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Questões de Concursos Gestão de Concursos

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821Q674536 | Português, Técnico em Segurança do Trabalho, DMAE MG, Gestão de Concursos, 2020

Texto associado.
A onça doente

                                                    Monteiro Lobato

A onça caiu da árvore e por muitos dias esteve de
cama seriamente enferma. E como não pudesse caçar,
padecia fome das negras.
Em tais apuros imaginou um plano.
— Comadre irara – disse ela – corra o mundo e diga à
bicharia que estou à morte e exijo que venham visitar-me.
A irara partiu, deu o recado e os animais, um a um,
principiaram a visitar a onça.
Vem o veado, vem a capivara, vem a cutia, vem o porco
do mato.
Veio também o jabuti.
Mas o finório jabuti, antes de penetrar na toca, teve
a lembrança de olhar o chão. Viu na poeira só rastos
entrantes, não viu nenhum rastro sainte. E desconfiou:
— Hum!… Parece que nesta casa quem entra não sai.
O melhor, em vez de visitar a nossa querida onça doente,
é ir rezar por ela…
E foi o único que se salvou.

Disponível em:
Acesso em: 25 out. 2019.

Considere as afirmativas a seguir. 
I. A onça caiu da árvore em consequência de ter ficado seriamente enferma. 
II. A onça não podia caçar, todavia, padecia de fome. 
III. O jabuti não viu rastro sainte, portanto desconfiou. 
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s) 
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822Q676895 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil, DMAE MG, Gestão de Concursos, 2020

Sobre os levantamentos topográficos, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) As medições angulares horizontais e verticais devem ser realizadas pelo método das direções em séries de leituras conjugadas.
( ) Os comprimentos das visadas de ré e de vante devem ser aproximadamente iguais e de, no máximo, 20 m, tendo como tamanho ideal o comprimento de 5 m.
( ) Para evitar os efeitos do fenômeno de reverberação, as visadas devem situar-se acima de 50 cm do solo.
( ) As miras, devidamente verticalizadas, podem ser apoiadas diretamente sobre o solo.
Assinale a sequência correta.
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823Q412737 | Direito Administrativo, Atos Administrativos, Gestão de Concursos, 2020

Baseando-se nos critérios adotados pela maioria dos autores administrativistas, os atos administrativos seguem uma determinada classificação. Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) Na execução de atos vinculados, ao agente não é dada liberdade de apreciação da conduta, porque se limita a repassar para o ato o comando estatuído na lei.

( ) Atos compostos não se compõem de vontades autônomas, embora múltiplas. Há uma só vontade autônoma, sendo as demais meramente instrumentais, porque se limitam à verificação de legitimidade do ato de conteúdo próprio.

( ) Atos enunciativos são aqueles que alteram uma relação jurídica, criando, modificando ou extinguindo direitos, como o fazem a autorização, a sanção disciplinar e o ato de revogação.

( ) Nos atos discricionários, a valoração do agente incidirá sobre o motivo, forma, finalidade e objeto do ato, de modo que este, na atividade discricionária, resulta essencialmente da liberdade de escolha entre alternativas igualmente justas.


Assinale a sequência correta.

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824Q706388 | Direito Constitucional, Advogado, CAU MG, Gestão de Concursos, 2019

Para a reestruturação da ordem e momentos excepcionais de anormalidade, a Constituição Federal prevê a
aplicação do estado de defesa e estado de sítio.
A respeito de tais medidas, que objetivam o retorno ao status quo ante, assinale a alternativa correta.
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825Q375383 | Português, Gestão de Concursos, 2020

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão .


TEXTO I


Amazônia Centro do Mundo


Encontro histórico reúne, neste momento, líderes da

floresta, ativistas climáticos internacionais, cientistas do

clima e da Terra e alguns dos melhores pensadores do

Brasil


Neste momento, na Terra do Meio, coração da maior floresta tropical do planeta, uma formação humana inédita está reunida para criar uma aliança pela Amazônia. É um encontro de diferentes em torno de uma ideia comum: barrar a destruição da floresta e dos povos da floresta, hoje devorada por predadores de toda ordem. Entre eles, as grandes corporações de mineração e o agronegócio insustentável. É também um encontro para salvar a nós mesmos e as outras espécies, estas que condenamos ao nos tornarmos uma força de destruição. Nesta luta, devemos ser liderados pelos povos da floresta – os indígenas, beiradeiros e quilombolas que mantêm a Amazônia ainda viva e em pé. Este é um encontro de descolonização. Por isso, não um encontro na Europa nem um encontro nas capitais do Sudeste do Brasil. Deslocar o que é centro e o que é periferia é imperativo para criar futuro. Na época em que nossa espécie vive a emergência climática, o maior desafio de nossa trajetória, a Amazônia é o centro do mundo. É em torno dela que nós, os que queremos viver e fazer viver, precisamos atravessar muros e superar barreiras para criar um comum global.


