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Questões de Concursos IADES

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3001Q409242 | Direito Administrativo, Processo Administrativo Disciplinar, Técnico Judiciário, TRE PA, IADES

Assinale a alternativa que apresenta a ordem cronológica das fases e subfases do procedimento sumário de apuração administrativo disciplinar, objeto do Estatuto dos Servidores Públicos Federais.
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3002Q843935 | Fisioterapia, Fisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia, Multiprofissional em Urgência Trauma Fisioterapia, SES DF, IADES, 2020

Uma mulher de 45 anos de idade foi encaminhada à fisioterapia para fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico (MAP). Apresenta incontinência urinária de esforço e tem sensação de períneo caído. Sua história clínica conta com três partos vaginais e uma histerectomia total por um câncer de colo de útero há três anos. Paciente fisicamente ativa, ela quer retomar as atividades físicas de musculação e pilates. À avaliação, notam-se fraqueza significativa da MAP, resistência muscular diminuída, falta de consciência corporal para contração da MAP e postura em retroversão pélvica com retificação da lordose lombar e abdome protruso.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
Exercícios dinâmicos de grande amplitude de movimento e com resistência poderiam ser realizados no “trapézio” do pilates, para reeducação postural dessa paciente na fase inicial do tratamento fisioterapêutico.
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3003Q705189 | Português, Diplomata Prova 1, Instituto Rio Branco, IADES, 2019

Texto associado.
Texto
    O contexto de emergência do Brasil independente e da (L.01)
correlata ideia de uma nacionalidade brasileira, no decorrer do
século 19, é recheado de polêmicas e debates públicos levados a
cabo por intelectuais, gramáticos, filólogos, escritores, juristas, (L.04)
jornalistas e médicos. Tais debates retratam a maneira como as
políticas linguísticas foram mobilizadas no percurso histórico
de construção do Brasil e da brasilidade, revelando chaves (L.07)
epistemológicas de definição e enquadramento das línguas.
Exemplificando, nesse contexto: reforça-se a diferenciação
entre fala e escrita; intensificam-se os estudos lexicais e (L.10)
gramaticais; constroem-se narrativas sobre a história do
português no Brasil; defende-se a documentação da língua em
uso; debate-se o estatuto do português do Brasil – variedade, (L.13)
modalidade, dialeto ou língua; debate-se a designação da língua
falada no Brasil; categorizam-se elementos linguísticos sob os
rótulos de neologismos, estrangeirismos, brasileirismos, (L.16)
jargões; discute-se a possível origem crioula do português do
Brasil; polemiza-se sobre a autenticidade da língua do Brasil;
discute-se a língua literária brasileira; entre outros aspectos. (L.19)
    Trata-se, sobretudo, de um debate político em torno da
língua. A criação da Academia Brasileira de Letras,
evidentemente, não ficaria alheia a esse processo que inscreveu (L.22)
na língua questões relevantes para a formação de um
imaginário brasileiro. Nesse contexto, a arte literária
desempenhou um papel importante, seja na definição de um (L.25)
padrão escrito, seja na problematização dos limites linguísticos
normativos.
    Ressalta-se que os discursos em torno da questão da (L.28)
língua nacional fazem pouca ou nenhuma menção às
influências das línguas africanas. A título de ilustração, João
Ribeiro (1889) definiu o “elemento linguístico negro” como (L.31)
modificações feitas na linguagem brasileira em decorrência das
influências das línguas africanas faladas pelos escravizados,
defendendo que corresponderiam a modificações profundas, (L.34)
pois afetariam o sistema gramatical, especialmente no que tange
ao “elemento popular”. Nessa época, João Ribeiro sinalizou
para a escassa bibliografia sobre o tema, com exceção dos (L.37)
trabalhos de Macedo Soares. Décadas depois, Gilberto Freire
(1961) identificou, em anúncios de jornais do século XIX, o uso
de termos de origem africana que seriam mais próximos da (L.40)
“expressão nacional do que toda a nossa literatura do mesmo
período”.
    No contexto de construção de um imaginário nacional, (L.43)
podemos mencionar as políticas linguísticas modernistas e da
Era Vargas, que estavam vinculadas a políticas culturais e
educacionais, todas envolvidas com a criação dos sentidos de (L.46)
nacionalismo e brasilidade (Velloso, 1987). Esse período
agrupou uma série de discursos sobre as línguas que
mobilizavam uma chave interpretativa que girava em torno das (L.49)
ideias de miscigenação, cultura popular, oralidade e
regionalismos (Severo, 2016). Em termos de cultura popular e
línguas africanas, Mario de Andrade (1928), Câmara Cascudo (L.52)
(1944), Renato Mendonça (1923), Nina Rodrigues (1932) e
Jacques Raymundo (1933), por exemplo, vincularam a
sonoridade africana – seja pela tradição oral, seja pela herança (L.55)
musical – à formação de uma ideia de “cultura popular”. A
oralidade se tornou um lugar central de inscrição de sentidos
nacionalistas no período modernista e na Era Vargas, momento (L.58)
de difusão de uma cultura popular através do rádio. Data de
1937, por exemplo, a criação do I Congresso da Língua
Nacional Cantada, organizado por Mario de Andrade quando (L.61)
coordenava o Departamento de Cultura de São Paulo. Tratou-se
de uma política linguística explícita que buscou incidir sobre a
pronúncia, o ritmo e a prosódia aquilo que deveria ser definido (L.64)
como língua-padrão cantada e falada. Evidentemente, sabemos
que as regulações nem sempre têm um papel efetivo na prática,
o que se percebe na inexistência de outras políticas linguísticas (L.67)
explícitas e governamentais envolvendo as práticas orais
brasileiras. (L.69)
SEVERO, Cristine Gorski. Uma visão panorâmica das políticas linguísticas no Brasil: construindo diálogos. Revista Brasileira. Fase IX, janeiro-fevereiro-março 2018, ano I n. 94. Disponível em: http://www.academia.org.br/. Acesso em: 15 ago. 2019, com adaptações.
Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.
Os termos “às”, em “às influências” (linhas 29 e 30) e “a”, em “a modificações” (linhas 34) introduzem complementos indiretos (respectivamente, nominal e verbal) e são intercambiáveis no texto, sendo correto, portanto, o emprego de a influências e às modificações.
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3004Q443852 | Direito Constitucional, Normas Gerais, Advogado, CAU BR, IADES

