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Questões de Concursos IBADE

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281Q699936 | Matemática, Análise Combinatória, Contador, Prefeitura de Aracruz ES, IBADE, 2019

Texto associado.



A quantidade de siglas, com três letras distintas, que podem ser formadas usando somente as letras A, B, C, D, E, F, é:
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282Q657232 | Não definido, Professor Artes, Prefeitura de Vila Velha ES, IBADE, 2020

Beatriz Milhazes, Hélio Oiticica e Cildo Meireles têm em comum a exposição permanente em um importante espaço de arte contemporânea no Brasil aberto ao grande público no ano de 2006. Trata-se da(do):
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283Q58957 | Pedagogia, Cuidador, SEDUC RO, IBADE

É fundamental considerar e valorizar o saber de todos os profissionais da educação no processo de inclusão. A partir de um trabalho transdisciplinar com uma equipe permanente de apoio, deve-se pensar na importância da formação do professor, que perpassa sua prática com os alunos e, de todos os envolvidos com o sistema de aprendizagem. Entende-se a formação desses profissionais como um processo:
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284Q52550 | Direito Administrativo, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar RJ, IBADE

Assinale a assertiva correta a respeito da responsabilidade civil do Estado. 
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285Q40985 | Português, Agente de Polícia Civil, Polícia Civil AC, IBADE

Texto associado.
Texto para responder à questão.

O Dia da Consciência Negra 
[...] 
        O assunto é delicado; em questão de raça, deve-se tocar nela com dedos de veludo. Pode ser que eu esteja errada, mas parece que no tema de raça, racismo, negritude, branquitude, nós caímos em preconceito igual ao dos racistas. O europeu colonizador tem - ou tinha - uma lei: teve uma parte de sangue negro - é negro. Por pequena que seja a gota de sangue negro no indivíduo, polui-se a nobre linfa ariana, e o portador da mistura é "declarado negro”. E os mestiços aceitam a definição e - meiões, quarteirões, octorões - se dizem altivamente “negros", quando isso não é verdade. Ao se afirmar “negro” o mestiço faz bonito, pois assume no total a cor que o branco despreza. Mas ao mesmo tempo está assumindo também o preconceito do branco contra o mestiço. Vira racista, porque, dizendo-se negro, renega a sua condição de mulato, mestiço, half-breed, meia casta, marabá, desprezados pela branquidade. Aliás, é geral no mundo a noção exacerbada de raça, que não afeta só os brancos, mas os amarelos, vermelhos, negros; todos desprezam o meia casta, exemplo vivo da infração à lei tribal.
        Eu acho que um povo mestiço, como nós, deveria assumir tranquilamente essa sua condição de mestiço; em vez de se dizer negro por bravata, por desafio - o que é bonito, sinal de orgulho, mas sinal de preconceito também. Os campeões nossos da negritude, todos eles, se dizem simplesmente negros. Acham feio, quem sabe até humilhante, se declararem mestiços, ou meio brancos, como na verdade o são. “Black is beautiful” eu também acho. Mas mulato é lindo também, seja qual for a dose da sua mistura de raça. Houve um tempo, antes de se desenvolver no mundo a reação antirracista, em que até se fazia aqui no Rio o concurso “rainha das mulatas”. Mas a distinção só valia para a mulata jovem e bela. Preconceito também e dos péssimos, pois a mulata só era valorizada como objeto sexual, capaz de satisfazer a consciência dos homens.
        A gente não pode se deixar cair nessa armadilha dos brancos. A gente tem de assumir a nossa mulataria. Qual brasileiro pode jurar que tem sangue “puro” nas veias, - branco, negro, árabe, japonês?         Vejam a lição de Gilberto Freyre, tão bonita. Nós todos somos mestiços, mulatos, morenos, em dosagens várias. Os casos de branco puro são exceção {como os de índios puros - tais os remanescentes de tribos que certos antropólogos querem manter isolados, geneticamente puros - fósseis vivos - para eles estudarem...). Não vale indagar se a nossa avó chegou aqui de caravela ou de navio negreiro, se nasceu em taba de índio ou na casa-grande. Todas elas somos nós, qualquer procedência Tudo é brasileiro. Quando uma amiga minha, doutora, participante ilustre de um congresso médico, me declarou orgulhosa “eu sou negra” - não resisti e perguntei: “Por que você tem vergonha de ser mulata?” Ela quase se zangou. Mas quem tinha razão era eu. Na paixão da luta contra a estupidez dos brancos, os mestiços caem justamente na posição que o branco prega: negro de um lado, branco do outro. Teve uma gota de sangue africano é negro - mas tendo uma gota de sangue branco será declarado branco? Não é.
        Ah, meus irmãos, pensem bem. Mulata, mulato também são bonitos e quanto! E nós todos somos mesmo mestiços, com muita honra, ou morenos, como o queria o grande Freyre. Raça morena, estamos apurando. Daqui a 500 anos será reconhecida como “zootecnicamente pura" tal como se diz de bois e de cavalos. Se é assim que eles gostam!
QUEIROZ, Rachel. O Dia da Consciência Negra. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 23nov. 2002. Brasil, caderno 2, p. D16, 
Vocabulário: 
half-bread:mestiço.
marabá: mameluco.
meião, quarteirão e octorão: pessoas que têm, respectivamente, metade, um quarto e um oitavo de sangue negro.
“Black is beautiful”: “O negro é bonito
Considerando as posições expressas no texto em relação à valorização do mestiço, é correto afirmar que:
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286Q712209 | Raciocínio Lógico, Contador, JARU PREVI RO, IBADE, 2019

