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Questões de Concursos IDECAN

Resolva questões de IDECAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1601Q158450 | Direito Administrativo, Lei n8112 90 Título IV Do Regime Disciplinar, Assistente em Administração, IF AM, IDECAN, 2019

A respeito do regime disciplinar dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais, assinale a alternativa correta.

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1602Q444471 | Direito Constitucional, Saúde, Assistente Social, Prefeitura de São Geraldo MG, IDECAN

“É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições com fins lucrativos.” “As instituições privadas poderão participar de forma complementar do Sistema Único de Saúde.” As afirmativas citadas anteriormente se referem à saúde conforme dispõe a Constituição Federal de 1988 e assim se apresentam:

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1603Q466752 | Direito Tributário, Impostos, Administrador, Ministério da Saúde, IDECAN

?Com referência ao ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos ______ ano(s) contados da data de emissão do documento.? Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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1604Q169540 | Direito Administrativo, Atos de Improbidade Administrativa e suas Sanções, Bibliotecário, AGU, IDECAN

De acordo com a Lei nº 8.429/92, constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário:
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1605Q449107 | Direito Constitucional, Orçamentos, Administrador, AGU, IDECAN, 2019

Assinale a alternativa que seja considerada exemplo de Despesa de Capital.
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1606Q678009 | Português, Interpretação de Textos, Administrador, AGU, IDECAN, 2019

          Neologismo não é bom nem mau, ele faz parte do jogo. Sempre que uma língua tem necessidade, ela cria palavras, ou copia, ou adapta.
(...) uma língua está ligada à ideia de um país, logo está ligada a algo que tem a ver com autonomia (e com submissão, no caminho oposto). Daí essa onda de perguntar, com alguma razão sociológica e política, se cabe um país copiar de outro uma palavra, ou adaptar, como se houvesse um pequeno crime de lesa-pátria. Na minha opinião, em regra não há isso. Outro lado do debate tem a ver com o Brasil, com o jeito como a questão da língua culta é tratada aqui. Ao longo do tempo, mais especialmente da República para cá, forjou-se e perpetuou-se a ideia de que só uns poucos sabem usar a língua, e o povo é inepto, ou burro, ou algo pelo estilo. (...) É como se a gente tacitamente aceitasse a ideia de que alguns podem usar as palavras como queiram, porque têm autoridade (o Rui Barbosa e o professor de Português, especialmente o mais conservador, que dá aos desinformados a impressão de que sabe mais a língua do que os demais), e os outros têm que se cuidar. Especialmente se os tais outros quiserem inventar palavras. Minha posição de princípio, sujeita a debate em casos excepcionais: o povo tem todo o direito do mundo de inventar o que quiser, incluindo as palavras. Se elas funcionarem, elas vão entrar na corrente sanguínea da cultura, e se não, não.
(Luís Augusto Fischer. Disponível em: www.neoque.hpg.ig.com.br/neoque.html.)

Pode-se afirmar que a expressão utilizada pelo autor em “Neologismo não é bom nem mau, ele faz parte do jogo.” expressa


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1607Q115639 | Ética na Administração Pública, Analista de Sistemas, AGU, IDECAN

A Lei ne 8.429, de 2 de junho de 1992, dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos em decorrência de atos de improbidade, os quais foram divididos em três categorias, a saber:

1. Atos de Improbidade Administrativa que Importam Enriquecimento Ilícito.
2. Atos de Improbidade Administrativa que Causam Prejuízo ao Erário.
3. Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública.

( ) Permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente.
( ) Perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza.
( ) Frustrar a licitude de processo licitatório ou dispensá-lo indevidamente.
( ) Frustrar a licitude de concurso público.

