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Questões de Concursos SELECON

Resolva questões de SELECON comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1241Q1071496 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Fotógrafo, Câmara de Várzea Grande MT, SELECON, 2023

Afirmar que seres humanos possuem livre-arbítrio para agir é afirmar que:

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1242Q914060 | Português, Adjetivos, Motorista, Prefeitura de Campo Verde MT, SELECON, 2023

Texto associado.
Texto 1

Leia o texto a seguir:


Dê aos homens o direito de chorar

“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...

“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.


Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.

Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
No texto, há apresentação de diversos vocábulos que podem estabelecer conexão por semelhança ou oposição. Aqueles que apresentam uma relação de oposição são:
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1245Q886210 | Arquitetura de Computadores, Técnico de Tecnologia da Informação, CEFET RJ, SELECON, 2024

Um usuário está utilizando uma tabela de representação de caracteres, que é um padrão utilizado pela maior parte da indústria de informática para a troca de informações. Essa tabela é conhecida como:
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1246Q891590 | Turismo, Técnico em Turismo, Prefeitura de Sapezal MT, SELECON, 2024

A atividade turística é caracterizada por fenômenos e relações produzidas a partir do deslocamento de pessoas, com origem no período em que o homem deixa de ser sedentário e passa a viajar com vistas a desenvolver o comércio com outros povos. Da Antiguidade até a Idade Contemporânea, é correto afirmar que podemos observar essa atividade na:
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1247Q993995 | Português, Redação, Agente Censitário de Pesquisas e Mapeamento, IBGE, SELECON, 2023

Texto associado.

Texto II



A importância da informação estatística para as políticas

sociais no Brasil: breve reflexão sobre a experiência do

passado para considerar no presente



O Brasil seria diferente do que é hoje se não fossem as informações produzidas pelo IBGE e por outras instituições do Sistema Estatístico Nacional. Com todas as iniquidades sociais que ainda persistem no país, o quadro seria seguramente pior caso não houvesse informações estatísticas levantadas há mais de 80 anos ou quase 150 anos, se forem considerados os esforços de realização do primeiro Censo Demográfico em 1872, no final do Império, quase 20 anos depois do planejado, pelas resistências da elite latifundiária e escravocrata da época. Não há como não reconhecer que parte das conquistas republicanas de universalização da educação básica, do acesso à água, redução da pobreza, promoção do desenvolvimento regional, ampliação da cobertura do emprego formal e da previdência pelo vasto território brasileiro deve-se à disponibilidade de informação estatística de boa qualidade e cobertura levantada pelo IBGE e outras instituições como o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, os departamentos de estatísticas e pesquisas dos Ministérios e órgãos subnacionais de planejamento e estatística.


É claro que a efetividade das políticas sociais depende de uma série extensa de fatores, mas a informação estatística cumpre papel instrumental relevante em todas as fases de implementaçãode um programa público, da formulação à avaliação do mesmo (HOWLET et al., 2013). Políticas sociais são muito intensivas em informação no processo de seu desenho e implementação. Elas se estruturam como sistemas complexos, articulando programas de natureza universal com ações redistributivas em várias áreas setoriais, operados por agentes em diferentes níveis federativos de governo, em contextos desiguais em termos de capacidade de gestão e de perfil socioeconômico de públicos-alvo. Como discutido em Jannuzi (2016), para que essas políticas e programas sociais consigam cumprir seus objetivos específicos e contribuir para maior efetividade social da ação pública, é necessário produzir informação e estudos de diferentes naturezas – levantamentos diagnósticos detalhados, sistemas de indicadores de monitoramento de ações, pesquisas de avaliação de processos e de resultados de programas, investigação de potenciais impactos e externalidades negativas –, valendo-se de uma combinação plural de metodologias (quali, quanti e participativas), com abordagem de diferentes sujeitos envolvidos (beneficiários, usuários, técnicos na ponta e gestores).


Entre tais levantamentos figuram, em especial, os Censos Demográficos, a cinquentenária Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD, e agora PNAD-Contínua) e as edições, há 20 anos, da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic). Essas pesquisas parecem se constituir nos levantamentos estatísticos mais impactantes para a formulação e avaliação de políticas sociais no Brasil. Há certamente outras pesquisas importantes a serem mencionadas, como as Estatísticas do Registro Civil, as Pesquisas de Orçamento Familiar, a Pesquisa Mensal de Emprego, a Economia Informal Urbana e, mais recentemente, a Pesquisa Nacional de Saúde, cujas contribuições precisam ser resgatadas em outros textos e estudos.


