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Questões de Concursos MB

Resolva questões de MB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q52604 | Português, Oficial da Marinha, Escola Naval, MB, 2018

Texto associado.
Para pessoas de opinião

      Você me dirá que uma das coisas que mais preza é sua opinião. Prezá-la é considerado virtude. Fulano? É uma pessoa de opinião”. É preciso força e decisão para “ter opinião". Não é fácil.
      Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante que há até um direito dos mais sagrados, o direito à opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em vez de ser considerado um estágio preliminar da convicção, passa a ser ameaçador.
      Mas sem contrariar a força com que você defende as próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-las, eu lhe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão-somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.
     Será a opinião uma reação profunda ou superficial? Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.
       Opinião é reação, e expressa um sentimento ou julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela qual reagimos. A primeira reação é reveiadora do sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um repositório de primeiras impressões!
    Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões são fruto de meditação? Ou de conhecimento sedimentado? Positivamente, não. Quem responder sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro instâncias tem a ver com a opinião.
     Quem (se) reparar com cuidado, verificará o quanto é levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos variados temas. Somos um aluvião de opiniões. Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamonos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo uma opinião.
    É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz adeptos e dividendos pessoais de prestígio, respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.
      As opiniões são uma espécie de fabricação em série de idéias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é o reflexo das variadas componentes do real. É eco a repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A opinião nos defende da complexidade do real, logo, é maneira de impedir a criatividade do homem. 
     Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que hoje se ihe dá.
      Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar, ou seja, supor uma realidade para poder discuti-la e, assim, melhor conhecê-la.
    No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa opinião; vivemos em busca do respeito à “nossa opinião". E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião de alguém é o resultado das manifestações (reações) mais superficiais e fáceis do seu espírito.
    A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação, uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão de um sentimento do que a conciliação deste com o conhecimento e a verdade. A partir do momento em que sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É preciso, sempre, submetê-las ao crivo da permanência, dotempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da experimentação em situações diferentes, em estados de espírito diversos, para, só então, considerá-la significativa, válida, profunda.
    Qual de nós está disposto a aceitar que a própria opinião, embora válida e respeitável, é uma forma superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função, que é nobiiíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência - os quatro elementos que compõem a verdade?
      Esta é a minha opinião...

TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
Marque a opção em que o comentário sobre o emprego do grau do adjetivo no termo "nobilíssima"está correto.
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382Q52894 | Música, Sargento Músico, CFN, MB

O ornamento representado por duas notas em semicolcheias, sendo a 1ª igual a nota real e a 2ª guardando o intervalo de 2ª Maior ou menor da nota real chama-se
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383Q7622 | Teologia, Primeiro Tenente Capelão, Marinha do Brasil, MB

De acordo com o Código de Direito Canônico cânon 929, correlacione as celebrações litúrgicas às suas respectivas cores, e assinale a opção que apresenta a sequência correta. CELEBRAÇÕES LITÚRGICAS

I Advento
II - Natal
III- Pentecostes
IV - Domingo da Quaresma
V - Domingo comum

CORES

Rosa ( )
Vermelho ( .)
Verde ( )
Branco ( )
Roxo ( )
Preto ( )
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384Q52748 | Matemática, Oficial da Marinha Mercante, EFOMM, MB, 2018

Examine a função real ƒ(x) = 2x — 3x2 quanto à existência de valores e pontos de máximos e mínimos. Analise o problema e assinale a alternativa CORRETA.
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385Q8025 | Enfermagem, Primeiro Tenente, Marinha do Brasil, MB

Segundo BARROS (2002) , NÃO é uma prática recomendada para uma amamentação bem sucedida:
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386Q19186 | Informática, Algoritmos e Estrutura de Dados, Primeiro Tenente, MM QT, MB

Analise o programa a seguir desenvolvidos.

package p5;

public class P5 {

       public static void main(String[ ] args) {

              int c=1;

              c =0;

              System.out.print(c--);

              System.out.print(++c);

              System.out.print(c);


              c -= --c - c+ + ;


              System.out.print(c--);

              System.out.print(++c);

              System.out.println(c);

       }

}

Com relação às estruturas de controle aplicáveis à linguagem JAVA, ambiente Netbeans  7 . 2 . 1, no programa acima, que sequência será impressa ao final de sua execução?
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387Q19189 | Informática, Algoritmos e Estrutura de Dados, Primeiro Tenente, MM QT, MB

