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Questões de Concursos SELECON

Resolva questões de SELECON comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1801Q993999 | Raciocínio Lógico, Raciocínio Matemático, Agente Censitário de Pesquisas e Mapeamento, IBGE, SELECON, 2023

Um dado de seis faces tem duas faces com o número 2, duas faces com o número 4 e duas faces com o número 6. Três rapazes, Jonas, Fábio e Rafael, jogaram esse dado algumas vezes, não necessariamente a mesma quantidade de vezes. Ao final desses lançamentos, verificou-se que:

- Jonas obteve face com número 2 em 1/3 dos seus lançamentos e face com número 6 nos demais.
- Rafael realizou cinco lançamentos, e o total de pontos obtidos por ele foi o menor possível;
- Fábio realizou a metade dos lançamentos de Jonas, obtendo face com número 4 em todos esses lançamentos.
- A soma dos pontos obtidos por Jonas, Fábio e Rafael foi 50.

Dessa forma, o total de lançamentos realizados pelos três rapazes é igual a:
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1802Q891601 | Turismo, Técnico em Turismo, Prefeitura de Sapezal MT, SELECON, 2024

De modo operacional, pode-se afirmar que o turismo sustentável:
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1803Q893651 | Educação Infantil, Conhecimentos da Educação Infantil, Área: Monitoria, Prefeitura de Lucas do Rio Verde MT, SELECON, 2024

Para o trabalho com o campo de experiência Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações, a Base Nacional Comum Curricular determina que a educação infantil promova:
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1804Q977365 | Português, Advogado, ION de Niterói RJ, SELECON, 2025

Texto associado.

Leia o texto a seguir:



Internet é como o fogo: uma coisa maravilhosa, mas não na mão de criança, diz Vera Iaconelli


Em curso na CasaFolha, psicanalista analisa desafios da parentalidade, como limitar uso de smartphone


"A internet é uma ferramenta maravilhosa. Eu gosto de comparar a internet com a capacidade que o homem teve de produzir o fogo", diz a psicanalista Vera Iaconelli em seu curso na CasaFolha. "Só que o fogo não é para dar na mão de criança. Ele queima, ele machuca."


O problema é que, como pais e mães sabem muito bem, já faz anos que a rede mundial de computadores cabe inteira dentro da maioria dos celulares — os quais, por sua vez, cabem na palma da mão das crianças.


Mudar essa realidade está longe de ser fácil. "Tem uma geração que já começa com a internet, para quem a internet é como a luz elétrica", diz Iaconelli [...], no sentido de que se trata de algo dado como certo e sem o qual não se imagina a vida moderna.


Mas é preciso lidar com essa questão, sustenta a psicanalista, [...] autora dos livros "Criar Filhos no Século XXI" e "Manifesto Antimaternalista", entre outros. Em uma de suas aulas, ela argumenta que a infância é uma proteção para que as crianças não tomem contato com certos aspectos do mundo adulto antes da hora.


"A internet pula o cercadinho da infância e faz com que a criança tenha acesso a inúmeras coisas inadequadas para o desenvolvimento dela." A consequência pode ser vista nos danos à saúde mental de crianças e adolescentes, que sofrem com ansiedade, insatisfação com o próprio corpo, depressão.


"Nós somos uma geração que está pagando o preço não do fato de a internet existir, mas de ela ter sido usada sem nenhuma regulação, sem nenhum controle, sem nenhuma seletividade", afi rma na CasaFolha.


O curso de Iaconelli, chamado "Criar fi lhos no século 21", está na plataforma desde o lançamento, em setembro de 2024. É anterior, portanto, à aprovação da lei que proíbe o uso de celulares em todas as escolas públicas e privadas do país.


Até por isso, a discussão que a psicanalista propõe vai além dos espaços escolares. Ela argumenta [...] que é necessário adotar ações coletivas e individuais para proteger as crianças da internet em todos os ambientes — não só na sala de aula.


"Ficar sem internet, para algumas crianças, é como perder um amigo", diz Iaconelli. "Tem crianças tendo um ataque porque estão tirando o melhor amigo dela."


