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Questões de Concursos QUADRIX

Resolva questões de QUADRIX comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


941Q31769 | Administração de Recursos Materiais, Agente Administrativo, CRF RJ, QUADRIX

Na gestão de administração de estoque, a aceitação consiste na operação segundo a qual se declara que o material recebido satisfaz às especificações contratadas. São considerados documentos hábeis (onde constam descrição do material, quantidade, unidade de medida e valor) para o recebimento de materiais ou equipamentos:

I. Nota Fiscal, Fatura e Nota Fiscal/Fatura.
II. Termo de Cessão, Doação ou Declaração exarada no processo relativo à permuta.
III. Guia de Remessa de Material ou Nota de Transferência.
IV. Guia de Produção. 

Está correto o que se afirma em:
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942Q31516 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Agente Administrativo, CRF RS, QUADRIX

Leia as seguintes afirmações, sobre as atribuições dos Conselhos Regionais de Farmácia, de acordo com a Lei nº 3.820/60, regulamentada pelo Decreto nº 85.878/81 e suas atualizações:

I. O mandato dos membros dos Conselhos Regionais é privativo de farmacêuticos brasileiros natos, será gratuito, meramente honorífico, e terá a duração de quatro anos.
II. O mandato da diretoria dos Conselhos Regionais terá duração de quatro anos, sendo seus membros eleitos por meio do voto direto e secreto, por maioria de seus membros.
III. A responsabilidade administrativa e judicial de cada Conselho Regional cabe ao respectivo Presidente, exceto quanto à prestação de contas, perante o órgão federal competente.

Está correto o que se afirma em:
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943Q705122 | Português, Fonemas e letras, Engenheiro Mecânico, CREA GO, Quadrix, 2019

Texto associado.
Texto
    A ruína do edifício Wilton Paes de Almeida, que (L. 01)
desabou após um incêndio, em maio de 2018, revela um
problema crônico no Brasil: o deficit de moradia. A Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do (L. 04)
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), revela
que subiu 1,4% o número de invasões no País entre 2016 e
2017. São 145 mil domicílios nessa situação, ante 143 mil em (L. 07)
2015. Faltam no País 6,3 milhões de domicílios, segundo
levantamento feito em 2015 pela Fundação João Pinheiro
(FJP). (L. 10)
    Marco da arquitetura modernista, o prédio construído
na década de 1960 estava ocupado pelos sem?teto do
Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca (L. 13)
de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no
ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de
residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (L. 16)
(461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).
    Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm
onde morar, segundo relatório do Programa das Nações (L. 19)
Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com
iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa
Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em (L. 22)
habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta
o número de invasões e de população favelada — o índice
chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE. (L. 25)
    Karina Figueiredo, mestre em política social, explica
que é necessária a implementação de política pública de
habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise (L. 28)
que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário
inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar,
mas não foi suficiente. O número de famílias que não (L. 31)
consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de
seu imóvel popular aumentou”, conclui.
    Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz (L. 34)
Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília
(UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A 
diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a (L. 37)
capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior
problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a
compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera. (L. 40)
    Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos
últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em
construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de (L. 43)
unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7
milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.
Segundo o governo, o deficit de residências é usado como (L. 46)
referência para a formulação de políticas públicas e estudos
na área habitacional.
Internet: (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Os vocábulos oxítonos “após”, “País” e “até” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
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944Q31888 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Auxiliar de Departamento, CRO PR, QUADRIX

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou, em 17 de maio, o nome de Ilan Goldfajn para o comando do Banco Central, em substituição ao atual presidente, Alexandre Tombini. Com base em seus conhecimentos atuais sobre o assunto, analise as afirmativas.

I. O novo nomeado já foi diretor de Política Econômica do próprio BC no mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso e no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2000 e 2003.
II. Goldfajn era economista-chefe e sócio do Itaú Unibanco. Economista com mestrado e doutorado, ele já atuou em organizações internacionais, como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e as Nações Unidas.
III. A posse de Goldfajn no Banco Central, assim como dos diretores que ele indicar, passa também por aprovação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.

Pode-se afirmar que:
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945Q45756 | Informática, Agente Fiscal, CRBio, QUADRIX

Texto associado.
Na questão que avalia os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Para responder a esta questão, sobre o recurso Inserir, SmartArt, Hexágonos Alternados, do programa MS Power Point 2013, leia cuidadosamente as afirmações a seguir.
 
