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Questões de Concursos QUADRIX

Resolva questões de QUADRIX comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q121694 | Informática, Sítios de busca e pesquisa na Internet, Analista de Tecnologia da Informação Contabilidade, DATAPREV, Quadrix

O Google é, provavelmente, o mais importante site de pesquisas da internet na atualidade. Na caixa de pesquisa, é comum o uso de operadores de pesquisa para se obter maior controle sobre o resultado da busca. Sobre esse tema, são feitas as seguintes afirmações

I. Para procurar por uma palavra exata ou um conjunto de palavras em uma ordem específica, colocamos o texto entre aspas, como em "ajuda do LibreOffice".
II. Para excluir todos os resultados que trazem uma determinada palavra, coloca-se um hífen antes dela, como em -burocracia.
III. Para pesquisar em um único site específico, tal site deve ser especificado após a expressão site:, como em site:www.abril.com.br.


Está correto o que se afirma em:
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402Q26594 | Informática, Dispositivos de Armazenamento Memórias e Periféricos, Técnico de Operação, Cobra Tecnologia, QUADRIX

Em uma sala de servidores, diversos equipamentos estão ligados constantemente, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Nesse cenário de alta disponibilidade é necessário manter o fornecimento de energia de maneira constante.

Para tanto, assinale a alternativa que permite manter o fornecimento de energia, mesmo em caso de oscilação ou queda de energia.
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403Q30199 | Legislação Federal, Analista em TI, COREN BA, QUADRIX

A caracterização das infrações éticas e disciplinares e a aplicação das respectivas penalidades regem-se pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, sem prejuízo das sanções previstas em outros dispositivos legais. As seguintes circunstâncias são consideradas atenuantes, exceto:
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404Q24083 | Português, Interpretação de Textos, Atendente Administrativo, CFQ, QUADRIX

Texto associado.
Nobel de Química quer tecnologia para a paz mundial

MARCO VARELLA (COLABORAÇÃO PARA A FOLHA)

      Nascido em uma terra onde há escassez de água e um conflito entre povos que parece não ter fim, o pesquisador israelense Daniel Shechtman, 71, ganhador do Nobel de Química no ano passado, resolveu bolar um plano científico para a paz mundial.

      A ideia é simples: ele quer ensinar a empreendedores do planeta a receita para criar tecnologias inovadoras.

      "Assim, países como o Brasil ficarão menos dependentes da exploração de matérias-primas em estado bruto e, com isso, livres de futuros conflitos por causa de recursos naturais finitos", afirma.

       Em visita ao país, ele conversou com autoridades da área científica, deu palestras em universidades e visitou a comunidade de Paraisópolis. Confira a entrevista do pesquisador, descobridor dos quasicristais - formados por estruturas complexas que nunca se repetem.

Folha - Você tem o registro do momento exato da descoberta que lhe rendeu o Nobel. Como foi detectar uma configuração de sólido que não deveria existir?

Daniel Shechtman - Foi na manhã de 08 de abril de 1982. Eu quase marquei a hora (risos). De início, achei que o padrão que eu obtive vinha não de um, mas de muitos cristais. No final do dia, eu não sabia do que se tratava, mas já tinha certeza de que não era um erro metodológico. Ao repetir o experimento, percebi que não havia cometido erro algum, obtive sempre os mesmos resultados. 

E como seus colegas receberam seus resultados? É verdade que o sr. foi expulso de seu laboratório?

A maioria das pessoas não acreditou que eu tinha encontrado algo novo. Sim, solicitaram que eu saísse do meu grupo de pesquisa, não do meu laboratório. Foi mais uma mudança administrativa, meu grupo de pesquisa não queria mais estar associado a mim. Foi uma rejeição científica e pessoal.

O que mudou na sua vida após receber o Nobel?

É uma mudança súbita e drástica. Estou tendo muito mais exposição pública e a chance de conhecer pessoas responsáveis por decisões importantes. Senti, então, que eu tinha uma missão na Terra: promover a educação científica e a paz mundial.

Qual o seu plano para a educação científica?

Comecei um projeto em Haifa [Israel] para ensinar ciência a crianças com idade entre cinco e seis anos. Treinaremos professores para ensinar pensamento lógico e racional, métodos de quantificação, transformações da matéria e leis de Newton na prática. Os pais de cada criança também estarão participando do processo, recebendo dicas para abordar esses temas com seus filhos.

E quanto à paz mundial?