Isso significa, em muitos casos, que a criança confi a mais na internet do que nos adultos e que ela perde uma parte relevante da experiência de vida em sociedade.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/02/internet-e-como-o-fogouma-coisa-maravilhosa-mas-nao-na-mao-de-crianca-diz-vera-iaconelli.shtml. Acesso em 05/04/2025. Excerto. Texto adaptado.

Com relação às fontes da informação, Vera Iaconelli fundamenta seu discurso e seus argumentos:
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1805Q977369 | Raciocínio Lógico, Advogado, ION de Niterói RJ, SELECON, 2025

Em uma urna, há 10 bolas vermelhas, 18 bolas amarelas, 30 bolas roxas e 12 bolas verdes. Micael retira, de dentro da urna, uma bola ao acaso. A probabilidade de Micael retirar uma bola roxa ou vermelha é.
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1806Q977370 | Raciocínio Lógico, Advogado, ION de Niterói RJ, SELECON, 2025

Se X, Y, Z e W forem proposições simples e distintas, então o número de linhas da tabela verdade da proposição (X → Y) ↔ (Z → W) será um número maior que:
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1807Q994014 | Português, Parônimos e Homônimos, Gestão, IBGE, SELECON, 2023

Texto associado.
Leia o Texto 1:


Virou moda


Oferta de obras que tratam do mundo dos livros cresce a
olhos vistos. Aqui em casa há uma pilha delas... e continuo
comprando outras


Por Cora Rónai, Rio de Janeiro


Sempre houve livros sobre livros, mas não me lembro de uma época em que houvesse tantos livros sobre livreiros, livrarias e bibliotecas. Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos. Fui juntando os que me pareciam meio irmãos, e logo tinha mais de dez volumes empilhados. Estendi a pesquisa à internet — e acabei comprando mais dois, como se ainda tivesse espaço sobrando em casa.


Mas reparem só: “A livraria mágica de Paris”, “O segredo da livraria de Paris”, “A biblioteca de Paris”, “A livreira de Paris”. Depois há Londres: “A biblioteca secreta de Londres”, “A última livraria de Londres”. E “A pequena livraria dos sonhos”, “A livraria dos achados e perdidos”, “A biblioteca da meia-noite”, “O diário de um livreiro”, “O passeador de livros”.


E nem falo de livros mais antigos, como “O livreiro de Cabul”, ou “84, Charing Cross Road”, que deu origem ao filme “Nunca te vi, sempre te amei”, e que continua sendo o meu livro favorito sobre livros, livreiros e livrarias.


O fenômeno não é apenas ocidental. “Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong” vendeu mais de 250 mil exemplares na Coreia do Sul, e “O que você procura está na biblioteca” é um sucesso no Japão e nos países para os quais já foi traduzido (o Brasil não é um deles, por enquanto, mas escrevi o título em português porque não faria sentido usar alemão, francês ou inglês; em Portugal ele se chama “O que procuras está na biblioteca”).


Eles têm capas parecidas, sobretudo os que se passam em Paris e Londres, e que compõem um subgênero ambientado na Segunda Guerra: as suas capas são nostálgicas, com cenas que poderiam ter saído de filmes de época. A de “A livraria mágica de Paris” é luxuosa, com verniz, filetes dourados, corte pintado de rosa.


“A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho, mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante).


Ainda não li boa parte da pilha; folheei alguns, estou pelo meio de dois ou três. Todos têm uma enorme quantidade de resenhas positivas na Amazon, mas isso não significa necessariamente que sejam bons: é normal que pessoas que gostam de livros se sintam atraídas por livros que falam sobre livros, coletivos de livros e... pessoas que gostam de livros.


Apesar das coincidências de títulos, eles são animais distintos. “A livreira de Paris” é uma história de Sylvia Beach, da Shakespeare and Company e da antológica edição de “Ulisses”; “O diário de um livreiro” conta as aventuras do proprietário do maior sebo da Escócia.


Já “A pequena livraria dos sonhos” e “A livraria dos achados e perdidos” são sessões da tarde em papel, romances ligeiros para quem quer ler na praia sem pensar muito.


E vejam que coincidência: eu estava fotografando todos esses livros para o meu Instagram quando chegou um pacote vindo de Santos. Era “Um intrépido livreiro dos trópicos: crônicas, causos e resmungos”, de José Luiz Tahan, o destemido proprietário da Livraria Realejo.


