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Questões de Concursos UECE CEV

Resolva questões de UECE CEV comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1661Q679603 | Geografia, Agricultura brasileira, Geografia e História 2 Dia, UECE, UECE CEV, 2019

Atente para as seguintes afirmações sobre a organização da produção agropecuária contemporânea:


I. Os sistemas agrícolas e a produção pecuária podem ser classificados como intensivos e extensivos, de acordo com o grau de capitalização, a maquinaria e o índice de produtividade neles apresentados.
II. Na agricultura familiar, os circuitos produtivos estão envolvidos com setores industriais e de serviços nos quais é imprescindível o uso de agrotóxicos, colheitadeiras, sistemas de irrigação e estruturas complexas de armazenagem e transporte.
III. O cultivo de espécies vegetais únicas em grandes extensões de terra, tais como soja, trigo e milho, favorecem a biodiversidade e impedem a proliferação de pragas na agricultura.

Está correto somente o que se afirma em
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1662Q954056 | Contabilidade Geral, Operações com Mercadorias, Contabilidade, PGECE, UECE CEV, 2025

Considere a situação hipotética em que uma empresa tenha adquirido produtos para revenda pelo valor total de R$ 50.000,00. Para receber o produto em sua loja, a referida empresa pagou R$ 3.000,00 de frete. Na operação de compra, houve incidência de 4% de IPI e 12% de ICMS normal. Com base nisso, assinale a opção que corresponde ao valor a ser debitado na conta ESTOQUES.
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1663Q943563 | Filosofia, Filosofia e Sociologia, UECE, UECE CEV, 2021

“A tarefa da bela aparência artística, segundo Hegel, é libertar-nos da aparência sensorial impura e grosseira. No quadro de um mestre holandês, não é a exata reprodução dos objetos que nos agrada: é que a ‘magia da cor e da iluminação’ transfigura as pobres coisas naturais que são representadas; é que as cenas prosaicas de quermesses e bebedeiras são metamorfoseadas num ‘domingo da vida’; é que a ‘bela aparência’ torna fascinante o que, na vida, nos deixava indiferentes. Assim, a representação artística é uma negação sorrateira do sensível: ante os nossos olhos, o sensível se torna o que ele não é. Mas, é claro, é sempre ante nossos olhos que se efetua essa transmutação; é sempre no sensível que a arte critica o sensível. E porque a obra de arte se apresenta necessariamente numa matéria sensível, ela não pode ser ‘o modo de expressão mais elevado da verdade’. O fato de a obra de arte se dirigir à aísthesis (sensibilidade) constitui, para Hegel, tanto a sua essência como a sua limitação.”

LEBRUN, G. A mutação da obra de arte. In: A filosofia e sua história. São Paulo: Cosac Naify, 2006, p. 332-333 – Adaptado.

Conforme o texto acima, é correto afirmar que, para Hegel, a arte não pode ser o modo de expressão mais elevado da verdade, porque

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1664Q943313 | Matemática, Frações e Números Decimais, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2021

Sabe-se que, no sistema solar, os planetas giram em torno do Sol e que a órbita de cada um deles é uma elipse tendo o Sol como um dos focos. O planeta (ou planetoide) Plutão é o mais distante do Sol. No entanto, esta distância não é constante, pois sua órbita é uma elipse. A excentricidade de uma elipse é definida como a divisão do comprimento da distância focal (2c), pelo comprimento do eixo maior (2a) da elipse 2c /2a = c/a. Quanto maior a excentricidade, mais alongada é a elipse. Sabendo que a maior distância de Plutão ao Sol é aproximadamente 7 u.a. e a menor é aproximadamente 4 u.a., é correto dizer que a medida da excentricidade da órbita de Plutão é aproximadamente

u.a. ≡unidade astronômica

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1665Q943071 | Geografia, Prova de Conhecimentos Gerais, UECE, UECE CEV, 2021

Assinale a opção que expressa corretamente a interpretação geográfica da pandemia do Novo Corona Vírus.
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1666Q943328 | Geografia, Impactos e soluções nos meios natural e rural, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2021

A erosão costeira no estado do Ceará é um fenômeno preocupante que tem afetado algumas áreas ao longo do tempo, como se observa nos municípios de Caucaia e Fortaleza. Este processo tem provocando diversos prejuízos ambientais e socioeconômicos. Dentre as causas desse fenômeno encontram-se
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1667Q944116 | Biologia, Biomas brasileiros, Biologia, UECE, UECE CEV, 2020