O número mínimo necessário de pessoas num grupo para que se tenha a certeza de que 4 delas façam aniversário no mesmo mês é:
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287Q657965 | Legislação Federal, Conhecimentos Técnicos Específicos sobre o IBGE, Recenseador, IBGE, IBADE, 2020

Em caso de resistência à prestação de informações ao IBGE, é necessário que o Recenseador consiga apresentar argumentos convincentes ao informante relutante. São exemplos desses argumentos, EXCETO:
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288Q658082 | Legislação Federal, Conhecimentos Técnicos Específicos sobre o IBGE, Agente Censitário, IBGE, IBADE, 2020

Trata-se do local, estruturalmente separado e independente, que se destina a servir de habitação a uma ou mais pessoas. Esse é o conceito de?
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290Q657298 | Legislação Federal, Conhecimentos Técnicos Específicos sobre o IBGE, Agente Censitário, IBGE, IBADE, 2020

Quem é o Agente Censitário Supervisor que atuará no projeto Teste de Homologação?
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291Q40987 | Português, Agente de Polícia Civil, Polícia Civil AC, IBADE

Texto associado.
Texto para responder à questão.

O Dia da Consciência Negra 
[...] 
        O assunto é delicado; em questão de raça, deve-se tocar nela com dedos de veludo. Pode ser que eu esteja errada, mas parece que no tema de raça, racismo, negritude, branquitude, nós caímos em preconceito igual ao dos racistas. O europeu colonizador tem - ou tinha - uma lei: teve uma parte de sangue negro - é negro. Por pequena que seja a gota de sangue negro no indivíduo, polui-se a nobre linfa ariana, e o portador da mistura é "declarado negro”. E os mestiços aceitam a definição e - meiões, quarteirões, octorões - se dizem altivamente “negros", quando isso não é verdade. Ao se afirmar “negro” o mestiço faz bonito, pois assume no total a cor que o branco despreza. Mas ao mesmo tempo está assumindo também o preconceito do branco contra o mestiço. Vira racista, porque, dizendo-se negro, renega a sua condição de mulato, mestiço, half-breed, meia casta, marabá, desprezados pela branquidade. Aliás, é geral no mundo a noção exacerbada de raça, que não afeta só os brancos, mas os amarelos, vermelhos, negros; todos desprezam o meia casta, exemplo vivo da infração à lei tribal.
        Eu acho que um povo mestiço, como nós, deveria assumir tranquilamente essa sua condição de mestiço; em vez de se dizer negro por bravata, por desafio - o que é bonito, sinal de orgulho, mas sinal de preconceito também. Os campeões nossos da negritude, todos eles, se dizem simplesmente negros. Acham feio, quem sabe até humilhante, se declararem mestiços, ou meio brancos, como na verdade o são. “Black is beautiful” eu também acho. Mas mulato é lindo também, seja qual for a dose da sua mistura de raça. Houve um tempo, antes de se desenvolver no mundo a reação antirracista, em que até se fazia aqui no Rio o concurso “rainha das mulatas”. Mas a distinção só valia para a mulata jovem e bela. Preconceito também e dos péssimos, pois a mulata só era valorizada como objeto sexual, capaz de satisfazer a consciência dos homens.
        A gente não pode se deixar cair nessa armadilha dos brancos. A gente tem de assumir a nossa mulataria. Qual brasileiro pode jurar que tem sangue “puro” nas veias, - branco, negro, árabe, japonês?         Vejam a lição de Gilberto Freyre, tão bonita. Nós todos somos mestiços, mulatos, morenos, em dosagens várias. Os casos de branco puro são exceção {como os de índios puros - tais os remanescentes de tribos que certos antropólogos querem manter isolados, geneticamente puros - fósseis vivos - para eles estudarem...). Não vale indagar se a nossa avó chegou aqui de caravela ou de navio negreiro, se nasceu em taba de índio ou na casa-grande. Todas elas somos nós, qualquer procedência Tudo é brasileiro. Quando uma amiga minha, doutora, participante ilustre de um congresso médico, me declarou orgulhosa “eu sou negra” - não resisti e perguntei: “Por que você tem vergonha de ser mulata?” Ela quase se zangou. Mas quem tinha razão era eu. Na paixão da luta contra a estupidez dos brancos, os mestiços caem justamente na posição que o branco prega: negro de um lado, branco do outro. Teve uma gota de sangue africano é negro - mas tendo uma gota de sangue branco será declarado branco? Não é.
        Ah, meus irmãos, pensem bem. Mulata, mulato também são bonitos e quanto! E nós todos somos mesmo mestiços, com muita honra, ou morenos, como o queria o grande Freyre. Raça morena, estamos apurando. Daqui a 500 anos será reconhecida como “zootecnicamente pura" tal como se diz de bois e de cavalos. Se é assim que eles gostam!
QUEIROZ, Rachel. O Dia da Consciência Negra. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 23nov. 2002. Brasil, caderno 2, p. D16, 
Vocabulário: 
half-bread:mestiço.
marabá: mameluco.
meião, quarteirão e octorão: pessoas que têm, respectivamente, metade, um quarto e um oitavo de sangue negro.
“Black is beautiful”: “O negro é bonito
Sobre o elemento destacado em “Não vale indagar SE a nossa avó chegou aqui de caravela ou de navio negreiro” é correto afirmar que:
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292Q58930 | Português, Interpretação de Textos, Cuidador, SEDUC RO, IBADE

