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Questões de Concursos FUNCERN

Resolva questões de FUNCERN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q813209 | Legislação Federal, Lei 5764 1971, Gestor Organizacional, IFRN, FUNCERN

Compreende-se como Política Nacional de Cooperativismo a atividade decorrente das iniciativas ligadas ao sistema cooperativo, originárias de setor público ou privado, isoladas ou coordenadas entre si, desde que reconhecido seu interesse público. Escolha a opção que corresponde à Lei específica que, atualmente, rege o cooperativismo no Brasil.

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382Q617932 | Informática, Protocolo, Tecnólogo, IFRN, FUNCERN

Acerca do RIP (Routing Information Protocol), analise as afirmativas a seguir.

I. O RIP utiliza o protocolo UDP na porta 620.

II. O RIP utiliza o protocolo TCP.

III. O RIP é baseado no algoritmo distance vector.

IV. O RIP limita o número de saltos máximos em 15.

Estão corretas as afirmativas

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383Q324836 | Pedagogia, Pedagogo, IFRN, FUNCERN

Para concretizar as concepções e os princípios da gestão democrática na escola é necessário assegurar:
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384Q636832 | Informática, OSI, Tecnólogo, IFRN, FUNCERN

Os protocolos DHCP, TCP, ICMP e SMTP são usados, respectivamente, nas camadas OSI:
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385Q711338 | Português, Procurador Adjunto, Prefeitura de Jardim de Piranhas RN, FUNCERN, 2019

Texto associado.

   Futuro a distância

      A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

      O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

      Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas. Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

      A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

     Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

      Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

      Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

      Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.

                            Disponível em: . Acesso em: 08 mar. 2019.

O gênero discursivo do texto apresenta traços dominantes também encontrados
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386Q35288 | Arquivologia, Técnico em Arquivo, IFRN, FUNCERN

O conjunto de documentos de uma entidade produtora em plena atividade de funcionamento, ao qual podem ser acrescentados novos documentos é denominado de
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387Q607464 | Biblioteconomia, Indexação conceito, Bibliotecário, IFRN, FUNCERN

A diferença entre tesauro e uma lista de cabeçalho de assunto é
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388Q412874 | Direito Administrativo, Atos Administrativos, Pedagogo, Fundação de Atendimento Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Norte RN, FUNCERN, 2018

O ato administrativo deve apresentar determinados requisitos para sua validade. Tais requisitos são:
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389Q681971 | Segurança e Saúde no Trabalho, Técnico de Segurança do Trabalho, Prefeitura de Apodi RN, FUNCERN, 2019

O PCMSO deve incluir a realização obrigatória de uma série de exames médicos. A NR 07 prevê que, para cada um desses exames realizados, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional – ASO em
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390Q634521 | Informática, Protocolo, Tecnólogo, IFRN, FUNCERN

O protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) possui reply codes, que são iniciados por números. O código que significa “serviço termina o canal de comunicação” é
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391Q409872 | Direito Administrativo, Direitos e Vantagens, Psicólogo, IFRN, FUNCERN

No que concerne a licenças e afastamentos, é correto afirmar:
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392Q386387 | Biologia, Citologia, Professor de Biologia, Instituto Federal de Educação, FUNCERN

Analise as assertivas a seguir e assinale a opção correta.
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393Q688727 | Legislação de Trânsito CTB, Guarda Municipal, Prefeitura de Parnamirim RN, FUNCERN, 2019

Em relação aos crimes de trânsito previstos no Capítulo XIX do Código de Trânsito Brasileiro - CTB, é
correto afirmar:
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394Q627410 | Informática, Vírus e anti virus, Tecnólogo, IFRN, FUNCERN

Softwares maliciosos podem ser classificados como vírus ou worms. Marque a opção que apresenta a afirmação correta sobre vírus e worms.
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395Q447985 | Direito Constitucional, Administração Pública, Pedagogo, Fundação de Atendimento Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Norte RN, FUNCERN, 2018

A Administração Pública obedecerá a princípios expressamente previstos no texto constitucional vigente. Tais princípios são:
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396Q691069 | Português, Guarda Municipal, Prefeitura de Parnamirim RN, FUNCERN, 2019

