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Questões de Concursos IDECAN

Resolva questões de IDECAN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2701Q1024388 | Inglês, Verbos Verbs, Área 10 Suporte em Tecnologia da Informação, INMETRO, IDECAN, 2024

Interrogative sentences are sentences that ask questions. In this sense, the sentence that presents the correct interrogative form is:
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2702Q1074871 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Professor de Ensino Religioso, SEAD RN, IDECAN

Baruch Spinoza acreditava que os dogmas rígidos e os rituais vazios eram as únicas coisas que ainda mantinham o cristianismo e o judaísmo vivos. Não acreditava que cada palavra da bíblia fosse realmente inspirada por Deus, mas que deveriam ser analisadas à luz de seu contexto genealógico. Dessa forma, Spinoza foi o primeiro a aplicar o que foi denominado de interpretação ________________ da bíblia.” Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da afirmativa anterior.
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2703Q1074875 | Filosofia, A Política, Professor de Ensino Religioso, SEAD RN, IDECAN

Monstesquieu é radicalmente contra o absolutismo. Não é um arauto da Revolução Francesa pela sua posição moderada, mas a sua crítica ao absolutismo ascendeu o estopim revolucionário entre os burgueses como a mais alta expressão do seu descontentamento."

(Nunes: 2004, 78.)

A principal crítica de Montesquieu ao absolutismo se assenta diretamente sobre


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2704Q1079238 | Informática, Sistema Operacional, Assistente em Administração, UFSBA, IDECAN, 2025

No Windows 11, a Área de Transferência aprimorada permite aos usuários gerenciar e acessar rapidamente os itens copiados. Ao utilizar essa funcionalidade, é possível
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2705Q977892 | Pedagogia, Professor de Educação Básica I, SME de João Pessoa PB, IDECAN, 2025

As rubricas, enquanto instrumentos avaliativos qualitativos, assumem uma função estruturante no processo de ensinoaprendizagem, especialmente quando articuladas a princípios formativos e à promoção de autonomia discente. Como destaca Andrade (2000), “avaliar é, antes de tudo, um ato ético de compromisso com a aprendizagem do outro”. A complexidade das rubricas reside, em grande parte, na construção e na explicitação dos critérios e descritores de desempenho que precisam estar articulados aos objetivos educacionais e ao perfil do estudante que se pretende formar. Assinale uma característica fundamental das rubricas analíticas bem elaboradas, considerando os princípios de uma avaliação formativa e emancipatória.
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2706Q1058283 | Português, Morfologia, Oficial Combatente QOC, PM ES, IDECAN, 2024

Texto associado.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O ranking da mobilidade no mundo


Como são os padrões de mobilidade em cada país? Quanto as cidades dependem do automóvel? Quanto se anda a pé em cada lugar? Um estudo gigantesco chamado ABC of Mobility, publicado em março deste ano, conseguiu traçar um mapa de 794 cidades ao redor do mundo para responder a essas perguntas.


Todas essas cidades foram colocadas num triângulo que tem três vértices: carro, transporte público e mobilidade ativa. O resultado é provavelmente um dos maiores levantamentos do gênero e é riquíssimo para entender a diferença entre as cidades.


A urbanização das cidades americanas e canadenses, tomadas por vias expressas, com subúrbios ricos que dependem totalmente do automóvel, é expressa com clareza pelo estudo.


À medida de comparação, 94% dos deslocamentos são feitos em carro, muito mais do que os 50% das cidades europeias. Atlanta deve ser o caso mais emblemático de esgarçamento urbano. Apenas 1% de seus habitantes se deslocam a pé ou bicicleta, o que a coloca no finzinho do ranking mundial.


Não existe um padrão europeu de mobilidade. Se em Roma ou Manchester quase 70% das pessoas dependem do carro para se deslocar, a Europa do Norte pródiga no oposto. Em Copenhague, 47% de todos os é habitantes andam ou pedalam para o trabalho. Esse número vai a 75% numa cidade como Utrecht, na Holanda.


Nas maiores cidades europeias o transporte público oferece alternativa ao carro: 45% dos londrinos e 60% dos parisienses vão de transporte público ao trabalho.


Não por acaso, Londres e Paris têm malhas de transporte invejáveis, mas também são cidades que têm políticas explícitas de desestimular o uso do carro, diminuindo espaços e até cobrando pedágio para entrar no centro. Hoje, a capital francesa já tem mais gente andando a pé que de carro.


O estudo mostra que os deslocamentos em transporte público aumentam com o tamanho da cidade.


Na média global das cidades de 100 mil habitantes, transporte público representa 10% das viagens, mas aumenta para 25% nas cidades com mais de um milhão de habitantes. Nas metrópoles com mais de 20 milhões, esse número ultrapassa 40%.