Não estou dizendo?


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2023/09/07/virou-moda.ghtml. Acesso em 06/09/2023
“Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos” (1º parágrafo). A palavra destacada compõe um par de homônimos com a palavra indicada em:
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1808Q1074400 | Artes Cênicas, História e Atualidades das Artes Cênicas, Ballet, Prefeitura de Nova Mutum MT, SELECON, 2025

Discorrendo sobre a história do balé clássico, Ossona (1988, p. 73) comenta que, no período denominado Renascimento, o balé assumiu uma característica de espetáculo dançante, sendo apresentado em um teatro com uma plateia que habitualmente pagava por seu ingresso. Foi, portanto, nesse período que:
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1809Q886240 | Arquivologia, Protocolo, Assistente em Administração, CEFET RJ, SELECON, 2024

Em uma rotina de protocolo, na atividade de recebimento e classificação, a ação que ocorre posteriormente, após a distribuição da correspondência particular, é a:
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1810Q994017 | Português, Uso da Vírgula, Gestão, IBGE, SELECON, 2023

Texto associado.
Leia o Texto 1:


Virou moda


Oferta de obras que tratam do mundo dos livros cresce a
olhos vistos. Aqui em casa há uma pilha delas... e continuo
comprando outras


Por Cora Rónai, Rio de Janeiro


Sempre houve livros sobre livros, mas não me lembro de uma época em que houvesse tantos livros sobre livreiros, livrarias e bibliotecas. Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos. Fui juntando os que me pareciam meio irmãos, e logo tinha mais de dez volumes empilhados. Estendi a pesquisa à internet — e acabei comprando mais dois, como se ainda tivesse espaço sobrando em casa.


Mas reparem só: “A livraria mágica de Paris”, “O segredo da livraria de Paris”, “A biblioteca de Paris”, “A livreira de Paris”. Depois há Londres: “A biblioteca secreta de Londres”, “A última livraria de Londres”. E “A pequena livraria dos sonhos”, “A livraria dos achados e perdidos”, “A biblioteca da meia-noite”, “O diário de um livreiro”, “O passeador de livros”.


E nem falo de livros mais antigos, como “O livreiro de Cabul”, ou “84, Charing Cross Road”, que deu origem ao filme “Nunca te vi, sempre te amei”, e que continua sendo o meu livro favorito sobre livros, livreiros e livrarias.


O fenômeno não é apenas ocidental. “Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong” vendeu mais de 250 mil exemplares na Coreia do Sul, e “O que você procura está na biblioteca” é um sucesso no Japão e nos países para os quais já foi traduzido (o Brasil não é um deles, por enquanto, mas escrevi o título em português porque não faria sentido usar alemão, francês ou inglês; em Portugal ele se chama “O que procuras está na biblioteca”).


Eles têm capas parecidas, sobretudo os que se passam em Paris e Londres, e que compõem um subgênero ambientado na Segunda Guerra: as suas capas são nostálgicas, com cenas que poderiam ter saído de filmes de época. A de “A livraria mágica de Paris” é luxuosa, com verniz, filetes dourados, corte pintado de rosa.


“A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho, mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante).


Ainda não li boa parte da pilha; folheei alguns, estou pelo meio de dois ou três. Todos têm uma enorme quantidade de resenhas positivas na Amazon, mas isso não significa necessariamente que sejam bons: é normal que pessoas que gostam de livros se sintam atraídas por livros que falam sobre livros, coletivos de livros e... pessoas que gostam de livros.


Apesar das coincidências de títulos, eles são animais distintos. “A livreira de Paris” é uma história de Sylvia Beach, da Shakespeare and Company e da antológica edição de “Ulisses”; “O diário de um livreiro” conta as aventuras do proprietário do maior sebo da Escócia.


Já “A pequena livraria dos sonhos” e “A livraria dos achados e perdidos” são sessões da tarde em papel, romances ligeiros para quem quer ler na praia sem pensar muito.


E vejam que coincidência: eu estava fotografando todos esses livros para o meu Instagram quando chegou um pacote vindo de Santos. Era “Um intrépido livreiro dos trópicos: crônicas, causos e resmungos”, de José Luiz Tahan, o destemido proprietário da Livraria Realejo.


Não estou dizendo?