Os Censos têm permitido o desvelamento dos bolsões de pobreza e outras iniquidades no território nacional, nos municípios e seus bairros. As PNAD (e PNAD-C) possibilitam acompanhar os efeitos – e defeitos – de políticas e programas nas mais variadas áreas setoriais, tais como trabalho, educação, saúde, previdência e assistência social, entre as principais. As Munic e, desde 2012, as Pesquisas de Informações Básicas Estatuais (Estadic) têm viabilizado o dimensionamento da capacidade subnacional de gestão de políticas, de equipamentos públicos e de atendimento de serviços sociais. As três pesquisas se destacam pelo conjunto integrado de informações que proporcionam, pela abrangência temática, regularidade e cobertura territorial. Essas características garantiram a produção de dados cruciais para identificação de demandas sociais, elaboração de diagnósticos, formulação de políticas e programas e avaliação da efetividade dos mesmos ao longo das últimas décadas.


É o que se procura resgatar de forma breve e ensaística nesse texto, como subsídio para o debate acerca do mérito e dificuldades de financiamento do Censo 2020, dos suplementos temáticos das PNAD-C, Munic e outras pesquisas do Sistema Estatístico. Trata-se de um debate que precisa ser realizado com perspectiva histórica e pluralidade de visões acerca do uso da informação estatística para o Estado e sociedade no país. Não são pouco gravosas as consequências da eventual descontinuidade de séries históricas de longa data ou a decisão de adiar a captação de dados acerca de novas questões da agenda social no país.


Fonte: JANUZZI, P. M. A importância da informação estatística para as políticas sociais no Brasil: breve reflexão sobre a experiência do passado para considerar no presente. “Revista Brasileira de Estudos de População”, V. 35, N. 1, 2018, p. 1-10. (adaptado)


Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepop/a/77qbqWdQWx3b5gg7wLVmtsF/?lang=pt#



Acesso em 26 jul. 2023.




A alternativa em que a substituição proposta mantém o sentido expresso pela versão original é:
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1248Q982223 | Direito Sanitário, Agente de Endemias ACE, Prefeitura de Barra do Bugres MT, SELECON, 2025

A participação da comunidade na gestão do SUS é uma diretriz fundamental, assegurada pela Lei nº 8.142/90. Essa participação se materializa, principalmente, por meio de duas instâncias colegiadas, que são:
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1249Q869336 | Informática, Inspetor de Alunos, Prefeitura de São Gonçalo RJ, SELECON, 2024

Entre as ferramentas Google, o antigo pacote G-Suíte e, atualmente, o Google Workspace oferecem diversos aplicativos, cada um com uma função bem definida. Assim, um deles possibilita a programação de reuniões e eventos com rapidez e recebimento de lembretes às futuras atividades para se ficar sempre informado. Ele foi criado para equipes, com o objetivo de facilitar o compartilhamento da agenda com outras pessoas e a criação de várias delas de uso compartilhado. Outro aplicativo pode ser usado no ambiente corporativo, como uma ferramenta de videoconferência, tendo padrão HD e acomodando até 500 participantes. Com esse aplicativo, é possível realizar a gravação da reunião online e controlar a interação dos participantes.

Esses programas são conhecidos, respectivamente, como Google:
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1250Q976088 | Técnicas em Laboratório, Técnico de Laboratório em Análises Clínicas, Prefeitura de Lucas do Rio Verde MT, SELECON, 2025

Nossos laboratórios de análises clínicas são realizados diferentes na urina humana, para fins de diagnóstico de doenças renais e do trato urinário. Uma técnica de coleta de amostra urinária que antecede a eliminação do jato inicial e o recolhimento posterior do jato médio é essencial para a realização do teste denominado:
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1251Q916699 | Primeiros Socorros, Primeiros Cuidados, Instrutora do Programa Gente Miúda, Prefeitura de Nova Mutum MT, SELECON, 2024

Os acidentes são eventos inesperados e indesejados que ocorrem de forma abrupta, interrompendo o curso normal de uma atividade e resultando, em muitos casos, em danos físicos, materiais ou ambientais. Na ocorrência de um acidente, os primeiros socorros são decisivos, pois se caracterizam como:
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1252Q886237 | Arquivologia, Assistente em Administração, CEFET RJ, SELECON, 2024

A respeito dos sistemas de acesso aos documentos de arquivo, aquele que se caracteriza por utilizar um índice alfabético remissivo é conhecido como:
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1253Q892660 | Enfermagem, Saúde/40h, Prefeitura de Água Boa MT, SELECON, 2024

O procedimento correto a ser adotado por um enfermeiro, ao identificar um paciente, com uma lesão de pele suspeita de ser uma úlcera por pressão, em estágio avançado, deve ser:
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1254Q1058050 | Português, Sintaxe, Auxiliar, CBM MT, SELECON, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir:


Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961


Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda


Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961.


