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Questões de Concursos IBAM

Resolva questões de IBAM comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1761Q957143 | Redes de Computadores, Aplicação Manutenção e Apoio Técnico, Prodesan SP, IBAM, 2025

A montagem de cabos de rede utilizando o padrão de par trançado com conector RJ-45 é essencial para estabelecer conexões físicas em redes locais. Acerca desse tema, marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
(__) O padrão T568B define a ordem dos fios dentro do conector RJ-45, sendo amplamente utilizado em redes Ethernet.
(__) A montagem de cabos crossover utiliza os padrões T568A em uma extremidade e T568B na outra, permitindo a conexão direta entre dois dispositivos do mesmo tipo.
(__) A categoria do cabo, como Cat5e ou Cat6, é irrelevante para a transmissão de dados em alta velocidade, pois o desempenho depende exclusivamente do conector utilizado.
(__) A montagem incorreta dos fios no conector RJ-45 pode causar falhas na transmissão de dados e degradação significativa no desempenho da rede.
A sequência está correta em:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

1762Q1003745 | Informática, Microsoft Excel, Administrador, Prodesan SP, IBAM, 2025

O Microsoft Excel possui funções que otimizam a manipulação de dados, como a função PROCV, utilizada para localizar informações específicas em tabelas organizadas. Sua aplicação correta depende da compreensão da estrutura da função e dos parâmetros que ela utiliza. Acerca do assunto, marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
(__) A função PROCV pode buscar valores em qualquer coluna da tabela, desde que o número_índice_coluna corresponda à posição do dado que se deseja retornar.
(__) O parâmetro procurar_intervalo pode ser omitido na função PROCV, mas, neste caso, a busca será sempre exata.
(__) Quando o valor procurado não é encontrado, a função PROCV retorna o valor 0, indicando que o dado não existe no intervalo especificado.
(__) Para garantir que o valor retornado corresponda ao procurado, a primeira coluna do intervalo especificado na tabela ou matriz (tabela_array) deve conter os valores de referência.
A sequência está correta em:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

1763Q1089251 | Português, Interpretação de Textos, Procurador Municipal, Prefeitura de Casimiro de Abreu RJ, IBAM, 2025

Texto associado.

Geração Beta: como serão as crianças que nascem a partir de agora


Para os nascidos em 2025, a inteligência artificial será uma presença constante: de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes para lares


Carlos Albuquerque



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. A escritora, poetisa e colecionadora de arte Gertrude Stein teria batizado uma das primeiras, a geração perdida, aquela nascida no fim do século retrasado, que viveu a Primeira Guerra Mundial.

Depois, vieram os chamados baby boomers, nascidos (na Europa e nos EUA) entre 1946 e 1964 (no Brasil, seriam chamados de “geração reprimida”, aquela que cresceu sob a ditadura militar). Em seguida, foi a vez da geração X (de 1965 a 1980), da geração Y ou Millennial (início dos 1980 até meados dos 90), da geração Z (que vai até o começo dos anos 2010) e da geração Alpha (até 2024). No paralelo, tivemos por aqui também, nas artes plásticas, a Geração 80 e, nas palavras de Renato Russo, a Geração Coca-Cola. Até chegarmos ao ponto de nos perguntarmos: como vem você, geração Beta?

Segunda a avançar no alfabeto grego, ela inclui todos aqueles (bebês) nascidos a partir de janeiro deste ano e além. Esses cidadãos do futuro devem herdar um mundo onde a complexidade e a inovação conviverão em ritmo acelerado. Recente artigo do Fórum Econômico Mundial indica que a geração Beta vai representar 18% da população mundial até 2050 e que seu crescimento, deslocamento e hábitos de consumo terão impacto significativo na economia global.

Será também, especula-se, uma geração ultraconectada, muitos cliques à frente dos imigrantes digitais (a geração X) e mesmo dos nativos digitais (da geração Y em diante), convivendo, desde as fraldas, com a inteligência artificial (IA) e com dispositivos inteligentes atuando como extensões naturais do seu próprio corpo. Aquele bebê que desde sempre interage com as telas, todo fofo, será somente o início da desenvoltura radicalmente digital.