Acerca das vedações impostas pela Constituição Federal em relação às finanças públicas, assinale a alternativa correta.
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3005Q154836 | Direito Administrativo, Intervenção do estado na propriedade, Analista Jurídico Contabilidade, PG DF, IADES

A Constituição Federal garante o direito de propriedade, mas exige que a mesma atenda à sua função social. Sob esses pressupostos, assinale a alternativa que não corresponde ao regime constitucional da propriedade e da desapropriação.

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3006Q378088 | Administração Pública, Evolução dos paradigmas de gestão a Nova Gestão Pública NGP, Analista Administrativo, SECULT DF, IADES

A denominada Nova Gestão Pública, entre outros princípios, conceitos e aspectos, aborda o enfoque de administração ou gestão para resultados. A esse respeito, assinale a alternativa que melhor apresenta característica(s) inerente(s) à gestão para resultados.
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3007Q846575 | Odontologia, Anestesiologia em Odontologia, Multiprofissional em Cuidados Paliativos Odontologia, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente encaminhado pela médica da equipe de cuidados paliativos, referindo dor em dente 34. Ao exame físico bucal, o dente se apresenta como resto radicular, sem possibilidades de aproveitamento, e, em discussão multiprofissional, opta-se pela respectiva exodontia em ambiente ambulatorial, com anestesia local.  

Quanto aos anestésicos locais utilizados em odontologia, julgue o item a seguir.

A prilocaína possui potência inferior à da lidocaína, mas é 40% mais tóxica.

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3008Q478963 | Farmácia, Semiologia, Médico Residente, Secretaria de Estado da Saúde DF, IADES

Os exames laboratoriais são úteis tanto para o diagnóstico quanto para a prevenção de doenças, além de serem utilizados para o monitoramento de tratamento farmacológico de pacientes. É uma ferramenta auxiliar de diagnóstico muito utilizada nos ambientes hospitalar e ambulatorial.

