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Questões de Concursos GUALIMP

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801Q854255 | Matemática, Funções, Câmara de Divino MG Secretário Adjunto, GUALIMP, 2020

Dado que f(x) = | x + 1 |, analise os itens abaixo.
I. Trata-se de uma função do 1º grau. II. O domínio é o conjunto dos números reais positivos. III. A imagem é o conjunto dos números reais positivos e o zero. IV. Se x = -3, f(x) = 2.
Dos itens acima:
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802Q857921 | Matemática, Aritmética e Problemas, Fiscal de Transporte Coletivo, GUALIMP, 2020

Considere um cone reto de raio r e altura h. Se dobrarmos a medida do comprimento do raio e reduzirmos pela metade a medida do comprimento da altura, seu volume passa a ser:
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803Q669515 | Regimentos Internos e Estatutos, Auxiliar Administrativo, Câmara de Divino MG, GUALIMP, 2020

Texto associado.

Levando-se em conta o § 3º do Art. 97-A do Regimento Interno da Câmara Municipal de Divino(MG), a ordem dos trabalhos, na audiência pública, atenderá no que couber, a inscrição do Vereador em livro próprio para falar, e durante a discussão não poderá:

I - Desviar-se da matéria em debate. 
II - Usar de linguagem imprópria. 
III - Ultrapassar o prazo permitido. 
IV - Deixar de atender advertência.

Assinale a alternativa com a afirmação correta:
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804Q668859 | Legislação Municipal, Auxiliar Administrativo, Câmara de Divino MG, GUALIMP, 2020

Texto associado.

Marque a alternativa correta em relação a Seção III da Lei Orgânica do Município de Divino(MG) que trata do orçamento e em seu Art. 150 diz que as leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: 
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805Q375411 | Português, Interpretação de Textos, GUALIMP, 2020

Marque a opção na qual se sobressaia, mesmo sem a presença dos elementos de conexão gramatical, a relação de concessão.
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806Q858075 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Social, GUALIMP, 2020

Leia o texto a seguir para responder à questão.

TERREMOTO

Rubem Braga - Chile - 1955


Houve pânico em algumas cidades do Norte. A terra tremeu com força e em vários pontos o mar arremeteu contra ela, avançando duzentos, trezentos metros, espatifando barcos contra o cais e bramindo com estrondo. O povo saiu para as praças e passou a noite ao relento; algumas construções desabaram, mas o único homem que morreu foi de susto. 

Lamentamos esse morto e também os pobres pescadores que perderam seus barcos, mas qualquer enchente carioca dá mais prejuízo e vítimas. Mas louvemos o maremoto e o terremoto pelo que eles têm de fundamentalmente pânico, pela sua cega, dramática, purificadora intervenção na vida cotidiana, pela sua lição de humanidade e de fatalidade. Talvez seja bom que os homens não se sintam muito seguros sobre a terra, e que o proprietário de imóvel possa desconfiar de que ela não é tão imóvel assim; que há diabos loucos no fundo do chão e que eles podem promover terríveis anarquias. A natureza tem outros meios de advertência, como o raio e a tromba d’água, mas são demônios do céu que nos atacam. E o homem é fundamentalmente um bicho da terra, é na terra que ele se abriga e confia; apenas se move no céu e na água, na terra é que está seu porto e seu pouso. Ele pisa a terra com uma soberba inconsciente, seguro dela e de si mesmo; só o terremoto consegue lembrar-lhe de maneira fundamental sua condição precária e vã e o faz sentir-se sem base e sem abrigo. [...]

Não sei que influência tem o terremoto sobre o caráter chileno; sei que muitos poderosos de nossa terra ficariam mais simpáticos e propensos à filosofia se o nosso bom Atlântico fizesse uma excursão até a rua Barata Ribeiro e o velho Pão de Açúcar desmoralizasse um slogan de propaganda comercial dando alguns estremeções nervosos.


