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Questões de Concursos UECE CEV

Resolva questões de UECE CEV comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1321Q943069 | Geografia, Prova de Conhecimentos Gerais, UECE, UECE CEV, 2021

Atente para o que se diz a seguir sobre relevo cárstico:

“O relevo cárstico é particularmente associado a rochas calcárias, podendo se referir também, a paisagens similares elaboradas em outras rochas, carbonáticas ou não”.

Piló, Luís B. Geomorfologia Cárstica. Revista Brasileira de Geomorfologia. Vol.1. nº 1. 2000.

Sobre os ambientes cársticos, é correto afirmar que

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1322Q943331 | Geografia, Projeções e Representações, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2021

Durante a construção de uma estrada, utilizou-se uma representação cartográfica cuja escala era de 1:25 000. Nesse mapa, a estrada foi representada por uma linha com 12,7 cm de comprimento. Assim, é correto afirmar que o comprimento real dessa estrada no terreno é
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1323Q943346 | Biologia, A química da vida, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2021

No que diz respeito às substâncias da célula, escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma nos itens abaixo.

( ) Os lipídios, conhecidos popularmente como gorduras, são substâncias insolúveis em solventes orgânicos e solúveis em água.

( ) Os aminoácidos se combinam de diversas formas para dar formar às proteínas.

( ) Proteínas simples são formadas por cadeias de aminoácidos ligadas a grupos prostéticos.

( ) Os carboidratos, também chamados de açúcares, são uma importante fonte de energia para as células.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

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1324Q954101 | Redes de Computadores, Infraestrutura, PGECE, UECE CEV, 2025

Considerando o modelo Open Systems Interconnection (OSI), assinale a opção que corresponde à camada que é responsável pela entrega de mensagens de ponta a ponta e controle de fluxo.
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1325Q946448 | Matemática, Língua Inglesa, UECE, UECE CEV, 2019

Os participantes de uma reunião ocuparam a totalidade dos lugares existentes em mesas que comportavam sete ocupantes cada uma. Entretanto, para melhorar o conforto, foram trazidas mais quatro mesas e os presentes redistribuíram-se, ficando em cada uma das mesas exatamente seis pessoas. Assim, é correto afirmar que o número de participantes na reunião era
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1326Q946453 | Matemática, Áreas e Perímetros, Língua Inglesa, UECE, UECE CEV, 2019

No plano, com o sistema de coordenadas cartesianas usual, seja X a região limitada pelo gráfico da função f : R R, f(x) = 2x, pela reta x = 3 e pelo eixo – x (eixo horizontal). Assim, podese afirmar corretamente que a medida da área da região X é igual a
u. a. ≡ unidade de área
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1327Q943129 | Biologia, Problemas ambientais e medidas de conservação, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

Rachel Carson (1907-1964) foi uma bióloga inglesa que escreveu o livro Primavera Silenciosa, no qual alertou sobre os riscos do uso de inseticidas bioacumuladores, em especial o Dicloro Difenil Tricloroetano (DDT). Com base nessa informação e nos conhecimentos sobre ecologia, é correto afirmar que o DDT
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1328Q954147 | Direito Constitucional, Saúde, Direito, PGECE, UECE CEV, 2025

Sobre a seguridade social, assinale a afirmação FALSA.
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1329Q943141 | Filosofia, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

“Na origem, mythos não se opõe a logos. As duas palavras significam ‘palavra’, ‘relato’, qual seja seu conteúdo. É somente no curso do século V que, entre certos autores, seus campos de aplicação vão se dissociar, mythos passando a designar [...] o que se opõe [...] aos domínios do demonstrado, do verificado, do verossímil, do conveniente”.
Vernant, J.-P. Fronteiras do mito. In: Vernant, J.-P.; Funari, P. P.; Hingley, R. Repensando o mundo antigo. Trad. bras. Renata C. Beleboni e Renata S. Garraffoni. Campinas, SP: IFCH/Unicamp, 2005.
Acerca das relações históricas, filológicas e filosóficas entre mythos e lógos, é correto afirmar, com base em Jean-Pierre Vernant, que
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1330Q954156 | Direito Administrativo, Evolução da responsabilidade civil estatal, Direito, PGECE, UECE CEV, 2025

No tocante à responsabilidade civil, a doutrina e a jurisprudência brasileiras advogam que para gerar responsabilidade civil do Estado, devem estar presentes três elementos: a conduta administrativa, o dano e o nexo causal. Esses elementos representam o núcleo da teoria
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1331Q954159 | Direito Administrativo, Requisição administrativa, Direito, PGECE, UECE CEV, 2025

A Constituição Federal, em seu Artigo 5º, XXV, assim dispõe: “no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano”. Essa modalidade de intervenção do Estado na propriedade privada denomina-se
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1332Q943153 | Filosofia, Pensamentos políticos Liberalismo, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