Texto associado.
Os dez mandamentos do e-mail

    A escrita não produz o mesmo efeito da fala. A afirmação, óbvia, parece ignorada por pessoas cada vez mais conectadas o tempo todo por tablets, smartphones ou computadores. A comunicação escrita parece ter tomado a dianteira em várias frentes antes dominadas pela fala. Essa prevalência fica clara na preferência crescente por e-mails, torpedos, chats, tuiters, comentários e posts como forma de expressão e comunicação.
    Pesquisa da Pew Global, de 2011, mostra que 92% dos internautas usam o e-mail como principal ferramenta de comunicação, mais que smartphones e redes sociais. Mas, na era da web 2.0, da conexão móvel, constante e com alta interatividade, avança também o outro extremo, de internautas que capengam ao escrever um e-mail eficiente. Começando por aqueles na dianteira da web 2.0.
    O uso indevido de abreviações, formalidades ora excessivas ora inexistentes, o equívoco de linguagem e tratamento, a falta de objetividade e assertividade são ruídos corriqueiros na comunicação eletrônica.
    Segundo Ruy Leal, superintendente do Instituto Via de Acesso, que prepara e insere jovens no mercado de trabalho, 90% da comunicação feita e recebida pelas entidades privadas hoje é via e-mail.
    Isso é uma arma que o colaborador tem na mão. Se não estiver muito bem orientado e preparado, pode escrever absurdos em seus e-mails-alerta.
    Munido de um e-mail corporativo, qualquer um pode falar em nome da organização. Leal sabe que rispidez, ironias e brincadeiras mal interpretadas geram desentendimentos por conta da linguagem que se pretende distante e próxima ao mesmo tempo. Por isso, os especialistas e as empresas tentam sistematizar as regras que regem a comunicação por e-mail.
    A apreensão tem levado empresas a consultores que capacitem funcionários a redigir emails não só sem deslizes na língua portuguesa, mas eficientes e adequados à comunicação profissional. Coach executiva e educadora corporativa da Atingir Coaching e Treinamento, Regina Gianetti Dias Pereira se especializou em oferecer cursos de comunicação empresarial, e diz que treinamentos para mensagens eletrônicas são cada vez mais pedidos.
    E-mails mal escritos, confusos, pouco claros, feitos sem consistência, geram mal-entendidos, perdas de negócios, tempo e, especialmente, produtividade-observa.
    A primeira lição é que dominar a tecnologia não significa domínio do uso da linguagem. Daí a falsa impressão de que pessoas conectadas e integradas tecnologicamente se comunicam via internet com mais propriedade, quando na verdade uma habilidade independe da outra. O que faz diferença são alguns cuidados de adequação da linguagem para o contexto da comunicação.
    Regina conta o caso de uma instituição que gerencia pensões e aposentadorias e que possui cadastrados milhares de pensionistas. Segundo ela, a administração enviou um e-mail sobre uma mudança que seria feita nos pagamentos.
    Era para ser algo simples, mas foi escrito de uma maneira tão confusa que ocorreu um colapso na central de atendimento da empresa, porque ninguém entendeu a mensagem, terminou se assustando e teve de ligar-relata. [...]