Houve um tempo em que Deus bastava para tornar humilde o poderoso; hoje seus pesadelos são apenas o comunismo, o enfarte e o câncer, mas ele já se acostumou a pensar que essas coisas só acontecem aos outros. O terremoto ameaça a terra com seus bens e a própria vida; sua ocorrência só pode tornar as pessoas mais amantes da vida e mais conscientes de sua espantosa fragilidade. E isso faz bem. 


A forma verbal destacada no trecho acima revela:


“[...] sei que muitos poderosos de nossa terra ficariam mais simpáticos [...].”

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807Q847606 | Direito Civil, Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, Prefeitura de Areal RJ Procurador Municipal, GUALIMP, 2020

Em conformidade com a introdução às normas do Direito Brasileiro, não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou renove. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar que:
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808Q855651 | Informática, Correio Eletrônico, Câmara de Divino MG Secretário Adjunto, GUALIMP, 2020

O correio eletrônico, e-mail, foi uma das primeiras ferramentas de comunicação a ser implantadas na internet. Qual a função mais importante dessa ferramenta:
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809Q855654 | Português, Problemas da língua culta, Câmara de Divino MG Recepcionista, GUALIMP, 2020

Leia com atenção:
I.“Você está sendo _____!”
II.“Estou me sentindo _____!”
III.“Como não se preparou, era evidente que iria____na prova.”

Preenchem respectivamente as lacunas acima as respectivas palavras:
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810Q846312 | Saúde Pública, Meio Ambiente e Saúde Pública, Prefeitura de Areal RJ Agente de Combate à Endemias, GUALIMP, 2020

Todas as alternativas abaixo apresentam ações que o Agente Comunitário de Saúde pode realizar em suas visitas periódicas, EXCETO algumas que por uma questão de ética devem ser deixadas de lado, assinale a alternativa que apresenta essas ações, que demonstram no mínimo indiscrição.
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812Q857674 | Português, Morfologia, Fiscal de Transporte Coletivo, GUALIMP, 2020

Leia o texto a seguir para responder a questão.


A vida sem celular

        O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Estava no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no embarque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo. Agora me rendo: sou um homem sem celular.

        O primeiro sentimento é de pânico. Como vou falar com meus amigos? Como vão me encontrar? Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha agenda em um programa de computador, para simplesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será árduo garimpar os números da família, amigos, contatos profissionais. E se alguém me ligar com um assunto importante? A insegurança é total. Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?

        Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém tinha celular. A implantação demorou por aqui, em relação a outros países. E a vida seguia. Se alguém precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu chamava de volta. Se estivesse aguardando um trabalho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava perguntando se havia novidades. Muitas coisas demoravam para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa demora. Não era realmente ruim.

        Saía tranquilo, sem o risco de que me encontrassem a qualquer momento, por qualquer bobagem. A maior parte das pessoas vê urgência onde absolutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se ofendem.

        — Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater papo.

        — É... Mas podia ter ligado!

        Como dizer que podia, mas não queria?

        Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar de um telefonema.

        — Agora não posso falar, estou dirigindo.

        — Só mais uma coisinha...

        Fico apavorado no banco enquanto ele faz curvas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente não consegue desligar mesmo quando se explica ser impossível falar. Dá um nervoso!

        A maioria dos chefes sente-se no direito de ligar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins de semana, tudo submergiu numa contínua atividade profissional. No relacionamento pessoal ocorre o mesmo.

        — Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí atrás.

        — Vendo televisão! É um comercial de cerveja!

Um amigo se recusa a ter celular.

         — Fico mais livre.

        Às vezes um colega de trabalho reclama:

         — Precisava falar com você, mas não te achei.

         — Não era para achar mesmo.

         Há quem desfrute o melhor. Conheço uma representante de vendas que trabalha na praia durante o verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, negocia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negócio mais importante do mês, o aparelho fica fora de área. Ela quase enlouquece!

         Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como em um recente acidente automobilístico que me aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando a impressão de que desliguei na cara?

          Na minha infância, não tinha nem telefone em casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia desconectado. É incrível como o mundo moderno cria necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou correndo comprar um novo!