I. É possível, clicando-se uma vez sobre qualquer hexágono, fazer girar todos hexágonos ao mesmo tempo.
II. Utilizando a opção Alterar Forma, pode-se transformar um único hexágono em uma estrela, por exemplo.
III. É possível, clicando-se uma vez sobre qualquer hexágono, arrastá-lo para fora do conjunto original.
 
Está correto o que se afirma em:
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946Q30207 | Português, Agente Administrativo, COREN DF, QUADRIX

Texto associado.
Venda de medicamento cresce 7,6% em outubro

11 de dezembro de 2012
GABRIELA FORLIN - Agência Estado

      A venda de medicamento fechou o mês de outubro com crescimento de 7,6% em relação a setembro e de 18,07% em relação ao mesmo período de 2011, para 229.9 milhões de unidades de dose, segundo dados da IMS Health compilados pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Laboratórios Nacionais (Abradilan).
      Os medicamentos genéricos tiveram um crescimento menor em relação ao mês imediatamente anterior (+7,3%), mas apresentam um aumento de 21,29% em comparação com igual período do ano passado, para 60.9 milhões de unidades de dose.
      Para o diretor executivo da Abradilan, Geraldo Monteiro, o crescimento nas vendas dos medicamentos genéricos é visível. "O medicamento genérico ganhou a confiança da população, que passou a cuidar melhor da saúde sem ter de abrir mão de outras prioridades, como alimentação, educação, moradia", comentou o executivo, em nota. "Tanto é verdade que, de acordo com dados do IMS Health, já representam 26,5% do total das unidades de medicamentos vendidos no Brasil", acrescentou.
      De acordo com a entidade, os associados regionais, que representam 22% na participação da distribuição dos genéricos, sentiram o impacto positivo da movimentação nas vendas devido à grande fatia que atendem nas farmácias e drogarias em todas as regiões do País.
      Hoje, os associados da Abradilan distribuem medicamentos em 82% das cidades do Brasil, com visitação a 77% das 71 mil farmácias e drogarias, sendo 82% na região Sudeste, 75% na região Sul, 80% no Nordeste, 83% no Centro-Oeste e 34% no Norte do País.

(Disponível em www.estadao.com.br
Ainda sobre a palavra "que" em destaque no trecho citado na questão anterior, assinale a alternativa que apresenta o mecanismo de coesão que ela ajuda a construir.
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947Q32284 | Psicologia, Assistente Administrativo, CRP GO TO, QUADRIX

Compete ao Conselho Federal de Psicologia:

I. Aprovar os Regimentos dos Conselhos Regionais.
II. Exercer função normativa e baixar atos necessários à execução da legislação reguladora do exercício da profissão.
III. Definir o limite de competência do exercício profissional, conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestadas em escolas ou institutos profissionais reconhecidos.
IV. Elaborar e aprovar o Código de Ética Profissional do Psicólogo.

É correto o que se afirma em:
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948Q24120 | Psicologia, Especialista em Psicologia, CFP, QUADRIX

São contraindicações para a realização de psicoterapia de grupo para alcoolistas:
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949Q159299 | Informática, Planilha Eletrônica, Assistente Administrativo, CREF 11a Região, Quadrix

Sobre gráficos no Microsoft Excel 2010 em português, é correto afirmar que:

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950Q13385 | Direito do Trabalho, Administrador, SERPRO, QUADRIX

O intervalo comum de intrajornada no trabalho pode favorecer o trabalhador para que o mesmo faça uso desse tempo para inserir-se no meio social ou na convivência familiar ou apenas se alimentar e repousar. Assim, no tocante ao trabalho contínuo cuja duração exceda 6 (seis) horas, fica sendo obrigatório o seguinte:
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951Q31321 | Português, Assistente Administrativo, CREF SC, QUADRIX