Considerando os conhecimentos relativos a exames laboratoriais, julgue os itens a seguir.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa prevalente no nosso meio. A transmissão ocorre pelo ar, e o diagnóstico laboratorial é realizado por meio de baciloscopia e cultura para micobactérias.
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3009Q350234 | Arquivologia, Protocolo, Assistente Administrativo, MPE GO, IADES

Quanto às das atividades de protocolo, assinale a alternativa correta.

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3010Q724261 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Cultura, Analista Administrativo, SECULT DF, IADES

Qual evento cultural, realizado em Brasília no último mês de abril, fez homenagem a Eduardo Galeano e Ariano Suassuna, e atraiu mais de 100 mil pessoas?
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3011Q699432 | Administração Geral, Assistente Administrativo, CRN 3a Região, IADES, 2019

O período do controle estatístico surgiu com a produção em massa, na introdução de técnicas de amostragem e de outros procedimentos de base estatística, no destacamento do setor de controle da qualidade. Sistemas da qualidade foram planejados, esquematizados, melhorados e implantados desde a década de 1930 nos Estados Unidos e, nos anos de 1940, no Japão e em vários outros países do mundo. W. A. Shewhart, estatístico norte americano que, já na década de 1920, tinha um grande questionamento com a qualidade e com a variabilidade encontrada, criou o Ciclo PDCA, um método essencial da gestão da qualidade. Esse ciclo ficou também conhecido como 
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3012Q705322 | Português, Diplomata Prova 1, Instituto Rio Branco, IADES, 2019

