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Questões de Concursos Prefeitura do Rio de Janeiro RJ

Resolva questões de Prefeitura do Rio de Janeiro RJ comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


22Q336173 | Matemática, Equações Exponenciais, Professor, SME RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ

A dosagem mínima para certo medicamento ter eficácia é de 8 mg no organismo de uma pessoa com certa doença. Sabe-se que t horas depois de ministrados Mo mg deste medicamento, a quantidade residual em mg do mesmo é dada pela lei rt M =Mo . 2-rt . Para um certo paciente, foram ministrados 128 mg deste medicamento às 8 horas da manhã e, 4 horas depois, verificou-se que a quantidade residual era 16 mg. Para que o medicamento mantenha sua eficácia, a nova dose deve ser ministrada no seguinte horário:
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23Q236456 | Psicologia, Psicologia da Saúde, Psicólogo, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Segundo Desviat (2018), o trabalho em equipe foi um dos elementos fundamentais da atenção comunitária. Sua composição multidisciplinar permite:
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24Q237180 | Psicologia, Psicanalise, Psicólogo, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Sobre a função estruturante do silêncio do analista, Green (2017) afirma que o silêncio constitui a tela de fundo sobre a qual irão mover-se, desenhar-se, compor-se as figuras:
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25Q210446 | , Farmacêutico, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

A excreção dos fármacos e metabólitos na urina inclui três processos independentes: filtração glomerular, secreção tubular ativa e reabsorção tubular passiva. A quantidade de fármaco que chega ao lúmen tubular por filtração glomerular depende da:
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26Q183579 | Enfermagem, Doenças Infecciosas e parasitárias, Enfermeiro, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

A leptospirose é uma doença endêmica no Brasil. Entretanto, torna-se epidêmica durante períodos chuvosos, em locais com condições inadequadas de saneamento e alta infestação de roedores infectados. Suas manifestações clínicas variam desde formas assintomáticas e subclínicas, até quadros clínicos graves, associados a manifestações fulminantes. O agente etiológico é uma bactéria do gênero Leptospira, cujos sorovares relacionados aos casos mais graves dessa doença, em nosso país, são respectivamente:
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27Q184138 | Enfermagem, Doenças Infecciosas e parasitárias, Enfermeiro, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Meningoencefalite, encefalopatia e síndrome de Guillain-Barré são algumas das formas atípicas apresentadas pela seguinte doença viral:
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28Q207268 | Português, Morfologia Pronomes, Farmacêutico, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Texto associado.

Texto: Eu e a enxaqueca, uma história de amor


Eu sou meio figurinha carimbada no circuito de triagem clínica de enxaqueca. Os pesquisadores me adoram, principalmente pelo número prodigioso de crises que tenho: de dez a 12 por mês, em média. “Que coisa fantástica. Uma fonte excelente de dados”, comemorou o coordenador da minha última análise de fármaco quando lhe mostrei o diário exclusivo para as dores de cabeça que mantenho há anos.

“Excelente para você”, retruquei. Para mim, representa quase um terço da vida sendo refém do horror da enxaqueca, incluindo os três dias por mês, pelo menos, que passo de cama, consumida pela dor paralisante e a náusea intensa.

Experimentei mais de uma dúzia de remédios preventivos e participei de uma série de triagens para medicamentos em teste. Nenhum ajudou; alguns, inclusive provocaram dores horríveis. O fato é que todos foram criados para tratar outros males, e só depois investidos na enxaqueca, depois que pacientes hipertensos, convulsivos e bipolares relataram uma melhora coincidente nas dores de cabeça de que sofriam.

Atualmente, participo de uma triagem para um remédio específico. Seu alvo é o peptídeo relacionado ao gene da calcitonina, substância neuroquímica que faz os vasos sanguíneos incharem – e que é o que as pessoas que sofrem desse mal aparentemente produzem em demasia.

Pela primeira vez na vida, pareço estar sentindo um certo alívio. E o pior efeito colateral até agora é um otimismo profundo, embora ele venha acompanhado de complicações inesperadas. Depois de anos experimentando todo tipo de medicamento, já não me p

reocupo mais com a ineficácia porque é o que sempre acontece. Percebi desta vez uma nova preocupação: e se desta vez funcionar?

Tive a primeira crise de enxaqueca aos 12 anos – e depois veio outra, e outra. A princípio, não sabia o que era. Meus pais achavam que eu era só hipersensível à gripe, problema que eles esperavam e eu dava como certo que ia superar. Adolescente motivada e dedicadíssima, acreditava que todas as portas estavam abertas para mim, em termos de carreira: astronauta, médica, a primeira presidente mulher.

Foi só no primeiro ano em Yale que tive minha enxaqueca diagnosticada, quando também me toquei de que não ia superá-la. As portas começaram a se fechar. O fato de ter que passar dias seguidos sem poder me levantar parecia eliminar a possibilidade de carreira em uma profissão da qual dependiam vidas – ou seja, a medicina cirúrgica estava fora de questão. Também desconfiei que as enxaquecas crônicas atrapalhariam uma candidata à presidência muito antes de as dores de cabeça de Michele Bachmann se tornarem manchete. Optei então pelo jornalismo.