A exceção a essa regra são EUA, Canadá e Austrália. Nesses países, as cidades pequenas mantêm mais de 90% de seus deslocamentos em automóvel.


Na outra ponta, a campeã do ranking é uma cidade de 300 mil habitantes em Moçambique, Quellimane, onde 91% das pessoas vão a seus afazeres diários a pé ouem bicicleta.


A China tem enorme participação de bicicletas e do pé nos deslocamentos, mas provavelmente esse númerodeve mudar rapidamente, uma vez que, quanto maior a renda per capita, maior a participação do automóvel. No resto da Ásia, porém, há brilhantes exceções, como as cidades densas que têm alta renda e enorme participação do transporte público, como Tóquio e principalmente Hong Kong.


Apenas quatro cidades brasileiras entraram no estudo: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Elas apresentam um quadro parecido que mostra um certo equilíbrio entre os modais. São Paulo, na verdade, a é cidade que fica bem no meio do triângulo do estudo global, com praticamente um terço dos deslocamentos para cada modo de transporte.


Essa situação expõe uma contradição: o maior modal é o andar a pé, mas o maior objeto de desejo é o carro. As infraestruturas existentes privilegiam o carro, mas os congestionamentos gigantes demonstram um ponto de exaustão. Por outro lado, o descaso histórico com o transporte público expõe o tamanho do desafio, tanto na qualidade como na capilaridade das redes de transporte.


Ao redor do mundo, o pico do uso do carro ainda não chegou, mas é sintomático que cidades ricas, como Paris, Barcelona, Viena e tantas outras, estejam justamente investindo no transporte público, na bicicleta na caminhabilidade para reduzir emissão de gases e e melhorar a experiência urbana.


A boa mobilidade deve integrar mobilidade ativa e transporte público. A seguir, uma amostra do estudo com algumas cidades para dar uma ideia da disparidade entre elas, baseando-se em dois aspectos: andar a pé e por bicicleta. O ranking completo está disponível na revista The Economist e na plataforma ScienceDirect.


Para comparar dados de 794 cidades no mundo, os pesquisadores Rafael Prieto-Curiel, do Complexity Science Hub, e Juan Pablo Ospina, da EAFIT University, consultaram aproximadamente mil bases de dados diferentes. Isso permite juntar informações de cidades em diferentes continentes, mas gera algumas limitações nas comparações.


Como algumas cidades misturam transporte a pé e bicicleta, a pesquisa juntou tudo em "mobilidade ativa". Outra limitação é considerar apenas deslocamentos para trabalho, além da ausência das cidades médias dos o países subdesenvolvidos. Finalmente, o estudo desconsidera as viagens multimodais, em que as pessoas trocam de meios de transporte, por exemplo, andando de sua casa até o ponto de ônibus.


Mesmo com essas limitações, a pesquisa tem o mérito de dar um quadro geral a algo muito fragmentado e vai ser um grande estímulo para novos estudos.


Mauro Calliari.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.

Acesso em: 12 jul. 2024.

Apenas quatro cidades brasileiras entraram no estudo: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Elas apresentam um quadro parecido que mostra um certo equilíbrio entre os modais.

Marque a alternativa que indique corretamente, dentre as palavras destacadas no período acima, a que desempenha papel adjetivo.

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2707Q1058285 | Português, Sintaxe, Oficial Combatente QOC, PM ES, IDECAN, 2024

Texto associado.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O ranking da mobilidade no mundo


Como são os padrões de mobilidade em cada país? Quanto as cidades dependem do automóvel? Quanto se anda a pé em cada lugar? Um estudo gigantesco chamado ABC of Mobility, publicado em março deste ano, conseguiu traçar um mapa de 794 cidades ao redor do mundo para responder a essas perguntas.


Todas essas cidades foram colocadas num triângulo que tem três vértices: carro, transporte público e mobilidade ativa. O resultado é provavelmente um dos maiores levantamentos do gênero e é riquíssimo para entender a diferença entre as cidades.


A urbanização das cidades americanas e canadenses, tomadas por vias expressas, com subúrbios ricos que dependem totalmente do automóvel, é expressa com clareza pelo estudo.


À medida de comparação, 94% dos deslocamentos são feitos em carro, muito mais do que os 50% das cidades europeias. Atlanta deve ser o caso mais emblemático de esgarçamento urbano. Apenas 1% de seus habitantes se deslocam a pé ou bicicleta, o que a coloca no finzinho do ranking mundial.


Não existe um padrão europeu de mobilidade. Se em Roma ou Manchester quase 70% das pessoas dependem do carro para se deslocar, a Europa do Norte pródiga no oposto. Em Copenhague, 47% de todos os é habitantes andam ou pedalam para o trabalho. Esse número vai a 75% numa cidade como Utrecht, na Holanda.


