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Questões de Concursos FUNDEP

Resolva questões de FUNDEP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


201Q29572 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Analista de Recursos Humanos, CODEMIG, FUNDEP

Segundo MARRAS (2011), o planejamento de um programa eficaz de treinamento envolve oito etapas (prescrição, análise do assunto, planejamento das táticas de ensino, redação de um rascunho do curso, teste com pessoas, revisão do curso, produção e instalação do curso e validação).

Com base nesta afirmação é INCORRETO afirmar que
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202Q28816 | Nutrição, Nutricionista, Prefeitura de Bela Vista MG, FUNDEP

Doenças de origem alimentar são as ocorrências clínicas decorrentes da ingestão de alimentos que podem estar contaminados com microorganismos patogênicos, substâncias químicas ou que contenham em sua constituição estruturas naturalmente tóxicas.

Dentre as medidas preventivas citam-se as apresentadas a seguir, EXCETO:
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203Q703093 | Raciocínio Lógico, Fiscal de Posturas, Prefeitura de Uberlândia MG, FUNDEP, 2019

Texto associado.

Bruna disse o seguinte: “Se gosto de filmes, então gosto de cinema”.

Uma proposição que é logicamente equivalente à dita por Bruna é:
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204Q22028 | Direito Urbanístico, Pedagogo, BHTRANS MG, FUNDEP

Assinale a alternativa que NÃO apresenta um dos princípios da Política Nacional de Mobilidade Urbana.
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205Q28735 | Português, Professor de Educação Física, Prefeitura de Bela Vista MG, FUNDEP

Texto associado.
Conpozissão imfãtil

    O mundo é dividido em nações, que é o nome que tem os países como o Brasil, o Japão, etc., mas não Rio de Janeiro, Cuiabá, Pernambuco, que isso não é nação, é cidade. Quase nunca a gente percebe que o mundo é dividido em nações porque aqui no Brasil só tem brasileiro e a gente fica pensando que o mundo é como o Brasil, mas em copas do mundo a gente percebe. Cada nação insiste em falar uma língua diferente. Não sei por que todo mundo não fala português, que é tão fácil que até criança pequena fala, sem precisar estudar, como precisa com todas as outras línguas. Na Suíça e na Bélgica eles falam muitas línguas, além do suíço e do bélgico. Na hora do hino, cada jogador canta numa língua e fica parecendo com a hora do recreio, quando todo mundo grita e ninguém entende, mas eles estão acostumados. Também no jogo cada um fala com o outro numa língua, e isso é uma maneira de confundir o outro time, que não sabe o que eles estão combinando.
   Cada nação tem uma camisa diferente, para a gente saber de que nação a pessoa é, e isso não só os jogadores mas também as pessoas que vão assistir e até as pessoas nas ruas, no ônibus, no avião ou no metrô. A melhor é a de um país chamado Croácia, onde vivem os croatas, que são pessoas que gostam muito de jogar xadrez, por isso a camisa deles é como um tabuleiro de xadrez, como os quadradinhos branco e vermelho. Quando o jogo está chato, os jogadores param de jogar futebol, tiram a camisa, estendem ela no chão e jogam xadrez. O público de lá gosta muito mais, e canta e torce muito mais. A camisa da França é azul e os jogadores são chamados de “azuis”, mas na verdade só a camisa é azul, eles são brancos ou pretos, como todo mundo.
   As nações têm bandeiras e hinos. Acho a bandeira do Brasil a mais bonita de todas, fora algumas, e muito bem feita para o futebol: tem o verde dos gramados, o amarelo da taça que o campeão vai ganhar e a bola. No meio tem uma faixa que quando o Brasil é campeão fica escrito campeão”, e quando não é fca escrito uma bobagem qualquer. Nunca vi tanta bandeira como agora. Algumas são sem graça, como as que têm só duas cores e uma cruz no meio. Outras são interessantes, principalmente para nós, meninas, como as que têm estrelinhas e outros desenhos. A da Costa Rica tem naviozinhos de um lado e do outro de uma terra com vulcões. Mostra como o país é fninho e como é difícil viver nele, todo mundo muito apertado, quase sem poder respirar, e ainda com medo de vulcão. A mais engraçada é a da Argentina, que tem um solzinho com olho, nariz e boca. É uma bandeira amiga das crianças. Meu pai não gosta que eu torça para a Argentina, mas eu torço, por causa do solzinho, e não falo para ele.
    Antes do jogo tem os hinos e a televisão vai traduzindo o que eles estão cantando. Aí eu tenho medo. O da França diz para os filhos da pátria formarem batalhões e atacarem os inimigos. Deve ser terrível viver na França. Lá tem inimigos que querem estrangular as crianças, diz o hino deles. Os franceses cantam essas coisas como se não fosse nada demais, mas eu nunca vou querer ir lá na França. Esses países são muito inseguros. Nos Estados Unidos o hino explica que tem foguetes e bombas voando. Como os jogadores podem ser bonzinhos depois de cantar essas coisas? Teve um que mordeu um outro. Acho que foi pouco, coisas muito piores podiam acontecer. Podia acontecer de morrerem, por exemplo.Tem muito hino que fala de morrer. O da Itália pede que todos estejam prontos para morrer, porque a Itália chamou. Como é que pode chamar os outros para morrer? O do Uruguai pede para escolher a pátria ou o túmulo. O nosso do Brasil, que eu prefro, entre outros, porque não dá para entender as palavras, e por isso não ameaça ninguém, mesmo assim tem um pedaço que diz que a gente não teme a própria morte. A Fifa não devia deixar eles cantarem essas coisas. É um risco no fim do jogo o campo ficar cheio de mortos. Faz bem o jogador da França que não canta o hino deles, ainda mais um hino daqueles. Os nossos cantaram sempre, todos, e choraram muito. Não sei porque. Quem chorou mais, eu acho, foi o Thiago Silva. Aqui em casa até meu pai chorou. Eu não choro. Tenho mais o que fazer.