— Acho que nem vai se falar mais a palavra conexão porque já vai ser uma coisa dada, essa geração não vai mais reconhecer a diferença entre estar on-line ou não. Vai ser sempre on — aposta Daniela Klaiman, futurista, especialista em comportamento do consumidor e CEO da FutureFuture. — Essa vai ser a geração nativa de IA, aquela que nem vai pensar na tecnologia para resolver suas questões. Isso vai estar embutido no que ela vai fazer no dia a dia. Não vai ser mais a opinião de uma pessoa, vai ser a opinião dela somada a uma tecnologia, como se fosse uma duplinha trabalhando junta, um ser que não é só humano.

Essa conexão humana-máquina deve se tornar ainda mais “invisível”, mais integrada às nossas rotinas, acredita Bruno Natal, jornalista e apresentador do podcast “Resumido”, sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas.

— A gente já vive com uma inteligência externa, nossos celulares são uma extensão do nosso raciocínio — constata ele.—Mas essa integração não vai significar necessariamente confusão. Acho que a diferença entre o que é digital e o que é real vai continuar existindo, mas de forma mais clara, mais consciente. A geração Beta talvez cresça entendendo melhor essa fronteira, justamente por já nascer com isso estabelecido — prevê.

A relação da geração Beta com a tecnologia, e em particular com a inteligência artificial, provavelmente será uma simbiose profunda. A IA não será apenas um instrumento, mas uma presença constante — de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes que poderão orquestrar lares e sistemas urbanos, e muito mais, que ainda não chegou ao público ou sequer foi inventado. Mas, em qualquer tempo, com qualquer geração, continuará não existindo almoço grátis: esse mix, porém, já traz efeitos colaterais, como as notícias falsas, cada vez mais aperfeiçoadas pela tecnologia, a ponto de se tornarem, a qualquer momento, indistinguíveis dos fatos. O antídoto para essa armadilha pode estar numa ferramenta de eterno valor: o pensamento crítico.

— Essa geração já chega num contexto que a gente pode chamar de pós-verdade, que é o uso de IA para emular realidades, tornando tecnicamente cada vez mais difícil distinguir o falsodo real. E já não é nem uma questão de olhar tecnicamente para uma deep fake e ver se alguém tem seis dedos ou se o padrão da roupa está bagunçado — conta Paula Martini, jornalista, especializada em Futurismo e Novas Economias. Ela alerta que a geração Beta precisará de muito letramento digital, sem abrir mão da mais antiga e eficaz das ferramentas: a educação.

— É pensar que se determinado conteúdo me faz sentir raivosa, me dá vontade de contar para mais gente, de me engajar, tem grandes chances de ele ter sido criado justamente com esse fim. E não ser verdade. Esse contato com a IA, por exemplo, terá que vir a partir de boas perguntas.

Se tudo isso — além de um planeta provavelmente alterado pelas mudanças climáticas — parece ser suficientemente desafiador e estressante demais, a solução pode ser pedir um chazinho à moda da casa.

— A integração da geração Beta com a tecnologia vai ser tão mais natural ou talvez tão menos controlada que as pessoas vão detectar que estão nervosas e aí, pelo preset, automaticamente, vai chegar um chá calmante na casa delas, ou seja, a tecnologia vai tomar muitas decisões de compras por elas, num consumo inconsciente que pode trazer um risco gigantesco — afirma Daniela, que pede, no fim das contas, um equilíbrio nessas previsões. — Talvez seja bom buscarmos olhares mais neutros, nem tão positivos, do tipo “a geração tal vai salvar o mundo”, nem tão negativo, do tipo “a geração tal não fica no emprego”. Temos que aprender com todas elas, tirando o melhor de cada uma.



Disponível em:https://oglobo.globo.com/100- anos/noticia/2025/07/24/geracao-beta-comoserao-as-criancas-que-nascem-a-partir-deagora.ghtml. Adaptado.