Nas maiores cidades europeias o transporte público oferece alternativa ao carro: 45% dos londrinos e 60% dos parisienses vão de transporte público ao trabalho.


Não por acaso, Londres e Paris têm malhas de transporte invejáveis, mas também são cidades que têm políticas explícitas de desestimular o uso do carro, diminuindo espaços e até cobrando pedágio para entrar no centro. Hoje, a capital francesa já tem mais gente andando a pé que de carro.


O estudo mostra que os deslocamentos em transporte público aumentam com o tamanho da cidade.


Na média global das cidades de 100 mil habitantes, transporte público representa 10% das viagens, mas aumenta para 25% nas cidades com mais de um milhão de habitantes. Nas metrópoles com mais de 20 milhões, esse número ultrapassa 40%.


A exceção a essa regra são EUA, Canadá e Austrália. Nesses países, as cidades pequenas mantêm mais de 90% de seus deslocamentos em automóvel.


Na outra ponta, a campeã do ranking é uma cidade de 300 mil habitantes em Moçambique, Quellimane, onde 91% das pessoas vão a seus afazeres diários a pé ouem bicicleta.


A China tem enorme participação de bicicletas e do pé nos deslocamentos, mas provavelmente esse númerodeve mudar rapidamente, uma vez que, quanto maior a renda per capita, maior a participação do automóvel. No resto da Ásia, porém, há brilhantes exceções, como as cidades densas que têm alta renda e enorme participação do transporte público, como Tóquio e principalmente Hong Kong.


Apenas quatro cidades brasileiras entraram no estudo: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Elas apresentam um quadro parecido que mostra um certo equilíbrio entre os modais. São Paulo, na verdade, a é cidade que fica bem no meio do triângulo do estudo global, com praticamente um terço dos deslocamentos para cada modo de transporte.


Essa situação expõe uma contradição: o maior modal é o andar a pé, mas o maior objeto de desejo é o carro. As infraestruturas existentes privilegiam o carro, mas os congestionamentos gigantes demonstram um ponto de exaustão. Por outro lado, o descaso histórico com o transporte público expõe o tamanho do desafio, tanto na qualidade como na capilaridade das redes de transporte.


Ao redor do mundo, o pico do uso do carro ainda não chegou, mas é sintomático que cidades ricas, como Paris, Barcelona, Viena e tantas outras, estejam justamente investindo no transporte público, na bicicleta na caminhabilidade para reduzir emissão de gases e e melhorar a experiência urbana.


A boa mobilidade deve integrar mobilidade ativa e transporte público. A seguir, uma amostra do estudo com algumas cidades para dar uma ideia da disparidade entre elas, baseando-se em dois aspectos: andar a pé e por bicicleta. O ranking completo está disponível na revista The Economist e na plataforma ScienceDirect.


Para comparar dados de 794 cidades no mundo, os pesquisadores Rafael Prieto-Curiel, do Complexity Science Hub, e Juan Pablo Ospina, da EAFIT University, consultaram aproximadamente mil bases de dados diferentes. Isso permite juntar informações de cidades em diferentes continentes, mas gera algumas limitações nas comparações.


Como algumas cidades misturam transporte a pé e bicicleta, a pesquisa juntou tudo em "mobilidade ativa". Outra limitação é considerar apenas deslocamentos para trabalho, além da ausência das cidades médias dos o países subdesenvolvidos. Finalmente, o estudo desconsidera as viagens multimodais, em que as pessoas trocam de meios de transporte, por exemplo, andando de sua casa até o ponto de ônibus.


Mesmo com essas limitações, a pesquisa tem o mérito de dar um quadro geral a algo muito fragmentado e vai ser um grande estímulo para novos estudos.


Mauro Calliari.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.

Acesso em: 12 jul. 2024.

Por outro lado, o descaso histórico com o transporte público expõe o tamanho do desafio, tanto na qualidade como na capilaridade das redes de transporte.

No período acima, os termos destacados desempenham função sintática, respectivamente, de

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2708Q907279 | Pedagogia, Base Nacional Comum Curricular BNCC, Professor da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, Prefeitura de Mossoró RN, IDECAN, 2024

Em relação à Resolução Nº 4/2009, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que estabelece as Diretrizes Operacionais Especializado (AEE) modalidade para o Atendimento Educacional na Educação Básica - na Educação Especial - compreende-se que:

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2709Q1059382 | Matemática, Análise Combinatória em Matemática, Manutenção Veículos Equipamentos, CBM DF, IDECAN

Joana abriu uma barraca de sucos na feira e decidiu utilizar as cascas das frutas como ingredientes dos sucos, com a finalidade de reaproveitá-las. Joana dispõe de 6 frutas: abacaxi, pera, manga, goiaba, maçã e caqui, e deixa o cliente escolher até 3 ingredientes, entre cascas ou frutas, para a composição do suco. Sabendo que todas as frutas de Joana possuem cascas que podem ser ingredientes dos sucos, então o número de combinações possíveis de sucos feitos na barraca de Joana é:
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2710Q1027935 | Raciocínio Lógico, Sequências Lógicas de Números, Área 10 Suporte em Tecnologia da Informação, INMETRO, IDECAN, 2024

