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Questões de Concursos MAKIYAMA

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121Q30374 | Português, Analista Trainee de Ciências Contábeis, CPTM, MAKIYAMA

Assinale a alternativa em que a conjunção destacada está corretamente substituída por outra, equivalente no sentido.
Embora os adolescentes sejam mais frágeis, isso vale para todas as idades.
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122Q46953 | Contabilidade Geral, Assistente Técnico de Contabilidade, IPREJUN, MAKIYAMA

Assinale a alternativa correta: 

I As Despesas de Capital são as que contribuem diretamente para a formação ou aquisição de um bem de capital; 
II Nas Despesas de Capital estão incluídos os gastos com a intenção de criar novos bens de capital; 
III As Despesas Públicas podem, também, ser classificadas em despesas extra-orçamentárias e em despesas orçamentárias.
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123Q46954 | Contabilidade Geral, Assistente Técnico de Contabilidade, IPREJUN, MAKIYAMA

Analise as afirmativas abaixo: 

I As Despesas Correntes são as de natureza operacional, realizadas para a manutenção dos equipamentos e para o funcionamento de órgãos governamentais; 
II As Despesas Correntes dividem-se em: a) Despesas de Custeio; b) Transferências Correntes; 
III As Transferências Correntes são divididas em: a) Subvenções Sociais; b) Subvenções Orçamentárias e Extra Orçamentárias; c) Subvenções Econômicas. 

Assinale a alternativa correta:
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124Q21914 | Português, Técnico Bancário, Banestes Seguros, MAKIYAMA

Identifique a alternativa cujos elementos completam, CORRETA e RESPECTIVAMENTE, de cima para baixo, as orações abaixo, fazendo o uso (ou não) da crase:

I Fui _____ França no ano passado.

II Tomamos tudo, gota _____ gota.

III Vim _____ cavalo e voltei a pé.
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126Q538741 | Engenharia Civil, Materiais de Construção Civil, Engenheiro de Manutenção Júnior, CPTM SP, MAKIYAMA

Com relação às britas é FALSO afirmar que:

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127Q21918 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Bancário, Banestes Seguros, MAKIYAMA

Texto associado.
Food truck: saiba como surgiu essa moda

Redação Super 13 de março de 2015

Por Anna Carolina Aguiar

Se o raio gourmetizador já atingiu os restaurantes da sua cidade, é bem possível que a moda dos food trucks também tenha chegado junto. Coloridos e modernos, os veículos (que são móveis, mas que geralmente ficam permanentemente estacionados num lugar só) oferecem ao consumidor comidas bem variadas: hambúrgueres, massas, coxinhas, brigadeiros, tapiocas, vinhos, wraps, comidas regionais típicas e outras especialidades gastronômicas. Quem vê até pensa que essa moda surgiu agora, com essa história de chefs de cozinha virarem estrelas de reality shows e a alta culinária ficar mais acessível. Mas o conceito do food truck veio bem antes da primeira temporada de MasterChef na TV.

“Claro, ué! Lá na minha rua tem um carrinho de cachorro-quente estacionado há 30 anos, bem antes da moda gourmet". É verdade. Mas a gente garante que a história do primeiro food truck também apareceu antes do seu hamburgão de esquina favorito.

Em 1872, o americano Walter Scott vendia tortas, sanduíches e cafés em uma carroça. Seus clientes eram os trabalhadores de jornais de Providence, no estado de Rhode Island, Estados Unidos. O modelo foi muito copiado e se espalhou para outras regiões dos EUA. No final da década seguinte, um sujeito chamado Thomas H. Buckley começou a fabricar carroças preparadas especialmente para servir comidas, com ímãs, refrigeradores e até fogões acoplados. Os modelos eram muito coloridos e chamativos.

Após a Segunda Guerra Mundial, caminhões de comida móveis alimentavam os trabalhadores dos subúrbios nos EUA, regiões que tinham poucos restaurantes e uma população cada vez maior. Nessa época, os food trucks eram sinônimo de comida barata, sem muita preocupação com a qualidade. E foi mais ou menos assim durante todo o século 20.

Até que veio a crise de 2008, que derrubou a economia americana e levou junto muitos restaurantes tradicionais. Quando os EUA começaram a se recuperar, alguns empreendedores tiveram a ideia de levar comida de qualidade pra rua investindo pouco. Outra vantagem dos carrinhos e trailers era a possibilidade de mudar de lugar de acordo com a demanda da população. Pronto, estava aí a solução. Essa coisa meio amadora, dos carrinhos de comida, foi incorporada ao conceito e os donos de food trucks resolveram incrementar o cardápio, com itens gourmet.

