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Questões de Concursos UECE CEV

Resolva questões de UECE CEV comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


201Q944169 | Conhecimentos Gerais, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2020

Com a globalização da economia, as relações de produção e consumo têm se contraposto, cada vez mais, à dinâmica da natureza e provocado degradação. Isso tem ocorrido nas mais diversas escalas espaciais e temporais, mesmo existindo um conjunto de normas e leis que regulamentam o uso dos ambientes naturais em vários países, além dos acordos e tratados internacionais que versam sobre a conservação da natureza.

Considerando essa realidade, assinale a opção que corresponde a práticas ambientalmente sustentáveis.
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202Q679095 | Sociologia, Desigualdades de raça, Filosofia e Sociologia 2° Fase, UECE, UECE CEV, 2019

Não restam dúvidas de que a violência é marca central da formação do povo brasileiro e da constituição do Brasil nação, se revelando, primeiramente, mediante o genocídio e o etnocídio indígena e, posteriormente, com a escravidão. [...] Entretanto, cabe destacarmos que a lógica de extermínio e saque não ficou no passado colonial.
BARROSO, M. F. “O começo do fim do mundo”: violência estrutural contra mulheres no contexto da hidrelétrica de Belo Monte. Tese de doutorado, UERJ, 2018, p. 36 e 37.

Considerando o texto acima, assinale a afirmação verdadeira.

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203Q944261 | Sociologia, Globalização, Filosofia e Sociologia, UECE, UECE CEV, 2022

Segundo Ricardo Antunes, o empreendedorismo é um mito que cresce pelo desemprego, o enfraquecimento das políticas sociais e pela inserção das tecnologias digitais, que têm contribuído para novas formas de trabalho autônomo e precarizado. O discurso do empreendedorismo, hoje, ocorre em uma sociedade como a brasileira, em que as taxas de desemprego são elevadas, e a recente reforma trabalhista fez com que o Estado e as empresas flexibilizassem direitos dos trabalhadores. Antunes aponta, ainda, que esse discurso incentiva a informalização e transfere a responsabilidade do Estado para o cidadão pela sua situação de desempregado.
Partindo do exposto, é correto afirmar que
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204Q682634 | Física, Calorimetria, Física e Química, UECE, UECE CEV, 2022

A garrafa térmica foi inventada por Sir James Dewar em 1892 e tornou-se uma ferramenta de uso fundamental em laboratório. Após seu aprimoramento pelos fabricantes de vidro alemães Reinhold Burger e Albert Aschenbrenner, seu uso doméstico se tornou essencial na manutenção de bebidas quentes ou frias. Um cozinheiro tem à sua disposição duas garrafas térmicas idênticas de capacidade térmica desconhecida e mantidas a uma temperatura ambiente de 20°C. Uma das garrafas térmicas recebe 180g de água a uma temperatura de 60°C. Antes do preparo de um chá com água dessa garrafa, o cozinheiro verifica que a água está a 56°C, temperatura de equilíbrio. A segunda garrafa recebe 180g de água a 2°C, que será utilizada no preparo de um suco. Após equilíbrio térmico, a água na segunda garrafa estará a uma temperatura, em °C, de
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205Q932300 | Física, Vestibular Primeiro Semestre UECE, UECE, UECE CEV, 2019

Um dispositivo eletrônico muito comum nos celulares tipo smart phones é o acelerômetro. Dentre as funções desse dispositivo, nos celulares, está a detecção da posição do celular em relação ao campo gravitacional da Terra. O acelerômetro é capaz de identificar se o celular está na posição vertical ou horizontal, alterando automaticamente a imagem e as posições das funções disponíveis na tela do telefone. Considerando que uma das informações disponibilizadas pelo acelerômetro seja o ângulo entre a normal à tela e o vetor força peso do celular, do ponto de vista dimensional, esse ângulo medido pelo acelerômetro
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206Q944168 | Geografia, Hidrografia, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2020