De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta.


"Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez, as principais causas dessa redução no volume de produção mundial", disse a OIV.


Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de 2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13% em comparação com a média da última década.


Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/12/1053215-producao-global-de-vinho-em-2024-pode-atingir-menor-volume-desde-1961.html. Acesso em: 08 dez. 2024. Texto adaptado
“Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961” (1º parágrafo). Em termos sintáticos, o trecho destacado é classificado como:
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1255Q1058053 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar, CBM MT, SELECON, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir:


Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor volume desde 1961


Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda


Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível mais baixo desde 1961.


De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta.


"Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez, as principais causas dessa redução no volume de produção mundial", disse a OIV.


Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de 2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13% em comparação com a média da última década.


Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2024/12/1053215-producao-global-de-vinho-em-2024-pode-atingir-menor-volume-desde-1961.html. Acesso em: 08 dez. 2024. Texto adaptado
No segundo parágrafo, leem-se as expressões “brusca queda” e “seca extrema”. Os dois termos destacados poderiam ser substituídos respectivamente, sem prejuízo de sentido, por:
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1256Q1014027 | Libras, Educação dos Surdos, Tradutor de Libras, Câmara de Campo Grande MS, SELECON, 2022

A Língua Brasileira de Sinais, também conhecida como Libras, é definida como uma língua visual-motora, visual-espacial ou gestual-visual. E reconhecida como meio legal de comunicação e expressão do pensamento da comunidade surda que se beneficia dessa forma de interação através da experiência visual para compreensão do mundo que os cerca. Pode-se considerar que teve o seu início e desenvolvimento a partir:

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1257Q957200 | Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, Lei nº 2624 de 2008, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, SELECON, 2025

O Código de Posturas do Município de Niterói trata do exercício do poder de polícia da administração pública municipal. Nesse diploma legal, estão abrangidas medidas referentes aos animais. No âmbito do município de Niterói, é permitido(a):
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1258Q1058069 | Português, Interpretação de Textos, Psiquiatria, PM SE, SELECON, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir:

Por que parte do arquivo da internet está desaparecendo para sempre (e o que está sendo feito para evitar isso)

Pesquisas indicam que 25% das páginas web publicadas entre 2013 e 2023 não existem mais.

Os fragmentos remanescentes de papiros, mosaicos e tábuas de cera da Antiguidade nos ensinam o que os moradores de Pompeia comiam no café da manhã, há 2 mil anos atrás.

Aprendendo um pouco de latim medieval, é possível saber quantos animais eram criados no século 11, nas fazendas de Northumberland, no norte da Inglaterra, graças ao Domesday Book – o documento mais antigo dos Arquivos Nacionais do Reino Unido.

Cartas e romances remanescentes mostram como era a vida social na era vitoriana – e quais eram as pessoas mais adoradas ou odiadas da época, no Reino Unido.

Mas os historiadores do futuro podem enfrentar dificuldades para entender totalmente como vivemos hoje, no início do século 21.

O motivo: a combinação da nossa forma de vida digital com a falta de esforços oficiais para arquivar as informações que o mundo produz hoje em dia pode apagar a nossa história.

Mas um grupo informal de organizações vem combatendo as forças da entropia digital. Muitas delas são operadas por voluntários, com pouco apoio institucional.

O maior símbolo da luta para salvar a web é o Internet Archive, uma organização sem fins lucrativos sediada em São Francisco, na Califórnia (EUA).

Criada em 1996 como um projeto apaixonado do pioneiro da internet Brewster Kahle, a organização criou o que pode ser o mais ambicioso projeto de arquivo digital já realizado.

São 866 bilhões de páginas web, 44 milhões de livros, 10,6 milhões de vídeos com filmes e programas de televisão – e muito mais.

Abrigadas em diversos centros de dados espalhados pelo mundo, as coleções do Internet Archive e outros grupos similares são tudo o que temos para evitar a amnésia digital.

"Os riscos são muitos. Não é só a tecnologia que pode falhar, embora isso certamente aconteça", afirma Mark Graham, diretor da Wayback Machine – uma ferramenta do Internet Archive que coleta e armazena cópias de websites para a posteridade.

"O mais importante é que as instituições falham, as empresas fecham. As organizações jornalísticas são devoradas por outras organizações jornalísticas ou saem do ar, como é cada vez mais frequente", exemplifica ele.

Graham destaca que existem inúmeros incentivos para colocar conteúdo online, mas são poucas as razões que fazem as companhias manterem este conteúdo por longo prazo.