Toledo, R.P., Veja, 09/07/2014 (texto adaptado)
De acordo com a norma culta, assinale a alternativa em que se observa inadequação quanto à concordância verbal.
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206Q28755 | Português, Operador de Máquinas, Prefeitura de Bela Vista MG, FUNDEP

Texto associado.
Lua cheia, lua crescente, lua minguante

   Como a lua nos lembra o que se passa conosco!
   Não há quem não tenha seus dias de lua cheia! Tudo correndo bem, saúde boa, família em paz, todos se entendendo e se amando. Se não há dinheiro sobrando, não há dinheiro faltando...
   Também não há quem não tenha seus dias de lua minguante... A saúde meio emperrada; incompreensões e aborrecimentos em casa, no trabalho, entre amigos; desilusões, cansaço de viver...
   Mas volta a lua crescente... Volta a esperança. Tudo continua, mais ou menos, na mesma. Talvez até pior. Mas, por dentro, há mais coragem, mais força!...
   E o que nos vale é que variam, de pessoa para pessoa, os dias de fossa, os dias de esperança, os dias de alegria plena... Por que, então, não termos paciência uns com os outros e não nos ajudarmos mutuamente? Mas, em geral quem anda em lua minguante tem até raiva de quem anda em lua cheia. Parece um roubo. Acontece, também, que quem anda em lua cheia, em geral, não tem olhos, nem tempo, nem paciência para fcar ouvindo lamúrias da lua minguante...
   Ah! Se conseguíssemos o ideal de manter permanentemente em nós o espírito da lua crescente, o espírito da esperança!
   Há quem, em plena fase da lua cheia, ande triste. Há pessoas que, em lugar de aproveitar a felicidade que têm na mão, tornam-se incapazes de aproveitá-la, porque ficam o tempo todo pensando que a felicidade é passageira, vai acabar, já está acabando...
   Em plena lua cheia, quando o desânimo chega, vamos expulsá-lo, pensando: É verdade. Nem sempre será lua cheia. Virá a lua minguante. Mas de minguante passará a crescente e, de novo a cheia.
   Quando nos convenceremos de que é ingratidão deixar que a esperança se apague dentro de nós?!... Guardem o título de um livro de poemas, que vale como um programa de vida: FAZ ESCURO, MAS EU CANTO! Sim. No meio da maior escuridão, em pleno voo cego, sem enxergar um palmo diante dos olhos.
Mesmo aí, mesmo assim, temos que manter viva a esperança. FAZ ESCURO, MAS EU CANTO!

Disponível em:
Acesso em 17 julho de 2014.
Assinale a alternativa que apresenta ERRO de concordância verbal.
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207Q13180 | Administração de Recursos Materiais, Administrador, COPANOR, FUNDEP

A empresa COPA tem as características operacionais descritas abaixo que favorecem decisões sobre seu principal arranjo físico como sendo em um padrão posicional.

I. Os projetos são executados in loco, devendo haver recursos disponíveis para equipes externas de trabalho e uma rota de operações otimizada.

II. Outra parte das equipes de trabalho fica concentrada em determinada localidade, com caráter de multitarefa e pequeno deslocamento de materiais (lead time).

III. Para consecução de projetos com maior agilidade e rapidez, estabelece-se uma sequência de atividades rotineiras e repetitivas que favorecem a qualidade.

