ou somos assassinados no tráfego das estradas, cidades, esquinas deste país. Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora. [...] Os anjos da morte suspiram por todo esse desperdício.
        [...]
        Outro dia observei na televisão um motorista, apanhado a quase 200 por hora, sendo entrevistado ainda dentro do carro. Fiquei impressionada com seu sorriso idiota, o arzinho arrogante, o jeito desafiador com que encarou a câmera num silêncio ofendido, quando perguntado sobre as razões da sua insanidade. Todo o seu ar era de quem estava coberto de razão: a lei e a segurança dos outros e a dele próprio nada valiam diante da sua onipotência.
        Atenção: os jovens são - em geral, mas não sempre - mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre. Mas há um número, impressionante de adultos - mais homens do que mulheres, diga-se de passagem, porque talvez sejam biologicamente mais agressivos - cometendo loucuras ao dirigir, avançando o sinal, quase empurrando o veículo da frente com seu para-choque, não cedendo passagem, ultrapassando em locais absurdos sem a menor segurança, bebendo antes de dirigir, enfim, usando o carro como um punhal hostil ou um falo frustrado.
        [...]
        Precisamos em quase tudo de autoridade e respeito, para que haja uma reforma generalizada, passando da desordem e do caos a algum tipo de segurança e bem-estar. Os motoristas americanos e europeus impressionam pela educação. Não por serem bonzinhos ou melhores do que nós, mas porque temem a lei, a punição, a cassação da carteira, a prisão, por coisas que aqui entre nós são consideradas apenas “normais", meros detalhes, “todo mundo faz assim".
        Autoridade justa, mas muito rigorosa, é o que talvez nos deixe mais lúcidos e mais bem-educados: em casa, na escola, na rua, na estrada, no bar, no clube, dentro do nosso carro. E os fatigados anjos da morte poderão, se não entrar em férias, ao menos relaxar um pouco.
                                                                                 (Lya Luft. Revista Veja, n° 2048, 20/02/2008.)

O termo destacado está corretamente analisado em

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473Q187730 | Português, Interpretação de Textos, Agente Administrativo, Polícia Rodoviária Federal PRF, FUNCAB

Texto associado.

Texto 1
                                                        A era do automóvel

        E, subitamente, é a era do Automóvel, O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os descombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações.[...]
        [...] Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou,arrastando desvaíradamente uma catadupa de automóveis, Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chauffeur é rei, é soberano, é tirano.
        Vivemos inteiramente presos ao Automóvel. O Automóvel ritmiza a vida vertiginosa, a ânsia das velocidades, o desvario de chegar ao fim, os nossos sentimentos de moral, de estética, de prazer, de economia, de amor.
        [...] Passamos como um raio, de óculos enfumaçados por causa da poeira. Não vemos as árvores. São as árvores que olham para nós com inveja. Assim o Automóvel acabou com aquela modesta felicidade nossa de bater palmas aos trechos de floresta, [...] A natureza recolhe-se humilhada. Em compensação temos palácios, altos palácios nascidos do fumo de gasolina dos primeiros automóveis e a febre do grande devora-nos. Febre insopitável e benfazeja! Não se lhe pode resistir.[...]
                        (João do Rio, In: GOMES, Renato Cordeiro (Org.) Rio de Janeiro: Agir, 2005 p. 57-60.)

Vocabulário:
benfazejo: que é bem-vindo
catadupa: jorro, derramamento grande
desabrido: rude, violento
insopitável: incontrolável


Texto 2
                                                   Falta de educação e velocidade

        Os anjos da morte estão cansados de nos recolher, a nós que nos matamos ou somos assassinados no tráfego das estradas, cidades, esquinas deste país. Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora. [...] Os anjos da morte suspiram por todo esse desperdício.
        [...]
        Outro dia observei na televisão um motorista, apanhado a quase 200 por hora, sendo entrevistado ainda dentro do carro. Fiquei impressionada com seu sorriso idiota, o arzinho arrogante, o jeito desafiador com que encarou a câmera num silêncio ofendido, quando perguntado sobre as razões da sua insanidade. Todo o seu ar era de quem estava coberto de razão: a lei e a segurança dos outros e a dele próprio nada valiam diante da sua onipotência.
        Atenção: os jovens são - em geral, mas não sempre - mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre. Mas há um número, impressionante de adultos - mais homens do que mulheres, diga-se de passagem, porque talvez sejam biologicamente mais agressivos - cometendo loucuras ao dirigir, avançando o sinal, quase empurrando o veículo da frente com seu para-choque, não cedendo passagem, ultrapassando em locais absurdos sem a menor segurança, bebendo antes de dirigir, enfim, usando o carro como um punhal hostil ou um falo frustrado.
        [...]
        Precisamos em quase tudo de autoridade e respeito, para que haja uma reforma generalizada, passando da desordem e do caos a algum tipo de segurança e bem-estar. Os motoristas americanos e europeus impressionam pela educação. Não por serem bonzinhos ou melhores do que nós, mas porque temem a lei, a punição, a cassação da carteira, a prisão, por coisas que aqui entre nós são consideradas apenas “normais", meros detalhes, “todo mundo faz assim".
        Autoridade justa, mas muito rigorosa, é o que talvez nos deixe mais lúcidos e mais bem-educados: em casa, na escola, na rua, na estrada, no bar, no clube, dentro do nosso carro. E os fatigados anjos da morte poderão, se não entrar em férias, ao menos relaxar um pouco.
                                                                                 (Lya Luft. Revista Veja, n° 2048, 20/02/2008.)