Relacione, corretamente, os ambientes com algumas de suas características abaixo apresentadas, numerando os parênteses de acordo com a seguinte indicação:
1. Caatinga 2. Cerrado 3. Floresta Amazônica 4. Pantanal
( ) É o segundo maior complexo vegetacional da América do Sul. No entanto, vem sendo degradado, nas últimas décadas, pela expansão da fronteira agrícola brasileira. ( ) Possui alta diversidade biológica: porém, por manter-se a partir do material orgânico que produz, seu equilíbrio é extremamente sensível às interferências antrópicas. ( ) Abriga uma fauna aquática muito variada. Nesse ambiente, a sobrevivência de diversas espécies como onças, jaguatiricas, lontras e, especialmente, de jacarés é colocada em risco devido ao mercado de peles. ( ) Apresenta índice pluviométrico entre 500 a 700 mm anuais, característica que, quando associada a outras, como por exemplo, à antropização, torna-o passível de desertificação.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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1668Q943351 | Biologia, A herança dos grupos sanguíneos, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2021

Relacione, corretamente, os grupos sanguíneos apresentados a seguir, com seus possíveis genótipos, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.

Coluna I

1. A

2. B

3. AB

4. O

Coluna II

( ) IBIB ou IBi

( ) IAIA ou IAi

( ) ii

( ) IAIB

A sequência correta, de cima para baixo, é:

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1669Q943608 | Espanhol, Língua Espanhola, UECE, UECE CEV, 2021

Apunta la palabra bisílaba.
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1670Q943356 | Educação Física, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2021

A Capoeira é considerada por seus praticantes como luta, dança, jogo, arte, música, expressão corporal e cultural, dentre outras. Acerca dos fatos históricos que envolvem a prática de Capoeira, é INCORRETO dizer que foi
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1671Q943357 | Educação Física, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2021

Atente para o seguinte texto:

Apontada como a principal atleta das Olimpíadas de Tóquio e com uma expectativa de conquistar até seis medalhas de ouro, a ginasta Simone Biles trouxe os holofotes para uma questão que humanizou a estrela e que abrange toda a população mundial: a saúde mental. Após ter uma apresentação aquém do esperado no salto por equipes que rendeu uma prata para os Estados Unidos, a norte-americana surpreendeu a todos ao comunicar que não disputaria mais as finais individuais para se preservar e reconectar corpo e mente.

Disponível em https://www.uol.com.br/esporte/olimpiadas/ultimas-noticias/2021/08/09/top-10-momentos-marcantess-de-toquio.htm, acesso em 08 de setembro de 2021.

Considerando o texto acima, é correto inferir que a prática do esporte de alto rendimento

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1672Q954135 | Sistemas Operacionais, Infraestrutura, PGECE, UECE CEV, 2025

O conceito que se refere ao uso de múltiplos provedores para melhorar a resiliência e a disponibilidade em relação à implantação de infraestrutura em nuvem é denominado
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1673Q1059359 | Matemática, Aritmética e Problemas, Soldado, CBM CE, UECE CEV, 2025

Em uma caixa d’água, cujo volume interno disponível para abrigar o líquido é de 1,33 m3 , já estão depositados 750 litros de água. Sabendo que 1 litro corresponde a 1dm3 de volume, podemos afirmar corretamente que a quantidade de água, em litros, necessária para completar o volume interno total da caixa é igual a
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1675Q954157 | Direito Administrativo, Consórcios públicos, Direito, PGECE, UECE CEV, 2025

Sobre os consórcios públicos, assinale a afirmação FALSA.
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1676Q1054779 | Legislação Estadual, Lei N 9 826 de 1974, Administração, DETRAN CE, UECE CEV, 2018

Quanto ao regime disciplinar dos servidores públicos estaduais, é correto afirmar que
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1677Q1054780 | Legislação Estadual, Lei N 9 826 de 1974, Administração, DETRAN CE, UECE CEV, 2018

No que tange à temática das licenças do servidor público, assinale a opção que completa, corretamente, as lacunas dos seguintes dispositivos legais:

“O servidor poderá ser licenciado por motivo de doença na pessoa _________________________¹, desde que prove ser indispensável a sua assistência pessoal e esta não possa ser prestada simultaneamente com exercício funcional”.

“O funcionário terá direito a licença ____________ ², para acompanhar o cônjuge, também servidor público, quando, de ofício, for mandado servir em outro ponto do Estado, do Território Nacional, ou no Exterior”.

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1678Q1054781 | Legislação de Trânsito, Sistema Nacional de Trânsito, Administração, DETRAN CE, UECE CEV, 2018

Atente à seguinte proposição:

“Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito das respectivas competências, objetivamente, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro”.

Considerando a proposição acima, é correto afirmar que

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1679Q946504 | Inglês, Língua Inglesa, UECE, UECE CEV, 2019

Texto associado.

T E X T


I Used to Fear Being a Nobody. Then I Left

Social Media.


