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Questões de Concursos Instituto Ágata

Resolva questões de Instituto Ágata comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q1076610 | Legislação de Trânsito, Habilitação Na Legislação de Trânsito, Categoria AB D Operador de Máquinas Pesadas, Prefeitura de Piçarra PA, Instituto Ágata, 2025

Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, dirigir veículo com Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir de categoria diferente da do veículo que esteja conduzindo constitui infração:
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62Q1076611 | Legislação de Trânsito, Normas Gerais de Circulação e Conduta, Categoria AB D Operador de Máquinas Pesadas, Prefeitura de Piçarra PA, Instituto Ágata, 2025

Considerando o Código de Trânsito Brasileiro, todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, deverá:
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63Q1023722 | Inglês, Verbos Verbs, Língua Inglesa, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2024

Look at some of the song’s verses Return to Sender, by Elvis Presley, and mark the alternative that presents the verb in the infinitive and its respective forms in the past and the participle of the underlined verb.
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64Q1076613 | Legislação de Trânsito, Normas Gerais de Circulação e Conduta, Categoria AB D Operador de Máquinas Pesadas, Prefeitura de Piçarra PA, Instituto Ágata, 2025

Analise os itens a seguir:

I. A velocidade máxima permitida para a via não poderá ser indicada por meio de sinalização.
II. Nas vias urbanas, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de oitenta quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido.
III. A velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via.

Marque a única alternativa correta, de acordo com as regras estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro.
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65Q1024978 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Professor de Língua Inglesa, Prefeitura de Piçarra PA, Instituto Ágata, 2025

Texto associado.

Read text I to answer the question.

TEXT I


Teachers in the Movement: Pedagogy, Activism, and Freedom


In this year's Presidential Address, historian Derrick P. Alridge __________ his current research project, Teachers in the Movement: Pedagogy, Activism, and Freedom. The project builds on recent literature about teachers as activists be tween 1950 and 1980 and explores how and what secondary and postsecondary teachers taught. Focusing on teachers in Maryland, Virginia, North Carolina, South Carolina, and Georgia, the project investigates teachers' roles as agents of social change through teaching the ideals of freedom during the most significant social movement in the United States in the twentieth century. Drawing on oral history and archival research, the project plans to produce five hundred videotaped interviews that will generate extensive firsthand knowledge and fresh perspectives about teachers in the civil rights move ment. By examining teachers' pedagogical activism during this period of rapid social change, Alridge hopes to inspire and inform educators teaching in the midst of today's freedom and social justice movements.


(Disponível em: https://eric.ed.gov/?id=EJ1255911)

Based on the excerpt presented about Derrick P. Alridge's research project, it is accurate to state that:
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66Q1081238 | Estatuto da Pessoa com Deficiência, Direitos Fundamentais no Estatuto da Pessoa com Deficiência, Psicopedagogo, Prefeitura de Piçarra PA, Instituto Ágata, 2025

De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (lei nº 13.146/2015), capítulo IV do Direito à Educação, que trata da educação da pessoa com deficiência, assinale a única alternativa correta.
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67Q1064670 | Português, Morfologia, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2025

Texto associado.
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.


O fim do mundo


A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos — além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus — dono de todos os mundos — que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos — segundo leio — que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.

Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês.


(MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998).
No trecho do texto, identifique o substantivo e o adjetivo que aparecem em destaque na frase: “Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam...”.
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68Q1064672 | Saúde Pública, Políticas Públicas, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2025

Durante uma visita territorial, uma Equipe da Estratégia Saúde da Família (eSF) identificou um acampamento improvisado embaixo de um viaduto com cerca de 15 pessoas em situação de rua. Entre elas, José, de 48 anos, relata histórico de hipertensão, uso irregular de medicamentos e dificuldade de acesso aos serviços de saúde. A equipe decide organizar um plano de ação articulado com o Consultório na Rua.
Considerando o papel do Agente Comunitário de Saúde (ACS) nesse contexto, qual das ações abaixo é mais condizente com sua atuação?
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69Q1023725 | Inglês, Verbos Verbs, Língua Inglesa, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2024

