Início

Questões de Concursos NUCEPE

Resolva questões de NUCEPE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q42459 | Enfermagem, Enfermeiro, FMS, NUCEPE

De acordo com alguns conceitos assinale a alternativa INCORRETA:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

402Q3345 | Português, Técnico Administrativo, SESAPI, NUCEPE

Texto associado.
O prazer da leitura

“Alfabetizar“, palavra aparentemente inocente, contém uma
teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendose
as letras do alfabeto. Primeiro as letras, as sílabas. Depois,
aparecem as palavras... E assim era. Se é assim que se ensina
a ler, imagino que o ensino da música deveria se chamar
“dorremizar”: aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas, e a
música aparece! Todo mundo sabe que não é assim que se
ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando
uma canção de ninar. O que o nenezinho ouve é a música, e
não cada nota, separadamente! A aprendizagem da música
começa como percepção de uma totalidade – e nunca com o
conhecimento das partes.

Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa
quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que
moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as
palavras que fascinam. É a estória. A aprendizagem da leitura
começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê, e
a criança escuta com prazer; a criança se volta para aqueles
sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los,
compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo
das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz
de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da
pessoa que o está lendo.

No primeiro momento, o professor, no ato de ler para os seus
alunos, é o mediador que os liga ao prazer do texto. Confesso
nunca ter tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise
sintática. Não foi nelas que aprendi as delícias da literatura. Mas
me lembro com alegria das aulas de leitura. Na verdade, não
eram aulas. Eram concertos. A professora lia, e nós ouvíamos
extasiados. Ninguém falava. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o
ouvi. E o bom era que não havia provas sobre aquelas aulas.
Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade total entre a
experiência prazerosa de leitura e a experiência de ler a fim de
responder questionários de interpretação.

Onde se encontra o prazer do texto, o seu poder de seduzir?
Tive a resposta para essa questão acidentalmente. Alguém me
disse que havia lido um lindo poema de Fernando Pessoa, e
citou o primeiro verso. Fiquei feliz porque eu também amava
aquele poema. Aí ele começou a lê-lo. Estremeci. O poema –
aquele poema que eu amava – estava horrível na sua leitura. As
palavras que ele lia eram as palavras certas. Mas alguma coisa
estava errada! A música estava errada! Todo texto tem dois
elementos: as palavras, com o seu significado. E a música...

Percebi, então, que todo texto literário é uma partitura musical.
As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele
domina a técnica, se ele está possuído pelo texto – a beleza
acontece. Mas, se aquele que lê não domina a técnica, a leitura
não produz prazer: queremos que ela termine logo.

Assim, quem ensina a ler tem de ser um artista. Deveria ser
estabelecida em nossas escolas a prática de “concertos de
leitura”. Ouvindo, os alunos experimentariam os prazeres do ler.
E aconteceria com a leitura o mesmo que acontece com a
música: depois de ser picado pela sua beleza é impossível
esquecer.

Leitura é coisa perigosa: vicia... Se os jovens não gostam de ler,
a culpa não é deles. Foram forçados a aprender tantas coisas
sobre gramática, que não houve tempo para serem iniciados na
beleza musical do texto literário. Ler literatura é fazer amor com
as palavras. E essa transa literária se inicia antes que as
crianças saibam os nomes das letras. Sem saber ler, elas já
são sensíveis à sua beleza.

(Rubem Alves. Texto disponível em:
http://www.rubemalves.com.br/oprazerdaleitura.htm. Acesso em
05/11/2011. Adaptado.)
“Foram forçados a aprender tantas coisas sobre
gramática, que não houve tempo para serem iniciados
na beleza musical do texto literário.
” Analisando esse
trecho do texto, percebemos uma relação semânticotextual
de:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

403Q41516 | Direito Constitucional, Agente de Policia, Polícia Civil PI, NUCEPE

Ainda sobre os comandos do artigo 5º da Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

404Q366660 | Enfermagem, Saúde da Criança, Enfermeiro, FMS PI, NUCEPE

Em relação aos marcos do desenvolvimento da criança, de acordo com a faixa etária, a alternativa CORRETA é:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

