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Questões de Concursos FURB

Resolva questões de FURB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1461Q916203 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Guabiruba SC, FURB, 2024

Texto associado.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que algumas pessoas sentem cheiro de barata?


Peraí, barata tem cheiro? Pois é, um dos insetos que mais causa medo e nojo nas pessoas possui um cheiro bem peculiar. O lance, na verdade, é que nem todo mundo consegue senti-lo. Essa "habilidade" que somente algumas pessoas possuem está gravada no DNA e se deve a uma combinação de fatores.


Uma das formas de comunicação das baratas é o cheiro. Os feromônios produzidos por elas (chamados também de hidrocarbonetos cuticulares) possuem uma substância química chamada trimetilamina (TMA). Essa molécula libera um odor que só pode ser sentido por quem tem um gene específico que codifica o quimioreceptor da trimetilamina.


Não é todo mundo, porém, que apresenta esse gene ativo. Algumas pessoas têm uma mutação nessa região do genoma, fazendo com que elas não sintam o cheiro da TMA (e, consequentemente, o das baratas).


Como é o cheiro da barata?


Segundo relatos (inclusive, o do próprio autor deste texto), o cheiro parece algo mofado ou oleoso, mas não necessariamente (é meio difícil descrever, rs). Esse "perfume" pode variar dependendo de alguns fatores do ambiente: o quão limpo ele é, os alimentos com que a barata entra em contato por ali etc. Além disso, baratas de espécies diferentes têm cheiros diferentes também.


E elas não são as únicas. As formigas também têm cheiros diferentes que nem todo mundo consegue sentir. Algumas espécies (como a Lasius interjectus) têm cheiro de citronela, enquanto outras, como as do gênero Odontomachus , cheiram a chocolate.


Nem todas possuem o cheiro forte o suficiente para que a gente consiga sentir. Às vezes, só conseguimos percebê-lo quando há uma grande colônia de formigas ou quando o pobre animal é esmagado (liberando seu odor).


Essa diferença na percepção de cheiros não se restringe somente às baratas ou formigas. Uma pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) em 2019 revelou que pessoas não sentem os cheiros da mesma forma. Nós temos mais de 400 receptores olfativos diferentes − porém, devido às variações genéticas de cada indivíduo, uns são mais sensíveis para determinados odores do que outros.


Retirado e adaptado de: PEREIRA, Caio César. Por que algumas pessoas sentem cheiro de barata? Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-algumaspessoas-sentem-cheiro-de-barata/ Acesso em: 22 fev., 2024.

Analise o seguinte trecho, retirado do texto:
Uma pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) em 2019 revelou que pessoas não sentem os cheiros da mesma forma.
Assinale a alternativa que poderia substituir a palavra em destaque no trecho sem prejuízo de valor:
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1462Q916205 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Guabiruba SC, FURB, 2024

Texto associado.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que algumas pessoas sentem cheiro de barata?


Peraí, barata tem cheiro? Pois é, um dos insetos que mais causa medo e nojo nas pessoas possui um cheiro bem peculiar. O lance, na verdade, é que nem todo mundo consegue senti-lo. Essa "habilidade" que somente algumas pessoas possuem está gravada no DNA e se deve a uma combinação de fatores.


Uma das formas de comunicação das baratas é o cheiro. Os feromônios produzidos por elas (chamados também de hidrocarbonetos cuticulares) possuem uma substância química chamada trimetilamina (TMA). Essa molécula libera um odor que só pode ser sentido por quem tem um gene específico que codifica o quimioreceptor da trimetilamina.


Não é todo mundo, porém, que apresenta esse gene ativo. Algumas pessoas têm uma mutação nessa região do genoma, fazendo com que elas não sintam o cheiro da TMA (e, consequentemente, o das baratas).


Como é o cheiro da barata?


Segundo relatos (inclusive, o do próprio autor deste texto), o cheiro parece algo mofado ou oleoso, mas não necessariamente (é meio difícil descrever, rs). Esse "perfume" pode variar dependendo de alguns fatores do ambiente: o quão limpo ele é, os alimentos com que a barata entra em contato por ali etc. Além disso, baratas de espécies diferentes têm cheiros diferentes também.