A palavra “antídoto” (7º parágrafo) expressa a seguinte figura de linguagem:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

1764Q1089252 | Português, Interpretação de Textos, Procurador Municipal, Prefeitura de Casimiro de Abreu RJ, IBAM, 2025

Texto associado.

Geração Beta: como serão as crianças que nascem a partir de agora


Para os nascidos em 2025, a inteligência artificial será uma presença constante: de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes para lares


Carlos Albuquerque



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. A escritora, poetisa e colecionadora de arte Gertrude Stein teria batizado uma das primeiras, a geração perdida, aquela nascida no fim do século retrasado, que viveu a Primeira Guerra Mundial.

Depois, vieram os chamados baby boomers, nascidos (na Europa e nos EUA) entre 1946 e 1964 (no Brasil, seriam chamados de “geração reprimida”, aquela que cresceu sob a ditadura militar). Em seguida, foi a vez da geração X (de 1965 a 1980), da geração Y ou Millennial (início dos 1980 até meados dos 90), da geração Z (que vai até o começo dos anos 2010) e da geração Alpha (até 2024). No paralelo, tivemos por aqui também, nas artes plásticas, a Geração 80 e, nas palavras de Renato Russo, a Geração Coca-Cola. Até chegarmos ao ponto de nos perguntarmos: como vem você, geração Beta?

Segunda a avançar no alfabeto grego, ela inclui todos aqueles (bebês) nascidos a partir de janeiro deste ano e além. Esses cidadãos do futuro devem herdar um mundo onde a complexidade e a inovação conviverão em ritmo acelerado. Recente artigo do Fórum Econômico Mundial indica que a geração Beta vai representar 18% da população mundial até 2050 e que seu crescimento, deslocamento e hábitos de consumo terão impacto significativo na economia global.

Será também, especula-se, uma geração ultraconectada, muitos cliques à frente dos imigrantes digitais (a geração X) e mesmo dos nativos digitais (da geração Y em diante), convivendo, desde as fraldas, com a inteligência artificial (IA) e com dispositivos inteligentes atuando como extensões naturais do seu próprio corpo. Aquele bebê que desde sempre interage com as telas, todo fofo, será somente o início da desenvoltura radicalmente digital.

— Acho que nem vai se falar mais a palavra conexão porque já vai ser uma coisa dada, essa geração não vai mais reconhecer a diferença entre estar on-line ou não. Vai ser sempre on — aposta Daniela Klaiman, futurista, especialista em comportamento do consumidor e CEO da FutureFuture. — Essa vai ser a geração nativa de IA, aquela que nem vai pensar na tecnologia para resolver suas questões. Isso vai estar embutido no que ela vai fazer no dia a dia. Não vai ser mais a opinião de uma pessoa, vai ser a opinião dela somada a uma tecnologia, como se fosse uma duplinha trabalhando junta, um ser que não é só humano.

Essa conexão humana-máquina deve se tornar ainda mais “invisível”, mais integrada às nossas rotinas, acredita Bruno Natal, jornalista e apresentador do podcast “Resumido”, sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas.

— A gente já vive com uma inteligência externa, nossos celulares são uma extensão do nosso raciocínio — constata ele.—Mas essa integração não vai significar necessariamente confusão. Acho que a diferença entre o que é digital e o que é real vai continuar existindo, mas de forma mais clara, mais consciente. A geração Beta talvez cresça entendendo melhor essa fronteira, justamente por já nascer com isso estabelecido — prevê.

A relação da geração Beta com a tecnologia, e em particular com a inteligência artificial, provavelmente será uma simbiose profunda. A IA não será apenas um instrumento, mas uma presença constante — de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes que poderão orquestrar lares e sistemas urbanos, e muito mais, que ainda não chegou ao público ou sequer foi inventado. Mas, em qualquer tempo, com qualquer geração, continuará não existindo almoço grátis: esse mix, porém, já traz efeitos colaterais, como as notícias falsas, cada vez mais aperfeiçoadas pela tecnologia, a ponto de se tornarem, a qualquer momento, indistinguíveis dos fatos. O antídoto para essa armadilha pode estar numa ferramenta de eterno valor: o pensamento crítico.