Assinale a sequência de códigos que corresponde corretamente às categorias em que se enquadram as condutas, na ordem em que são apresentadas e conforme a legislação mencionada.
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1608Q562906 | Informática, Internet Explorer, Analista Técnico de Políticas Sociais, Ministério da Saúde, IDECAN

Sobre teclas de atalho na ferramenta Internet Explorer 11 (configuração padrão - Idioma Português Brasil), assinale a alternativa INCORRETA.
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1609Q801505 | Fisioterapia, Aspirante Complementar, Bombeiro Militar DF, IDECAN

Lúpus eritematoso sistêmico é uma doença generalizada do tecido conjuntivo que acomete sobretudo mulheres; é caracterizada por lesões típicas na pele, artralgia, entre outros sintomas. A respeito dessa doença, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Trata-se de distúrbio imunológico; o paciente apresenta leucopenia e tem como fatores precipitantes o uso de drogas antitireoidianas e os contraceptivos orais que induzem a presença de ANA.

( ) A dor articular é frequente em cerca de 50% das pacientes e o líquido sinovial característica de baixa viscosidade (aumento do ácido hialurônico e baixa proteica).

( ) A luz solar e a ultravioleta são consideradas fatores precipitantes e poderão levar à antigenicidade do DNA.

( ) Pacientes apresentam pirexia contínua ou intermitente em quase todos os casos.

( ) A doença renal está associada em quase todos os casos. Os rins estão clínica ou bioquimicamente envolvidos nos estágios precoces e a insuficiência renal terminal é comum.

A sequência está correta em

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1610Q412898 | Direito Administrativo, Princípios da Administração Pública, Procurador Previdenciário I, Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Cariacica ES, IDECAN, 2018

Preencha corretamente a lacuna:

No direito administrativo, o princípio da _______________ permite que a Administração Pública anule seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos, ou revogue-os, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial:

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1611Q748770 | Educação, Gestão em Saúde, Analista em Ciência e Tecnologia Júnior, INCA, IDECAN

“Com o intuito de investigar a relação entre uso de estrogênio após a menopausa e risco de Doença Cardiovascular (DCV), pesquisadores seguiram 8.645 mulheres no Reino Unido, que haviam entrado na menopausa; porém, ainda sem manifestar doença cardiovascular. Ao final da pesquisa, foram obtidos os seguintes resultados: entre as mulheres que declararam que nunca usaram estrogênio (5375), 127 tiveram DCV; entre as que usavam estrogênio regularmente na época do estudo, 47 apresentaram DCV.” A partir destes dados, é INCORRETO afirmar que
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1612Q862266 | Português, Interpretação de texto, Analista Censitário, CNU, IDECAN, 2022

Texto associado.

'Ser bom ou mau é escolha': confira entrevista com o filósofo e professor Mario Sergio Cortella

Por Patrícia Santos Dumont - Em 05/12/2019

Quem é você? Justo, generoso ou intolerante e ganancioso? Tem mais vícios ou virtudes? Costuma ser bom o tempo todo ou às vezes se pega fazendo pequenas maldades? Já parou para refletir sobre os próprios comportamentos e o que o levou a tê-los: circunstâncias da vida ou escolhas que fez? Sobre isso e as possibilidades de sermos “anjos ou demônios” bati um papo – descontraído, apesar do tema – com o filósofo, professor e escritor Mario Sergio Cortella.

Patrícia - Como se deu a concepção de “Nem Anjos Nem Demônios”, seu livro com a Monja Coen?

Cortella - Tenho outros livros, nessa coleção, sobre ética, política, sobre moral, esperança. Mas nunca tinha colocado num diálogo mais direto alguém com a marca da filosofia ocidental, da religiosidade ocidental, como eu, e alguém ligado à concepção oriental asiática, caso da Monja. Juntamos essas duas formas mais usuais de entendimento sobre essa temática para trazer um debate mais forte sobre o que acontece no cotidiano, a necessidade de pensar a vida como escolha. A noção do bem e do mal como resultado de decisões e não como fatalidades.