Estou promovendo a paz mundial por meio do fomento do empreendedorismo tecnológico, da criação de start-ups [empresas jovens voltadas para tecnologias inovadoras].

        Há 26 anos venho ministrando uma disciplina de empreendedorismo tecnológico que incentivou 10 mil engenheiros e cientistas a abrirem start-upsaté agora. Nesse período Israel se tornou o país das start-ups.

      Isso é extremamente importante para o Brasil, que vai bem economicamente, mas faz isso graças à venda de produtos primários, de minerais a grãos. É preciso vender cérebro, inteligência, e não matéria-prima.

      Assim, países como o Brasil ficarão menos dependentes da exploração de matérias-primas em estado bruto e, com isso, livres de futuros conflitos por causa de recursos naturais finitos.

      No futuro, grupos e tribos entrarão em guerras locais para obter os últimos recursos não renováveis remanescentes, o que poderá iniciar guerras maiores - isso, aliás, já começou. Então, é melhor esses países começarem a investir em inteligência agora.

O que é preciso para ter esse nível de empreendedorismo tecnológico?

É preciso ter, primeiramente, pessoas qualificadas, educação forte, e não ter medo de errar. Depois, é preciso ter uma economia de livre mercado e incentivo do governo.

O sr. tem planos de incentivar iniciativas desse tipo em outros países?

Sim, definitivamente. Deixe-me cometer todos os erros nessa iniciativa em Haifa. Em um ou dois anos, quando eu já souber o que dá certo, aplicarei o programa em outros países. É só o começo, mas é a coisa certa a se fazer. 

(Disponível em www.folha.uol.com.br)
Leia o trecho abaixo, extraído do texto.

A ideia é simples: ele quer ensinar a empreendedores do planeta a receita para criar tecnologias inovadoras.

Sobre as duas ocorrências de "a" em destaque, analise as afirmações. 

I. Possuem a mesma função sintática.
II. Têm classificações morfológicas diferentes.
III. A primeira ocorrência deveria aparecer com acento indicativo de crase.
IV. Estão empregados como adjuntos adnominais.

Está correto o que se afirma em:
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405Q31849 | Informática, Assistente Administrativo, CRN SP MS, QUADRIX

Recentemente, com o advento dos ultrabooks, os dispositivos SSD vêm ganhando relevância como componente de computadores de ponta. Assinale a alternativa que melhor descreve o que é um SSD.
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406Q100222 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Tecnologia, Analista Tecnologia da Informação, DATAPREV, Quadrix

Escolha a alternativa que preencha corretamente a lacuna.

“Físicos anunciaram neste domingo (22) ter aprendido mais sobre o ___________, partícula subatômica que torna a existência de massa possível e por esta razão é apelidada de "partícula de Deus", descoberta considerada revolucionária anunciada há quase dois anos.
Experimentos feitos no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) - o acelerador de partículas situado na fronteira franco-suíça, onde a descoberta foi feita.” (g1 23/06/2014, “Cientistas analisam novos resultados obtidos no Grande Colisor de Hádrons”)
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408Q24086 | Português, Interpretação de Textos, Atendente Administrativo, CFQ, QUADRIX

Texto associado.
Nobel de Química quer tecnologia para a paz mundial

MARCO VARELLA (COLABORAÇÃO PARA A FOLHA)

      Nascido em uma terra onde há escassez de água e um conflito entre povos que parece não ter fim, o pesquisador israelense Daniel Shechtman, 71, ganhador do Nobel de Química no ano passado, resolveu bolar um plano científico para a paz mundial.

      A ideia é simples: ele quer ensinar a empreendedores do planeta a receita para criar tecnologias inovadoras.

      "Assim, países como o Brasil ficarão menos dependentes da exploração de matérias-primas em estado bruto e, com isso, livres de futuros conflitos por causa de recursos naturais finitos", afirma.

       Em visita ao país, ele conversou com autoridades da área científica, deu palestras em universidades e visitou a comunidade de Paraisópolis. Confira a entrevista do pesquisador, descobridor dos quasicristais - formados por estruturas complexas que nunca se repetem.

Folha - Você tem o registro do momento exato da descoberta que lhe rendeu o Nobel. Como foi detectar uma configuração de sólido que não deveria existir?

Daniel Shechtman - Foi na manhã de 08 de abril de 1982. Eu quase marquei a hora (risos). De início, achei que o padrão que eu obtive vinha não de um, mas de muitos cristais. No final do dia, eu não sabia do que se tratava, mas já tinha certeza de que não era um erro metodológico. Ao repetir o experimento, percebi que não havia cometido erro algum, obtive sempre os mesmos resultados. 