Texto associado.
Sedentarismo já ameaça reduzir expectativa de vida

    Um estudo que analisa dados de Brasil, Estados Unidos, Grã-Bretanha, China e índia alerta que o crescente sedentarismo nesses países ameaça formar a primeira geração de jovens que viverá menos que seus pais. O trabalho, que tem o American College of Sports Medicine como coautor, conclui que em 2030 a inatividade física pode abreviar em até cinco anos a expectativa de vida, caso seja mantido o ritmo atual.
    As projeções, que tiveram a participação de 70 especialistas ligados às áreas de saúde e  educação física, indicam que em 18 anos o Brasil terá diminuído em cerca de 34% os níveis de atividade física desde o começo da década passada. Somente entre 2002 e 2007, a queda foi de 6 %.
    Segundo Lisa MacCalIum Carter, executiva global da Nike, que também é coautora da pesquisa, o País começa a sofrer os males que já são sentidos há algumas décadas pelos países mais desenvolvidos - de 1965 a 2009, a queda da atividade física nos Estados Unidos foi de 32%.
    "As máquinas e carros têm feito as atividades físicas por nós, e isso é uma coisa boa, pois apreciamos o padrão de vida moderno. Mas é preciso observar a quantidade de movimento que é perdida por isso e buscar formas de compensar", afirma a executiva. "Se uma criança está  ameaçada de viver uma vida mais curta que seus pais, este é o oposto do progresso humano."
     Segundo Lisa, as estatísticas levam em conta outros fatores, como nutrição, mas o sedentarismo tem papel central, especialmente em países desenvolvidos ou em  desenvolvimento. Ela lembra que as dez doenças que mais matam nos 50 países mais ricos do mundo estão relacionadas à falta de atividade física.

(Disponível em www.estadao.com.br)
Assim como "expectativa", também se escreve com "x" a seguinte palavra:
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952Q31715 | Administração Geral, Administração Geral, Assistente Administrativo, CRESS PR, QUADRIX

As mudanças impostas pela sociedade e seu desenvolvimento tecnológico contribuem para uma nova visão de gestão, baseada em uma dinâmica complexa e centrada nas pessoas, que tem como objetivo a formação de equipes de trabalho interfuncionais. O processo que é uma oportunidade de visualização clara dos pontos individuais, de aumento da autoconfiança, de quebrar barreiras de limitação, para que as pessoas possam conhecer e atingir seu potencial máximo e alcançar suas metas de forma objetiva e, principalmente, assertiva, realizado por meio de sessões individuais ou em grupo, em que um profissional tem a função de estimular, apoiar e despertar no indivíduo o seu potencial infinito para que este conquiste tudo o que deseja, é conhecido como:
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953Q32264 | Português, Assistente Administrativo, CRP GO TO, QUADRIX

Texto associado.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Para crianças, dar é melhor do que receber Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo próprio a outros

21 de junho de 2012 | 15h 24

    Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
    O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
    A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
    "As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
    Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
    Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
    "O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
    A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

(Disponível em www.estodoo.com.br)
Sobre a palavra "pequenas", que aparece em destaque no texto, analise as afirmações.

I.     É um substantivo.
II.    Possui um equivalente masculino.
III,   Pode aparecer no singular.
IV.   Concorda com "crianças" em gênero e número.

É correto o que se afirma em:
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954Q32041 | Raciocínio Lógico, Assistente Administrativo, CRMV RR, QUADRIX

Sejam dadas as proposições r e s:

r: O cavalo está agitado.
s: O cavalo está com medo.

Assinale a alternativa que contém a tradução para a LINGUAGEM CORRENTE, considerando uma proposição com conectivo do tipo conjunção (r∧s).
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955Q158265 | Informática, Memórias, Assistente Administrativo, CREF 11a Região, Quadrix

Paulo descobriu que em seu celular, em seus pen drives, no HD de estado sólido do seu ultrabook e nos cartões de memória de sua câmera digital, é utilizado um tipo de memória que permite armazenar dados por longos períodos, sem precisar de alimentação elétrica. Esse tipo de memória é conhecido como memória:

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956Q30535 | Informática, Sistemas Operacionais, Assistente de Informática, CRA AC, QUADRIX

O console Gerenciador de Servidores foi projetado para executar tarefas básicas de administração do sistema Windows Server 2008. No painel esquerdo do console, os nós primários representam cinco categorias para navegar e selecionar ferramentas, dentre os quais o nó Diagnóstico dá acesso a:
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957Q121426 | Engenharia Civil, Patologia, Analista de Tecnologia da Informação, DATAPREV, Quadrix

A deterioração, por separação de partes do concreto, provocada, em geral, pela expansão devido à oxidação ou dilatação das armaduras, e também pelo aumento de volume do concreto quando este absorve água, recebe o nome de:
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958Q31831 | Português, Assistente Administrativo, CRN SP MS, QUADRIX

Texto associado.
TEXTO I

OBESIDADE QUADRUPLICA EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO, DIZ RELATÓRIO DA
BBC BRASIL

O número de adultos acima do peso ideal ou obesos nos países em desenvolvimento quase quadruplicou desde 1980, diz um relatório divulgado hoje na Grã- Bretanha.