O filme Judas e o messias negro (2021), ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante (Daniel Kaluuya), conta a história de vida de Fred Hampton, revolucionário negro norte-americano, ativista na luta contra o racismo e membro do movimento Panteras Negras. Foi assassinado aos 21 anos, em 1969. Em um vídeo publicado no canal da editora Autonomia Literária, no Youtube, Hampton pode ser visto discursando em um auditório para uma pequena plateia multiétnica, quando diz:
“Povo negro, povo branco pobre, povo indígena pobre, povo porto-riquenho pobre, povo latino-americano pobre, povo pobre de todas as descendências! Eles os agruparam em seus movimentos baseados no racismo, quando o Panteras Negras se levantou e disse: ‘Não importa o que digam, não pensamos em combater fogo com fogo, pensamos em combater água com água’. Vamos combater o racismo, não com racismo, mas vamos combatê-lo com solidariedade. Não vamos combater o capitalismo com capitalismo negro, mas vamos combatê-lo com socialismo”.
Fred Hampton explica como a classe dominante usa o racismo para explorar os trabalhadores, vídeo disponível em https://www.youtube.com/watch?v=Pry4iRfHqEk, acessado em 31-05-2021.
Segundo esse trecho do discurso, é correto afirmar que, para Hampton,
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1333Q944177 | Geografia, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2020

Escreva V ou F, conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir a respeito da dimensão geográfica e geoeconômica da globalização.


( ) Há uma crescente interdependência dos mercados, resultante da abertura das economias nacionais e do avanço tecnológico dos meios de transportes e comunicações, o que tornou a circulação mais rápida, intensificando os fluxos de mercadorias, capitais e informações.
( ) O novo espaço industrial se caracteriza por funcionar em rede e, embora a gestão empresarial seja mantida nas principais metrópoles globais, a produção está em processo de desconcentração com reconcentração em regiões e países de mão de obra barata.
( ) A dimensão cultural da globalização provoca uma certa padronização dos costumes, tendo como referência os hábitos das economias capitalistas centrais, porém, não sem resistências e readequações em alguns países.
( ) Há um fortalecimento das corporações transnacionais, pois estas assumem várias funções que antes eram exercidas pelos Estados, como o controle dos meios de comunicação e energia, eliminando as fronteiras políticas e econômicas dos Estados Nacionais.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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1334Q1054778 | Legislação Estadual, Lei N 9 826 de 1974, Administração, DETRAN CE, UECE CEV, 2018

Considerando o inquérito administrativo, assinale a afirmação verdadeira.
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1335Q944189 | História, Mercantilismo, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2020

Atente para o seguinte excerto de um texto baseado nos estudos da historiadora Mary Del Priore a respeito da cultura e do cotidiano de um período do Brasil Colônia:
“(...) no Brasil de 1650 não existiam tabus como o da virgindade obrigatória até o casamento. Quebrado em tempos modernos, esse tabu ainda estava por nascer em 1600, e até o século XVIII era difícil achar alguém que se casasse sem antes ter tido relações sexuais. Mas o motivo era bem diferente do atual. É que, naquela época, ter filhos era muito importante. A mulher precisava provar ao homem que era fértil, engravidando antes do compromisso, uma regra consentida por toda a comunidade — inclusive pela Igreja, desde que tudo terminasse em casamento."
ALVES, Januária Cristina. O lado feminino do Brasil colonial: a vida das mulheres no século XVI. In: Revista Super Interessante. São Paulo, Editora Abril, v.79, 1994.


O trecho acima apresenta a ideia de que
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1336Q944191 | História, Brasil Monárquico Segundo Reinado 1831 1889, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2020

“Na Europa, o pensamento liberal, cujo lema era ‘liberdade, igualdade e fraternidade’, decepcionara a muitos, gerando várias correntes socialistas que criticavam a desigualdade social. [...] Os liberais radicais do Recife agrupavam-se no Diário Novo para debater as novas ideias. Os líderes do partido eram pessoas de várias tendências, sobretudo progressistas, inconformadas com o quadro político-social de sua província, dominado pela oligarquia agrária.”
BARBEIRO, Heródoto et al. História: volume único para o Ensino Médio (coleção de olho no mundo do trabalho). São Paulo: Scipione, 2004, p. 346-7.

O Movimento revoltoso, ocorrido em Pernambuco, em 1848, que foi influenciado por esses ideários europeus é denominado de
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1337Q1054794 | Legislação de Trânsito, Condução de Escolares, Assistente de Atividade de Trânsito e Transporte, DETRAN CE, UECE CEV, 2018

Para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo depassageiros, de escolares, de emergência ou de produto perigoso, o candidato deverá preencher o(s) seguinte(s) requisito(s):
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1338Q946507 | Inglês, Língua Inglesa, UECE, UECE CEV, 2019

Texto associado.

T E X T


I Used to Fear Being a Nobody. Then I Left

Social Media.


By Bianca Brooks


“What’s happening?”