[...]


Todas estas pessoas deixaram suas casas e seus países convidadas por mim, pelo Instituto Ibirapitanga, pelo Instituto Socioambiental e pela Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Iriri. Algumas viajaram semanas num barco à vela, para conhecer de forma profunda, com seu corpo no corpo do território, a floresta e os povos da floresta. É instinto de sobrevivência o que as move, mas é também amor. É movimento de vida numa geopolítica que impõe a morte da maioria para o benefício e os lucros da minoria que controla o planeta. É uma pequena grande COP da Floresta criada a partir das bases. Aqui, não há cúpula.


[...]


No encontro Amazônia Centro do Mundo haverá população da cidade e da floresta. E também os produtores rurais que colocam alimento na mesa da população, aqueles que respeitam os povos tradicionais e atuam preservando a Amazônia, porque sabem que dela depende o seu sustento. Sabemos que há fazendeiros que destroem a floresta, mas também sabemos que há agricultores que a respeitam e têm mudado suas práticas para responder aos desafios do colapso climático que atingirá a todos, produtores que respeitam a lei e a democracia e que também querem viver em paz. Pessoas que perceberam que precisam não apenas parar de desmatar, mas reflorestar a floresta.


O fim do mundo não é um fim. É um meio. É o que os povos indígenas nos mostram em sua resistência de mais de 500 anos à força de destruição promovida pelos não indígenas. À tentativa de extermínio completo, seja pela bala, seja pela assimilação. Hoje, meio milênio depois da barbárie produzida pelos europeus, as populações indígenas não apenas não se deixaram engolir como aumentam. E erguem, mais uma vez, suas vozes para denunciar que os brancos quebraram todos os limites e constroem rapidamente um apocalipse que, desta vez, atinge também os colonizadores: a maior floresta tropical do mundo está perto de alcançar o ponto de não retorno. Dizem isso muito antes do que qualquer cientista do clima. Alguns de seus ancestrais plantaram essa floresta. Eles sabem.


Como Raoni tem repetido há décadas:


“Se continuar com as queimadas, o vento vai aumentar, o sol vai ficar muito quente, a Terra também. Todos nós, não só os indígenas, vamos ficar sem respirar. Se destruir a floresta, todos nós vamos silenciar”. Os humanos, estes que sempre temeram a catástrofe na larga noite do mundo, tornaram-se a catástrofe que temiam. Alteraram o clima do planeta. Ameaçaram a sobrevivência da própria espécie na única casa que dispõem. Mas não todos os humanos. Uma minoria dos humanos, abrigada nos países desenvolvidos demais, consumiu o planeta. As consequências, porém, já são sentidas pelas maiorias pobres e pelos povos que não cabem nas categorias de rico e de pobre impostas pelo capitalismo.


[...] 


BRUM, Eliane. El País. Disponível em: <encurtador.com.br/

BHTV1>. Acesso em: 16 nov. 2019.

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826Q675163 | Segurança e Saúde no Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, DMAE MG, Gestão de Concursos, 2020

os processos industriais existem vários tipos de substâncias consideradas cancerígenas que são dispersas no ar e devem ser evitadas.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os tipos de substâncias a seus respectivos produtos.
COLUNA I
1. Asbesto
2. Benzeno
3. Clorovinil
4. Hidrocarbonetos policíclicos
5. Composto de cromo
COLUNA II
( ) Componente do alcatrão
( ) Pigmento
( ) Solvente
( ) Matéria prima do PVC
( ) Isolante térmico
Assinale a sequência correta.
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827Q854202 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar de Consultorio Dentario, Gestão de Concursos, 2020

                               Poluição do ar

Você já parou pra imaginar

o que polui o nosso ar?

Em nossa cidade Ao nosso redor

Em todo instante você pode encontrar

A fumaça e os gases liberados pelas fábricas

E os automóveis

A queima do lixo em incineradores

Dos hospitais

Os incêndios na floresta

Na mata e na selva

Também provoca

Tudo isso é combustão

E poluição do ar

A poeira que sai do chão

Nas ruas não asfaltadas

E sem calçadão

Os gases que saem dos esgotos

Das fossas mal cuidadas

De restos de animais

E de plantas em decomposição

Tudo isso é poluição

poluição do ar

Disponível em:<https://www.letras.mus.br/charrete/965108/> . Acesso em: 4 dez. 2019 (Adaptação).