Observe as frases:

I. “todo mundo faz assim”.
II. “Todo o mundo faz assim” .

Sobre elas, pode-se afirmar que

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474Q42280 | Legislação de Trânsito CTB, Motorista, FACELI, FUNCAB

Efetuar levantamento dos locais de acidentes de trânsito e dos serviços de atendimento, socorro e salvamento de vítimas é uma competência:
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475Q5260 | Legislação de Trânsito CTB, Assistente de Trânsito, Detran SE, FUNCAB

Para ter a autorização para transporte escolar é preciso:
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476Q2560 | Português, Fiscal de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Serra ES, FUNCAB

Texto associado.
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

O número 1 do mundo

       O ano de 2010 foi extraordinário para os
transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
realizadas no período representam um aumento
de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
uma ideia, os transplantes de coração e de
pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
(Abto), o mais recente e completo levantamento
do gênero no país. Dos 47 cent ros
transplantadores de fígado, espalhados por onze
estados, um merece destaque especial. O
Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
Ficou à frente de centros de referência
internacionais nesse tipo de procedimento, como
os das universidades da Califórnia, nos Estados
Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
      A supremacia do hospital paulistano é
resultado de uma série de condutas adotadas na
última década. A primeira delas foi aprimorar a
técnica de abordagem dos parentes do doador – a
etapa mais delicada de qualquer programa de
transplantes. Logo depois da morte de um
eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
trata de um momento doloroso e a abordagem
costuma ser desajeitada, a probabilidade de
recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
com os parentes do paciente morto. Em parceria
com a Secretaria de Saúde do Estado de São
Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
quais cada um deles trabalharia. Os centros
escolhidos foram aqueles com os mais baixos
índices de doadores, apesar da grande
quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
principal causa de morte encefálica, condição
clínica que permite a doação de órgãos. Em três
anos, o número de doações nesses locais deu um
salto de 200% – o que representou um aumento de
10% no total de órgãos disponíveis em todo o
estado de São Paulo, incluindo os que se
destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
captador tem de ter paciência e ser um bom
ouvinte.”
(...)
      A cada 100 transplantes realizados no
Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
(SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
restante das cirurgias é financiado por convênios
médicos ou pelo próprio paciente. O programa
brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
acesso aos recursos médicos e também ao tempo
de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
mesmo hospital, por uma mesma equipe e
submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
o paciente em estado mais grave. Além disso, se
bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
tem de arcar com os custos de toda a operação.
Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
servir de exemplo para todas as outras áreas da
medicina, no que se refere ao atendimento ao
público”.
(Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
Em“...o mais recente e completo levantamento do gênero no país.”, os adjetivos RECENTE e COMPLETO foram empregados no grau:
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477Q17413 | História e Geografia de Estados e Municípios, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar SE, FUNCAB

Fundada em fins do século XVI, a Praça de São Francisco, em São Cristóvão (SE), foi reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2010. Esse reconhecimento se deu porque a Praça:
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478Q116319 | Informática , Árvores, Analista de Sistemas, SEJUS RO, FUNCAB

Analise as seguintes sentenças.

I. Os nós de uma árvore binária precisam ser sequencialmente numerados de maneira que o nó-raiz inicie com zero e, a partir dele, os nós sejam numerados por níveis, de modo que os da direita sejam numerados antes dos da esquerda.

II. Árvores são estruturas de dados estáticas com sua raiz representada no nível um.

III. Uma lista linear utiliza ponteiros para a alocação dinâmica dos nós.

Assinale a alternativa correta.

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479Q43111 | Matemática, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar MT, FUNCAB

Considere o triângulo retângulo ABC, reto em A, onde AB = 0,3 e AC = 0,4. Calcule a medida da projeção ortogonal do cateto AC sobre a hipotenusa BC.
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480Q326009 | Pedagogia, Bases Psicológicas da Aprendizagem, Professor, Prefeitura de Valença RJ, FUNCAB

A teoria do desenvolvimento e da aprendizagem que aborda o desenvolvimento cognitivo mediante um sistema de transformações contínuas que comportam uma história e uma evolução das funções psicológicas geradoras de mudanças na capacidade de interação com o meio, é conhecida como teoria:

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