— Essa geração já chega num contexto que a gente pode chamar de pós-verdade, que é o uso de IA para emular realidades, tornando tecnicamente cada vez mais difícil distinguir o falsodo real. E já não é nem uma questão de olhar tecnicamente para uma deep fake e ver se alguém tem seis dedos ou se o padrão da roupa está bagunçado — conta Paula Martini, jornalista, especializada em Futurismo e Novas Economias. Ela alerta que a geração Beta precisará de muito letramento digital, sem abrir mão da mais antiga e eficaz das ferramentas: a educação.

— É pensar que se determinado conteúdo me faz sentir raivosa, me dá vontade de contar para mais gente, de me engajar, tem grandes chances de ele ter sido criado justamente com esse fim. E não ser verdade. Esse contato com a IA, por exemplo, terá que vir a partir de boas perguntas.

Se tudo isso — além de um planeta provavelmente alterado pelas mudanças climáticas — parece ser suficientemente desafiador e estressante demais, a solução pode ser pedir um chazinho à moda da casa.

— A integração da geração Beta com a tecnologia vai ser tão mais natural ou talvez tão menos controlada que as pessoas vão detectar que estão nervosas e aí, pelo preset, automaticamente, vai chegar um chá calmante na casa delas, ou seja, a tecnologia vai tomar muitas decisões de compras por elas, num consumo inconsciente que pode trazer um risco gigantesco — afirma Daniela, que pede, no fim das contas, um equilíbrio nessas previsões. — Talvez seja bom buscarmos olhares mais neutros, nem tão positivos, do tipo “a geração tal vai salvar o mundo”, nem tão negativo, do tipo “a geração tal não fica no emprego”. Temos que aprender com todas elas, tirando o melhor de cada uma.



Disponível em:https://oglobo.globo.com/100- anos/noticia/2025/07/24/geracao-beta-comoserao-as-criancas-que-nascem-a-partir-deagora.ghtml. Adaptado.

No contexto, a palavra “emular” (8º parágrafo) tem o mesmo sentido que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

1765Q1004517 | Português, Flexão verbal de tempo presente, Agente de Defesa Civil, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

Texto associado.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A primeira cidade dos EUA com maioria árabe Dearborn se tornou a primeira cidade de maioria árabe dos Estados Unidos em 2023. Com cento e dez mil habitantes, ela abriga o Museu Nacional Árabe-Americano e a maior mesquita da América do Norte.

A cidade é governada por um dos poucos prefeitos árabes e muçulmanos dos Estados Unidos. Dearborn também foi a primeira cidade americana a transformar o fim do jejum do Ramadã em feriado oficial para os funcionários municipais e é um dos poucos lugares do país onde uma mesquita foi autorizada a transmitir a chamada para a prece islâmica pelos seus alto-falantes.

Por tudo isso, Dearborn oferece aos visitantes uma oportunidade tentadora de viajar ao Oriente Médio sem sair dos Estados Unidos, explorando como os árabes-americanos formaram a cidade e o país.

Segundo o curador do Museu Histórico de Dearborn, Jack Tate, a cidade era pouco mais que um terreno rural escassamente povoado até o início do século 20.

Mas tudo mudou nos anos 1920, quando o fabricante de carros e futuro magnata dos negócios Henry Ford transferiu a sede da sua companhia − a Ford − para Dearborn.

"Naquela época, era uma comunidade pequena e monótona", explica Tate. "E, quando abriu a fábrica, pessoas vieram de todas as partes dos Estados Unidos, de todo o mundo, para trabalhar para a Ford. Foi o grande início da migração do Oriente Médio para cá."

Quando Ford criou seus famosos automóveis Modelo T, em 1908, ele precisava de pessoas para construí-los.

Ondas de trabalhadores de lugares que hoje pertencem ao Líbano, Síria, Iraque, Iêmen e aos Territórios Palestinos logo começaram a chegar à região de Detroit, em busca de novos empregos e altos salários.