E elas não são as únicas. As formigas também têm cheiros diferentes que nem todo mundo consegue sentir. Algumas espécies (como a Lasius interjectus) têm cheiro de citronela, enquanto outras, como as do gênero Odontomachus , cheiram a chocolate.


Nem todas possuem o cheiro forte o suficiente para que a gente consiga sentir. Às vezes, só conseguimos percebê-lo quando há uma grande colônia de formigas ou quando o pobre animal é esmagado (liberando seu odor).


Essa diferença na percepção de cheiros não se restringe somente às baratas ou formigas. Uma pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) em 2019 revelou que pessoas não sentem os cheiros da mesma forma. Nós temos mais de 400 receptores olfativos diferentes − porém, devido às variações genéticas de cada indivíduo, uns são mais sensíveis para determinados odores do que outros.


Retirado e adaptado de: PEREIRA, Caio César. Por que algumas pessoas sentem cheiro de barata? Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-algumaspessoas-sentem-cheiro-de-barata/ Acesso em: 22 fev., 2024.

Sobre a linguagem empregada no texto, analise as afirmações a seguir:

I. O texto apresenta trechos de linguagem informal, como em "Peraí, barata tem cheiro?" e "o lance, na verdade...".
II. O texto apresenta trechos de linguagem técnica, como em "Algumas espécies (como a Lasius interjectus) têm cheiro de citronela, enquanto outras, como as do gênero Odontomachus, cheiram a chocolate".
III. A linguagem empregada no texto é restritamente formal, não apresenta linguagem técnica e nem características de linguagem informal.

É correto o que se afirma em:
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1463Q1014768 | Libras, Educação dos Surdos, Tradutor e Intérprete de Libras, Prefeitura de Bombinhas SC, FURB, 2024

Considerando o desenvolvimento histórico da educação de surdos desde a antiguidade até a modernidade, analise as afirmações a seguir e identifique qual delas apresenta uma perspectiva que melhor reflete a transição de paradigmas sobre a educação de surdos, marcada pela evolução de práticas excludentes para abordagens mais inclusivas e bilíngues:
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1464Q1058549 | Português, Funções Morfossintáticas da Palavra que, Fonoaudiólogo, Prefeitura de Camboriú SC, FURB, 2025

Texto associado.
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maiormetrópoledaAméricado Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, aperiferianunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou oshábitosde leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim SãoLuís, Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "queme o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulherestêmum papel fundamental nas periferias, nãonas questões do dia a dia, no trato com aprópriafamília, com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quantotambémcom a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da populaçãoperiférica— que incluimangás,clássicos, autores negros eindígenas— mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta aimportânciada representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas,negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muitoalémda sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir e analise as assertivas:
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou 'nenhum preconceito impedir de acessar a literatura'".

I.O pronome relativo "que" tem como referente "comunidade", podendo ser substituído por "a qual" sem prejuízo na coesão e no sentido do texto.

II.O pronome relativo "que" pode ter dois referentes, sendo eles "coordenadora" e "comunidade". Cabe à pessoa que lê o texto decidir qual referente deixa o texto mais claro.

III.O pronome relativo "que" introduz uma explicação, qualificando a comunidade.

IV.O pronome relativo "que" introduz uma oração restritiva, ou seja, tem-se apenas uma comunidade e essa não deixou o preconceito impedir o acesso àliteratura.


É correto o que se afirma em:
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1465Q1087489 | Matemática, Análise Combinatória em Matemática, Professor de Matemática, Prefeitura de Florianópolis SC, FURB, 2023

Mariana usa uma senha para desbloquear seu celular. Essa senha é formada por 4 algarismos distintos. Ela lembra que usou os algarismos que compõem seu dia e mês de nascimento, 30 de dezembro (mês 12), mas não lembra a ordem deles na senha. A quantidade máxima de senhas diferentes que ela pode ter que testar é igual a:

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1466Q1024540 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Professor de Língua Inglesa, Prefeitura de Bombinhas SC, FURB, 2024

Texto associado.
The Role of the Teacher in Promoting Intercultural Approaches


Today, it would be an exaggeration to say that cultural diversity is perceived as a problem within education systems, since the teachers, in general, accept it and have positive attitudes towards the contribution of diversity. However, even if it is not a problem within the school, one must nevertheless address its complexity. Cultural diversity is not only an auspicious resource for extra-curricular activities; it has a social dimension with an impact on the life of the pupils and their parents. From this point of view, it seems important to us that teachers are aware of the issues concerning such themes as integration, openness, social justice and equality. Otherwise, it should be said that a certain number of stereotypes persist and their effects should be thoroughly examined within the school.