Disponível em: http://www.revistamelhor.com.br/os-dezmandamentos-do-e-mail/. Fragmento. Acesso em 14 de setembro de 2016. 
A oração destacada em: “mas foi escrito de uma maneira tão confusa QUE OCORREU UM COLAPSO NA CENTRAL DE ATENDIMENTO DA EMPRESA.” expressa ideia de:
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293Q672565 | Raciocínio Lógico, Sequências Lógicas de Números, Agente Censitário Supervisor ACS, IBGE, IBADE, 2020

Texto associado.

Considere os seguintes pares de números:


(1, 4) (9, 49) (8, 16) (36, 100) (81, 121)


Observe que quatro desses pares têm uma característica comum. Qual o par que não apresenta tal característica?
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294Q657451 | Não definido, Professor Pedagogo, Prefeitura de Vila Velha ES, IBADE, 2020

Para a Profª Sônia Barreira (Escola da Vila/SP), escola forte em conteúdo é aquela que expande a noção de conteúdo para além dos conceitos e fatos, e que entende que as escolhas na forma de ensinar não são neutras, elas têm impacto sobre o tipo e o grau de aprendizagem em curso.

Quando uma escola baseia suas escolhas curriculares na tradição e nos livros didáticos pode passar a impressão de estabilidade e garantia de que essa escolha contempla melhor as necessidades atuais e futuras do aluno. Na prática, isso não acontece. Em um mundo em mutação intensa e constante, as decisões curriculares precisam ser dinâmicas e acompanhadas de profunda reflexão sobre os parâmetros que utiliza para seleção dos conteúdos a serem ensinados.

A ordem em que os conteúdos aparecem no currículo da escola revela os valores do projeto pedagógico. E os métodos não são apenas formas distintas para se ensinar o mesmo.


Para o ensino:

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295Q41040 | Direito Processual Penal, Agente de Polícia Civil, Polícia Civil AC, IBADE

Diante da ocorrência de uma infração de menor potencial ofensivo, a autoridade:
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296Q41038 | Direito Processual Penal, Agente de Polícia Civil, Polícia Civil AC, IBADE

Sobre o tema "ação penal”, assinale a alternativa que, embora não esgote toda a classificação, apresenta classificações corretas das ações penais quanto ao exercício.
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297Q706155 | Direito Constitucional, Organização do Estado, Engenheiro Civil, SAAE de Vilhena RO, IBADE, 2019

São representantes dos poderes Executivo e Legislativo municipais, respectivamente:
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298Q52545 | Direito Administrativo, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar RJ, IBADE

No que se refere ao ato administrativo, assinale a alternativa correta.
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299Q700512 | Português, Ortografia Convenções de Escrita, Vigia, Prefeitura de Aracruz ES, IBADE, 2019

Texto associado.
Leia, atentamente, o texto a seguir e responda à questão:
Caminhoneiro
Roberto Carlos
Todo dia quando eu pego a estrada
Quase sempre é madrugada
E o meu amor aumenta mais.
Porque eu penso nela no caminho
Imagino seu carinho
E todo o bem que ela me faz.
Asaudade então aperta o peito
Ligo o rádio e dou um jeito
De espantar a solidão.
Se é dia eu ando mais veloz.
E à noite todos os faróis
Iluminando a escuridão.
Eu sei, "tô" correndo ao encontro dela.
Coração "tá" disparado
Mas eu ando com cuidado
Não me arrisco na banguela.
Eu sei, todo dia nessa estrada.
No volante eu penso nela.
Já pintei no para-choque
Um coração e o nome dela.
(...)
O plural de CORAÇÃO VELOZ é:
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