No início dos anos 1920, a maior parte dos trabalhadores da linha de montagem do Modelo T da Ford era de origem árabe. E, quando Henry Ford mudou a fábrica para Dearborn, muitos dos seus funcionários o seguiram.

A mudança transformou o pacato vilarejo na sede da maior instalação industrial do mundo. E, mais do que isso, ela possibilitou que Dearborn passasse a abrigar a maior concentração de árabes-americanos dos Estados Unidos.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckr5d1k70ero.adaptado.
Naquela época, "era" uma comunidade pequena e monótona. E, quando "abriu" a fábrica, pessoas vieram de todas as partes dos Estados Unidos.
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1766Q1089253 | Português, Interpretação de Textos, Procurador Municipal, Prefeitura de Casimiro de Abreu RJ, IBAM, 2025

Texto associado.

Geração Beta: como serão as crianças que nascem a partir de agora


Para os nascidos em 2025, a inteligência artificial será uma presença constante: de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes para lares


Carlos Albuquerque



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. A escritora, poetisa e colecionadora de arte Gertrude Stein teria batizado uma das primeiras, a geração perdida, aquela nascida no fim do século retrasado, que viveu a Primeira Guerra Mundial.

Depois, vieram os chamados baby boomers, nascidos (na Europa e nos EUA) entre 1946 e 1964 (no Brasil, seriam chamados de “geração reprimida”, aquela que cresceu sob a ditadura militar). Em seguida, foi a vez da geração X (de 1965 a 1980), da geração Y ou Millennial (início dos 1980 até meados dos 90), da geração Z (que vai até o começo dos anos 2010) e da geração Alpha (até 2024). No paralelo, tivemos por aqui também, nas artes plásticas, a Geração 80 e, nas palavras de Renato Russo, a Geração Coca-Cola. Até chegarmos ao ponto de nos perguntarmos: como vem você, geração Beta?

Segunda a avançar no alfabeto grego, ela inclui todos aqueles (bebês) nascidos a partir de janeiro deste ano e além. Esses cidadãos do futuro devem herdar um mundo onde a complexidade e a inovação conviverão em ritmo acelerado. Recente artigo do Fórum Econômico Mundial indica que a geração Beta vai representar 18% da população mundial até 2050 e que seu crescimento, deslocamento e hábitos de consumo terão impacto significativo na economia global.

Será também, especula-se, uma geração ultraconectada, muitos cliques à frente dos imigrantes digitais (a geração X) e mesmo dos nativos digitais (da geração Y em diante), convivendo, desde as fraldas, com a inteligência artificial (IA) e com dispositivos inteligentes atuando como extensões naturais do seu próprio corpo. Aquele bebê que desde sempre interage com as telas, todo fofo, será somente o início da desenvoltura radicalmente digital.

— Acho que nem vai se falar mais a palavra conexão porque já vai ser uma coisa dada, essa geração não vai mais reconhecer a diferença entre estar on-line ou não. Vai ser sempre on — aposta Daniela Klaiman, futurista, especialista em comportamento do consumidor e CEO da FutureFuture. — Essa vai ser a geração nativa de IA, aquela que nem vai pensar na tecnologia para resolver suas questões. Isso vai estar embutido no que ela vai fazer no dia a dia. Não vai ser mais a opinião de uma pessoa, vai ser a opinião dela somada a uma tecnologia, como se fosse uma duplinha trabalhando junta, um ser que não é só humano.

Essa conexão humana-máquina deve se tornar ainda mais “invisível”, mais integrada às nossas rotinas, acredita Bruno Natal, jornalista e apresentador do podcast “Resumido”, sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas.

— A gente já vive com uma inteligência externa, nossos celulares são uma extensão do nosso raciocínio — constata ele.—Mas essa integração não vai significar necessariamente confusão. Acho que a diferença entre o que é digital e o que é real vai continuar existindo, mas de forma mais clara, mais consciente. A geração Beta talvez cresça entendendo melhor essa fronteira, justamente por já nascer com isso estabelecido — prevê.