One of the theoretical foundations which seems productive for us in promoting cultural diversity is culturally relevant teaching. Indeed, further to exploiting otherness as a resource, it subjects it to critical analysis and in this way addresses inequalities connected with cultural, social or ethnic affiliations. This form of teaching addresses inequalities, but also takes the form of an approach to combat them.

Finally, research has demonstrated the advantage of opening the teaching profession to people from diverse origins. Indeed, their knowledge and the resemblance between their own experiences and those of their pupils, particularly those with cultural minority origins, contribute an educational added-value. Furthermore, we believe that the experiences of these teachers may represent a resource for the educational enterprise, while accepting its limits: the need for each individual to choose their own affiliation and not to be assigned an identity that could be detrimental.


(Based and adapted from AKKARI, Abdeljalil; RADHOUANE, Myriam. Intercultural approaches to education: From theory to practice. Springer Nature, 2022.)
Consider the following statement about the use of modal verbs in the text:

I. The modal verb 'would', in the first sentence of the text, is used to express a hypothesis.
II. The use of the modal verb 'may', in the last paragraph, expresses something that is likely to happen.
III. Modal verbs do not have any impact in the meaning of this text.


It is correct what is stated in:
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1467Q912940 | Direito Constitucional, Sistema Tributário Nacional, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Jaraguá do Sul SC, FURB, 2023

Assinale a alternativa que contém um imposto municipal:
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1468Q1019457 | Espanhol, Ensino de Língua Espanhola, Professor de Espanhol, Prefeitura de Florianópolis SC, FURB, 2023

Cuando se enseñan géneros discursivos a hablantes de portugués, ¿qué enfoque se recomienda para asegurar que los estudiantes comprendan la diversidad y función de estos en la lengua española?

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1469Q1078600 | Informática, Segurança da Informação, Monitor de Informática, Prefeitura de Bombinhas SC, FURB, 2024

Considere as afirmativas sobre Sistemas de Backup, Tipos de Backup e Meios de armazenamento para Backups. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Backup é o ato de copiar arquivos, pastas ou discos inteiros (físicos ou virtuais) de dispositivos eletrônicos para sistemas de armazenamento secundários, buscando a preservação das informações em caso de problema.
(__) O Bacula é um software de backup de código aberto que permite o gerenciamento de backup e recuperação de informações.
(__) O Backup do tipo Incremental copia somente os dados modificados deste o último backup realizado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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1470Q1023579 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Professor de Inglês, Prefeitura de Florianópolis SC, FURB, 2023

Texto associado.

Plurilingualism and translanguaging: commonalities and divergences

Both plurilingual and translanguaging pedagogical practices in the education of language minoritized students remain controversial, for schools have a monolingual and monoglossic tradition that is hard to disrupt, even when the disrupting stance brings success to learners. At issue is the national identity that schools are supposed to develop in their students, and the Eurocentric system of knowledge, circulated through standardized named languages, that continues to impose what Quijano (2000) has called a coloniality of power.

All theories emerge from a place, an experience, a time, and a position, and in this case, plurilingualism and translanguaging have developed, as we have seen, from different loci of enunciation. But concepts do not remain static in a time and place, as educators and researchers take them up, as they travel, and as educators develop alternative practices. Thus, plurilingual and translanguaging pedagogical practices sometimes look the same, and sometimes they even have the same practical goals. For example, educators who say they use plurilingual pedagogical practices might insist on developing bilingual identities, and not solely use plurilingualism as a scaffold. And educators who claim to use translanguaging pedagogical practices sometimes use them only as a scaffold to the dominant language, not grasping its potential. In the United States, translanguaging pedagogies are often used in English-as-a-Second Language programs only as a scaffold. And although the potential for translanguaging is more likely to be found in bilingual education programs, this is also at times elusive. The potential is curtailed, for example, by the strict language allocation policies that have accompanied the growth of dual language education programs in the last decade in the USA, which come close to the neoliberal understanding of multilingualism espoused in the European Union.