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
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828Q676574 | Química, Qúimico, DMAE MG, Gestão de Concursos, 2020

As propriedades das substâncias aumentam sua magnitude de acordo com os tipos de interações entre moléculas predominantes.
Nesse sentido, é correto afirmar que as forças intermoleculares são fortes quando se têm menores
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829Q840934 | Serviço Social, Instrumentalidade do Serviço Social, Prefeitura de Barão de Cocais MG Assistente Social ESF NASF, Gestão de Concursos, 2020

Considerando o texto As dimensões ético-políticas e teórico-metodológicas no Serviço Social contemporâneo, de Marilda Iamamoto, analise as seguintes afirmativas sobre o Serviço Social.

I. Situa-se no processo de reprodução das relações sociais como uma atividade principal no exercício do controle social e da ideologia.

II. Intervém na criação de condições favorecedoras da reprodução da força de trabalho.

III. Contribui para a reprodução das contradições que caracterizam a sociedade capitalista.

IV. Participa no processo de produção e reprodução das relações sociais.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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830Q675050 | Português, Fiscal de Meio Ambiente, Prefeitura de Barão de Cocais MG, Gestão de Concursos, 2020

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão .TEXTO IIDesmatamentoRoubando como um desesperado sem nenhum sentido.Desmatando a mãe natureza que nos teve como filhos.Todos os filhos de Jah.Jah deu a natureza não foi pra um só, não foi pra um só.Deus deu a natureza pra todos nós cuidarmos bem dela.Não convém, está cometendo suicídio não faça isso rapaz.Prejudicando nossas vidas, a vida dos nossos filhos.E a dos animais.Não mate o que é da mata ela só faz você viver e ser feliz.Isso que não pode acontecer, não pode acontecer.Desmatar a mata pra poder se enriquecer, uhum.Pois a natureza não mata, ela só faz você viver e ser feliz.Não convém, está cometendo suicídio não faça isso rapaz.Prejudicando nossas vidas, a vida dos nossos filhos e a dos animais.Eu cuido dela sim para que a mãe natureza cuide bem de mim.RAIZ DA MATA. Desmatamento. Disponível em: <https://www.vagalume.com.br/raiz-da-mata/desmatamento.html>.Acesso em: 15 nov. 2019.

Releia este trecho.


“Não convém, está cometendo suicídio não faça isso rapaz.”


Para que esteja de acordo com a norma-padrão, esse trecho deve ser reescrito da seguinte forma:

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831Q700690 | Direito Administrativo, Licitações Públicas Lei 8666 93, Advogado, Prefeitura de Ervália MG, Gestão de Concursos, 2019

De acordo com o artigo 116, §1º, da Lei nº 8.666/93, a celebração de convênio, consórcio, acordo ou ajuste pelos órgãos ou entidades da Administração Pública exige a elaboração de um plano de trabalho que, em regra, é proposto pela organização interessada, precisa ser aprovado previamente pelos partícipes do ajuste e deve obedecer a algumas exigências. Esse plano deve estabelecer expressamente, exceto: 
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832Q675096 | Raciocínio Lógico, Qúimico, DMAE MG, Gestão de Concursos, 2020

Todos os domingos, em uma rádio, a programação musical é feita de forma automática por um programa de computador. São tocadas sempre 30 músicas distintas, sendo 10 de heavy metal, 10 de pop rock internacional e 10 de rock nacional. As 30 músicas são escolhidas e tocadas de maneira aleatória pelo programa de computador.
Em um domingo qualquer, a probabilidade de que a primeira e a última música da programação automática sejam de heavy metal é igual a
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833Q702489 | Português, Fiscal de Patrimônio, Prefeitura de Uberlândia MG, Gestão de Concursos, 2019

Texto associado.

A fotografia está morrendo?

De tempos em tempos temos algum artigo apocalíptico dizendo que algo está morrendo, ou simplesmente vai acabar. Até hoje estamos esperando a morte do rádio ou o fim do papel. Mas, alguns destes artigos nos trazem coisas para pensarmos. É o caso do texto intitulado “The Death of Photography: are camera phones destroying an artform?” (Em português: “A morte da fotografia: as câmeras de celular estão destruindo uma forma de arte?”) publicado no The Guardian por Stuart Jeffries em 13 de dezembro. Ele parte de uma pergunta simples: estaria a massificação da fotografia destruindo a arte? Pergunta complicada. Em vez de expressar unicamente sua opinião, o jornalista procurou alguns grandes fotógrafos e os fez pensar sobre o assunto.

