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Questões de Concursos MB

Resolva questões de MB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


701Q17818 | Administração Pública, Administrador, Marinha do Brasil, MB

De acordo com Carvalho Filho (2013), quanto à destinação, os bens públicos classificam-se em:
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702Q7625 | Teologia, Primeiro Tenente Capelão, Marinha do Brasil, MB

Quem combateu contra Israel em Rafidim?
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703Q225293 | Informática, Primeiro Tenente Informática, MM QT, MB

Segundo Fernandes (2012), em qual fase do método de vitalidade da governança Service Oriented Architeture (SOA) são executadas as atividades de entender a estrutura atual de governança, definir processos governados SOA e definir processos da governança SOA?

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704Q7985 | Enfermagem, Primeiro Tenente, Marinha do Brasil, MB

Existem várias formas de tuberculose, a mais frequente e mais contagiosa é a pulmonar. Um paciente pulmonar bacilífero, se não tratado, em um ano pode infectar várias pessoas. Uma vez iniciado o tratamento, o paciente, normalmente, não transmitirá mais a doença em no máximo quantos dias?
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705Q19138 | Informática, Programação, Primeiro Tenente, MM QT, MB

Em Java, que método da classe KeyEvent obtém o código de tecla virtual da tecla que foi pressionada?
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706Q17967 | Administração Geral, Administrador, Marinha do Brasil, MB

Segundo Chiavenato (2014), Henri Fayol salienta que toda empresa apresenta algumas funções básicas. Como exemplo, podem ser citadas as Funções Técnicas que, nos dias de hoje, estão relacionadas com:
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707Q19021 | Direito Administrativo, Técnico em Contabilidade, CAP, MB

Assinale a opção correta, em relação aos serviços públicos.
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708Q7606 | Teologia, Primeiro Tenente Capelão, Marinha do Brasil, MB

O Documento de Aparecida (2007) n° 392 preconiza que a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre pela humanidade, para enriquecê-la com sua pobreza. Essa opção nasce da fé em Jesus cristo, o Deus feito homem, que se fez
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709Q18719 | Contabilidade Geral, Contador, CP PCNS, MB

O Orgão Setorial de Programagao Financeira disponibiliza recurso financeiro para entidades da administração indireta por meio de qual mecanismo?
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710Q7998 | Enfermagem, Primeiro Tenente, Marinha do Brasil, MB

Segundo SCHECHTER (1998), a grande dificuldade no diagnóstico da tuberculose na criança decorre do fato de que, na maioria dos casos, é difícil a comprovação pelo achado do Bacilo de KOCH nas secreções. As principais razões da negatividade desses exames são o pequeno número de bacilos nas lesões da infância e a dificuldade de obter-se material adequado do aparelho respiratório, por isso, utiliza-se para confirmação do diagnóstico o seguinte material biológico:
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711Q19019 | Direito Administrativo, Técnico em Contabilidade, CAP, MB

Sabe-se que a administração pública realizou, por meio de regular procedimento, a apreensão de grande quantidade de obras de arte. Agora essa administração pretende aliená-las onerosamente. Para isso, de acordo com a Lei n° 8.666/93, qual é a modalidade de licitação adequada?
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712Q8013 | Enfermagem, Primeiro Tenente, Marinha do Brasil, MB

Assinale a opção que apresenta uma das complicações agudas do diabetes.
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713Q19025 | Contabilidade Geral, Técnico em Contabilidade, CAP, MB

O Plano de Contas indica, para cada conta contábil em nível de escrituração, o sistema contábil a que a mesma pertence, facilitando a análise gerencial, inclusive o levantamento de Balanços e demais Demonstrações Contábeis. O sistema contábil está estruturado segundo os seguintes subsistemas de informações, EXCETO:
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714Q17980 | Administração de Recursos Materiais, Administrador, Marinha do Brasil, MB

Uma empresa possui, para determinado produto, demanda de 1.000 unidades ao ano. 0 custo de aquisição do produto é de R$ 100,00 por unidade, os custos fixos associados a cada ressuprimento totalizam R$ 200,00, e a empresa estabeleceu uma taxa de oportunidade do capital de 10% ao ano. Considerando, segundo Peter Wanke (2011), a expressão para a determinação do tamanho de lote econômico pelo critério de minimização dos custos totais, com demanda constante e assumindo que toda a demanda para o produto deve ser atendida, isto é, não havendo faltas ou pendências, assinale a opção correta.
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715Q52921 | Português, Marinheiro, EAM, MB

Texto associado.
O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida.

      “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.
      Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status, dinheiro.
      Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não porque são dignas e, sobretudo, necessárias, a vontade de não ser medíocre naquilo que se faz e a recusa à estagnação. Sim, quando ambas comprometem momentos de entretenimento minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.
      Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio milionário veio de dedicação e empenho. Mas custou caro também. Admirei a trajetória, a abdicação. Entretanto, senti um pesar por aquele homem com conta bancária polpuda e rosto abatido. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão. Evidentemente, não. É simples e absolutamente viável conciliar o suor da batalha com mergulhos no mar, planilhas Excel com caipirinhas em fins de tarde.
      Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.
      Convivo com pessoas que amam o que fazem e se engrandecem cada vez que percebem como são eficientes na missão de dar sentido à profissão. Pessoas que, por meio de suas atribuições, transformam o mundo, sentem­-se úteis, reforçam talentos. Mas até essas se esgotam. É o famoso caso do jogador de futebol que, estressado com as cobranças do time, vai jogar uma “pelada” para relaxar.
      Desculpe a petulância ao discordar, Confúcio, mas ainda que trabalhemos com o que amamos, será sempre trabalho. Muitas vezes prazeroso, outras tantas edificante..., mas nunca capaz, sozinho, de suprir toda uma vida. Arregacemos as mangas conscientes de que os pés na areia da praia e as rodas de amigos em bares são combustíveis importantes para o bom andamento da labuta diária.

                                                                                                           Larissa Bittar (Adaptado).
htlp://www.revÍstabula.com/7523-o-trabalho-dignifica-o-homem-o-lazer-dignifica-a-vida/
Em “Sim, quando ambas comprometem momentos de entretenimento minando, aos poucos, a saúde física e mental [...]." (3°§), o elemento coesivo sublinhado faz referência, respectivamente, a que termos anteriormente expressos? 
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716Q19011 | Administração Financeira e Orçamentária, Técnico em Contabilidade, CAP, MB

Baseando-se em presumível frustração da arrecadação das receitas, o governo poderá estabelecer limites orçamentários e financeiros que impedem parcialmente a movimentação financeira, com bloqueio de dotações. Este procedimento é conhecido por:
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717Q17812 | Administração Geral, Administrador, Marinha do Brasil, MB

Dentre as opções abaixo, é correto afirmar que é um exemplo de desconcentração a criação de
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718Q15818 | Teologia, Primeiro Tenente, Marinha do Brasil, MB

Segundo o cânon 9109 1 do Código de Direito Canônico, quais são os ministros ordinários da sagrada comunhão?
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719Q19146 | Informática, Redes de Computadores, Primeiro Tenente, MM QT, MB

Que tipo de protocolo de acesso múltiplo faz com que, após detecção de uma colisão, uma estação cancele sua transmissão, aguarde um intervalo de tempo aleatório e, em seguida, transmita novamente, supondo que nenhuma outra estação tenha começado a transmitir nesse interim?
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720Q53004 | Português, Oficial da Marinha, Colégio Naval, MB, 2018

Correndo risco de vida

Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.

No trecho "Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção” (§3°), o emprego das vírgulas se justifica por
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