It is important to keep the conceptual distinctions between plurilingualism and translanguaging at the forefront as we develop ways of enacting them in practice, even when pedagogies may turn out to look the same. Because the theoretical stance of translanguaging brings forth and affirms dynamic multilingual realities, it offers the potential to transform minoritized communities sense of self that the concept of plurilingualism may not always do. The purpose of translanguaging could be transformative of socio-political and socio-educational structures that legitimize the language hierarchies that exclude minoritized bilingual students and the epistemological understandings that render them invisible. In its theoretical formulation, translanguaging disrupts the concept of named languages and the power hierarchies in which languages are positioned. But the issue for the future is whether school authorities will allow translanguaging to achieve its potential, or whether it will silence it as simply another kind of scaffold. To the degree that educators act on translanguaging with political intent, it will continue to crack some openings and to open opportunities for bilingual students. Otherwise, the present conceptual differences between plurilingualism and translanguaging will be erased.

Source: GARCÍA, Ofelia; OTHEGUY, Ricardo. Plurilingualism and translanguaging: Commonalities and divergences. International Journal of Bilingual Education and Bilingualism, v. 23, n. 1, p. 17-35, 2020.

Garcia e Otheguy (2020)

In TESOL (Teaching English to Speakers of Other Languages) classes, students develop their language skills through various activities: they enhance their listening abilities by engaging in group discussions, practice speaking by participating in oral presentations, refine their writing skills through essay assignments, and strengthen their reading comprehension by analyzing texts in different genres. In the light of that, match the second column according to the first:

First column: skill

1.Reading

2.Listening

3.Writing

4.Speaking

Second column: definition

(__)is the skill of actively perceiving and comprehending spoken language, allowing individuals to understand and interpret oral communication effectively.

(__)is the aptitude to convey thoughts, information, and creativity through the creation of text, using written language to communicate ideas, stories, or messages.

(__)involves the ability to express one's thoughts, ideas, and emotions through coherent and articulate oral communication, contributing to effective dialogue and interpersonal interactions.

(__)is the capacity to decode, interpret, and comprehend written text, enabling individuals to access and extract meaning from written materials, ranging from books and articles to digital content.

Select the option that presents the correct association between the columns:

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1471Q1023581 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Professor de Inglês, Prefeitura de Florianópolis SC, FURB, 2023

Texto associado.

Plurilingualism and translanguaging: commonalities and divergences

Both plurilingual and translanguaging pedagogical practices in the education of language minoritized students remain controversial, for schools have a monolingual and monoglossic tradition that is hard to disrupt, even when the disrupting stance brings success to learners. At issue is the national identity that schools are supposed to develop in their students, and the Eurocentric system of knowledge, circulated through standardized named languages, that continues to impose what Quijano (2000) has called a coloniality of power.

All theories emerge from a place, an experience, a time, and a position, and in this case, plurilingualism and translanguaging have developed, as we have seen, from different loci of enunciation. But concepts do not remain static in a time and place, as educators and researchers take them up, as they travel, and as educators develop alternative practices. Thus, plurilingual and translanguaging pedagogical practices sometimes look the same, and sometimes they even have the same practical goals. For example, educators who say they use plurilingual pedagogical practices might insist on developing bilingual identities, and not solely use plurilingualism as a scaffold. And educators who claim to use translanguaging pedagogical practices sometimes use them only as a scaffold to the dominant language, not grasping its potential. In the United States, translanguaging pedagogies are often used in English-as-a-Second Language programs only as a scaffold. And although the potential for translanguaging is more likely to be found in bilingual education programs, this is also at times elusive. The potential is curtailed, for example, by the strict language allocation policies that have accompanied the growth of dual language education programs in the last decade in the USA, which come close to the neoliberal understanding of multilingualism espoused in the European Union.

