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Questões de Concursos ISET

Resolva questões de ISET comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


821Q1073342 | Pedagogia, Legislação da Educação, Pedagogia, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

A BNCC estabelece 10 competências gerais para a educação básica. Uma delas valoriza o uso de tecnologias digitais no contexto educacional. Sobre esta competência, assinale a alternativa correta
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822Q1073854 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Coordenador Pedagógico, Prefeitura de Jaguaquara BA, ISET, 2025

A escolha de abordagens teóricas para orientar o processo de ensino-aprendizagem implica compreensões distintas sobre o papel do professor, do aluno e do conhecimento. Considerando a perspectiva socioconstrutivista, é correto afirmar que:
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823Q1072319 | Conhecimentos de Serviços Gerais, Auxiliar de Lavanderia, Prefeitura de Conceição do Coité BA, ISET, 2025

Em uma lavanderia hospitalar, é fundamental que os tecidos sejam conservados e higienizados de maneira adequada para evitar danos e contaminação. O que deve ser considerado ao escolher os produtos de limpeza para tecidos delicados, como lençóis e roupas de cama hospitalares?
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824Q1073087 | Psicologia, Psicologia e Políticas Públicas, Psicólogo, Prefeitura de Conceição do Coité BA, ISET, 2025

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico e com necessidades decorrentes uso prejudicial de álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), com estabelecimento de ações intersetoriaispara garantir a integralidade do cuidado (Brasil, Ministério da Saúde). Qual diretriz abaixo NÃO faz parte da RAPS?
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826Q1073602 | Conhecimentos de Serviços Gerais, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Jeremoabo BA, ISET, 2024

Leia o trecho: O procedimento consiste em espalhar uma solução detergente no piso e esfregar com escova ou esfregão, empurrar com rodo a solução suja para o ralo, enxaguar várias vezes com água limpa em sucessivas operações de empurrar com o rodo ou mop para o ralo. O processo consiste na:
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827Q1073349 | Pedagogia, Currículo Teoria e Prática, Pedagogia, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

De acordo com os objetivos dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o ensino fundamental, assinale a alternativa que não corresponde a um dos objetivos
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828Q1073354 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Pedagogia, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

De acordo com José Moran, as metodologias ativas promovem uma abordagem diferenciada para a aprendizagem. Qual alternativa reflete corretamente uma das ideias centrais discutidas pelo autor?
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829Q1073867 | Português, Sintaxe, Assistente Administrativo Escolar, Prefeitura de Jaguaquara BA, ISET, 2025

Texto associado.
O TEXTO I - A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO


Imprensa internacional repercute decisão do STF sobre regulação das redes.


Le Monde, por exemplo, lembrou que Alexandre de Moraes já censurou o X por 40 dias no ano passado


Jornais como o norte-americano Washigton Post e o francês Le Monde noticiaram a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de criar uma regulação das redes sociais no Brasil.

Segundo o Post, a decisão do STF “incomodou a relação entre a nação sul-americana e o governo dos EUA”. “Os críticos expressaram preocupação de que a medida possa ameaçar a liberdade de expressão se as plataformas removerem preventivamente conteúdo que possa ser problemático”.

Le Monde diz que o Brasil, “onde um juiz da Suprema Corte tirou o X de Elon Musk do ar no ano passado por 40 dias por desinformação, foi mais longe do que qualquer outro país latino-americano na repressão a postagens questionáveis ou ilegais nas redes sociais”.

O jornal se referiu à decisão de Alexandre de Moraes, um dos principais defensores da regulação das redes no Brasil. “A decisão provavelmente aumentará as tensões entre o Supremo Tribunal Federal, de um lado, e as empresas de tecnologia que acusam o Brasil de censura”, acrescentou Le Monde.

O Financial Times afirma que a “decisão da Suprema Corte do Brasil sobre plataformas digitais corre o risco de alimentar tensões com o governo norte-americano do presidente Donald Trump, que ameaçou impor restrições de visto a estrangeiros que censurarem empresas e cidadãos norte-americanos”.

A decisão do STF sobre a regulação das redes sociais, da quinta-feira 26, responsabiliza as plataformas de mídia social por conteúdo de terceiros considerado ilegal, mesmo sem ordem judicial.

A função de legislar cabe ao Congresso Nacional, mas, com a alegação de que houve avanço de discursos de ódio, antidemocráticos e criminosos, os ministros, por maioria, criaram as novas regras.

Ao julgar o Marco Civil da Internet, a Corte entendeu que o artigo 19 é parcialmente inconstitucional, e, a partir de agora, as plataformas são obrigadas a retirar conteúdos de terceiro, mesmo sem decisão judicial. Basta uma notificação extrajudicial para isso.