Mesmo com todos os feitos já realizados, o Internet Archive e organizações similares enfrentam ameaças financeiras, dificuldades técnicas, ciberataques e batalhas jurídicas geradas por empresas que não gostam da ideia de ver cópias da sua propriedade intelectual disponíveis gratuitamente.

E, como mostram as recentes derrotas na Justiça, o projeto de salvar a internet pode ser tão volátil quanto o próprio conteúdo que ele tenta proteger.

"Cada vez mais, nossos esforços intelectuais, nosso entretenimento, nossas notícias e nossas conversas existem apenas no ambiente digital", explica Graham. "Este ambiente é inerentemente frágil."


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2024/11/6985690-por-queparte-do-arquivo-da-internet-esta-desaparecendo-para-sempre-e-o-que-estasendo-feito-para-evitar-isso.html?utm_source=taboola&utm_medium=taboola-push. Excerto. Acesso em 19/11/2024. Texto adaptado
Segundo o texto, com o passar do tempo, os arquivos da internet:
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1259Q1024279 | Inglês, Vocabulário Vocabulary, Professor Nível Superior Inglês, Prefeitura de Nova Mutum MT, SELECON, 2024

Texto associado.
TEXT:
Flipped learning – could it work for you?
Exploring the benefits, challenges and tips for success

By Stephanie Hirschman
October 2, 2023


Flipped learning is very much a buzz word these days, and it’s worth thinking about whether this approach is suitable for your
lessons. It’s quite easy to define: whereas a more traditional model of teaching involves some sort of initial input (for example a
lecture or demonstration) followed by some sort of related output (for example a discussion or experiment) with some homework to follow, in flipped learning, this order is disrupted. Students do their homework before the class meets by watching a recorded lecture or video or reading an article. This enables them to spend the lesson time on activities which make a more significant contribution to their deep understanding and mastery of important ideas, for example, discussion, roleplay or presentations. It sits well within blended learning as the pre-lesson homework is likely to be accessed online, while the class activities are conducted face-to-face.

Why is it important?
Flipped learning makes good use of technology, allowing students to approach the input at their own level. Some may need to view a video several times more than would be possible in a group classroom setting, with frequent pauses and rewinding to ensure that they have recognized the main points. It’s also possible for students to explore other aspects of a topic, either using further links that the teacher provides, or finding other relevant resources to explore on their own. Finally, they can do the work when and where they wish, and even make use of otherwise “dead” time, like waiting for a bus.


How relevant is it for English language teaching (ELT)?

It’s important to recognize that flipped learning was not developed with ELT contexts in mind. In a language lesson, we may find
students reading a text about, say, major infrastructure projects, but this content is merely a vehicle for some other language point like expressing high numbers or making comparisons. During a conventional English lesson, the teacher would be guiding students through the text, encouraging prediction and other strategies and setting achievable reading or listening tasks to check basic understanding, before introducing key language points in a staged presentation. This would be followed by controlled practice and freer production. It’s not easy to see how this pattern of brief but meaningful interactive activities maps onto flipped learning. ELT texts, even at advanced levels, tend to be too short to be worth exploring in depth, unlike a 30-minute lecture or video thatstudents of other subjects may be watching. Of course, it could be argued that the true content of the lesson, ie the language point, could be the subject of flipped learning, with students watching a presentation on this subject before the class meets. However, this removes the language point from an engaging and meaningful context and furthermore, working alone robs students of the opportunity to ask questions and discuss emergent ideas about meaning, which are key elements of communicative learning.

Tips for success
Nonetheless, it is possible to flip an ELT classroom, with some adjustments:

1. Flipped learning would suit certain types of ELT which are heavily content based, like CLIL or Business. Mature students are more likely to have the motivation required to implement this approach sensibly.

2. It makes sense to devote the final stages of a lesson to introducing the content that students will explore independently before the next class meeting. This should include a justification of why the content was chosen, how students should approach it and how they can check their understanding. Providing some comprehension questions is a minimum. If answers aren’t furnished, the next class meeting could open with an activity to discuss and check these.

3. The teacher must provide an easy and reliable way for students to access the content, for example via an online learning system.

4. It’s reasonable to expect that students will require training and a settling-in period, as they come to terms with the demands of the new system. It could even be worth trialing the routine during a face-to-face lesson, with students accessing content on their phones or laptops, and with some reminders about how to approach a reading text (for example skimming and scanning) or how to make good use of technology to ensure effective listening (for example, rewinding, user slower speed settings or making use of a tape script).

5. Because of the investment required in learner training, flipped learning will be tricky to implement in programs with continuous enrolment. It’s far more suitable for a setting with a termly or yearly intake date.