O primeiro a ser questionado foi Antonio Olmos, fotógrafo mexicano que vive em Londres. Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo. Para o fotógrafo isso se deve justamente pela massificação. Para falar a verdade, a reportagem toda foi motivada por dois acontecimentos da semana passada. O primeiro foi flagrante do autorretrato em que participou o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama na cerimônia em memória a Nelson Mandela. Segundo a reportagem ela mostra toda a natureza narcisista que cerca a nova fotografia executada com celulares. O segundo fato foi a divulgação de uma pesquisa feita por psicólogos onde foi demonstrado que o atual comportamento que nos leva a fotografar tudo o que vemos tem por consequência o fato de não vivermos intensamente o momento, levando a sua não assimilação total dos fatos. Ou seja, quanto mais você fotografa o seu cotidiano, menos capacidade de se lembrar dele você tem.

É nesse segundo ponto que Olmos bate mais forte: “As pessoas que tomam fotografias de sua comida em um restaurante em vez de comê-la. As pessoas que tomam fotografias da Mona Lisa, em vez de olhar para ela. Acho que o iPhone está levando as pessoas para longe de suas experiências.” O argumento do fotógrafo também passa pela história do surgimento da fotografia, na qual os pintores perderam o filão de retratos de família para os fotógrafos. Agora, os profissionais estão perdendo o seu espaço para as fotografias feitas pelo cidadão comum. Entendo o argumento do fotógrafo, mas sinto aqui também um pouco de amargura. Sabemos que o ramo do fotojornalismo, a área de Olmos, está em crise. Antigamente era necessário enviar um profissional para uma zona de conflito. Hoje é possível encontrar diversas fotos desses conflitos feitas por quem está vivendo o acontecimento. Imagens feitas com celulares e postadas em redes sociais. Complicado competir com esse tipo de interatividade.

Por outro lado, o fotógrafo Eamonn McCabe tem uma visão um pouco diferente. Para ele, a massificação da tecnologia digital está deixando os fotógrafos cada vez mais preguiçosos. Antes uma sessão fotográfica era feita com dois rolos de filme de 24 poses. Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos os defeitos são corrigidos no pós processamento. Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem. Por isso que sempre digo que ninguém vai querer ver as 2 mil fotos de suas férias. Faça uma seleção de 20 fotos e vai ser um sucesso. “As pessoas estão fazendo um monte de fotos, mas ninguém está olhando para elas”.

E, no final do artigo, temos a voz da razão na pessoa do fotógrafo Nick Knight, que já publicou um livro e fez uma campanha de moda utilizando apenas o iPhone. Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda com a utilização de câmeras 35mm em detrimento das de médio formato. Segundo Nick, “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas tem, mas se as imagens funcionam. A máquina com que você cria sua arte é irrelevante.”

O artigo é muito mais denso e merece uma leitura detalhada. Mas, qual minha opinião? A arte sempre vai estar morrendo, segundo a opinião de alguém. Além do mais, a fotografia não é arte. É uma forma de comunicação que pode ser utilizada como arte. Esta utilização é que se encontra em baixa ultimamente e é de difícil acesso para o público comum. Até mesmo para os fotógrafos que investiram milhares de Reais em seu equipamento. Vejo muita foto feita com câmeras caras, lentes soberbas, conhecimento técnico e pós processamento exorbitante que são, apenas, bonitinhas. Expressões máximas da frase “sua fotografia é tão boa quanto seu equipamento”. A fotografia, como expressão da arte, não está morrendo. Ela continua existindo no mesmo nicho que sempre existiu. Talvez agora um pouco mais escondida por conta da massificação, mas ela está lá, vivendo bem. 

Disponível em: <https://meiobit.com/274065/fotografia-estamorrendo/>. Acesso em: 31 jul. 2019 (Adaptação).

Analise os trechos a seguir.

I. “Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem.”

II. “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas tem, mas se as imagens funcionam.”

III. “Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo.”

Há desvio da norma-padrão no que diz respeito à concordância verbal no(s) trecho(s)

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834Q700510 | Informática, Assistente Administrativo, Prefeitura de Teixeiras MG, Gestão de Concursos, 2019

Sabendo que para facilitar o trabalho no MS-Word existem diversos atalhos de teclado, qual é a combinação de teclas utilizada para salvar documentos do Word no computador? 
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835Q685438 | História, Soldado, Bombeiro Militar MG, Gestão de Concursos, 2019

“Heróis baianos! A glória vos chama! Vossos ilustres ascendentes do Douro e do Tejo deram-vos o exemplo e por vós esperam. Gritai audazes: Viva a Constituição do Brasil e o Rei que não a recusará!”