De acordo com o estudo, quase um bilhão de pessoas vivendo nesses países - nações como China, índia, Indonésia, Egito e Brasil - estão acima do peso.

O relatório prevê um "enorme aumento" em casos de ataques cardíacos, derrames e diabetes à medida que os hábitos alimentares no mundo em desenvolvimento se aproximam dos padrões de países desenvolvidos, com mais consumo de açúcar, gordura animal e alimentos industrializados na dieta.

O estudo, feito pelo Overseas Development Institute, um dos principais centros de estudo sobre desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha, comparou dados de 1980 com dados de 2008, e verificou que na América Latina, por exemplo, o percentual de pessoas acima do peso recomendado era de 30% em 1980 e de quase 60% 18 anos depois.

OBESIDADE GLOBALIZADA

Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam obesidade ou sobrepeso - que têm um índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25 - cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008.

A maior parte deste aumento foi visto no mundo em desenvolvimento, especialmente nos países onde os rendimentos da população cresceram, como no Egito e no México.

O relatório do ODI diz que a composição das dietas nesses países mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.
Isso se compara a 557 milhões em países de alta renda. No mesmo período, a população mundial quase dobrou.

Ao mesmo tempo, no entanto, a subnutrição é ainda reconhecida como um problema para centenas de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento, particularmente entre as crianças.

As regiões do Norte da África, Oriente Médio e América Latina apresentaram grandes aumentos nas taxas de sobrepeso e obesidade, para cerca de 58% da população geral, um nível em pé de igualdade com a Europa.
Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%

O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo de 7%, para 22%.

Entre os países, o relatório descobriu que a taxa de sobrepeso e obesidade quase dobrou na China e no México, e aumentou em um terço na África do Sul desde 1980.

Muitos países do Oriente Médio também registraram um alto percentual de adultos com excesso de peso.

"PUBLICIDADE, INFLUÊNCIAS DA MÍDIA"

Um dos autores do relatório, Steve Wiggins, apontou para várias razões explicando os aumentos.
"Com renda mais alta, as pessoas têm a possibilidade de escolher o alimento que eles querem. Mudanças no estilo de vida, o aumento da disponibilidade de alimentos processados, publicidade, influências da mídia... tudo isso levou a mudanças na dieta", afirma.
Wiggins vê o fenômeno especialmente em economias emergentes, onde uma maior classe média vive em centros urbanos e faz pouco exercício físico.

O resultado, diz ele, é "uma explosão de sobrepeso e obesidade nos últimos 30 anos", o que poderia levar a sérias implicações para a saúde.

O estudo cita países que conseguiram evitar aumentos da obesidade graças à valorização de dietas tradicionais à base de cereais e vegetais, como Peru e Coreia do Sul.

(wwwl.folha.uol.com.br/bbc/2014/01/1392816-obesidade-quadruplica-em- paises-em-desenvolvimento-diz-relatorio.shtml)


TEXTO II

POBRES TÊM MAIS DOENÇAS CRÔNICAS, DIZ ESTUDO DA USP DE RIBEIRÃO PRETO
ISABELA PALHARES DE RIBEIRÃO PRETO

Hipertensão, diabetes e colesterol alto ocorrem com maior incidência em pessoas com renda familiar de até dois salários mínimos em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo). Essas três enfermidades são consideradas um termômetro para o risco de doenças cardíacas.

Pesquisa realizada pela FEA-RP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto), da USP, analisou a presença das doenças em 515 pessoas, divididas em cinco faixas de renda familiar.

A faixa de até dois salários mínimos (R$ 1.448) registrou a presença de 28,3% das pessoas com hipertensão, 15,9% com diabetes e 15,9%, com colesterol alto. A incidência é menor nas outras faixas.

Cláudio Miranda, responsável pela pesquisa, afirmou que nessa faixa de renda também há maior concentração de pessoas que afirmam nunca se exercitar (44,2%).

"São dados preocupantes, mas que podem servir para a formulação de políticas públicas. É preciso pensar em maneiras para conscientizar essa parcela da população", disse o pesquisador.