Analise  o  código  em  JAVA  a  seguir:

package  p9;
public  class  P9  {
    
       public  static  void  main(String[ ] args)  {
                  final  int  DIM  =2;
                  int  [ ] [ ] [ ] matriz  = new  int[DIM] [ DIM] [ DIM] ;
                  int  t  = 0  ;
                  for(int  i=0; i                        for(int  j=0; j                            for(int  k=0; k                            t  + = matriz [ i] [ j] [ k] + = i*j*k;
                           }
                       }
                   }
        System.out.println(t);
     }
}
Considerando  o  estudo  de  ARRAYS  de "n"  dimensões, com relação  ao  código  em  JAVA  acima, construído  no  ambiente Netbeans  7.2.1, que  valor  será  impresso  pelo  programa  após  o término  de  sua  execução?
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388Q18693 | Direito Administrativo, Lei 8112 90, Contador, CP PCNS, MB

Conforme prescreve a Lei 8.112/1990, são penalidades disciplinares aplicáveis aos servidores públicos federais, entre outras:
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389Q18730 | Meteorologia, Técnico em Meteorologia, CAP, MB

O que é espalhamento da luz solar?
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390Q17966 | Administração Geral, Administrador, Marinha do Brasil, MB

Segundo Chiavenato (2014), a centralização e a descentralização referem-se ao nível hierárquico no qual as decisões devem ser tomadas. Com relação a esse assunto, assinale a opção correta.
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391Q18646 | Matemática, Oficial da Marinha, Colégio Naval, MB

É correto afirmar que o número 52011+2· 112011 é múltiplo de
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392Q222472 | Física, Primeiro Tenente Física Licenciatura, MM QT, MB

Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da sentença abaixo.
Os binóculos operacionais empregados pelo Corpo de Fuzileiros Navais têm suas lentes dianteiras revestidas por uma película muito fina, cuja função é impedir a reflexão da luz, o que poderia denunciar a posição do fuzileiro em combate. Sendo assim, é correto afirmar que a espessura mínima da película é igual a _________ comprimento de onda da luz na película e seu índice de refração deve ser __________ .

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393Q8002 | Enfermagem, Primeiro Tenente, Marinha do Brasil, MB

Segundo WOODS (2005), certos marcadores séricos se elevam no paciente após um infarto agudo do miocárdio. O marcador que se eleva de 6 a 8 horas após o início da isquemia denomina-se
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394Q52933 | Matemática, Marinheiro, EAM, MB

A área de um retângulo corresponde à expressão K2 - 10k - 24 quando k =36. Sendo assim, calcule suas dimensões e assinale a opção correta. 
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395Q18696 | Direito Administrativo, Lei 8112 90, Contador, CP PCNS, MB

Suponha que determinada pessoa, aprovada em concurso público para órgão da administração pública federal, assinou o "Termo de Posse" no dia 10 de março de 2013. Qual é o prazo que a Lei 8.112/1990 estabelece para que ela entre em exercício?
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396Q19093 | Radiologia, Técnico em Radiologia Médica, CAP, MB

Em relação ao exame de ressonância magnética, assinale a opção INCORRETA.
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397Q52999 | Português, Oficial da Marinha, Colégio Naval, MB, 2018

Correndo risco de vida

Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.

Ao apresentar que “A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente” (§4°) o autor demonstra que:
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398Q19030 | Contabilidade Geral, Técnico em Contabilidade, CAP, MB

Uma empresa que mantém controle permanente de seus estoques apresentava em 30.11.XX, o estoque de 800 unidades, no valor unitário de $ 6,00, registrando em dezembro de XX a seguinte movimentação:

03.12.XX - Venda de 300 unidades a $ 9,00 cada;

10.12.XX - Compra de 600 unidades a $ 7,00 cada;

15.12.XX - Venda de 800 unidades a $ 10,50 cada; e

20.12.XX - Compra de 700 unidades a $ 7,50 cada.

Assinale a opção que apresenta, respectivamente, o Estoque Final e o Lucro Bruto, pelo método PEPS.
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399Q227848 | Nutrição, Primeiro Tenente, CSM, MB

Assinale a opção que apresenta quatro cortes de carne bovina considerados magros.

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400Q17807 | Matemática Financeira, Administrador, Marinha do Brasil, MB

Um cliente fez um empréstimo a juros compostos de 4% ao mês e pagou sua dívida em 4 meses depois. Sabendo que o cliente pagou R$300,00 de juros e assumindo que (1,04)4 = 1,17, a quantia do empréstimo feito pelo cliente foi:
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