Texto associado.
Texto
A explosão de “Alegria, alegria”
    Alegria, Alegria, de Caetano Veloso, parece-me (L.01)
assumir, neste momento, uma importância semelhante a
Desafinado, como expressão de uma tomada de posição
crítica em face dos rumos da música popular brasileira. Ao (L.04)
fazer a defesa do “comportamento antimusical” do
“desafinado”, Newton Mendonça & Tom Jobim (via João
Gilberto) puseram naquela composição a teoria & prática do (L.07)
movimento: o desabafo sentimental do “desafinado” (muito
bem afinado, por sinal) era, bem compreendido, um
manifesto contra os preconceitos da harmonia clássica que (L.10)
bloqueavam a receptividade da suposta interlocutora (ou do
próprio público, àquela altura), impedindo-os de aceitar
como “afinadas”, isto é, como familiares ou “musicais”, as (L.13)
harmonias dissonantes da Bossa Nova. A explosão de
Alegria, Alegria soa como um novo desabafo-manifesto,
mais do que necessário, ante a crise de insegurança que, (L.16)
gerando outros preconceitos, tomou conta da música popular
brasileira e ameaçou interromper a sua marcha evolutiva.
Crise que se aguçou nos últimos tempos, com a (L.19)
sintomatologia do temor e do ressentimento, ante o
fenômeno musical dos Beatles, sua projeção internacional e
sua repercussão local na música da Jovem Guarda. (L.22)
    Recusando-se à falsa alternativa de optar pela “guerra
santa” ao iê-iê-iê ou pelo comportamento de avestruz (fingir
ignorar ou desprezar o aparecimento de músicos, (L.25)
compositores e intérpretes, por vezes de grande
sensibilidade, quando não verdadeiramente inovadores,
como os Beatles, na faixa da “música jovem”), Caetano (L.28)
Veloso e Gilberto Gil, com Alegria, Alegria e Domingo no
Parque, se propuseram, oswaldianamente, a “deglutir” o que
há de novo nesses movimentos de massa e de juventude e (L.31)
incorporar as conquistas da moderna música popular ao seu
próprio campo de pesquisa, sem, por isso, abdicar dos
pressupostos formais de suas composições, que se assentam, (L.34)
com nitidez, em raízes musicais nordestinas. Pode-se dizer
que Alegria, Alegria e Domingo no Parque representam
duas faces complementares de uma mesma atitude, de um (L.37)
mesmo movimento no sentido de livrar a música nacional
do “sistema fechado” de preconceitos supostamente
“nacionalistas”, mas na verdade apenas solipsistas e (L.40)
isolacionistas, e dar-lhe, outra vez, como nos tempos áureos
da Bossa Nova, condições de liberdade para a pesquisa e a
experimentação, essenciais, mesmo nas manifestações (L.43)
artísticas de largo consumo, como é a música popular, para
evitar a estagnação.
    A letra de Alegria, Alegria traz o imprevisto da (L.46)
realidade urbana, múltipla e fragmentária, captada,
isomorficamente, através de uma linguagem nova, também
fragmentária, em que predominam substantivos-estilhaços (L.49)
da “implosão informativa” moderna: crimes, espaçonaves,
guerrilhas, cardinales, caras de presidentes, beijos, dentes,
pernas, bandeiras, bomba ou Brigitte Bardot. É o mundo das (L.52)
“bancas de revista”, o mundo de “tanta notícia”, isto é, o
mundo da comunicação rápida, do “mosaico informativo”,
de que fala Marshall McLuhan. Nesse sentido, pode-se (L.55)
afirmar que Alegria, Alegria descreve o caminho inverso de
A Banda. Das duas marchas, esta mergulha no passado na
busca evocativa da “pureza” das bandinhas e dos coretos da (L.58)
infância. Alegria, Alegria, ao contrário, se encharca de
presente, se envolve diretamente no dia a dia da
comunicação moderna, urbana, do Brasil e do mundo. (L.61)
Da mesma forma que a excelente letra de Gilberto Gil (L.62)
para Domingo no Parque, a de Caetano Veloso tem
características cinematográficas. Mas, como observou Décio
Pignatari, enquanto a letra de Gil lembra as montagens (L.65)
eisenstenianas, com seus closes e suas “fusões” (“O sorvete
é morango – é vermelho / oi girando e a rosa – é vermelha /
oi girando, girando – é vermelha / oi girando, girando – (L.68)
Olha a faca / Olha o sangue na mão – ê José / Juliana no
chão – ê José / Outro corpo caído – é José / Seu amigo João
– ê José”), a de Caetano Veloso é uma “letra-câmara-na- (L.71)
mão”, mais ao modo informal e aberto de um Godard,
colhendo a realidade casual “por entre fotos e nomes”.
    Os adversários do “som universal” de Caetano e Gil (L.74)
têm colocado mal o problema da inovação nestas
composições. Não se trata meramente de adicionar guitarras
elétricas à música popular brasileira, como um adorno (L.77)
exterior. A posição de Caetano e Gil os aproxima muito das
manifestações artísticas da vanguarda brasileira. E
especialmente das postulações da Poesia Concreta, (L.80)
intimamente relacionada, de resto, com a música de
vanguarda de São Paulo, que tem em Rogério Duprat,
Damiano Cozzella, Willy Corrêa de Oliveira e Gilberto (L.83)
Mendes os seus mais dotados compositores. No manifesto
publicado por Décio Pignatari, em 1956 (Nova Poesia:
Concreta), já estava sob o signo antropofágico de Oswald de (L.86)
Andrade.
    A música-manifesto de Caetano Veloso manda a sua
mensagem. No estágio de desenvolvimento de nossa (L.89)
música, a discriminação proposta pelos “nacionalistas” só
nos poderá fazer retornar à condição de fornecedores de
“matéria-prima musical” (ritmos exóticos) para os países (L.92)
estrangeiros. Foi a Bossa Nova que pôs fim a esse estado de
coisas, fazendo com que o Brasil passasse a exportar, pela
primeira vez, produtos acabados de sua indústria criativa, e (L.95)
a ter respeitados, como verdadeiros mestres, compositores
como Jobim e intérpretes como João Gilberto.
    É preciso acabar com essa mentalidade derrotista, (L.98)
segundo a qual um país subdesenvolvido só pode produzir
arte subdesenvolvida. A produção artística brasileira (que
não exclui, num país de camadas sociais tão diversificadas, (L.101)
o elemento regional, autêntico, e não mimetizado por
autores citadino-sebastianistas) já adquiriu maturidade, a
partir de 1922, e universalidade, desde 1956. Não tem que (L.104)
temer coisa alguma. Pode e deve caminhar livremente. E
para tanto não se lhe há de negar nenhum dos recursos da
tecnologia moderna dos países mais desenvolvidos: (L.107)
instrumentos elétricos, montagens, arranjos, novas
sonoridades. Não creio que seja preciso, por ora, quebrar o
violão, que o de João Gilberto ainda é o lema e o leme de (L.110)
toda a nossa música. Mas que se quebrem umas tantas
tradições e tabus é o de menos. “Larga-me, deixa-me gritar”,
já dizia o velho anúncio, redescoberto e transformado em (L.113)
happening por Décio Pignatari, Damiano Cozzella, Rogério
Duprat e Sandino Hohagen. Deixemos a nossa música (L.115)
andar. Sem peias e sem preconceitos. Sem lenço e sem
documento. (L.117)
CAMPOS, Augusto de. Balanço da bossa e outras bossas. São Paulo: Perspectiva, 2008, com adaptações.
Considerando os aspectos linguísticos e estilísticos do texto, julgue o item a seguir.
O autor, por meio dos recursos da citação e da intertextualidade, utiliza-se de referências à cultura brasileira e à estrangeira como estratégia de argumentação ao defender a ideia de que a produção artística brasileira é autônoma e não sofre influências externas consistentes desde a Semana de Arte Moderna, quando adquiriu maturidade estética e, sobretudo, mais tarde, quando adquiriu universalidade com o Concretismo.
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3013Q699180 | Informática, Analista de Tecnologia da Informação, BRB, IADES, 2019