De acordo com o cardiologista do Hospital das Clínicas da USP Fernando Nobre, a população com menor renda em geral apresenta mais casos de obesidade e sedentarismo, condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças analisadas.

"As pessoas de baixa renda têm uma alimentação rica em carboidratos que favorece a obesidade. Some-se à falta de exercícios e você tem a base para essas três doenças", disse Nobre. Há sete anos, desde que descobriu que estava com hipertensão, a analista Luciana Badim, 40, passou a controlar a alimentação. "Tento fazer caminhada também, mas não faço com muita frequência por falta de tempo. A alimentação foi mais fácil de mudar, apesar de dar algumas escapadas", disse.

(wwwl.folha.uol.com.br/cotidiano/ribeiraopreto/2014/01/1402039-pobres- tem-mais-doencas-cronicas-diz-estudo-da-usp-de-ribeirao-preto.shtml)
Em "Há sete anos, desde que descobriu que estava com hipertensão, a analista Luciana Badim, 40, passou a controlar a alimentação", o termo em destaque:

I. funciona como adjunto adnominal.
II. é um complemento nominal.
III. funciona como advérbio de tempo.
IV. funciona como conjunção condicional.

É correto o que se afirma em:
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959Q31832 | Português, Assistente Administrativo, CRN SP MS, QUADRIX

Texto associado.
TEXTO I

OBESIDADE QUADRUPLICA EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO, DIZ RELATÓRIO DA
BBC BRASIL

O número de adultos acima do peso ideal ou obesos nos países em desenvolvimento quase quadruplicou desde 1980, diz um relatório divulgado hoje na Grã- Bretanha.

De acordo com o estudo, quase um bilhão de pessoas vivendo nesses países - nações como China, índia, Indonésia, Egito e Brasil - estão acima do peso.

O relatório prevê um "enorme aumento" em casos de ataques cardíacos, derrames e diabetes à medida que os hábitos alimentares no mundo em desenvolvimento se aproximam dos padrões de países desenvolvidos, com mais consumo de açúcar, gordura animal e alimentos industrializados na dieta.

O estudo, feito pelo Overseas Development Institute, um dos principais centros de estudo sobre desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha, comparou dados de 1980 com dados de 2008, e verificou que na América Latina, por exemplo, o percentual de pessoas acima do peso recomendado era de 30% em 1980 e de quase 60% 18 anos depois.

OBESIDADE GLOBALIZADA

Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam obesidade ou sobrepeso - que têm um índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25 - cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008.

A maior parte deste aumento foi visto no mundo em desenvolvimento, especialmente nos países onde os rendimentos da população cresceram, como no Egito e no México.

O relatório do ODI diz que a composição das dietas nesses países mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.
Isso se compara a 557 milhões em países de alta renda. No mesmo período, a população mundial quase dobrou.

Ao mesmo tempo, no entanto, a subnutrição é ainda reconhecida como um problema para centenas de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento, particularmente entre as crianças.

As regiões do Norte da África, Oriente Médio e América Latina apresentaram grandes aumentos nas taxas de sobrepeso e obesidade, para cerca de 58% da população geral, um nível em pé de igualdade com a Europa.
Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%

O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo de 7%, para 22%.

Entre os países, o relatório descobriu que a taxa de sobrepeso e obesidade quase dobrou na China e no México, e aumentou em um terço na África do Sul desde 1980.

Muitos países do Oriente Médio também registraram um alto percentual de adultos com excesso de peso.

"PUBLICIDADE, INFLUÊNCIAS DA MÍDIA"

Um dos autores do relatório, Steve Wiggins, apontou para várias razões explicando os aumentos.
"Com renda mais alta, as pessoas têm a possibilidade de escolher o alimento que eles querem. Mudanças no estilo de vida, o aumento da disponibilidade de alimentos processados, publicidade, influências da mídia... tudo isso levou a mudanças na dieta", afirma.
Wiggins vê o fenômeno especialmente em economias emergentes, onde uma maior classe média vive em centros urbanos e faz pouco exercício físico.

O resultado, diz ele, é "uma explosão de sobrepeso e obesidade nos últimos 30 anos", o que poderia levar a sérias implicações para a saúde.

O estudo cita países que conseguiram evitar aumentos da obesidade graças à valorização de dietas tradicionais à base de cereais e vegetais, como Peru e Coreia do Sul.