It is important to keep the conceptual distinctions between plurilingualism and translanguaging at the forefront as we develop ways of enacting them in practice, even when pedagogies may turn out to look the same. Because the theoretical stance of translanguaging brings forth and affirms dynamic multilingual realities, it offers the potential to transform minoritized communities sense of self that the concept of plurilingualism may not always do. The purpose of translanguaging could be transformative of socio-political and socio-educational structures that legitimize the language hierarchies that exclude minoritized bilingual students and the epistemological understandings that render them invisible. In its theoretical formulation, translanguaging disrupts the concept of named languages and the power hierarchies in which languages are positioned. But the issue for the future is whether school authorities will allow translanguaging to achieve its potential, or whether it will silence it as simply another kind of scaffold. To the degree that educators act on translanguaging with political intent, it will continue to crack some openings and to open opportunities for bilingual students. Otherwise, the present conceptual differences between plurilingualism and translanguaging will be erased.

Source: GARCÍA, Ofelia; OTHEGUY, Ricardo. Plurilingualism and translanguaging: Commonalities and divergences. International Journal of Bilingual Education and Bilingualism, v. 23, n. 1, p. 17-35, 2020.

Garcia e Otheguy (2020)

Observe the following clauses I and II:

I.If school authorities had allowed translanguaging to achieve its potential,

II.It could have cracked open more opportunities for students to have plurilingual contexts in the education system.

Regarding these statements, select the correct option:

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1472Q1023582 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Professor de Inglês, Prefeitura de Florianópolis SC, FURB, 2023

Texto associado.

Plurilingualism and translanguaging: commonalities and divergences

Both plurilingual and translanguaging pedagogical practices in the education of language minoritized students remain controversial, for schools have a monolingual and monoglossic tradition that is hard to disrupt, even when the disrupting stance brings success to learners. At issue is the national identity that schools are supposed to develop in their students, and the Eurocentric system of knowledge, circulated through standardized named languages, that continues to impose what Quijano (2000) has called a coloniality of power.

All theories emerge from a place, an experience, a time, and a position, and in this case, plurilingualism and translanguaging have developed, as we have seen, from different loci of enunciation. But concepts do not remain static in a time and place, as educators and researchers take them up, as they travel, and as educators develop alternative practices. Thus, plurilingual and translanguaging pedagogical practices sometimes look the same, and sometimes they even have the same practical goals. For example, educators who say they use plurilingual pedagogical practices might insist on developing bilingual identities, and not solely use plurilingualism as a scaffold. And educators who claim to use translanguaging pedagogical practices sometimes use them only as a scaffold to the dominant language, not grasping its potential. In the United States, translanguaging pedagogies are often used in English-as-a-Second Language programs only as a scaffold. And although the potential for translanguaging is more likely to be found in bilingual education programs, this is also at times elusive. The potential is curtailed, for example, by the strict language allocation policies that have accompanied the growth of dual language education programs in the last decade in the USA, which come close to the neoliberal understanding of multilingualism espoused in the European Union.

It is important to keep the conceptual distinctions between plurilingualism and translanguaging at the forefront as we develop ways of enacting them in practice, even when pedagogies may turn out to look the same. Because the theoretical stance of translanguaging brings forth and affirms dynamic multilingual realities, it offers the potential to transform minoritized communities sense of self that the concept of plurilingualism may not always do. The purpose of translanguaging could be transformative of socio-political and socio-educational structures that legitimize the language hierarchies that exclude minoritized bilingual students and the epistemological understandings that render them invisible. In its theoretical formulation, translanguaging disrupts the concept of named languages and the power hierarchies in which languages are positioned. But the issue for the future is whether school authorities will allow translanguaging to achieve its potential, or whether it will silence it as simply another kind of scaffold. To the degree that educators act on translanguaging with political intent, it will continue to crack some openings and to open opportunities for bilingual students. Otherwise, the present conceptual differences between plurilingualism and translanguaging will be erased.

Source: GARCÍA, Ofelia; OTHEGUY, Ricardo. Plurilingualism and translanguaging: Commonalities and divergences. International Journal of Bilingual Education and Bilingualism, v. 23, n. 1, p. 17-35, 2020.

Garcia e Otheguy (2020)

In the context of education, CLIL (Content and Language Integrated Learning) is an instructional approach that integrates language learning with content instruction. What is the primary goal of CLIL, and how does it differ from traditional language education?