6. Even when the system is up and running, there will probably always be a number of students who have not prepared adequately for the lesson. This will affect how successful follow-up activities are and the teacher needs some strategies in place to address this.

Available in: https://linguahouse.com/blog/post/flipped-learning-could-it-work-for-you
Acesso: 17/10/2024
Após a leitura do texto, é possível definir “flipped learning” como:
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1260Q1024281 | Inglês, Ensino da Língua Estrangeira Inglesa, Professor Nível Superior Inglês, Prefeitura de Nova Mutum MT, SELECON, 2024

Texto associado.
TEXT:
Flipped learning – could it work for you?
Exploring the benefits, challenges and tips for success

By Stephanie Hirschman
October 2, 2023


Flipped learning is very much a buzz word these days, and it’s worth thinking about whether this approach is suitable for your
lessons. It’s quite easy to define: whereas a more traditional model of teaching involves some sort of initial input (for example a
lecture or demonstration) followed by some sort of related output (for example a discussion or experiment) with some homework to follow, in flipped learning, this order is disrupted. Students do their homework before the class meets by watching a recorded lecture or video or reading an article. This enables them to spend the lesson time on activities which make a more significant contribution to their deep understanding and mastery of important ideas, for example, discussion, roleplay or presentations. It sits well within blended learning as the pre-lesson homework is likely to be accessed online, while the class activities are conducted face-to-face.

Why is it important?
Flipped learning makes good use of technology, allowing students to approach the input at their own level. Some may need to view a video several times more than would be possible in a group classroom setting, with frequent pauses and rewinding to ensure that they have recognized the main points. It’s also possible for students to explore other aspects of a topic, either using further links that the teacher provides, or finding other relevant resources to explore on their own. Finally, they can do the work when and where they wish, and even make use of otherwise “dead” time, like waiting for a bus.


How relevant is it for English language teaching (ELT)?

It’s important to recognize that flipped learning was not developed with ELT contexts in mind. In a language lesson, we may find
students reading a text about, say, major infrastructure projects, but this content is merely a vehicle for some other language point like expressing high numbers or making comparisons. During a conventional English lesson, the teacher would be guiding students through the text, encouraging prediction and other strategies and setting achievable reading or listening tasks to check basic understanding, before introducing key language points in a staged presentation. This would be followed by controlled practice and freer production. It’s not easy to see how this pattern of brief but meaningful interactive activities maps onto flipped learning. ELT texts, even at advanced levels, tend to be too short to be worth exploring in depth, unlike a 30-minute lecture or video thatstudents of other subjects may be watching. Of course, it could be argued that the true content of the lesson, ie the language point, could be the subject of flipped learning, with students watching a presentation on this subject before the class meets. However, this removes the language point from an engaging and meaningful context and furthermore, working alone robs students of the opportunity to ask questions and discuss emergent ideas about meaning, which are key elements of communicative learning.

Tips for success
Nonetheless, it is possible to flip an ELT classroom, with some adjustments:

1. Flipped learning would suit certain types of ELT which are heavily content based, like CLIL or Business. Mature students are more likely to have the motivation required to implement this approach sensibly.

2. It makes sense to devote the final stages of a lesson to introducing the content that students will explore independently before the next class meeting. This should include a justification of why the content was chosen, how students should approach it and how they can check their understanding. Providing some comprehension questions is a minimum. If answers aren’t furnished, the next class meeting could open with an activity to discuss and check these.

3. The teacher must provide an easy and reliable way for students to access the content, for example via an online learning system.

4. It’s reasonable to expect that students will require training and a settling-in period, as they come to terms with the demands of the new system. It could even be worth trialing the routine during a face-to-face lesson, with students accessing content on their phones or laptops, and with some reminders about how to approach a reading text (for example skimming and scanning) or how to make good use of technology to ensure effective listening (for example, rewinding, user slower speed settings or making use of a tape script).

5. Because of the investment required in learner training, flipped learning will be tricky to implement in programs with continuous enrolment. It’s far more suitable for a setting with a termly or yearly intake date.

6. Even when the system is up and running, there will probably always be a number of students who have not prepared adequately for the lesson. This will affect how successful follow-up activities are and the teacher needs some strategies in place to address this.

Available in: https://linguahouse.com/blog/post/flipped-learning-could-it-work-for-you
Acesso: 17/10/2024
Considere a seguinte situação: um professor pede aos seus alunos que assistam a um vídeo explicativo sobre a passagem do tempo antes de ensinar verbos no futuro. Esta prática está alinhada com a teoria de aquisição da linguagem chamada:
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