Para que servem os direitos humanos?
Flávio Pierobon
Se a resposta a esta pergunta foi “para defender bandidos”, talvez, o leitor sofra de um sério problema
de senso comum teórico, ou talvez jamais tenha efetivamente refletido sobre a questão. Vão aqui alguns
pontos de reflexão. A Lei Maria da Penha e o Estatuto da Pessoa com Deficiência são exemplos de que os
direitos humanos não são para proteger bandidos, mas para proteger seres humanos.
Foi com base em um tratado de direitos humanos que o STF afastou a possibilidade de prisão do
depositário infiel – aquele indivíduo que, não conseguindo pagar suas dívidas, era convertido em depositário
do bem que comprou financiado e, caso não o apresentasse ao juiz para que este tomasse o seu bem, era
considerado “infiel depositário” - e, por isso, conduzido à prisão.
Foi com base também em um tratado de direitos humanos que se introduziu no Brasil o Estatuto da
Pessoa com Deficiência. Em que pese poder haver deficientes que praticam crimes, não parece ser esta a
realidade do país, ou os deficientes são todos bandidos?
A Lei Maria da Penha, conhecida por praticamente todos os brasileiros, foi elaborada no país após
uma condenação internacional sofrida pelo Brasil na Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Parece
que a senhora Maria da Penha, que se tornou paraplégica por ato do marido, não se adéqua bem ao conceito
de bandida. Alguém conscientemente se opõe a esta sentença: “Ninguém será mantido em escravidão ou
servidão; a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas”? Ou a esta: “Ninguém
pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade”? Creio que poucos são contra tais assertivas, ambas
previstas na Declaração Universal de Direitos Humanos.
Esses exemplos parecem evidenciar que direitos humanos não são para proteger bandidos, mas para
proteger seres humanos. Os dias atuais vêm demonstrando um discurso de verdadeiro desdém aos direitos
humanos; expressões como “direitos humanos apenas para humanos direitos” são ouvidas sem enrubescer
o autor. Boa parte da população liga tais direitos à proteção de pessoas que cometem crime, quase sempre
reclamando que não há a mesma proteção à vítima. O discurso é vazio, sem sentido e irreflexivo. Se um
particular fere seus direitos, você pode recorrer ao Estado. Mas, quando quem fere seus direitos –
especialmente os direitos fundamentais – é o Estado, a quem nós podemos recorrer? O exemplo simples dá
a dimensão da importância de um direito que exista independentemente da estrutura política ou jurídica de
cada Estado.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi aprovada em 10 de dezembro de 1948, em Paris.
Dos 56 países que participavam da sessão, 48 votaram a favor da Declaração e oito se abstiveram; ninguém
votou contra o texto na assembleia da ONU. A declaração pactua aquilo que, logo após as barbaridades da
Segunda Guerra Mundial, se acreditou ser a base mínima de direitos a que qualquer ser humano, em qualquer
parte do mundo, tem direito. São convicções éticas transformadas em direitos.
Em 1948, imaginou-se que, independentemente do rumo que o mundo tomasse, politicamente
falando, jamais nos afastaríamos de tais direitos, por serem supostamente globais (já que nenhum país se
opôs à sua formulação) e eticamente lógicos. Passados 70 anos, quase todas as constituições do mundo
reconhecem tais direitos, inclusive e principalmente a brasileira, recheada de direitos fundamentais,
comprovando que as escolhas feitas naquela época estavam certas.
Mesmo assim, é necessário que a cada crise sejamos lembrados de que pessoas inocentes morreram
para que esta geração pudesse comemorar 70 anos de uma declaração de direitos que pertence a todos os
seres humanos, mas que ainda não está ao alcance de muitas pessoas ao redor do mundo e na nossa própria
vizinhança. Portanto, longa vida à Declaração Universal dos Direitos Humanos e à proteção desses direitos
humanos!
De acordo com o texto, a Declaração Universal dos Direitos Humanos 
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398Q822362 | Legislação Federal, Lei 4320 1964, Técnico em Contabilidade, IFRN, FUNCERN

A Lei 4.320/64, em seu Art. 41, classifica os créditos adicionais em
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399Q418479 | Direito Civil, Pessoas, Advogado, IFRN, FUNCERN

Constitui exemplo de pessoa jurídica de direito

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400Q485146 | Geografia, Meteorologia, Geógrafo, IFRN, FUNCERN

No dia 05 de agosto de 2010, 33 mineiros ficaram presos numa profundidade de quase 700 metros, após acidente numa mina de ouro e cobre, no norte do Chile. A referida mina localiza-se numa das áreas mais secas do planeta, o Atacama. Considerando os fatores climáticos, os desertos do Atacama (Chile) e da Califórnia (EUA) originam-se

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