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1473Q1088888 | Direito Constitucional, Organização Político Administrativa do Estado, Procurador do Município, Prefeitura de Biguaçu SC, FURB, 2025

O Município X, pertencente ao território do Estado Y, não aplicou o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde. A respeito dessa situação, assinale a alternativa correta:
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1474Q1088890 | Direito Constitucional, Organização Político Administrativa do Estado, Procurador do Município, Prefeitura de Biguaçu SC, FURB, 2025

Sobre os Municípios, entes federativos devidamente regulados pela Constituição Federal de 1988, julgue asseguintes assertivas:
I.O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará.
II.Compete aos Municípios legislar sobre assuntos de interesse local.
III.Compete aos Municípios suplementar a legislação estadual no que couber, mas não a federal.
IV.A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal, mediante controle externo, e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal, na forma da lei.
V.As contas dos Municípios ficarão, durante sessenta dias, anualmente, à disposição de qualquer contribuinte, para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, nos termos da lei.
É correto o que se afirma em:
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1475Q1015165 | Libras, Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais, Tradutor e Interprete de Libras, FURB SC, FURB, 2020

O sistema de escrita para escrever a língua de sinais é conhecido pelo nome SingWriting (SW). Isso foi um fato histórico à comunidade surda, pois a língua de sinais era considerada uma língua ágrafa. Nesse sentido, para Strobel, a escrita de sinais é um artefato cultural no âmbito (de/da/do(s)):
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1476Q1013376 | Libras, Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais, Tradutor e Interprete de Libras, FURB SC, FURB, 2020

O intérprete educacional é aquele que atua como profissional intérprete de língua de sinais na educação. Em relação a alguns elementos sobre o intérprete de língua de sinais em sala de aula, afirma-se:
I- Considerando as questões éticas, os intérpretes devem manter-se neutros e garantirem o direito dos alunos de manter suas informações confidenciais. II- As aulas devem prever intervalos que garantem ao intérprete descansar, pois isso garantirá uma melhor performance e evitará problemas de saúde ao intérprete. III- Deve-se considerar que o intérprete é o único elemento que garantirá a acessibilidade.
É correto o que se afirma em:
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1477Q1080759 | Estatuto da Pessoa com Deficiência, Direitos Fundamentais no Estatuto da Pessoa com Deficiência, Terapeuta Ocupacional, FURB SC, FURB, 2024

Conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), as ações e os serviços de saúde pública destinados à pessoa com deficiência devem assegurar:
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1478Q1028088 | Raciocínio Lógico, Fundamentos de Lógica, Zelador Escolar, Prefeitura de Guabiruba SC, FURB, 2024

Todos os trabalhadores devem participar da limpeza do seu ambiente de trabalho. Nesse contexto, analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:

I. Antes do final de um turno, os trabalhadores devem inspecionar e limpar seus locais de trabalho e remover os materiais não utilizados.

PORQUE

II. Independentemente da quantidade de detritos ou contaminantes gerados no setor/local de trabalho, este deve ser limpo e organizado pelo menos uma vez ao dia, no início do expediente.

Fonte: 10 Dicas de Organização e Limpeza. Disponívelem:https://prevenseg-treinamentos. com.br/portaldaprevencao/organizacao-e-limpeza-no-local-de-trabalho/.

A partir da análise dessas asserções, é possível afirmar que:
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1479Q1080612 | Estatuto da Pessoa com Deficiência, Direitos Fundamentais no Estatuto da Pessoa com Deficiência, Psicólogo, Prefeitura de Camboriú SC, FURB, 2022

Considerando a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), assinale a alternativa CORRETA:

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1480Q1071659 | Artes Cênicas, Artes Cênicas e Educação, Professor de Artes Cênicas e Teatro, Prefeitura de Florianópolis SC, FURB, 2023

Nas práticas contemporâneas do teatro, encontramos processos de produção que se caracterizam por grupos e companhias teatrais que versam a sua criação artística em modelos mais participativos. Dentre essas práticas, destacamos a criação coletiva e o processo colaborativo. A criação coletiva e o processo colaborativo têm as suas semelhanças, ambos utilizam uma investigação criativa e coletiva no processo, mas podemos afirmar que o que difere um do outro é:

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