A relação da geração Beta com a tecnologia, e em particular com a inteligência artificial, provavelmente será uma simbiose profunda. A IA não será apenas um instrumento, mas uma presença constante — de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes que poderão orquestrar lares e sistemas urbanos, e muito mais, que ainda não chegou ao público ou sequer foi inventado. Mas, em qualquer tempo, com qualquer geração, continuará não existindo almoço grátis: esse mix, porém, já traz efeitos colaterais, como as notícias falsas, cada vez mais aperfeiçoadas pela tecnologia, a ponto de se tornarem, a qualquer momento, indistinguíveis dos fatos. O antídoto para essa armadilha pode estar numa ferramenta de eterno valor: o pensamento crítico.

— Essa geração já chega num contexto que a gente pode chamar de pós-verdade, que é o uso de IA para emular realidades, tornando tecnicamente cada vez mais difícil distinguir o falsodo real. E já não é nem uma questão de olhar tecnicamente para uma deep fake e ver se alguém tem seis dedos ou se o padrão da roupa está bagunçado — conta Paula Martini, jornalista, especializada em Futurismo e Novas Economias. Ela alerta que a geração Beta precisará de muito letramento digital, sem abrir mão da mais antiga e eficaz das ferramentas: a educação.

— É pensar que se determinado conteúdo me faz sentir raivosa, me dá vontade de contar para mais gente, de me engajar, tem grandes chances de ele ter sido criado justamente com esse fim. E não ser verdade. Esse contato com a IA, por exemplo, terá que vir a partir de boas perguntas.

Se tudo isso — além de um planeta provavelmente alterado pelas mudanças climáticas — parece ser suficientemente desafiador e estressante demais, a solução pode ser pedir um chazinho à moda da casa.

— A integração da geração Beta com a tecnologia vai ser tão mais natural ou talvez tão menos controlada que as pessoas vão detectar que estão nervosas e aí, pelo preset, automaticamente, vai chegar um chá calmante na casa delas, ou seja, a tecnologia vai tomar muitas decisões de compras por elas, num consumo inconsciente que pode trazer um risco gigantesco — afirma Daniela, que pede, no fim das contas, um equilíbrio nessas previsões. — Talvez seja bom buscarmos olhares mais neutros, nem tão positivos, do tipo “a geração tal vai salvar o mundo”, nem tão negativo, do tipo “a geração tal não fica no emprego”. Temos que aprender com todas elas, tirando o melhor de cada uma.



Disponível em:https://oglobo.globo.com/100- anos/noticia/2025/07/24/geracao-beta-comoserao-as-criancas-que-nascem-a-partir-deagora.ghtml. Adaptado.

A futurista Daniela Klaiman faz um pedido baseado nas previsões realizadas as gerações. A partir de seu pedido, é possível inferir que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

1767Q1004522 | Português, Termos essenciais da oração Sujeito e Predicado, Agente de Defesa Civil, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

Texto associado.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A primeira cidade dos EUA com maioria árabe Dearborn se tornou a primeira cidade de maioria árabe dos Estados Unidos em 2023. Com cento e dez mil habitantes, ela abriga o Museu Nacional Árabe-Americano e a maior mesquita da América do Norte.

A cidade é governada por um dos poucos prefeitos árabes e muçulmanos dos Estados Unidos. Dearborn também foi a primeira cidade americana a transformar o fim do jejum do Ramadã em feriado oficial para os funcionários municipais e é um dos poucos lugares do país onde uma mesquita foi autorizada a transmitir a chamada para a prece islâmica pelos seus alto-falantes.

Por tudo isso, Dearborn oferece aos visitantes uma oportunidade tentadora de viajar ao Oriente Médio sem sair dos Estados Unidos, explorando como os árabes-americanos formaram a cidade e o país.

Segundo o curador do Museu Histórico de Dearborn, Jack Tate, a cidade era pouco mais que um terreno rural escassamente povoado até o início do século 20.

Mas tudo mudou nos anos 1920, quando o fabricante de carros e futuro magnata dos negócios Henry Ford transferiu a sede da sua companhia − a Ford − para Dearborn.