Ser bom ou ser mau, portanto, não tem a ver com as circunstâncias da vida? Não somos o que somos levados a ser? São escolhas? Essa ideia de que as escolhas feitas são sem alternativa não é uma percepção que a gente possa ter. A ideia de liberdade de escolha que temos é o que se chama de livre arbítrio. Quando alguém é movido por circunstâncias opressivas e tem uma reação a isso, até o campo da legislação criminal ou penal admite como sendo um atenuante. Mas, no conjunto das vezes, não é a circunstância que gere. Para mim, não é a ocasião que faz o ladrão. A ocasião apenas o revela. A decisão de ser ladrão ou não é anterior à ocasião. Há milhares de pessoas que encontram ocasião todos os dias, de desviar, de ter uma conduta negativa, e não o são. Portanto, a ocasião apenas permite que a pessoa se mostre naquilo que decidiu ser.

Patrícia - Na primeira página do livro, vocês falam sobre vícios e virtudes, que seriam qualidades negativas e positivas, certo? Podemos, então, dizer que tudo bem ter vícios, já que também são qualidades?

Cortella - Sim. Eles existem na sua contraposição. Nós não elogiamos os vícios, apenas admitimos a existência deles. O fato de a gente ter doenças não significa que isso se sobreponha à nossa forma desejada de saúde. Por isso, a constatação da existência dos vícios apenas nos deixa em estado de alerta. Apenas sei que eles existem e que são possíveis em outras pessoas e também em mim. Neste sentido, admitir a presença de vícios é saber que nossa humanidade conta com essa condição, mas que não podemos, em nome da ideia de que errar é humano, justificar qualquer erro porque uma parte grande deles são escolhas. Não está tudo bem, então, em ser “mau” de vez em quando? Isso não nos ajudaria a levar a vida com mais leveza, mantendo um certo equilíbrio?

Não, não está tudo bem. É preciso não se acomodar com a ideia porque quando se diz nem anjos nem demônios não se está dizendo tanto faz, está se fazendo um alerta. O alerta é: nós podemos ser angelicais ou demoníacos. Cuidado! Ser angelical, isto é, ser alguém que se move pela bondade, é algo desejável. Ser alguém que se move pela maldade é uma possibilidade também. Ser anjo ou demônio é uma escolha.

Mas não traria mais leveza para nossa existência se a gente tivesse a permissão, talvez, de em alguns momentos tender mais para um do que para outro extremo?

Olha, poderia até tornar a vida mais emocionada, mas não há necessidade disso. Nós, humanos, temos uma coisa, até um sinal de inteligência nas espécies, que são os jogos, nossa capacidade lúdica. Quando você vê uma partida de futebol, uma disputa dentro de quadra, quando você tem um grupo jogando truco, existe ali a possibilidade de vencer o outro, de brincar com ele. O jogo é exatamente essa possibilidade do exercício eventual de algumas coisas que não são só angelicais. Eu, por exemplo, sou jogador de truco, um jogo que tem por finalidade brincar com o adversário, tripudiar, fingir que se tem uma carta. Na vida, eu não faria isso. Mas no truco eu posso. Então, sim, há momentos em que essa permissão vem à tona. Onde pode? No teatro, no cinema, na música, no jogo. A gente sabe que a brincadeira é séria, mas é brincadeira.

Nem todo mundo é bom ou mau o tempo todo. Mas muitos de nós buscam ser mais bons do que maus. É da natureza humana?

Em grande medida, nós desejamos primeiro a ideia de bondade que supere a maldade. Quando ninguém escapa de fazê-lo e quando a pessoa não é alguém marcada por algum tipo de desvio psiquiátrico, em grande medida preferimos a bondade à maldade porque ela nos faz ser aceitos, há uma solidariedade maior em relação à convivência. Isso também nos leva a receber de volta mais situações de bondade. Há pessoas que caminham numa trajetória da maldade como sendo sua escolha mais expressiva, mas são as que consideramos moralmente adoentadas, com algum tipo de desvio psiquiátrico ou com uma perspectiva de existência em que só consegue se glorificar na maldade. Ainda assim, o número de pessoas que têm essa perspectiva é muito reduzido, do contrário, nossa vida em comunidade já teria se rompido há muito tempo. O que não significa que a gente não tem em nós essa postura angelical como sendo uma escolha, e também a demoníaca como possibilidade. (...)

Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/plural/ser-bom-ou-mau-%C3%A9-escolha-confira-com-o-fil%C3%B3sofo-e-professor-mario-sergio-cortella-1.760617.

No exemplo “A decisão de ser ladrão ou não é anterior à ocasião”, o sinal indicativo da crase foi usado corretamente devido às regras da regência nominal. Assinale a alternativa que apresente um exemplo de uso correto da crase pelo mesmo motivo em destaque.

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1613Q710212 | Pedagogia, Técnico em Assuntos Educacionais, AGU, IDECAN, 2019

Texto associado.

As dez dimensões da gestão escolar, discutidas por Lück (2009), são agrupadas em duas áreas: organização e implementação. Constituem dimensões de implementação:
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1614Q479817 | Farmácia, Formulações farmacêuticas, Farmacêutico, UFPB PB, IDECAN

A dissolução de um fármaco pode ser modificada quando se altera alguns fatores, como o tamanho da partícula dessa substância. Sendo assim, assinale a alternativa que indica outros fatores associados à dissolução do fármaco.
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1615Q821837 | Legislação Federal, Lei 10257 2001, Analista em Trânsito, DETRAN RO, IDECAN

O Estatuto da Cidade (2001) estabelece que “o plano diretor, aprovado por lei municipal, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana”. Acerca das definições previstas pelos artigos constantes no Capítulo III – Do Plano Diretor – do Estatuto da Cidade (2001), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O plano diretor é parte integrante do processo de planejamento municipal, devendo o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento anual incorporar as diretrizes e as prioridades nele contidas.

( ) O plano diretor deverá englobar apenas o território contido no perímetro urbano do município.

( ) A lei que instituir o plano diretor deverá ser revista, pelo menos, a cada dez anos.

( ) O plano diretor é obrigatório para cidades com mais de quarenta mil habitantes, cidades integrantes de regiões metropolitanas e áreas de especial interesse turístico, entre outros casos.

( ) No caso de cidades com mais de um milhão de habitantes, deverá ser elaborado um plano de transporte urbano integrado, compatível com o plano diretor ou nele inserido.

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1616Q722515 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Nova Era MG, Assistente Social, Prefeitura de Nova Era MG, IDECAN

Na década de 1950, Nova Era recebeu duas vistas do governador de estado, que se elegeu posteriormente Presidente da República, para inauguração da Maternidade Nossa Senhora das Graças e da Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima (prédio hoje da Escola Augusta Maciel). Trata-se de:

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1617Q705125 | Administração Geral, Administrador, UNIVASF, IDECAN, 2019

Empirismo pela ciência, foco na tarefa, racionalidade do trabalho, adaptação do trabalhador ao trabalho, não consideração dos fatores sociais e psicológicos, dando mais ênfase nas tarefas mediante um conjunto de rotinas, são características pertinentes à abordagem da
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1618Q333984 | Matemática, Aritmética e Algebra, Soldado Bombeiro Militar de Manutenção, Bombeiro Militar DF, IDECAN

Astolfo coleciona conchas e sempre se anima a ir à praia, pois cada vez que a visita ele consegue triplicar sua coleção. Em certo ano, Astolfo foi à praia cinco vezes, porém 25% de suas conchas quebraram antes da primeira ida à praia. Sabendo que ele continuou triplicando sua coleção em relação a suas conchas inteiras e que sua coleção atual possui 3.645 conchas inteiras, então, o número de conchas que Astolfo teria a mais em sua coleção atual, caso nenhuma concha tivesse quebrado, é:
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1619Q462270 | Direito Penal, Crimes Contra a Administração Pública, Analista Técnico Administrativo, AGU, IDECAN, 2018

Em relação aos crimes contra a Administração Pública, assinale a afirmativa incorreta.
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1620Q474588 | Espanhol, Gramática, Professor de Língua Espanhola, IDECAN

Lea las frases a seguir. Identifique la correspondencia inadecuada entre las conjunciones o locuciones subordinantes y lo que expresa cada una de ellas.
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