O cálculo de milhões de instruções por segundo (MIPS) é uma das principais formas de cobrança financeira do DB2. Quanto maior o número de MIPS, maior o custo para empresas. A respeito do exposto, assinale a alternativa que indica uma prática ruim que aumenta o número de MIPS.
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3015Q374083 | Português, Redação Oficial, Policial Militar, Polícia Militar DF, IADES

Em correspondências oficiais, quanto à adequação da linguagem ao tipo de documento, os pronomes de tratamento apresentam certas particularidades. Em relação a esse tema, assinale a alternativa correta.
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3016Q801365 | Fisioterapia, Fisioterapia Respiratória, Analista Legislativo, Assembléia Legislativa GO, IADES, 2019

Um paciente com 75 anos de idade, diabético e hipertenso, foi atendido como vítima de acidente carro x carro. Como consequência do acidente, sofreu fraturas na diáfise do fêmur e tíbia à esquerda, com extensa exposição de partes moles, fraturas nas costelas II a VI e traumatismo cranioencefálico. Foi atendido com rapidez pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital, onde, após a fixação das fraturas, está sendo mantido sedado, sob ventilação mecânica por TOT. Acerca desse caso clínico, assinale a alternativa correta em relação à adequada assistência fisioterapêutica em terapia intensiva.
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3017Q677486 | Legislação Federal, Escriturário, BRB, IADES, 2020

A Lei nº 10.973/2004 foi modificada pela Lei nº 13.243/2016, e uma das modificações mais importantes foi a do conceito de ICT, que passou a ser Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação. Acerca do conceito de ICT, assinale a alternativa correta.
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3018Q841353 | Enfermagem, Urgência e emergência, Multiprofissional em Nefrologia Enfermagem, SES DF, IADES, 2020

Um paciente de 30 anos de idade, fumante há 10 anos, com peso de 120 kg, chegou a uma unidade básica de saúde (UBS) com queixa de cefaleia na região da nuca. Ao se verificar a pressão arterial dele, essa medida correspondeu a 168 mmHg x 135 mmHg. O paciente informou também que não faz nenhum controle da própria saúde.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Albuminúria > 30 mg/24 horas ou relação albuminúria creatininúria (RAC) > 30 mg/g, bem como hematúria de origem glomerular, definida pela presença de cilindros hemáticos ou dismorfismo eritrocitário no exame de urina (EAS), são indicados como marcadores de dano renal parenquimatoso.
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3019Q119947 | Redes de Computadores , Analista de Tecnologia da Informação Redes, IADES

Considerando as normas ABNT, NBR, ISO/IEC 27001, a execução de ações corretivas e preventivas, com base nos resultados da auditoria interna do Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) e da análise crítica pela direção, faz parte de qual fase do ciclo PDCA (Plan-DoCheck-Act

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3020Q721806 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Distrito Federal, Enfermeiro Obstetra, Secretaria de Estado da Saúde DF, IADES, 2018

O cerrado é a vegetação típica do Distrito Federal (DF), no entanto, existem outras formações que merecem destaque porque ajudam a compor todo um quadro natural, que é parte de uma paisagem exuberante. Quanto a esse assunto, a vegetação que integra parte da paisagem do DF é a
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