IV. Grandes volumes de serviços são solicitados na primeira semana dos meses, o que direciona a uma execução sequenciada, de baixo custo e otimizada de tarefas.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA das modalidades de arranjos físicos encontradas na empresa.
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208Q111922 | Contabilidade Geral, Atos e fatos contábeis conceito, Analista de Gestão e Assistência à Saúde Ciências Contábeis, FHEMIG, FUNDEP

Um lançamento contábil com débito na conta Veículos e crédito das contas Bancos e Nota Promissória a pagar é classificado com um lançamento de

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209Q231652 | Enfermagem, Profissional de Enfermagem Técnico de Enfermagem, FHEMIG, FUNDEP

Uma área na qual se percebe de maneira evidente a atuação da enfermagem é a área do cuidado com feridas. Borges et al. (2007) registram que cuidar de lesões envolve muito mais do que simplesmente trocar o curativo. O profissional de enfermagem precisa saber anatomia da pele, processo de cicatrização, avaliação global do portador de feridas, fatores que interferem na cicatrização, técnicas de curativos e coberturas mais utilizadas.

Considerando a competência do técnico de enfermagem nesse campo, analise as seguintes afirmativas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) O processo de cicatrização por primeira intenção ocorre quando a pele é cortada de maneira asséptica, limpa e as bordas são aproximadas pelas suturas ou outros meios.

( ) Na classificação da úlcera de pressão, o estágio dois é definido quando o tecido lesado apresenta comprometimento da epiderme, derme e subcutâneo.

( ) É função do técnico de enfermagem realizar o desbridamento autolítico e químico prescrito pelo enfermeiro após avaliação da ferida.

( ) A limpeza do leito da ferida deverá ser realizada com jatos de solução salina isotônica (0,9%) morna para remover os corpos estranhos e os tecidos frouxamente aderidos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.

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210Q700021 | Contabilidade Geral, Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP, Contador, Prefeitura de Uberlândia MG, FUNDEP, 2019

De acordo com Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público, o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) permite o registro contábil dos atos e fatos praticados pela entidade de maneira padronizada e sistematizada. Com relação ao registro contábil, considere estas afirmativas. 

I. Não é permitido um lançamento na conta Clientes (classe 1) em contrapartida à conta Receita Realizada (classe 6).
II. Nos lançamentos de natureza patrimonial, há apenas o débito e o crédito em contas das classes 1, 2, 3 e 4. 
III. Em contas das classes 5, 6, 7 e 8, depois do lançamento inicial, todos os lançamentos posteriores serão realizados nas classes pares, ou seja, 6 e 8.

Nesse contexto, está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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211Q214289 | Direito Constitucional, Forma, Médico Ecocardiografia, FHEMIG, FUNDEP

Conforme o artigo 1o da Constituição Federal (CF), a República Federativa do Brasil constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos, EXCETO

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212Q254072 | Direito do Consumidor, Disposições do CDC, Técnico Judiciário, TJ MG, FUNDEP

Com base no disposto no Código de Defesa do Consumidor (Lei n. 8.078/90), assinale a definição INCORRETA.

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213Q214157 | Medicina, Médico Ecocardiografia, FHEMIG, FUNDEP

São diretrizes propostas para a Política Nacional de Informação e Informática em Saúde (PNIIS), EXCETO

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214Q29538 | Matemática, Assistente Administrativo, CODEMIG, FUNDEP

Um playstation 3 é vendido por R$1.200,00 (hum mil e duzentos reais).Com a proximidade do dia das crianças, o lojista anuncia um desconto de 20% sobre o preço de venda.A porcentagem de aumento para que o playstation 3 volte a ser vendido por R$1.200,00 (hum mil e duzentos reais) após o dia das crianças é de :
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215Q38919 | Informática, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

O ______________é o aplicativo do Windows que permite ao usuário enxergar a organização do disco, criar pastas, apagar pastas e arquivos entre outros.

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
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216Q28786 | Administração Geral, Auxiliar Administrativo, Prefeitura de Bela Vista MG, FUNDEP

Sobre o conceito de produtividade, assinale a alternativa INCORRETA.
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217Q28825 | Conhecimentos Específicos, Técnicas em Construção Civil, Mestre de Obras, Prefeitura de Bela Vista MG, FUNDEP

Embora sejam de execução simples, muros de arrimo ou contenções feitos com gabiões demandam atenção do mestre de obras quanto à disposição das pedras no interior das gaiolas.

Com relação a esse tipo de muro, é INCORRETO afirmar que
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218Q38912 | Português, Auxiliar em Administração, IFSP, FUNDEP

Texto associado.
Eu Sei, Mas Não Devia
                                                                        Clarice Lispector

Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. 
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. 
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...]. 
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. 
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado. 
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão com as sílabas separadas CORRETAMENTE.
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219Q43066 | Português, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar MG, FUNDEP

Texto associado.
Genes no banco dos réus

O que você faria se pudesse decidir sobre a cor dos olhos de seu filho, seu tipo físico ou até mesmo sua aptidão para determinada profissão? Escolhas ainda inviáveis tecnicamente, mas que já suscitam profundas reflexões éticas, fazem parte dos tópicos levantados pela geneticista Mayana Zatz em seu livro GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam, lançado [...] pela Editora Globo.

Coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano, na Universidade de São Paulo (CEGH/USP), Zatz foi uma das pioneiras no uso de técnicas de biologia molecular para o estudo de genes humanos no Brasil. A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.

Por meio de uma escrita apaixonada, a pesquisadora elege temas atuais relacionados à biotecnologia e expõe conflituosos casos que vivenciou ao longo de sua trajetória. De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

Ao oferecer à população serviços de detecção de doenças com base genética no CEGH, a pesquisadora se defronta diariamente com dilemas que não têm uma resposta simples e correta. Os testes genéticos podem, por exemplo, revelar não apenas que o paciente é portador de doença grave, mas também que o seu suposto pai não é seu progenitor.

O médico, então, se vê diante de uma encruzilhada: contar ou não contar sobre a falsa paternidade ao paciente, uma vez que esse resultado não lhe foi solicitado? Como não há um respaldo legal para esse tipo de situação, a decisão fica a cargo da equipe médica.

No livro, Zatz critica essa falta de mecanismos legais para proteger os pacientes envolvidos em testes genéticos no Brasil. “A informação genética faz parte de nossa individualidade e deve ser tratada como qualquer outro tipo de informação pessoal”, defende. Um dos riscos de esses dados se tornarem públicos está na possibilidade de eles serem usados indevidamente por companhias de seguro de saúde e de vida.

Informar, apoiar e ajudar a interpretar os testes genéticos junto ao paciente é tarefa de uma equipe interdisciplinar, que deve contar com geneticistas, psicólogos e médicos, e faz parte do chamado aconselhamento genético. Apesar do nome, “o geneticista não aconselha, ele deve apenas cuidar para que as possibilidades de escolha de seus pacientes sejam informadas e esclarecidas”.

A geneticista recorda no livro a história noticiada em maio de 2011 de um casal que teve trigêmeas após tratamento de fertilização in vitro e quis, após o nascimento, ficar apenas com duas filhas. “Dois é suficiente, três é demais?”, questiona a pesquisadora.

O caso também serve de alerta para a questão da gravidez múltipla, comum na reprodução assistida devido à implantação de muitos pré-embriões no útero da mulher. Essa condição aumenta o risco de nascimentos prematuros e de recém-nascidos com problemas intelectuais e de saúde em geral.

Zatz relata ainda que, nos próximos anos, será possível sequenciar genomas individuais por apenas mil dólares. Se à primeira vista a notícia soa como um avanço, a pesquisadora alerta para o excesso de confiança depositado no material genético como única forma de determinar as características futuras do indivíduo.

O livro deixa mais perguntas que respostas e nos faz refletir sobre a importância da discussão mais ampla sobre decisões que já vêm sendo tomadas no dia a dia, mas que ainda se encontram no limbo da legislação.

Nesse sentido, um último alerta da pesquisadora: “Enquanto as questões éticas são pensadas e discutidas depois de anunciadas as novas descobertas, o comércio anda sempre na frente”. Nem sempre a favor dos mais afetados. 

REZNIK, Gabriela. Genes no banco dos réus. Ciência Hoje. Disponível em: .
[Fragmento] Acesso em: 2 fev. 2016. (Adaptação)
Leia este fragmento do texto:

De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

Considerando as classes de palavras prescritas pelas gramáticas tradicionais da Língua Portuguesa, classificam-se como substantivos:
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220Q13156 | Português, Administrador, COPANOR, FUNDEP

Texto associado.
DESAPARECIMENTO DOS ANIMAIS

Tente imaginar esta cena: homens, animais e florestas convivendo em harmonia. Os homens retiram das plantas apenas os frutos necessários e cuidam para que elas continuem frutificando; não matam animais sem motivo, não sujam as águas de seus rios e não enchem de fumaça seu ar. Em outras palavras: as relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem, bem como as influências que uns exercem sobre os outros, estão em equilíbrio. (...)

Nossa preocupação (de brasileiros) não é só controlar a exploração das florestas, mas também evitar uma de suas piores consequências: a morte e o desaparecimento total de muitas espécies animais. Apesar de nossa fauna ser muito variada, a lista oficial das espécies que estão desaparecendo já chega a 86 (dentre elas, a anta, a onça, o mico-leão, a ema e o papagaio).

E a extinção desses animais acabará provocando o desequilíbrio do meio ambiente, pois o desaparecimento de um deles faz sempre com que aumente a população de outros. Por exemplo: o aumento do número de piranhas nos rios brasileiros é consequência do extermínio de seus três inimigos naturais – o dourado, a ariranha e o jacaré.  

(Nosso Brasil, 2002)
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE outro bom título para o texto.
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