"Naquela época, era uma comunidade pequena e monótona", explica Tate. "E, quando abriu a fábrica, pessoas vieram de todas as partes dos Estados Unidos, de todo o mundo, para trabalhar para a Ford. Foi o grande início da migração do Oriente Médio para cá."

Quando Ford criou seus famosos automóveis Modelo T, em 1908, ele precisava de pessoas para construí-los.

Ondas de trabalhadores de lugares que hoje pertencem ao Líbano, Síria, Iraque, Iêmen e aos Territórios Palestinos logo começaram a chegar à região de Detroit, em busca de novos empregos e altos salários.

No início dos anos 1920, a maior parte dos trabalhadores da linha de montagem do Modelo T da Ford era de origem árabe. E, quando Henry Ford mudou a fábrica para Dearborn, muitos dos seus funcionários o seguiram.

A mudança transformou o pacato vilarejo na sede da maior instalação industrial do mundo. E, mais do que isso, ela possibilitou que Dearborn passasse a abrigar a maior concentração de árabes-americanos dos Estados Unidos.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckr5d1k70ero.adaptado.
No início dos anos 1920, a maior parte dos trabalhadores da linha de montagem do Modelo T da Ford "era" de origem árabe.
Em relação à concordância, o verbo destacado na frase refere-se ao vocábulo:
  1. ✂️
  2. ✂️
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1768Q1002480 | Matemática, Frações e Números Decimais, Servente, Prefeitura de Bebedouro SP, IBAM, 2025

Um grupo de trilheiros registrou os pontos de parada considerando como negativos os pontos abaixo do nível do mar. No ponto de partida eles estavam a -250 metros, após 1 hora de subida, chegaram ao ponto chamado "Mirante dos Ventos", a 350 metros acima do nível do mar. Qual foi a distância que eles percorreram entre o ponto de partida e o Mirante dos Ventos?
  1. ✂️
  2. ✂️
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  4. ✂️

1769Q1004533 | Física, Oscilação e Ondas, Fonoaudiologia, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

__________________________ corresponde à amplitude das vibrações periódicas das partículas de ar e está associada à pressão e energia sonora (som fraco e forte), sendo expressa em decibéis.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.

  1. ✂️
  2. ✂️
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1770Q1004542 | Fonoaudiologia, Fonoaudiologia, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

A perda da faculdade de transformar sensações simples em percepções propriamente ditas, dando como resultado o não reconhecimento de pessoas e coisas denomina-se:
  1. ✂️
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1771Q1004287 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Educação Física, Prefeitura de Cubatão SP, IBAM, 2024

Ensino de Educação Física, de Marcos Garcia Neira, destaca-se por abordar práticas corporais e seu papel pedagógico na formação integral de alunos, enfatizando a inclusão e a diversidade cultural. Acerca do assunto, marque (V), para as afirmativas verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) A obra propõe que apenas práticas esportivas devem ser utilizadas como conteúdo de ensino na Educação Física.
(__) Marcos Garcia Neira argumenta que a Educação Física deve ser exclusivamente voltada para o desenvolvimento físico dos alunos, sem integrar aspectos culturais.
(__) O livro defende que a Educação Física não precisa ser planejada, pois as práticas corporais são espontâneas e autoexplicativas.
(__) A abordagem pedagógica da obra enfatiza a diversidade cultural e a inclusão de diferentes práticas corporais no currículo.