                              CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo. Adaptado

São características do título do texto, EXCETO:
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813Q852610 | Administração Financeira e Orçamentária, Classificação da Receita e Despesa Orçamentária, Prefeitura de Conceição de Macabu RJ Contador, GUALIMP, 2020

De acordo com a Lei 4.320/64, qual dos elementos abaixo não é discriminado dentro de DESPESAS DE CAPITAL - Transferências de Capital?
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815Q850592 | História e Geografia de Estados e Municípios, História e Geografia do Estado de Minas Gerais, Câmara de Divino MG Recepcionista, GUALIMP, 2020

Todas as datas abaixo são importantes na história de Divino/MG, dentre elas qual é a data de emancipação do município?
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816Q857190 | Português, Interpretação de Textos, Câmara de Divino MG Auxiliar Administrativo, GUALIMP, 2020

Delírios de Honestidade.

Outro dia eu estava pensando em como seria o mundo se ___ pessoas fossem realmente honestas. Inclusive no mais prosaico cotidiano. Eu me imagino entrando em uma dessas churrascarias de luxo. Sento-me ___ mesa e peço um filé bem passado ao garçom. Ele me alerta:
— Não aconselho. O filé hoje está uma sola de sapato.
— Peço o quê?
— Peça licença e vá para outro lugar. Olhe bem o cardápio. Pelo preço de um bife o senhor compra mais de um quilo no açougue. Quer jogar seu dinheiro fora?
Vou para outro e escolho: salmão. O garçom:
— Se o senhor quiser, eu trago. Mas salmão, salmão, não é. É surubim, alimentado de forma ___ ficar com a carne rosada. Ainda quer?
— Nesse caso fico com escargots.
— Lesmas, quer dizer? Por que não vai catar no jardim?
Ou então entro numa butique de griffe. Experimento um jeans, que está apertadinho na barriga. O vendedor aproxima-se:
— Ficou bom? Ah, não ficou, não, está apertado e não tenho um número maior.
— Acho que dá... ando pensando em fazer regime.
— Pois compre depois de obter algum resultado. Se bem que não sei, não... essa barriga parece coisa consolidada.
— Eu quero o jeans. Quero e pronto!
— Não vou deixar que cometa essa loucura. Aliás, falando francamente, o que o senhor viu nesse jeans, que nem cai bem nas suas adiposidades? Só pode ser a etiqueta. Meu amigo, ainda acredita em griffe?
Corro ___ casa de chocolates e peço um dietético. A mocinha no balcão:
— Confia nessa história de dietético? Ou só quer calar ___ sua consciência?
— E se eu quiser confiar, estou proibido?
— Pois saiba que engorda. Menos que o chocolate comum, mas engorda. E o senhor não me parece em condição de fazer concessões a doces. Não vou contribuir para o seu auto-engano, jamais poria esse chocolate nas suas mãos. Vá ___ feira e peça um jiló.
Resolvo trocar de carro. Passeio pela concessionária, escolho:
— Este vermelho, que tal?
— O motor funde mais dia, menos dia - alerta o vendedor.
— Parece tão bonitinho...
— Desculpe, mas você acha que a lataria anda sozinha? Já alertei o dono da loja, este carro está péssimo. Fique com aquele.
— Mas é velho e horroroso!
— Pode ser, mas anda. Está decidido, leve aquele. E não discuta!
O embate com a honestidade absoluta também poderia ser uma galeria de arte.
— Gostei daquele - aponto o quadro à marchande.
— Está precisando de pano de chão?
— Não... é que... bem, posso não entender de arte, mas achei bonito.
— Sinceramente, o senhor não entende mesmo. Isso aqui é um horror. Não vale a tinta que gastou. Está exposto porque o dono da galeria insistiu. Leve aquele, é valorização na certa. — Aquele? É muito sombrio... eu queria alguma coisa alegre e ...
— Não insista. Sombrio ou não, vou embrulhar. Faça o cheque, é melhor pra você.
E numa loja de móveis? Mostro as cadeiras que me interessam. O decorador:
— É amigo de algum ortopedista?
— Está precisando de um? Posso indicar...
— Você é quem vai precisar. Essas cadeiras vão desmontar na terceira vez em que alguém se sentar. Fratura na certa.
— Caras assim e desmontam? Eu devia chamar o Procon.
— Se quiser, eu chamo para o senhor!
Pior seria alguma vaidosa querendo fazer plástica. O cirurgião examina:
— Hum... hum...
— Meu nariz vai ficar bom, doutor?
— Se a senhora se contenta em trocar uma picareta por um parafuso, fica! Agora, se ambiciona uma melhora significativa, o melhor é morrer e reencarnar de novo. Pode ser tenha mais sorte.
A paciente sai chorando. Eu, que vivo me irritando com vendedores, chego a uma conclusão: quero comprar o jeans que me oprime a barriga, o chocolate que não emagrece e o quadro colorido. Deliciar-me com as pequenas fantasias. Feitas as contas, delírios de honestidade podem transformar-se em pesadelos cruéis. Os pequenos enganos abrem as comportas dos pequenos sonhos e adoçam o dia-a-dia.

Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. São Paulo, Ática, 1989. 

Ao lermos o trecho: “[...] Pelo preço de um bife o senhor compra mais de um quilo no açougue. [...]”, podemos concluir que
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817Q844231 | Saúde Pública, Políticas Públicas, Prefeitura de Conceição de Macabu RJ Técnico de Enfermagem, GUALIMP, 2020

Assinale a INCORRETA. Todo Município é responsável pela integralidade da atenção à saúde da sua população, exercendo essa responsabilidade de forma solidária com o estado e a união. Todo Município deve:
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818Q841687 | Odontologia, Odontopediatria, Prefeitura de Quissamã RJ Odontologia Odontopediatria, GUALIMP, 2020

São indicações de tratamento restaurador atraumático (TRA) em decíduos, EXCETO:
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819Q857561 | Direito Administrativo, Atos Administrativos, Fiscal de Transporte Coletivo, GUALIMP, 2020

O controle dos Atos Administrativos será exercido pelo Poder Legislativo e Judiciário pela sociedade e pela própria administração, conforme ora estabelecido. O Controle popular será exercido conforme previsto na Lei Orgânica e através de, EXCETO:
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820Q853371 | Português, Morfologia Verbos, Prefeitura de Quissamã RJ Auxiliar de Saúde Bucal, GUALIMP, 2020

Leia a letra da música a seguir para responder à questão.


Vilarejo

Marisa Monte


Há um vilarejo ali

Onde areja um vento bom

Na varanda quem descansa

Vê o horizonte deitar no chão

Pra acalmar o coração

Lá o mundo tem razão

Terra de heróis, lares de mãe

Paraíso se mudou para lá

Por cima das casas cal

Frutas em qualquer quintal

Peitos fartos, filhos fortes

Sonhos semeando o mundo real

Toda a gente cabe lá

Palestina, Shangri-lá

Vem andar e voa

Vem andar e voa

Vem andar e voa

Lá o tempo espera

Lá é primavera

Portas e janelas ficam sempre abertas

Pra sorte entrar

Em todas as mesas pão

Flores enfeitando

Os caminhos, os vestidos

Os destinos e essa canção

Tem um verdadeiro amor

Para quando você for

Há um vilarejo ali

Onde areja um vento bom

Na varanda quem descansa

Vê o horizonte deitar no chão

Pra acalmar o coração

Lá o mundo tem razão

Terra de heróis, lares de mãe

Paraíso se mudou para lá

Por cima das casas cal

Frutas em qualquer quintal

Peitos fartos, filhos fortes

Sonhos semeando o mundo real

Toda a gente cabe lá

Palestina, Shangri-lá

Vem andar e voa

Vem andar e voa

Vem andar e voa

Lá o tempo espera

Lá é primavera

Portas e janelas ficam sempre abertas

Pra sorte entrar

Em todas as mesas pão

Flores enfeitando

Os caminhos, os vestidos

Os destinos e essa canção

Tem um verdadeiro amor

Para quando você for

Vem andar e voa

Vem andar e voa

Vem andar e voa

Vem andar e voa

O verbo em destaque no trecho: “Na varanda quem descansa...” se conjugado no futuro do pretérito do indicativo, altera o trecho da música da seguinte forma:
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