405Q3382 | Conhecimentos Específicos, Técnico Administrativo, SESAPI, NUCEPE

É o setor da empresa encarregado de recebimento, classificação, registro, distribuição, expedição e tramitação de documentos:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

406Q330329 | Segurança e Transporte, Infrações, Motorista, SEAD PI, NUCEPE

O uso da buzina em horário inadequado constitui infração de natureza leve. O horário CORRETO para a utilização da buzina é:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

407Q42382 | Português, Técnico de Enfermagem, FMS, NUCEPE

Texto associado.
PARA AS TEENS, DIU

Novas diretrizes da Academia Americana de Pediatria apontam o dispositivo intrauterino como um dos melhores métodos contraceptivos para as adolescentes

    Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade. Mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. Quer um exemplo? Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos - o que afetará as oportunidades econômicas e sociais tanto delas como de seus filhos. Sem falar que uma adolescente de 15 anos corre cinco vezes mais risco de morrer no parto do que uma mulher cinco anos mais velha.

    A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas. Mesmo quando há acesso, as questões típicas da idade interferem no uso. Tomar pílula todo dia requer disciplina. Exigir camisinha a cada relação sexual demanda autoconfiança - tanto dela quanto dele. Qual a melhor forma de se prevenir?

    Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

    (...)

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção Dossiê Métodos contraceptivos, p. 35) 
    Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal). 

A opção na qual há uma afirmação INCORRETA acerca de aspectos gramaticais e textuais declarados é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

408Q365273 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, FMS PI, NUCEPE

São cuidados prestados ao paciente com incontinência urinária e fecal, EXCETO:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

409Q560371 | Informática, Virus, Agente de Polícia Civil, Polícia Civil PI, NUCEPE, 2018

Sobre os conceitos de vírus, worms, malwares, pragas virtuais e aplicativos para segurança, assinale a única alternativa INCORRETA.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

410Q41482 | Português, Agente de Polícia, Polícia Civil PI, NUCEPE

Texto associado.
                                                    Uma língua, múltiplos falares

No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.
Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.

Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.

Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.

Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.

No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.

Patrícia Mariuzzo.Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.
 
O Texto 1 caracteriza-se por cumprir, prioritariamente, uma função: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

411Q41506 | Direito Administrativo, Agente de Polícia, Polícia Civil PI, NUCEPE

Acerca da Administração Pública Indireta, é correto afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

412Q42457 | Enfermagem, Enfermeiro, FMS, NUCEPE

O atendimento domiciliário tem como conceito prestar assistência no próprio domicílio. Hoje também essa estratégia é utilizada no Programa de Saúde da Família. Acerca das ações de saúde que a equipe interdisciplinar deve promover, marque a alternativa INCORRETA:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

413Q41505 | Direito Administrativo, Agente de Polícia, Polícia Civil PI, NUCEPE

Considerando os caracteres dos poderes administrativos, assinale a alternativa incorreta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

414Q473637 | Educação Física, Educador Físico, FMS PI, NUCEPE

Um indivíduo de 20 anos se apresenta para iniciar um programa de atividade física. Calculada a zona sensível do treinamento, foi considerado como limite mínimo 70% e como limite máximo 90% do valor da frequência máxima para a idade, obtida pela equação de Karvoen ( Fmáx = 220 – idade). Diante do exposto, a zona sensível do treinamento corresponde a:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

415Q651345 | Códigos de Ética, Código de Ética do Dentista, Odontólogo, FMS PI, NUCEPE

Das alternativas abaixo, não faz parte dos princípios prima facie da bioética.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

416Q617924 | Informática, Analista de Sistema Pleno, SEFAZ PI, NUCEPE

Sobre o Diagrama de Casos de Uso da UML, é CORRETO afirmar que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

417Q646655 | Informática, Banco de Dados, Perito Criminal, Polícia Civil PI, NUCEPE, 2018

Sobre as transações características dos bancos de dados, seguem-se três afirmações:

I. O acrônimo ACID (Atomicidade, Consistência, Integridade e Durabilidade) são características de uma transação SQL;

II. Uma transação em SQL precisa terminar com uma efetivação ou com uma reversão, essas operações em SQL correspondem respectivamente aos comandos Commit e Rollback;

III. Em SQL pode-se configurar o nível de transações que podem ser processadas simultaneamente. O comando set transaction configura níveis de isolamento como, por exemplo, read committed e serializable.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

418Q382987 | Biologia, Biossegurança, Citotécnico, FMS PI, NUCEPE

Visando à segurança do trabalhador, para o manuseio de Xilol em laboratório, qual(is) o(s) equipamento(s) de proteção coletiva (EPC) que deve(m) ser utilizado(s)?