NEVES, Lúcia Bastos Pereira das. A vida política. In: SCHWARCZ, Lilia M. (direção) História do Brasil Nação: 1808-2010. V. 1. Crise colonial e independência, 1808-1830. Coord. Alberto da Costa e Silva. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. p. 92.


Esse texto compõe um dos pasquins manuscritos encontrados pelas ruas de Salvador, na Bahia, e nele consta a convocação dos baianos para

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836Q672901 | Português, Qúimico, DMAE MG, Gestão de Concursos, 2020

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão
TEXTO III
— Bié...
— Seu Nacib...
— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...
Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:
— Não pode mais não, Bié...
— O que?
— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.
Assustou-se:
— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?
— Pode não.
— E por que?
— Você é uma senhora, de posses, de representação.
— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...
— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.
— Moço bonito...
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Nesse texto, é possível identificar:
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837Q673961 | Engenharia Mecânica, Engenheiro Mecânico, DMAE MG, Gestão de Concursos, 2020

Em montagens industriais, é aceitável que se faça alguma complementação de fabricação em campo, em geral quando se tem as seguintes situações, exceto:
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838Q702148 | Português, Interpretação de Textos, Advogado, Prefeitura de Ervália MG, Gestão de Concursos, 2019

Texto associado.
TEXTO I
 Condenado a ser livre
[...]
Em linhas gerais, a concepção sartreana da liberdade se assentava no pressuposto de que o ser humano é a única criatura para quem a existência (existir) é anterior à essência (ser). Quer dizer: o nosso destino não é predeterminado pela natureza – muito menos, ele assinala, pela “inteligência divina”. “O que significa dizer que a existência precede a essência?”, pergunta. “Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. […]
O homem é não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência.” (Não, a psicanálise não orna muito bem com esse tipo de pensamento).
O ser humano, frisa Sartre, define-se pelo que faz, pelo que ele projetar ser, por suas escolhas. Daí em diante, é preciso falar em consequências – tanto dessa ideia basilar quanto da própria liberdade avassaladora que ela anuncia. Em primeiro lugar, ela incorre no fato de que cada um de nós é total e integralmente responsável não apenas por nossos atos, mas também por aquilo que somos. O que se desdobra em outras e mais profundas consequências.
Tudo é permitido
Em um mundo sem Deus e sem natureza humana, o homem é plenamente responsável não apenas por si, mas também por todos os homens. “Não há dos nossos atos”, diz Sartre, “um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser.”
[...]
FREITAS, Almir. Revista Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/s05e01> . Acesso em: 21 ago. 2018 [Fragmento adaptado]
De acordo com a leitura do texto, é possível afirmar: 
I. Sartre acreditava que a liberdade é uma espécie de imposição aos homens. 
II. Ao definir o que ser, o homem projeta uma imagem do que ele define como ideal para a sociedade. 
III. Sartre não creditava a Deus a essência individual dos homens. 
Estão corretas as afirmativas 
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839Q704082 | Direito Processual Penal, Defensor Público, DPE MG, Gestão de Concursos, 2019

Sobre a parte geral do Código Penal, analise as afirmativas a seguir. 
I. O excesso culposo nas causas de justificação deriva de erro do agente quanto aos seus limites ou quanto às circunstâncias objetivas do fato concreto. 
II. A desistência voluntária pode se materializar tanto em hipóteses de tentativa perfeita quanto em casos de tentativa imperfeita. 
III. Descriminantes putativas ocorrem quando o agente supõe que está agindo licitamente, imaginando que se encontra presente uma das causas excludentes de ilicitude previstas em lei. 
IV. A regra da incomunicabilidade das circunstâncias (art. 30 do Código Penal), promove a extensão da culpabilidade com base em ficção legal de qualidades pessoais. 
V. Na hipótese de aberratio ictus com unidade complexa, deve ser utilizado, na aplicação da sanção penal, o mesmo tratamento do concurso formal impróprio. Está correto o que se afirma em
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840Q701788 | Legislação Municipal, Procurador da Fazenda, Prefeitura de Lagoa santa MG, Gestão de Concursos, 2019

Sobre o regime constitucional dos servidores públicos, assinale a alternativa incorreta.
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