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2023/09/07/virou-moda.ghtml. Acesso em 06/09/2023
Leia o trecho a seguir, extraído do 6º parágrafo, para responder à questão:

“A biblioteca da meia-noite” também capricha nobrilho, mas fala menos sobre livros do quesobreoportunidades perdidasevidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante)

A vírgula que antecede a conjunção “mas” foi empregada para:
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1811Q957153 | Direito Constitucional, Direito à Liberdade, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, SELECON, 2025

O artigo 5º, inciso IV, da CRFB/88, versa sobre a liberdade de manifestação do pensamento. Esse artigo apresenta em sua redação um direito e uma garantia. Dessa forma, é possível afirmar que:
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1812Q898529 | Psiquiatria, Edital nº 2, Prefeitura de Sapezal MT, SELECON, 2024

No sistema nervoso há divisões centrais periféricas que atuam de modo complementar, na detecção, na condução, na integração, na percepção e na produção de comportamentos (Santos et al.,2015). As fontes sensoriais e os comandos motores apresentam quais componentes periféricos responsáveis por essa comunicação:
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1813Q1074402 | Artes Cênicas, Artes Cênicas e Educação, Ballet, Prefeitura de Nova Mutum MT, SELECON, 2025

O ensino do balé clássico, com base no método Vaganova, na faixa etária dos 15 anos, de acordo com a sugestão de Nabinger et al. (2024), deve ter como objetivo central lapidar a técnica, estimulando a sensibilidade de cada aluno, sua singularidade e aptidões. Entre os objetivos específicos para a referida faixa etária apontada enquanto último módulo, os autores elencam:
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1814Q892644 | Gestão de Pessoas, Saúde/40h, Prefeitura de Água Boa MT, SELECON, 2024

A administração de conflitos é parte integrante das atividades das relações humanas em uma organização. Dentre os estilos de conflitos, aquele que reflete o elevado grau de assertividade e cooperação em que ambas as partes ganham e se comprometem com a solução encontrada, denomina-se:
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1815Q977380 | Sistemas Operacionais, Comandos, Advogado, ION de Niterói RJ, SELECON, 2025

Um usuário de um computador com sistema operacional Linux precisa utilizar um comando para renomear um arquivo em seu diretório. O comando para essa ação é:
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1816Q869096 | Enfermagem, Auxiliar de Serviços Hospitalares, SADMS, SELECON, 2024

A desinfecção de câmaras frigoríficas pode ser realizada com:
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1817Q1066728 | Administração Pública, Gestão de Politicas Públicas, Analista de Captação, HEMOMINAS, SELECON, 2025

Para realização de uma avaliação de formulação ou de reformulação de programas, projetos ou mesmo campanha, é necessária a elaboração de um instrumento operacional de monitoramento da realidade social, ou seja, é preciso construir o(a):
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1818Q957161 | Direito Administrativo, Improbidade administrativa, Guarda Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, SELECON, 2025

Marco histórico no combate aos atos ilícitos na administração pública, a Lei de Improbidade Administrativa prevê a possibilidade de ser formulado o pedido de indisponibilidade dos réus, a fi m de garantir a integral recomposição do erário ou do acréscimo patrimonial resultante de enriquecimento ilícito. A respeito desse pedido:
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1819Q892650 | Enfermagem, Saúde/40h, Prefeitura de Água Boa MT, SELECON, 2024

Um hospital referência em doenças infecto-parasitárias recebe um paciente com quadro clínico grave, apresentando febre alta, icterícia, náuseas, vômitos e dor abdominal intensa. Ao realizar a anamnese, a equipe obtém informações sobre os hábitos alimentares do paciente, que incluem o consumo frequente de carne suína mal cozida e a ingestão de água de poço sem tratamento. Com base no quadro clínico e nas informações coletadas, a doença infecto-parasitária mais provável de estar afetando o paciente é:
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1820Q994035 | Gestão de Pessoas, Gestão, IBGE, SELECON, 2023

O modelo de desenho de cargos que é mutável, em decorrência do desenvolvimento pessoal do ocupante e do desenvolvimento tecnológico da tarefa, e que tem por base as cinco dimensões essenciais (variedade, autonomia, significado das tarefas, identidade com a tarefa e retroação) denomina-se modelo:
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