E como seus colegas receberam seus resultados? É verdade que o sr. foi expulso de seu laboratório?

A maioria das pessoas não acreditou que eu tinha encontrado algo novo. Sim, solicitaram que eu saísse do meu grupo de pesquisa, não do meu laboratório. Foi mais uma mudança administrativa, meu grupo de pesquisa não queria mais estar associado a mim. Foi uma rejeição científica e pessoal.

O que mudou na sua vida após receber o Nobel?

É uma mudança súbita e drástica. Estou tendo muito mais exposição pública e a chance de conhecer pessoas responsáveis por decisões importantes. Senti, então, que eu tinha uma missão na Terra: promover a educação científica e a paz mundial.

Qual o seu plano para a educação científica?

Comecei um projeto em Haifa [Israel] para ensinar ciência a crianças com idade entre cinco e seis anos. Treinaremos professores para ensinar pensamento lógico e racional, métodos de quantificação, transformações da matéria e leis de Newton na prática. Os pais de cada criança também estarão participando do processo, recebendo dicas para abordar esses temas com seus filhos.

E quanto à paz mundial?

Estou promovendo a paz mundial por meio do fomento do empreendedorismo tecnológico, da criação de start-ups [empresas jovens voltadas para tecnologias inovadoras].

        Há 26 anos venho ministrando uma disciplina de empreendedorismo tecnológico que incentivou 10 mil engenheiros e cientistas a abrirem start-upsaté agora. Nesse período Israel se tornou o país das start-ups.

      Isso é extremamente importante para o Brasil, que vai bem economicamente, mas faz isso graças à venda de produtos primários, de minerais a grãos. É preciso vender cérebro, inteligência, e não matéria-prima.

      Assim, países como o Brasil ficarão menos dependentes da exploração de matérias-primas em estado bruto e, com isso, livres de futuros conflitos por causa de recursos naturais finitos.

      No futuro, grupos e tribos entrarão em guerras locais para obter os últimos recursos não renováveis remanescentes, o que poderá iniciar guerras maiores - isso, aliás, já começou. Então, é melhor esses países começarem a investir em inteligência agora.

O que é preciso para ter esse nível de empreendedorismo tecnológico?

É preciso ter, primeiramente, pessoas qualificadas, educação forte, e não ter medo de errar. Depois, é preciso ter uma economia de livre mercado e incentivo do governo.

O sr. tem planos de incentivar iniciativas desse tipo em outros países?

Sim, definitivamente. Deixe-me cometer todos os erros nessa iniciativa em Haifa. Em um ou dois anos, quando eu já souber o que dá certo, aplicarei o programa em outros países. É só o começo, mas é a coisa certa a se fazer. 

(Disponível em www.folha.uol.com.br)
Releia o último período da entrevista:

"É só o começo, mas é a coisa certa a se fazer."

A palavra "mas", em destaque no trecho, é um conectivo com ideia de:
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409Q711943 | Português, Coerência e Coesão, Advogado, CREA TO, Quadrix, 2019