A moda chegou ao Brasil em 2012, quando os primeiros food trucks gourmet surgiram em São Paulo. Agora, os parques de food truck já fazem parte do roteiro turístico das grandes cidades brasileiras e da paisagem urbana. Deu tão certo que a moda gourmet fez surgir uma outra tendência da ~alta gastronomia~ acessível: a das paletas mexicanas, que não existem no México. Mas isso é assunto para outro post.

Adaptado de:<http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/page/2/>
Pode-se depreender CORRETAMENTE do texto que:
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128Q21935 | Matemática Financeira, Técnico Bancário, Banestes Seguros, MAKIYAMA

O tipo de taxa em que o período de formação e incorporação dos juros ao capital coincide com o período em que a taxa é referida, e o tipo de taxa corrigida pela taxa inflacionária do período da operação são denominadas, respectivamente, taxas:
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129Q38864 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar de Biblioteca, IFRO, MAKIYAMA

Texto associado.
Dando o troco
(Alberto Villas)

Quando a gente entra num supermercado pra pagar 9,90 e dá uma nota de 10, a caixa sempre vem com essa:
- Não tem 90 centavos?
Quando você vai comprar alguma coisa e tira da carteira uma nota de 20, ela olha assustada e sempre solta essa:
- Não tem menor?
O Brasil é um país que não tem troco. E no país que não tem troco, não sei por que cargas d’água, ao invés de arredondar o preço, decidiram colocar tudo quebrado. Tudo nesse país custa 9,99, 19,99, 29,99. Já percebeu que você nunca vê uma coisa custando, por exemplo, 12 reais? Não. É 11,99. O mais curioso é que o tal do 1 centavo não está em circulação há um bom tempo. Sei lá, acho que desde a copa de 2010 nunca mais se viu aquela moedinha minúscula de 1 centavo.
Outro dia fui numa dessas lojas gigantescas na Marginal Pinheiros e perguntei pra caixa se, em caso de um objeto custar 9,99 e o freguês der uma nota de 10 o que ela faz. Ela explicou que se o freguês insistir muito, fizer questão mesmo do troco, ela vai “lá no depósito” e busca a moeda de 1 centavo. Ora, ao invés de ir no depósito buscar a moedinha não seria mais fácil ter um punhado delas dentro da gaveta do caixa?
Todo mundo sabe que o tal do 99 é para enganar cliente. Uma vez vi uma mulher dizendo que um produto custava “19 e pouco”. Na verdade, custava 19,99. Quer dizer, custava 19 e muito. Mas para ela aquele 19,99 era muito, muito menos que 20 reais. O mais curioso de tudo é que agora as coisas custam 136,90. Ora, por quê 136,90? Para fingir que não custa 137? Qual é a diferença?
Antigamente só algumas coisas tinham o preço quebrado. Agora não. É tudo. Uma empadinha pode custar 4,99, um cafezinho 3,99 e um estacionamento em São Paulo 9,99 a hora. Não é 10. É 9,99! Nos cartórios então, os preços quebrados fazem a festa. Uma autenticação? 2,91! Um reconhecimento de firma? 4,93! e por aí vai. Nos postos de gasolina a coisa fica pior ainda. O litro de gasolina custa 2.513! Outro dia passei numa livraria e vi o preço da caixa com todos os vinis dos Beatles: 3.399,90. E na porta de uma concessionária estava lá estampado o preço do carrão: 61.999.90!
Ultimamente tenho andado muito de ônibus e de graça. Dou uma nota de 10 reais pro cobrador, ele abre a gavetinha e me olha assustadíssimo.
- Não tenho troco!
Ótimo. Fico ali na frente sentadinho e na hora de descer pergunto a ele se já tem o troco pros meus 10 reais.
- Nem pensar!
Então desço pela porta da frente, sem o menor problema. Que vontade que tenho de chegar em algum lugar e perguntar quanto custa o litro do leite e o vendedor responder:
Três reais!
Exatos 3 reais redondinhos! Mas não é assim. O litro do leite custa 3,09.
Espero que esses quebrados fiquem apenas nos preços porque já pensou daqui a pouco a Caninha se chamar 50,99, o uísque se chamar Vat 68.90, aquele velho seriado de TV passar a ser Casal 19.90, o banco virar Banco 23 horas e 59, a estrada americana mudar para Rota 65,99?
Já pensou quando lembrarmos do saudoso carnavalesco, a gente lembrar do Joãosinho 29,99?
Já pensou se um médico daqueles da antiga colocar o aparelhinho nas suas costas para medir o frêmito toraco-vocal e pedir:
Fala 32,99!
Já pensou?
De acordo com o texto, o autor tem uma grande vontade de
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130Q38879 | Matemática, Auxiliar de Biblioteca, IFRO, MAKIYAMA

Texto para a questão seguinte .

Vitor fará aulas particulares de inglês que serão ministradas as terças e quintas, sendo que cada aula terá duração de 3 horas. Ele fechou um pacote de 40 semanas e pagará o curso em 14 parcelas iguais e sem juros de R$ 600,00. 