Texto associado.
Agatha Christie

Agatha Christie is one of the rare writers who has completely transcended pop culture to become a more or less permanent fixture in the literary filament. Most authors — even best-selling authors who won awards and enjoyed huge sales of their books — fade away shortly after they die, their work falling out of fashion. A favorite example is George Barr McCutcheon, who had several bestsellers in the early 20th century — including "Brewster’s Millions," which has been adapted to film seven times — and was quite the literary star. A hundred years later, few people know his name, and if they know the title of his most famous work, it’s probably because of Richard Pryor.
But Christie is something else entirely. [...] Christie’s works are protected from the sort of rot that makes most non-literary classics fade from the public mind, of course, because they are generally quite clever, and the mysteries they describe and solve are crimes and schemes that could still be attempted today despite the march of time and technology. That makes Christie’s stories very adaptable, and indeed they are still adapting her most famous novels for television and film. Whether as period pieces or with effortless updates, these stories remain the gold standard for a “whodunnit.” On top of that, despite being a writer of paperback mysteries, a traditionally low-rent genre, Christie injected a certain thrilling literary adventure into her writing, ignoring the rules quite often and setting new standards [...].
And that’s likely the reason for Christie’s continued popularity. Despite writing what could have been tossed-off novels that sold like hotcakes and were then forgotten, Christie managed a perfect balance between intelligent artistry and the red meat of surprise twists, sudden reveals, and convoluted murder plots. Tha t literary intelligence, in fact, means that there’s a lot more than just clues to the mystery at hand in Christie’s stories — in fact, there are clues to Agatha Christie herself hidden in her prose.

(Adapted from: https://www.thoughtco.com/agatha-christie-secrets-4137763)
Analyze the sentences below:
1. “Agatha Christie is one of the rare writers who has completely transcended pop culture...” 2. “[...] Christie is something else entirely...” 3. “[...] Christie injected a certain thrilling literary adventure into her writing...”
It is correct to affirm that:
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71Q1066810 | Administração Pública, Gestão de Politicas Públicas, Agente de Defesa Civil, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2024

O município deve se preparar para gerenciar desastres dentro de seu território, assim a Lei nº 12.608, 10 de abril de 2012 e suas alterações indica um instrumento de gestão de risco que representa um conjunto de procedimentos e de ações previsto para prevenir acidente ou desastre específico ou para atender emergência dele decorrente, incluída a definição dos recursos humanos e materiais para prevenção, preparação, resposta e recuperação, elaborado com base em hipóteses de acidente ou desastre, com o objetivo de reduzir o risco de sua ocorrência ou de minimizar seus efeitos em âmbito local para esse fim.
Qual o instrumento de gestão de riscos é definido pelo enunciado acima?
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72Q1081232 | Estatuto da Pessoa com Deficiência, Direitos Fundamentais no Estatuto da Pessoa com Deficiência, Coordenador Pedagógico, Prefeitura de Piçarra PA, Instituto Ágata, 2025

De acordo com o Estatuto da Pessoa com Deficiência, incumbe ao poder público assegurar diversos direitos relacionados à educação inclusiva. Assinale a alternativa que indica corretamente 2 desses direitos previstos na referida Lei.
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73Q1064666 | Português, Interpretação de Textos, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2025

Texto associado.
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.


O fim do mundo


A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos — além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus — dono de todos os mundos — que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos — segundo leio — que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.

Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês.


(MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998).
No trecho “Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.", o termo “dom” pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
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74Q1064668 | Português, Interpretação de Textos, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2025

Texto associado.
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.


O fim do mundo


A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos — além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus — dono de todos os mundos — que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos — segundo leio — que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.

Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês.


(MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998).
No trecho: “Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?”, a palavra “mundo” pode ser interpretada de diferentes formas, dependendo do contexto. Considerando os conceitos de denotação e conotação, assinale a alternativa correta.
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75Q1023717 | Inglês, Adjetivos Adjectives, Língua Inglesa, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2024

Texto associado.
Failed policies and false promises bedevil multilingualism in South Africa

Twenty-seven years after democracy, English retains its hegemony as the language of influence, means, and access in all spheres of life – despite progressive language policies and government promises to foster all eleven official languages. “We are a multilingual country with monolingual practices,” said University of Cape Town (UCT) Vice-Chancellor Professor Mamokgethi Phakeng in a public lecture, delivered as Bristol Illustrious Visiting Professor (BIVP). [...] In 1997 South Africa announced a new Language in Education policy for schools, recognising eleven official languages and encouraging multilingualism. Within this policy, learners must choose the preferred language of learning on admission to a school. Where the language they choose is not available, parents can apply to the provincial education department to provide instruction. Most choose English – probably through their parents’ influence, as it holds the key to opportunities, said Phakeng.
In 2020 the Department of Higher Education and Training published a language policy framework for public higher education institutions. These policies are intended to develop and strengthen indigenous languages as languages of scholarship, teaching and learning, and communication in South African universities, said Phakeng. The policy framework is also meant to highlight the role of higher education in creating and promoting conditions for the development of historically marginalized official South African languages of the Khoi, Nama, and San people, as well as sign language [...].
History has shown that despite their lofty intentions, both policies have failed to redress the situation. English still dominates in almost every facet of public life. The reasons are many and complex, said Phakeng [...].
“For example, you can be fluent in six of the country’s eleven official languages but denied an opportunity to join the military, because your matric English mark was 45%. It doesn’t matter that you scored 78% for your home language, Xhosa.” [...] Research suggests that schools are not opting to use indigenous African languages as languages of learning and teaching, in both policy and practice. Those in power should have known better, Phakeng said.
“Mother-tongue instruction has a bad image among speakers of African languages. It is associated with apartheid, and hence inferior education – parents’ memories of Bantu education, combined with our perception of English as a gateway to better education, and making most black parents favor English from the beginning.”
English is also a prerequisite for anyone aspiring to become a professional in South Africa. [...]
(Adapted from: https://www.news.uct.ac.za/article/-2022-03-10-failed-policies-false-promises-bedevil-multilingualism-in-sa)
The underlined word in “History has shown that despite their lofty intentions, both policies have failed to redress the situation” is an ___________ and may be replaced by ____________ as a synonym. Mark the alternative that fills in the blanks correctly.
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76Q1088744 | Direito Constitucional, Poder Legislativo, Agente Administrativo, Prefeitura de Piçarra PA, Instituto Ágata, 2025

Analise os itens a seguir:

I. Compete privativamente à Câmara Municipal conceder licença ao prefeito.

II. O poder legislativo será exercido pela Prefeitura Municipal de Piçarra.

III. Compete privativamente à Câmara Municipal dar posse ao prefeito e ao vice-prefeito.

De acordo com a Lei Orgânica do Município, marque a única alternativa correta.

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77Q1064669 | Português, Sintaxe, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2025

Texto associado.
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.


O fim do mundo


A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos — além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus — dono de todos os mundos — que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos — segundo leio — que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.

Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês.


(MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998).
Na oração: “O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido.”, o sujeito do verbo “vai acabar” é:
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78Q1078256 | Informática, Internet, Assistente em Digitação de Dados, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2024

O serviço de nuvem do google, denominado como Google Drive, na configuração padrão, disponibiliza uma nuvem de:
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79Q1066811 | Administração Pública, Gestão de Politicas Públicas, Agente de Defesa Civil, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2024

Desastres podem ser descritos como o resultado de evento adverso, de origem natural ou induzido pela ação humana, sobre ecossistemas e populações vulneráveis que causam significativos danos humanos, materiais ou ambientais e prejuízos econômicos e sociais. Assim, para que se possa realizar uma preparação adequada para a ocorrência de desastres, é fundamental:
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80Q1064665 | Português, Interpretação de Textos, Agente Comunitário de Saúde, Prefeitura de Anajás PA, Instituto Ágata, 2025

Texto associado.
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.


O fim do mundo


A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos — além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.

Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus — dono de todos os mundos — que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos — segundo leio — que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.

Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês.


(MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998).
Sobre a reflexão sobre a morte presente no texto, é correto afirmar que:
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