A sequência está correta em:
  1. ✂️
  2. ✂️
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  4. ✂️

1772Q1004549 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Língua Inglesa, Prefeitura de Cubatão SP, IBAM, 2024

Segundo Luiz Paulo Moita Lopes, em Inglês no Mundo Contemporâneo: Ampliando Oportunidades Sociais por Meio da Educação (2005), o ensino de língua inglesa deve considerar seu papel no enfrentamento de desigualdades sociais. Sobre as práticas pedagógicas sugeridas por Moita Lopes, analise as afirmativas e assinale a correta.
  1. ✂️
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1773Q1004301 | Nutrição, Nutrição, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

A densidade calórica é fundamental para os cálculos e prescrição de dietas enterais para pacientes em uso de terapia nutricional enteral. Calcule a densidade calórica de uma dieta enteral que, em 1500 ml, fornece 1800 kcal.
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1774Q1003795 | Administração Financeira e Orçamentária, Contador, Prodesan SP, IBAM, 2025

Renúncias de Receita referem-se a situações em que o governo ou uma entidade decide abrir mão de um valor que seria devido a ela, normalmente relacionado a impostos, tributos ou outras receitas previstas em Lei. Assinale a alternativa correspondente ao tipo de renúncia de receita característicos de entes ou atividades, como entidades sem fins lucrativos ou templos religiosos, podem ser imunes à cobrança de impostos.
  1. ✂️
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  4. ✂️

1775Q1004313 | Psicologia, Psicologia Organizacional, Psicologia, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

Uma empresa do setor de saúde tem observado um aumento nos casos de burnout entre seus colaboradores, especialmente entre os profissionais da linha de frente. Sintomas como exaustão emocional, despersonalização e baixa realização profissional têm sido relatados com frequência. A empresa contratou um psicólogo organizacional para auxiliar na prevenção e no enfrentamento dessa problemática.
Qual das seguintes ações seria mais eficaz para o psicólogo organizacional atuar na prevenção e enfrentamento do burnout nessa empresa?
  1. ✂️
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  3. ✂️
  4. ✂️
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1776Q1002276 | Enfermagem, Enfermeiro, Prefeitura de Bebedouro SP, IBAM, 2025

Estudos mostram que o uso inadequado de técnicas de esterilização em materiais hospitalares pode levar ao aumento de infecções hospitalares, causando riscos à saúde dos pacientes. A correta aplicação dessas técnicas é essencial para prevenir complicações. Acerca dos conceitos e procedimentos de desinfecção e esterilização, analise as afirmativas abaixo e marque com (V) para alternativas verdadeiras e (F) para as falsas.

(__) A desinfecção elimina todos os microrganismos, incluindo esporos bacterianos.
(__) A esterilização por autoclave é considerada um dos métodos mais eficazes para a eliminação de microrganismos.
(__) O uso de soluções desinfetantes deve ser feito de acordo com a diluição e o tempo de contato indicados pelo fabricante.
(__) Materiais esterilizados podem ser armazenados em qualquer local, independentemente das condições de limpeza.

A sequência correta é:
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1777Q1002042 | Informática, Assistente em Administração Pública, Câmara de Cubatão SP, IBAM, 2018

Mesclar e Centralizar é um comando do Microsoft Excel 2016 que permite combinar diversas células da planilha em uma única célula. Esse comando faz parte da Faixa de Opções, guia Página Inicial, grupo:

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1778Q1002554 | Fisioterapia, Fisioterapia, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2025

Sobre o processo de reabilitação em patologias ortopédicas, reumatológicas, pulmonares e neurológicas, analise as afirmativas abaixo, em seguida, assinale a alternativa correta.

I. A ultrassonografia utiliza ondas sonoras de alta frequência, seus efeitos são térmicos, mecânicos, químicos e biológicos. É indicado para tendinite, bursite, contraturas, osteoartrite, lesões ósseas e síndromes dolorosas regionais complexas.

II. Os exercícios resistivos para extremidades hemiplégicas podem diminuir a espasticidade e por isso são controversos.

III. Atividades e exercícios que estimulam o uso dos membros superiores e inferiores são utilizados para estagnar a capacidade muscular aeróbica.
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1779Q1002043 | Informática, Assistente em Administração Pública, Câmara de Cubatão SP, IBAM, 2018

O comando Imprimir Títulos , da guia Layout da Página, da Faixa de Opções do Microsoft Excel 2016, permite:

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1780Q1080894 | Estatuto da Pessoa com Deficiência, Disposições Preliminares, Serviço Social, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2025

A Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, também conhecida como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) tem como finalidade assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando:
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