By Bianca Brooks


“What’s happening?”

I stare blankly at the little box as I try to think of something clever for my first tweet. I settle on what’s at the top of my mind: “My only #fear is being a nobody.” How could I know this exchange would begin a dialogue that would continue nearly every day for the next nine years of my life?

I began using Twitter in 2010 as a newly minted high school freshman. Though it began as a hub for my quirky adolescent thoughts, over the years it became an archive of my emotional and intellectual voice — a kind of virtual display for the evolution of my politics and artistic identity. Butafter nine years, it was time to close the archive. My wanting to share my every waking thought became eclipsed by a desire for an increasingly rare commodity — a private life.

Though I thought disappearing from social media would be as simple as logging off, my refusal to post anything caused a bit of a stir among my small but loyal following. I began to receive emails from strangers asking me where I had gone and when I would return. One message read: “Not to be over familiar, but you have to come back eventually. You’re a writer after all. How will we read your writing?” Another follower inquired, “Where will you go?”

The truth is I have not gone anywhere. I am, in fact, more present than ever

Over time, I have begun to sense these messages reveal more than a lack of respect for privacy. I realize that to many millennials, a life without a social media presence is not simply a private life; it is no life at all: We possess a widespread, genuine fear of obscurity.

When I consider the near-decade I have spent on social media, this worry makes sense. As with many in my generation, Twitter was my entry into conversations happening on a global scale; long before my byline graced any publication, tweeting was how I felt a part of the world. Twitter functions much like an echo chamber dependent on likes and retweets, and gaining notoriety is as easy as finding someone to agree with you. For years I poured my opinions, musings and outrage onto my timeline, believing I held an indispensable place in a vital sociopolitical experiment.

But these passionate, public observations were born of more than just a desire to speak my mind — I was measuring my individual worth in constant visibility. Implicit in my follower’s question “Where will you go?” is the resounding question “How will we know where you’ve gone?” Privacy is considered a small exchange for the security of being well known and well liked.

After all, a private life boasts no location markers or story updates. The idea that the happenings of our lives would be constrained to our immediate families, friends and real-life communities is akin to social death in a world measured by followers, views, likes and shares.

I grow weary when I think of this as the new normal for what is considered to be a fruitful personal life. Social media is no longer a mere public extension of our private socialization; it has become a replacement for it. What happens to our humanity when we relegate our real lives to props for the performance of our virtual ones?

For one, a predominantly online existence can lull us into a dubious sense of having enacted concrete change, simply because of a tweet or Instagram post. As “hashtag activism” has obscured longstanding traditions of assembly and protest, there’s concern that a failure to transition from the keyboard to in-person organization will effectively stall or kill the momentum of political movements. (See: Occupy Wall Street.)

The sanctity of our most intimate experiences is also diminished. My grandfather Charles Shaw — a notable musician whose wisdoms and jazz scene tales I often shared on Twitter — passed away last year. Rather than take adequate time to privately mourn the loss of his giant influence in my life alongside those who loved him most, I quickly posted a lengthy tribute to him to my followers. At the time I thought, “How will they remember him if I don’t acknowledge his passing?”

Perhaps at the root of this anxiety over being forgotten is an urgent question of how one ought to form a legacy; with the rise of automation, a widening wealth gap and an unstable political climate, it is easy to feel unimportant. It is almost as if the world is too big and we are much too small to excel in it in any meaningful way. We feel we need as many people as possible to witness our lives, so as not to be left out of a story that is being written too fast by people much more significant than ourselves.

“The secret of a full life is to live and relate to others as if they might not be there tomorrow, as if you might not be there tomorrow,” the writer Anais Nin said. “This feeling has become a rarity, and rarer every day now that we have reached a hastier and more superficial rhythm, now that we believe we are in touch with a greater amount of people. This is the illusion which might cheat us of being in touch deeply with the one breathing next to us.”

I think of those words and at once any fear of obscurity is eclipsed by much deeper ones — the fear of forgoing the sacred moments of life, of never learning to be completely alone, of not bearing witness to the incredible lives of those who surround me.

I observe the world around me. It is big and moving fast. “What’s happening?” I think to myself.

I’m just beginning to find out.


From:www.nytimes.com/Oct. 1, 2019

The author was actively involved with social media for
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1680Q679241 | Matemática, Geometria Plana, Matemática 2° Fase, UECE, UECE CEV, 2019

No plano, a distância do ponto P ao centro O da circunferência cuja medida do raio é 2 cm, é igual a 4 cm. Traçam-se, pelo ponto P, duas retas que tangenciam a circunferência nos pontos M e N determinando o quadrilátero MPNO. A medida, em cm2, da área da região interior ao quadrilátero e exterior à circunferência é
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