Texto associado.
Texto para o item.
1 Estudo realizado pelo Projeto Observatório ABC (Agricultura de Baixo Carbono) revelou que o Brasil tem um potencial de
mitigar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) nas atividades agropecuárias. Se apenas três tecnologias de mitigação geradas
pela pesquisa e já disponíveis forem adotadas, o País potencialmente pode promover até 2023 uma redução muito maior do
4 que a meta estipulada pelo Plano ABC do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O plano foi originalmente
idealizado para recuperar 15 milhões de hectares degradados, mas poderia ser estendido a 60 milhões de hectares.
Se o País recuperar pastagens e promover integração lavoura-pecuária ou integração lavoura-pecuária-floresta, deixará
7 de ser lançado na atmosfera o equivalente a 1,8 bilhão de toneladas de CO2, que corresponde a todos os GEE produzidos na
atividade e medidos em comparação aos efeitos do gás carbônico.
Para chegarem aos resultados, os pesquisadores estimaram as emissões da agropecuária brasileira caso não houvesse a
10 adoção das tecnologias e usaram estimativas de crescimento do setor elaboradas pelo Mapa e pela Federação das Indústrias do
estado de São Paulo (Fiesp). Nesse cenário hipotético, o Brasil chegaria a 2023 com um saldo de 3,62 bilhões de toneladas de
CO2. A boa notícia é que, se somente as três tecnologias consideradas forem empregadas, todas as regiões brasileiras irão
13 neutralizar as emissões de GEE no campo e ainda armazenarão um adicional de carbono no solo.
O trabalho considerou a pecuária bovina e sete culturas agrícolas: arroz; milho; trigo; cana-de-açúcar; feijão; algodão; e
pastagem. A pecuária é o maior emissor de GEE e, entre as espécies agrícolas, a cultura do milho é a que mais produz esses
16 gases, seguida pela de cana-de-açúcar, arroz, feijão e algodão. A produção de soja, maior produto de exportação agrícola
brasileiro, não apresentou emissões significativas devido à utilização de fixação biológica de nitrogênio, processo que dispensa
a aplicação de fertilizantes nitrogenados, principal fonte de emissão direta de GEE para essa lavoura.
19 A mitigação promovida seria especialmente interessante no setor pecuário. Com a recuperação de pastos, de acordo
com o documento, poderá haver um adicional de 0,75 unidade animal por hectare. Em 39 milhões de hectares, esse adicional
será de 29,3 milhões de bovinos.
23 Outra pesquisa da Embrapa mostrou que o Brasil pode dobrar a área de suas plantações de grãos, atualmente com 55
milhões de hectares, e aumentar a lotação de seus pastos sem precisar abrir novas áreas agrícolas. O salto produtivo tem sido
observado em propriedades que adotaram técnicas de sistemas de produção que associam a criação de gado à agricultura
25 (integração lavoura-pecuária).
Os pesquisadores mostram que a recuperação de pastos degradados, além de promover benefícios ambientais, pode dar
um impulso importante à pecuária bovina.
Internet: (com adaptações).
Julgue o item quanto à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.
“Se o País recuperar pastagens e promover integração lavoura‐pecuária ou integração lavoura‐pecuária‐floresta, deixará de ser lançado na atmosfera o equivalente a 1,8 bilhão de toneladas de CO2” (linhas 6 e 7): Se caso o País recupere pastagens e promova integração lavoura‐pecuária ou integração lavoura‐pecuária‐floresta, deixaram de ser lançado na atmosfera 1,8 bilhão de toneladas de CO2.
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410Q31497 | Português, Agente Administrativo, CRF RS, QUADRIX

Texto associado.
Anvisa pede cautela em uso de remédio contra osteoporose

JOHANNA NUBLAT

     O médico deve avaliar, caso a caso, se vale a pena prolongar para além de três anos o uso dos bisfosfonatos no combate à osteoporose.
É o que alerta um boletim elaborado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com base em estudos clínicos e de casos internacionais que avaliaram o uso desses medicamentos por mulheres na pós menopausa.
     Por conta da redução na produção de estrogênio após a menopausa, estima-se que a osteoporose atinja um pouco menos de 20% das mulheres com 50 anos ou mais.
Entre os homens, as taxas estimadas não passam de 6%, descreve o boletim.
     O trabalho não questiona o benefício dos bisfosfonatos - remédios mais usados contra a doença- de forma geral, mas alerta que não há garantias de efetividade da droga após uso prolongado.
     "Não há evidência clara de benefício pelo uso além de três anos e há relatos de eventos adversos desagradáveis, apesar de pouco freqüentes", diz Márcia Fernandes, técnica da agência que trabalhou na produção da análise.
     Um desses eventos adversos é a fratura atípica (por exemplo, no meio do fêmur). Já as fraturas nas vértebras e no fêmur na altura da virilha são tidas como típicas em pacientes com osteoporose.
     As conclusões da Anvisa vão na mesma linha do relatório divulgado, em setembro de 2011, pela FDA (agência americana que regula remédios e alimentos). À época, a agência afirmou que os bisfosfonatos
só tinham benefícios comprovados na prevenção de fraturas até três anos. E informou que, após o quinto ano, não havia mais melhoria na densidade óssea.


MANTER OU NÃO

     O alerta que faz o boletim da Anvisa já é de conhecimento dos especialistas brasileiros. Eles, no entanto, acham que o estudo pode ser um aviso importante aos não especialistas que tratam pacientes comosteoporose.
     "Tem muita gente usando bisfosfonato há bastante tempo. Os especialistas sabem [do alerta], os generalistas não. E tem muito generalista tratando osteoporose", diz Bernardo Stolnick, vice-presidente do comitê de doenças osteometabólicas da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).
     Para decidir manter, suspender ou trocar de droga é preciso avaliar questões como o passado de fraturas e o aumento da massa óssea, diz Sebastião Radominski, coordenador da comissão de osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
     "Há pacientes que, três ou quatro anos depois, continuam com altíssimo risco de ter uma fratura comum, que não aumentaram a massa óssea. Não tenho dúvida [de que ele deve manter o uso]. Porque, assim, você evita 240 fraturas típicas frente a uma atípica que poderia ocorrer", diz.
     Stolnick lembra que há remédios que servem de alternativa aos bisfosfonatos, como o ranelato de estrôncio.
     "É uma excepcional alternativa para quem usou o bisfosfonato e tem que parar após três ou cinco anos." Em fevereiro, o uso da substância foi aprovado no país para o tratamento de homens.