Uma sequência de letras é formada pela palavra “MATEMATICA” repetida infinitas vezes. No entanto, à cada repetição, a palavra é invertida, tal qual especificado a seguir:

{ M A T E M A T I C A A C I T A M E T A M M A T E M A T I C A A C I T A M E T A M ...}

Diante do exposto, pode-se determinar que a 2024ª letra da sequência é:
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2711Q1066343 | Administração Pública, Gestão de Politicas Públicas, Administração Pública, ALEPI, IDECAN, 2024

Os subsistemas contábeis devem ser integrados entre si e a outros subsistemas de informações de modo a subsidiar a administração pública sobre
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2712Q978034 | Português, Sintaxe, Pedagogo, SME de João Pessoa PB, IDECAN, 2025

Texto associado.
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
Atente-se aos elementos linguísticos, na passagem a seguir, para assinalar a alternativa correta, em se tratando, respectivamente, da tipificação das classes de palavras enumeradas em 1 e 2. “Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que¹ a princesa era mais bela do que² ela.”
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2713Q978043 | Direito da Criança e do Adolescente ECA, Pedagogo, SME de João Pessoa PB, IDECAN, 2025

Visando à proteção de crianças e adolescentes, é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, trata-se de exemplo de garantia de prioridade:
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2714Q1074873 | Filosofia, A Política, Professor de Ensino Religioso, SEAD RN, IDECAN

Deus é uma ideia complexa composta por ideias simples e antropomórficas, baseadas em impressões sensíveis. Essa concepção de Deus se refere à filosofia de:
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2715Q1074877 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Professor de Ensino Religioso, SEAD RN, IDECAN

“A filosofia surgiu como reação ao pensamento mitológico. Nas colônias gregas da Ásia menor, na Jônia, um ciclo de grande prosperidade forma uma classe intermediária forte e interessada em romper com as estruturas mitológicas que justificavam o poder da aristocracia rural. Nestas cidades origina‐se a ‘Filosofia’, como que tendo como característica primeira a questão da origem do universo. Os primeiros filósofos são chamados de ‘físicos’, pois buscavam a origem da natureza. Nisso formaram uma escola.” O período descrito no enunciado denomina‐se:
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2716Q1024702 | Inglês, Ensino da Língua Estrangeira Inglesa, Língua Inglesa, SEE PB, IDECAN, 2025

In addition to the communicative approach, the English for Specific Purposes (ESP) approach emerged in the post-war period, now referred to as the Languages for Specific Purposes (LSP) approach, which presents three distinctive features. Select the alternative that encompasses these three elements.
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2717Q887747 | Administração Geral, Comunicação e Controle, Administrativo, ALEPI, IDECAN, 2024

A comunicação é um elemento humano de extrema importância na vida das organizações, ainda mais no serviço público. A qualidade e a eficácia da comunicação devem ser objetivos prioritários, não apenas dos especialistas, dos dirigentes e dos gestores, e sim de toda a administração pública. A comunicação do serviço público é fundamental para a manutenção da democracia, a consolidação dos direitos sociais, a viabilização da boa governança e a orientação social. Considerando o tema, assinale a alternativa correta.
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2718Q1026501 | Informática, Editor de Apresentações, Policial Penal, SAP CE, IDECAN, 2024

Ao criar uma apresentação no LibreOffice Impress, você deseja configurar a transição entre os slides para que a apresentação tenha um aspecto mais profissional. No entanto, você percebe que a transição entre os slides não está funcionando conforme esperado. Você verifica as configurações de transição e encontra as seguintes opções: “Automática após”, “No clique do mouse”, “Velocidade” e “Som”. Para corrigir o problema e garantir que a transição ocorra automaticamente após um determinado tempo, você deve ajustar a opção correta. Essa opção é
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2720Q977890 | Pedagogia, Professor de Educação Básica I, SME de João Pessoa PB, IDECAN, 2025

A análise das tendências pedagógicas permite compreender os fundamentos ideológicos, epistemológicos e metodológicos que sustentam diferentes propostas educativas ao longo da história da educação brasileira. Segundo Libâneo (2013), a concepção de ensino adotada por determinada tendência não apenas define o papel do professor e do aluno, mas também revela os interesses sociais e políticos que orientam a prática pedagógica. Em contextos de crescente tensionamento entre formação crítica e demandas técnico-instrumentais, torna-se indispensável ao educador dominar as características que distinguem as tendências progressistas das conservadoras. Desse modo, podemos considerar que:
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