A atendente ofereceu a Vitor um desconto de 20% para pagamento à vista. Porém, ele não aceitou a proposta. Se tivesse aceitado, quanto ele teria pagado? 
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131Q38898 | Biblioteconomia, Auxiliar de Biblioteca, IFRO, MAKIYAMA

O atendimento em uma biblioteca deve suprir as necessidades do usuário, assim como auxiliá-lo na consulta de itens, orientá-lo sobre os procedimentos para cadastro na biblioteca, ampará-lo no serviço de empréstimo, entre outros. Esse atendimento ao público é também classificado como:
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132Q18863 | Redação Oficial, Assistente Técnico Administrativo, Detran RJ, MAKIYAMA

De acordo com O Manual de Redação Oficial do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, são palavras que assumem a função de conectivo ou de elemento de coesão:

I as preposições: a, de, para, por etc.;
II as conjunções: aqui, lá, assim, aí etc.;
III os pronomes: ele, ela, seu, sua, este, esse, aquele, que, o qual, cujo etc.;
IV os advérbios: que, para que, quando, embora, mas, e, ou etc..

Está CORRETO apenas o que se afirma em:
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133Q30384 | Inglês, Analista Trainee de Ciências Contábeis, CPTM, MAKIYAMA

Texto associado.
 Generation Y
By Sally Kane, About.com Guide

Born in the mid-1980"s and later, Generation Y legal professionals are in their 20s and are just entering the workforce. With numbers estimated as high as 70 million, Generation Y (also -1- as the Millennials) is the fastest growing segment of today"s workforce. As law firms compete for available talent, employers cannot ignore the needs, desires and attitudes of this vast generation. Below are a few common traits that define Generation Y.

Tech-Savvy: Generation Y grew up with technology and rely on it to perform their jobs better. Armed with BlackBerrys, laptops, cellphones and other gadgets, Generation Y is plugged-in 24 hours a day, 7 days a week. This generation prefers to communicate through e-mail and text messaging rather than face-to-face contact and -2- webinars and online technology to traditional lecture-based presentations.

Family-Centric: The fast-track has lost much of its appeal for Generation Y who is willing to trade high pay for fewer billable hours, flexible schedules and a better work/life balance. While older generations may view this attitude as narcissistic or lacking commitment, discipline and drive, Generation Y legal professionals have a different vision of workplace expectations and prioritize family over work.

Achievement-Oriented: Nurtured and pampered -3- parents who did not want to make the mistakes of the previous generation, Generation Y is confident, ambitious and achievement-oriented. They have high expectations of their employers, seek out new challenges and are not afraid to question authority. Generation Y wants meaningful work and a solid learning curve

Team-Oriented: As children, Generation Y participated in team sports, play groups and other group activities. They value teamwork and seek the input and affirmation of others. Part of a no-person-left-behind generation, Generation Y is loyal, committed and wants to be included and involved.

Attention-Craving: Generation Y craves attention in the forms of feedback and guidance. They appreciate being kept in the loop and seek frequent praise and reassurance. Generation Y may benefit greatly from mentors who can help guide and develop their young careers.

Font: http://legalcareers.about.com/od/practicetips/a/Ge...
Com base no texto, qual das afirmações abaixo é falsa?
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134Q5578 | Legislação de Trânsito CTB, Agente de Operações de Trânsito e Transportes, Detran SP, MAKIYAMA

José conduzia seu veículo numa estrada no sentido de sua casa de campo quando observou uma placa que proibia virar à esquerda, caracterizada pelas cores vermelha, branca e preta. Conhecedor das leis de trânsito, José logo conclui que se tratava de uma placa de:
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135Q5595 | Português, Agente de Operações de Trânsito e Transportes, Detran SP, MAKIYAMA

Texto associado.
Texto para as questões de 01 a 06.

Domingo no Parque - Gilberto Gil

O rei da brincadeira (ê, José)
O rei da confusão (ê, João)
Um trabalhava na feira (ê, José)
Outro na construção (ê, João).

A semana passada, no fim da semana/ João resolveu não
brigar.
No domingo de tarde saiu apressado/ E não foi pra Ribeira
jogar capoeira.
Não foi pra lá, pra Ribeira, foi namorar.

O José como sempre no fim da semana/ Guardou a barraca e
sumiu.
Foi fazer no domingo um passeio no parque/ Lá perto da
Boca do Rio,
Foi no parque que ele avistou Juliana/ Foi que ele viu...

Foi que ele viu Juliana na roda com João/ Uma rosa e um
sorvete na mão.
Juliana seu sonho, uma ilusão/ Juliana e o amigo João.
O espinho da rosa feriu Zé/ E o sorvete gelou seu coração.