(http://wwwl.folha.uol.com.br/)
Qual é a função sintática de "pela Anvisa", em destaque no segundo parágrafo do texto?
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411Q669318 | Direito Constitucional, Da Organização Político administrativa, Analista Administrativo Administração, Prefeitura de Canaã dos Carajás PA, Quadrix, 2020

Texto associado.
Julgue o item a respeito da organização do estado na Constituição Federal de 1988.
Os entes federativos, ainda que não possam estabelecer cultos ou religiões oficiais, podem com eles estabelecer cooperações para a consecução de fins de interesse público.
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412Q31136 | Legislação Federal, Assistente Administrativo, CREF MS MT, QUADRIX

Conforme o Código de Ética do CONFEF (Resolução CONFEF no 254/2013), é considerado um direito do profissional de Educação Física:
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413Q105649 | Informática, Analista de banco de dados, DATAPREV, Quadrix

O bloqueio mais restritivo, proibindo outras transações de realizar qualquer tipo de instrução DML ou colocar qualquer tipo de bloqueio em uma tabela Oracle, é denominado:
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414Q32263 | Português, Assistente Administrativo, CRP GO TO, QUADRIX

Texto associado.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Para crianças, dar é melhor do que receber Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo próprio a outros

21 de junho de 2012 | 15h 24

    Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
    O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
    A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
    "As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
    Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
    Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
    "O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
    A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

(Disponível em www.estodoo.com.br)
Leia o trecho seguinte, extraído do texto:

Além de ser um gesto nobre, dor - em vez de receber - pode também tomar as pessoas mais felizes.

Sobre ele, assinale a afirmação incorreta.
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415Q24116 | Psicologia, Especialista em Psicologia, CFP, QUADRIX

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas a seguir.

Enquanto mecanismo de defesa, o(a) manifesta- se pela separação dos processos mentais nas partes que os compõem, cuja conexão entre essas partes e o conhecimento ________ está bloqueada.
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416Q45695 | Pedagogia, Professor de Língua Espanhola, SEDF, QUADRIX

No que se refere aos aspectos pedagógicos e sociais da prática educativa, julgue o item a seguir. 

Na atualidade, a escola tem assumido várias funções sociais, mas não pode deixar de cumprir bem o seu papel fundamental de garantir aos alunos a apropriação dos conhecimentos historicamente acumulados.
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417Q31695 | Administração Pública, Regime Jurídico Administrativo, Assistente Administrativo, CRESS PR, QUADRIX

São princípios expressamente previstos no art. 37, caput, da Constituição Federal, que informam a administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:
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418Q215823 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Literatura, Médico do Trabalho, DATAPREV, Quadrix

O ano de 2012 marca o centenário de nascimento de um importante escritor brasileiro: Jorge Amado. O autor baiano foi homenageado em diversos eventos durante o ano, tais como exposições, além de nova adaptação de uma de suas obras para a televisão. Alguns de seus principais livros são Dona Flor e seus dois maridos, Tieta do Agreste e Capitães da areia. A literatura de Jorge Amado costuma ser, geralmente, inserida em qual dos seguintes movimentos literários?
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419Q119631 | Programação, Programação orientada a objetos, Analista de Tecnologia da Informação Desenvolvimento, DATAPREV, Quadrix

O diagrama de classes oferece uma notação gráfica para modelar classes e seus relacionamentos, descrevendo, assim, possíveis objetos. Com relação ao meio de se estabelecer relacionamentos entre objetos e classes, é correto afirmar que uma descrição de um grupo de ligações com estrutura e semântica comuns é chamada de:

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420Q31374 | Matemática, Auxiliar de Escritório, CREFONO, QUADRIX

Considere as afirmações a seguir.

- Paulo comprará maçãs se as bananas estiverem em falta.
- Se não faltarem bananas, Pedro ficará triste.

Ora, se Pedro não ficou triste, então é verdade que:
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