O placar foi de 8 a 3 pela regulação das redes. Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram a favor de regular a internet; André Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques votaram contra, pela constitucionalidade do artigo 19.


https://revistaoeste.com/politica/imprensa-internacional-repercute-decisao-do-stf-sobre-redes-sociais/. Adaptado.
Leia o fragmento abaixo e, depois, analise o que se pede: “A decisão provavelmente aumentará as tensões entre o Supremo Tribunal Federal, de um lado, e as empresas de tecnologia que acusam o Brasil de censura”, acrescentou Le Monde.
Analise:

I. O termo “as tensões entre o Supremo Tribunal Federal” possui função sintática de Objeto Indireto.
II. O termo “o Brasil” é sujeito simples da forma verbal “acusam”.
III. A forma verbal “acrescentou” possui sujeito Oculto, diferentemente do verbo “acusam” o qual se classifica como Indeterminado.
IV. O sujeito da forma verbal “acrescentou” é o termo Le Monde, o qual se classifica como Simples.

Avaliando-se as afirmações acima, pode-se dizer que está correto o que se diz apenas em
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830Q1071564 | Medicina, Doenças Infecto Parasitárias, Médico, Prefeitura de Jeremoabo BA, ISET, 2024

A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus, causador da poliomielite. As sequelas da poliomielite estão relacionadas com a infecção da medula e do cérebro pelo poliovírus, normalmente correspondem a sequelas motoras e não tem cura. Assim, as principais sequelas são:

I. Problemas e dores nas articulações.
II. Pé torto, conhecido como pé equino, em que a pessoa não consegue andar porque o calcanhar não encosta no chão.
III. Crescimento diferente das pernas, o que faz com que a pessoa manque e incline-se para um lado, causando escoliose.

Estão corretas:
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831Q1073358 | Direitos Humanos, Direitos Humanos no Ordenamento Nacional, Psicólogo, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

A Lei 10.216/2001 é a principal referência legal sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtornos mentais. Sobre os direcionamentos desta Lei, marque a alternativa incorreta:
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832Q1072341 | Nutrição, Dietas Vegetarianas, Copeira, Prefeitura de Conceição do Coité BA, ISET, 2025

Em um hospital, a copeira é responsável pela preparação e distribuição das refeições aos pacientesinternados. O hospital segue uma dieta especial para pacientes com necessidades alimentares específicas, como a dieta vegetariana. Qual é o cuidado essencial ao preparar refeições para pacientes vegetarianos?
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833Q1073385 | Terapia Ocupacional, Terapia Ocupacional Na Atenção à Saúde, Terapeuta Ocupacional, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Paulo, 6 anos, apresenta dificuldades em regular estímulos sensoriais, como texturas de alimentos e sons altos, que impactam sua participação escolar e familiar. Ele está em acompanhamento com um terapeuta ocupacional especializado em integração sensorial. Qual intervenção é mais adequada para promover a regulação sensorial de Paulo?
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834Q1073387 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Texto associado.

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Infere-se da leitura do texto I que, para o autor, o mal-estar provado pelos indivíduos atualmente está relacionado com
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835Q1073899 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Atendente de Classe, Prefeitura de Jaguaquara BA, ISET, 2025

Com base na obra de José Carlos Libâneo - Democratização da escola pública e pedagogia críticas, assinale a alternativa que melhor expressa uma crítica à tendência liberal renovada não diretiva, no que diz respeito à função da escola e à formação do aluno:
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836Q1073388 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Texto associado.

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Lendo-se o segundo parágrafo do texto I, compreende-se que a “experimentação libertária” mencionada refere-se
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837Q1073900 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Atendente de Classe, Prefeitura de Jaguaquara BA, ISET, 2025

A partir da perspectiva da tendência pedagógica progressista crítico-social dos conteúdos, segundo José Carlos Libâneo, analise as alternativas a seguir e assinale a que melhor expressa o papel da escola e do conteúdo no processo de ensino-aprendizagem:
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838Q1073393 | Português, Morfologia, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Texto associado.

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja expressão verbal sublinhada destoe das demais enquanto valor semântico (aspecto verbal) aplicado no contexto.
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839Q1073446 | Enfermagem, Cuidados de Enfermagem, Técnico em Enfermagem, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Miguel, 67 anos, apresenta insuficiência cardíaca congestiva. Durante o plantão, o técnico de enfermagem percebe que Miguel está com edema nos membros inferiores e relata dificuldade respiratória ao deitar-se. Quais medidas devem ser adotadas para o alívio dos sintomas de Miguel?
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840Q1073209 | Radiologia, Equipamentos Radiológicos, Técnico em Radiologia, Prefeitura de Conceição do Coité BA, ISET, 2025

Ao realizar um exame de radiografia abdominal, um paciente de 50 anos, do sexo masculino, com queixa de dor abdominal intensa, é posicionado para a captura de imagem. Qual técnica de posicionamento é mais indicada para obter uma boa visão das estruturas abdominais?
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