8º Já faz mais de 20 anos que a enxaqueca ocupa um espaço central, ainda que indesejável, na minha vida, meio como a irmã detestável que eu nunca tive. Ela também ajudou a moldar a pessoa em que me tornei. E não só me ajudou a desenvolver uma tolerância bem alta à dor, como a aperfeiçoar a técnica do vômito em jato. E, agora que me deparo com a perspectiva quase inimaginável de me livrar da dor para sempre, começo a perceber que nem consigo imaginar a vida sem ela. 

9º A possibilidade do surgimento de um remédio “prodígio” gera emoções conflitantes por várias razões. Para começar que, se tivesse sido inventado antes, eu poderia ter me tornado astronauta. E se a solução é realmente tão simples – olha, seu organismo gera esse tal de peptídeo em demasia, está aqui o remédio para inibir a produção –, fica difícil entender por que demorou tanto para ser inventado.

10º A cura também representaria um novo fardo. Dizer que fiz o melhor que pude “apesar da enxaqueca” livra a minha cara por tudo aquilo que não fiz, tipo tornar-me a primeira mulher na presidência. Se esse medicamento funcionar, nada vai me impedir de fazer coisas excepcionais – e, ao mesmo tempo, acabará com a desculpa para não as realizar.

11º Por outro lado, e se foi a enxaqueca que me ajudou a conquistar tudo o que consegui até agora? Scott Sonenshein, professor da Faculdade de Administração Jones da Universidade Rice, afirma que conseguimos realizar mais quando nossos recursos (no meu caso, a saúde) são limitados do que quando são abundantes. “As restrições podem ser motivação para desenvoltura, para a criatividade, estímulo para uma solução melhor dos problemas”, escreve ele em seu livro, Stretch.

12º É fato que, graças à enxaqueca, aprendi muita coisa interessante e útil – como fazer todos os meus trabalhos antes do prazo, para o caso de a dor de cabeça atacar na última hora. Fazer as coisas apesar dela quando absolutamente necessário – e a pegar leve comigo mesma no resto do tempo. Aprendi a pedir ajuda quando precisava. Será que a ausência da enxaqueca me fará menos responsável, menos diligente? Ou fará com que eu me dedique em dobro, sabendo que não vou acabar tendo uma dor paralisante se me esforçar demais? Tenho muitas perguntas em relação a essa possível versão futura de mim mesma. (E uma para a Nasa: qual é o limite de idade para o treinamento dos astronautas?)

13º É claro que, se uma crise de identidade é o preço para acabar com a dor debilitante no meu cérebro, pagarei com muito prazer. Passei décadas sonhando com uma cura, geralmente deitada no quarto escuro, com um saco de ervilhas congeladas contra o rosto. A surpresa é eu sentir qualquer resquício de nostalgia em relação a esses tempos – mas percebo agora que uma parte de mim sentirá saudades.

                                                                                                                  LATSON, Jennifer

Texto adaptado. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saber-viver/eu-a-enxaqueca-uma-historia-deamor-23178050 Acessado em 16/03/2019.

Está destacado um pronome relativo no seguinte trecho:
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29Q231188 | Psicologia, Psicofarmacologia, Psicólogo, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Segundo Coser (2010), “as propagandas de medicamentos criam demandas e manipulam o saber em prol da inculcação ideológica que interessa ao anunciante”, em detrimento da verdade e da:
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30Q233625 | Psicologia, Saúde no trabalho, Psicólogo, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

A parceria entre saúde mental e trabalho está presente em toda a história da psiquiatria. A proposta diferenciada sobre o trabalho defendida pela reforma psiquiátrica considera a construção de significação no trabalho crucial para a subjetividade. Segundo Santiago e Yasui (2017), esse sentido está presente nas oficinas terapêuticas, que buscam valorizar:
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31Q181446 | Enfermagem, Influenza e Influenza H1N1, Enfermeiro, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Bactéria gram-negativa classificada em seis sorotipos, encontrada nas vias respiratórias de forma saprófita e que pode causar infecções assintomáticas ou doenças não invasivas, tais como bronquite, sinusite e otite, tanto em crianças quanto em adultos. É um dos principais agentes bacterianos causadores de meningites. Essa definição refere-se ao seguinte agente etiológico:
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32Q235074 | Psicologia, Saúde Mental, Psicólogo, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

A partir de 1946, o trabalho de Nise da Silveira no Centro Psiquiátrico Nacional, no Rio de Janeiro, se baseava no compromisso de:

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33Q236053 | Psicologia, Psicanalise, Psicólogo, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Segundo Green (2017), a experiência mostra que a constituição de uma neurose e sua persistência visam a manter um conflito psíquico que, em primeiro lugar, faz sofrer:
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35Q236416 | Psicologia, Saúde Mental, Psicólogo, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

A viabilização da atenção à crise fora do circuito das internações nos hospitais psiquiátricos possibilita:
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37Q183642 | Enfermagem, Influenza e Influenza H1N1, Enfermeiro, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

Alguns imunobiológicos são utilizados a partir de indicação médica em situações especiais e para grupos específicos, estando disponíveis nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Dentre estes imunobiológicos, pode-se citar a vacina:
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39Q184075 | Enfermagem, Legislação em Saúde, Enfermeiro, Prefeitura de Rio de Janeiro RJ, Prefeitura do Rio de Janeiro RJ, 2019

A identificação das necessidades de saúde locais e regionais, a oferta de ações e serviços de vigilância em saúde, a definição de critérios de avaliação dos resultados e forma de monitoramento permanente são disposições que caracterizam:
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