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

419Q3339 | Português, Técnico Administrativo, SESAPI, NUCEPE

Texto associado.
O prazer da leitura

“Alfabetizar“, palavra aparentemente inocente, contém uma
teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendose
as letras do alfabeto. Primeiro as letras, as sílabas. Depois,
aparecem as palavras... E assim era. Se é assim que se ensina
a ler, imagino que o ensino da música deveria se chamar
“dorremizar”: aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas, e a
música aparece! Todo mundo sabe que não é assim que se
ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando
uma canção de ninar. O que o nenezinho ouve é a música, e
não cada nota, separadamente! A aprendizagem da música
começa como percepção de uma totalidade – e nunca com o
conhecimento das partes.

Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa
quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que
moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as
palavras que fascinam. É a estória. A aprendizagem da leitura
começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê, e
a criança escuta com prazer; a criança se volta para aqueles
sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los,
compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo
das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz
de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da
pessoa que o está lendo.

No primeiro momento, o professor, no ato de ler para os seus
alunos, é o mediador que os liga ao prazer do texto. Confesso
nunca ter tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise
sintática. Não foi nelas que aprendi as delícias da literatura. Mas
me lembro com alegria das aulas de leitura. Na verdade, não
eram aulas. Eram concertos. A professora lia, e nós ouvíamos
extasiados. Ninguém falava. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o
ouvi. E o bom era que não havia provas sobre aquelas aulas.
Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade total entre a
experiência prazerosa de leitura e a experiência de ler a fim de
responder questionários de interpretação.

Onde se encontra o prazer do texto, o seu poder de seduzir?
Tive a resposta para essa questão acidentalmente. Alguém me
disse que havia lido um lindo poema de Fernando Pessoa, e
citou o primeiro verso. Fiquei feliz porque eu também amava
aquele poema. Aí ele começou a lê-lo. Estremeci. O poema –
aquele poema que eu amava – estava horrível na sua leitura. As
palavras que ele lia eram as palavras certas. Mas alguma coisa
estava errada! A música estava errada! Todo texto tem dois
elementos: as palavras, com o seu significado. E a música...

Percebi, então, que todo texto literário é uma partitura musical.
As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele
domina a técnica, se ele está possuído pelo texto – a beleza
acontece. Mas, se aquele que lê não domina a técnica, a leitura
não produz prazer: queremos que ela termine logo.

Assim, quem ensina a ler tem de ser um artista. Deveria ser
estabelecida em nossas escolas a prática de “concertos de
leitura”. Ouvindo, os alunos experimentariam os prazeres do ler.
E aconteceria com a leitura o mesmo que acontece com a
música: depois de ser picado pela sua beleza é impossível
esquecer.

Leitura é coisa perigosa: vicia... Se os jovens não gostam de ler,
a culpa não é deles. Foram forçados a aprender tantas coisas
sobre gramática, que não houve tempo para serem iniciados na
beleza musical do texto literário. Ler literatura é fazer amor com
as palavras. E essa transa literária se inicia antes que as
crianças saibam os nomes das letras. Sem saber ler, elas já
são sensíveis à sua beleza.

(Rubem Alves. Texto disponível em:
http://www.rubemalves.com.br/oprazerdaleitura.htm. Acesso em
05/11/2011. Adaptado.)
Na verdade, no primeiro parágrafo do Texto, o autor:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

420Q41498 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Agente de Polícia, Polícia Civil PI, NUCEPE

Em 1997, em Kyoto, no Japão, líderes de 160 nações assinaram um protocolo que recebeu o nome da cidade. Esse Protocolo prevê: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.