I stare blankly at the little box as I try to think of something clever for my first tweet. I settle on what’s at the top of my mind: “My only #fear is being a nobody.” How could I know this exchange would begin a dialogue that would continue nearly every day for the next nine years of my life?

I began using Twitter in 2010 as a newly minted high school freshman. Though it began as a hub for my quirky adolescent thoughts, over the years it became an archive of my emotional and intellectual voice — a kind of virtual display for the evolution of my politics and artistic identity. Butafter nine years, it was time to close the archive. My wanting to share my every waking thought became eclipsed by a desire for an increasingly rare commodity — a private life.

Though I thought disappearing from social media would be as simple as logging off, my refusal to post anything caused a bit of a stir among my small but loyal following. I began to receive emails from strangers asking me where I had gone and when I would return. One message read: “Not to be over familiar, but you have to come back eventually. You’re a writer after all. How will we read your writing?” Another follower inquired, “Where will you go?”

The truth is I have not gone anywhere. I am, in fact, more present than ever

Over time, I have begun to sense these messages reveal more than a lack of respect for privacy. I realize that to many millennials, a life without a social media presence is not simply a private life; it is no life at all: We possess a widespread, genuine fear of obscurity.

When I consider the near-decade I have spent on social media, this worry makes sense. As with many in my generation, Twitter was my entry into conversations happening on a global scale; long before my byline graced any publication, tweeting was how I felt a part of the world. Twitter functions much like an echo chamber dependent on likes and retweets, and gaining notoriety is as easy as finding someone to agree with you. For years I poured my opinions, musings and outrage onto my timeline, believing I held an indispensable place in a vital sociopolitical experiment.

But these passionate, public observations were born of more than just a desire to speak my mind — I was measuring my individual worth in constant visibility. Implicit in my follower’s question “Where will you go?” is the resounding question “How will we know where you’ve gone?” Privacy is considered a small exchange for the security of being well known and well liked.

After all, a private life boasts no location markers or story updates. The idea that the happenings of our lives would be constrained to our immediate families, friends and real-life communities is akin to social death in a world measured by followers, views, likes and shares.

I grow weary when I think of this as the new normal for what is considered to be a fruitful personal life. Social media is no longer a mere public extension of our private socialization; it has become a replacement for it. What happens to our humanity when we relegate our real lives to props for the performance of our virtual ones?

For one, a predominantly online existence can lull us into a dubious sense of having enacted concrete change, simply because of a tweet or Instagram post. As “hashtag activism” has obscured longstanding traditions of assembly and protest, there’s concern that a failure to transition from the keyboard to in-person organization will effectively stall or kill the momentum of political movements. (See: Occupy Wall Street.)

The sanctity of our most intimate experiences is also diminished. My grandfather Charles Shaw — a notable musician whose wisdoms and jazz scene tales I often shared on Twitter — passed away last year. Rather than take adequate time to privately mourn the loss of his giant influence in my life alongside those who loved him most, I quickly posted a lengthy tribute to him to my followers. At the time I thought, “How will they remember him if I don’t acknowledge his passing?”

Perhaps at the root of this anxiety over being forgotten is an urgent question of how one ought to form a legacy; with the rise of automation, a widening wealth gap and an unstable political climate, it is easy to feel unimportant. It is almost as if the world is too big and we are much too small to excel in it in any meaningful way. We feel we need as many people as possible to witness our lives, so as not to be left out of a story that is being written too fast by people much more significant than ourselves.

“The secret of a full life is to live and relate to others as if they might not be there tomorrow, as if you might not be there tomorrow,” the writer Anais Nin said. “This feeling has become a rarity, and rarer every day now that we have reached a hastier and more superficial rhythm, now that we believe we are in touch with a greater amount of people. This is the illusion which might cheat us of being in touch deeply with the one breathing next to us.”

I think of those words and at once any fear of obscurity is eclipsed by much deeper ones — the fear of forgoing the sacred moments of life, of never learning to be completely alone, of not bearing witness to the incredible lives of those who surround me.

I observe the world around me. It is big and moving fast. “What’s happening?” I think to myself.

I’m just beginning to find out.


From:www.nytimes.com/Oct. 1, 2019

The author states that people are so much into social media that it has
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1339Q951119 | Matemática, Primeiro Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

Em um plano munido com o sistema de coordenadas cartesianas usual, fixada uma unidade de comprimento (u.c), a equação x2 + y2 + 2x – 2y + 1 = 0 representa uma circunferência com centro no ponto P(p,q) cuja medida do raio é r u.c. Assim, é correto afirmar que o valor da soma p + q + r é igual
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1340Q1054807 | Análise de Balanços, Análise por Índices, Ciências Contábeis, DETRAN CE, UECE CEV, 2018

Se o Ativo for R$ 1.000,00, dos quais 80% representarem o Circulante, e o Passivo, da ordem de R$ 500,00, for 100% Circulante, o Capital de Giro Líquido será de
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