(wwwl.folha.uol.com.br/bbc/2014/01/1392816-obesidade-quadruplica-em- paises-em-desenvolvimento-diz-relatorio.shtml)


TEXTO II

POBRES TÊM MAIS DOENÇAS CRÔNICAS, DIZ ESTUDO DA USP DE RIBEIRÃO PRETO
ISABELA PALHARES DE RIBEIRÃO PRETO

Hipertensão, diabetes e colesterol alto ocorrem com maior incidência em pessoas com renda familiar de até dois salários mínimos em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo). Essas três enfermidades são consideradas um termômetro para o risco de doenças cardíacas.

Pesquisa realizada pela FEA-RP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto), da USP, analisou a presença das doenças em 515 pessoas, divididas em cinco faixas de renda familiar.

A faixa de até dois salários mínimos (R$ 1.448) registrou a presença de 28,3% das pessoas com hipertensão, 15,9% com diabetes e 15,9%, com colesterol alto. A incidência é menor nas outras faixas.

Cláudio Miranda, responsável pela pesquisa, afirmou que nessa faixa de renda também há maior concentração de pessoas que afirmam nunca se exercitar (44,2%).

"São dados preocupantes, mas que podem servir para a formulação de políticas públicas. É preciso pensar em maneiras para conscientizar essa parcela da população", disse o pesquisador.

De acordo com o cardiologista do Hospital das Clínicas da USP Fernando Nobre, a população com menor renda em geral apresenta mais casos de obesidade e sedentarismo, condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças analisadas.

"As pessoas de baixa renda têm uma alimentação rica em carboidratos que favorece a obesidade. Some-se à falta de exercícios e você tem a base para essas três doenças", disse Nobre. Há sete anos, desde que descobriu que estava com hipertensão, a analista Luciana Badim, 40, passou a controlar a alimentação. "Tento fazer caminhada também, mas não faço com muita frequência por falta de tempo. A alimentação foi mais fácil de mudar, apesar de dar algumas escapadas", disse.

(wwwl.folha.uol.com.br/cotidiano/ribeiraopreto/2014/01/1402039-pobres- tem-mais-doencas-cronicas-diz-estudo-da-usp-de-ribeirao-preto.shtml)
Assinale a expressão dos textos que, no desenvolvimento da argumentação, é usada com valor de causa.
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960Q248453 | Português, Interpretação de Textos, Técnico de enfermagem do trabalho, DATAPREV, Quadrix

Texto associado.
Pedro Pedreiro (Chico Buarque)Pedro pedreiro penseiro esperando o trem Manhã parece, carece de esperar também Para o bem de quem tem bem de quem não tem vintém Pedro pedreiro fica assim pensandoAssim pensando o tempo passa e a gente vai ficando pra trás Esperando, esperando, esperando Esperando o sol, esperando o trem Esperando aumento desde o ano passado para o mês que vemPedro pedreiro penseiro esperando o trem Manhã parece, carece de esperar também Para o bem de quem tem bem de quem não tem vintém Pedro pedreiro espera o carnavalE a sorte grande do bilhete pela federal todo mês Esperando, esperando, esperando, esperando o sol Esperando o trem, esperando aumento para o mês que vem Esperando a festa, esperando a sorte E a mulher de Pedro, esperando um filho pra esperar tambémPedro pedreiro penseiro esperando o trem Manhã parece, carece de esperar também Para o bem de quem tem bem de quem não tem vintémPedro pedreiro tá esperando a morte Ou esperando o dia de voltar pro Norte Pedro não sabe, mas talvez no fundo Espere alguma coisa mais linda que o mundo(...) Esperando a festa, esperando a sorte Esperando a morte, esperando o Norte Esperando o dia de esperar ninguém Esperando enfim, nada mais além Da esperança aflita, bendita, infinita do apito de um tremPedro pedreiro pedreiro esperando Pedro pedreiro pedreiro esperando Pedro pedreiro pedreiro esperando o tremQue já vem Que já vem(Disponível em http://letras.mus.br/)
Sobre a letra da canção, analise as afirmações a seguir

I.Os sons de consoantes como "p" e "d" são utilizados para dar ritmo aos versos.

II. Pode-se imaginar que Pedro Pedreiro seja alguém que migrou em busca de uma vida melhor.

III., Pode-se deduzir que Pedro Pedreiro pertence a uma classe abastada da população.

Pode-se afirmar que:
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