O sorvete e a rosa (ô, José)
A rosa e o sorvete (ô, José)
Foi dançando no peito (ô, José)

Do José brincalhão (ô, José)
O sorvete e a rosa (ô, José)
A rosa e o sorvete (ô, José)
Oi, girando na mente (ô, José)
Do José brincalhão (ô, José)

Juliana girando (oi, girando)
Oi, na roda gigante (oi, girando)
Oi, na roda gigante (oi, girando)
O amigo João (João)
O sorvete é morango (é vermelho)
Oi, girando, e a rosa (é vermelha)
Oi, girando, girando (é vermelha)
Oi, girando, girando...
Olha a faca! (olha a faca!)

Olha o sangue na mão (ê, José)
Juliana no chão (ê, José)
Outro corpo caído (ê, José)
Seu amigo João (ê, José)
Amanhã não tem feira (ê, José)
Não tem mais construção (ê, João)
Não tem mais brincadeira (ê, José)
Não tem mais confusão (ê, João)

Extraído de <http://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/domingo-noparque.html#ixzz24T348sCo>.Acesso em 22/04/2013.
O sorvete e a rosa são elementos que, pelas características que apresentam, se relacionam a que outro elemento citado no texto?
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136Q5602 | Português, Agente de Operações de Trânsito e Transportes, Detran SP, MAKIYAMA

Texto associado.
Texto para as questões de 01 a 06.

Domingo no Parque - Gilberto Gil

O rei da brincadeira (ê, José)
O rei da confusão (ê, João)
Um trabalhava na feira (ê, José)
Outro na construção (ê, João).

A semana passada, no fim da semana/ João resolveu não
brigar.
No domingo de tarde saiu apressado/ E não foi pra Ribeira
jogar capoeira.
Não foi pra lá, pra Ribeira, foi namorar.

O José como sempre no fim da semana/ Guardou a barraca e
sumiu.
Foi fazer no domingo um passeio no parque/ Lá perto da
Boca do Rio,
Foi no parque que ele avistou Juliana/ Foi que ele viu...

Foi que ele viu Juliana na roda com João/ Uma rosa e um
sorvete na mão.
Juliana seu sonho, uma ilusão/ Juliana e o amigo João.
O espinho da rosa feriu Zé/ E o sorvete gelou seu coração.

O sorvete e a rosa (ô, José)
A rosa e o sorvete (ô, José)
Foi dançando no peito (ô, José)

Do José brincalhão (ô, José)
O sorvete e a rosa (ô, José)
A rosa e o sorvete (ô, José)
Oi, girando na mente (ô, José)
Do José brincalhão (ô, José)

Juliana girando (oi, girando)
Oi, na roda gigante (oi, girando)
Oi, na roda gigante (oi, girando)
O amigo João (João)
O sorvete é morango (é vermelho)
Oi, girando, e a rosa (é vermelha)
Oi, girando, girando (é vermelha)
Oi, girando, girando...
Olha a faca! (olha a faca!)

Olha o sangue na mão (ê, José)
Juliana no chão (ê, José)
Outro corpo caído (ê, José)
Seu amigo João (ê, José)
Amanhã não tem feira (ê, José)
Não tem mais construção (ê, João)
Não tem mais brincadeira (ê, José)
Não tem mais confusão (ê, João)

Extraído de <http://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/domingo-noparque.html#ixzz24T348sCo>.Acesso em 22/04/2013.
Leia as assertivas abaixo:

I - Por quê houve falhas na rede de distribuição.
II - Houve falha elétrica? Por quê?
III - A energia acabou porquê houve problemas na rede de distribuição elétrica.

Os termos grifados acima foram corretamente empregados apenas em:
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137Q46935 | Matemática, Assistente Técnico de Contabilidade, IPREJUN, MAKIYAMA

Um fazendeiro consegue dobrar a área de sua fazenda a cada 3 anos. Hoje ela acaba de dobrar a área de sua fazenda para 12.000 km². Quanto tempo levará para que a fazenda possua 192.000 km²?
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138Q46937 | Matemática, Assistente Técnico de Contabilidade, IPREJUN, MAKIYAMA

Num baile de carnaval familiar, 1/3 dos convidados possuía entre 10 e 25 anos, 4/9 entre 25 e 60 anos e 1/9 acima de 60 anos. Considerando que havia 198 convidados, quantos possuíam entre 0 e 9 anos?
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139Q18846 | Português, Assistente Técnico Administrativo, Detran RJ, MAKIYAMA

Em qual das alternativas abaixo a oração dada NÃO apresenta erro de concordância nominal?
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140Q18847 | Português, Assistente Técnico Administrativo, Detran RJ, MAKIYAMA

Analise as orações abaixo:

I Somos o que comemos.

II Comemos o que somos.


Sobre ambas as orações, podemos afirmar que:
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