“É importante ressaltar o caráter de interdependência que caracteriza os principais problemas ambientais que assolam os centros urbanos. As questões decorrentes da expansão urbana extensiva e desordenada internas a uma sub-bacia hidrográfica, por exemplo, se transferem indistintamente aos inúmeros corpos d’água que a recobrem e podem extravasar a escala local atingindo toda a macrobacia à qual pertencem.”
Silva, L.; Travassos, L. (2012). Disponível em:https:// revistas.pucsp.br/index.php/metropole/article/view/8708/


Considerando o texto acima, é correto dizer que, durante o período chuvoso, os problemas ambientais urbanos mais expressivos nas bacias hidrográficas envolvem
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207Q946825 | Biologia, Gimnospermas e Angiospermas, Biologia, UECE, UECE CEV, 2019

No que concerne às gimnospermas, escreva V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as seguintes afirmações:
( ) As principais divisões das gimnospermas são cícadas, ginkgos, gnetófitas e coníferas.
( ) Os ginkgos representam a divisão
( ) As gnetófitas compartilham algumas características com as angiospermas.
( ) As coníferas são representadas atualmente por um único gênero.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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208Q943117 | Biologia, Briófitas e Pteridófitas, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

Considerando as características das briófitas e pteridófitas, numere os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação:
1. briófitas; 2. pteridófitas.
( ) Seu tamanho está associado à ausência de vasos para a condução dos nutrientes, os quais são transportados de célula a célula por todo o vegetal. ( ) Samambaias, avencas, xaxins e cavalinhas são alguns dos seus representantes mais conhecidos. ( ) Os musgos e as hepáticas são seus principais representantes. ( ) Foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos para conduzir nutrientes.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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209Q943160 | Sociologia, Conceito de poder, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

Para Michel Foucault, de modo geral, a modernidade estabeleceu novas modalidades de poder que apontam para o surgimento de tecnologias de controle do corpo social ou das coletividades e dos indivíduos. É um novo tipo de poder, em particular, que foi e é criado pelas instituições modernas como o Estado, a escola, os hospitais, a fábrica e a prisão: o biopoder.
Considerando o enunciado acima, avalie as seguintes afirmações:
I. O biopoder é um poder disciplinar e institucional que torna os indivíduos dóceis e úteis. II. O controle em fábricas e hospitais ocorre com a organização do tempo e do espaço. III. O biopoder é entendido como um agente biológico injetado no corpo dos indivíduos. IV. As técnicas de controle nas escolas envolvem assiduidade, postura e obediência.
Em relação a biopoder, está correto o que se diz em
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210Q946502 | Sociologia, Estratificação e desigualdade social, Língua Inglesa, UECE, UECE CEV, 2019

Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha (1866- 1909), autor de Os Sertões – Campanha de Canudos (1902), é seguramente um dos primeiros pensadores deste país que foi capaz de entender o Brasil na sua substância específica de grande diversidade genéticomestiça e conturbada formação social. Os Sertões trata da “Campanha” do exército brasileiro republicano contra o arraial de Canudos, ocorrida no sertão baiano, que durou de meados de 1896 a outubro de 1897. O livro é um clássico da Literatura e das Ciências Sociais e para além de uma interpretação da formação social e cultural do Brasil, é um livro de denúncia contra a então República brasileira: “A Campanha de Canudos foi, na significação integral da palavra, um crime. Denunciemo-lo”.
CUNHA, Euclides da. Os Sertões – Campanha de Canudos. São Paulo: Ática, 1998.
Com base no exposto, assinale a afirmação verdadeira.
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211Q943204 | Matemática, Seno, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

Seja H um hexágono regular cujo centro é o ponto O. Se X e Y são dois vértices consecutivos de H, o ângulo XÔY é chamado de ângulo central relativo ao lado XY do hexágono. Se n é a medida, em graus, de cada ângulo central de H e m é a medida, em graus, de cada um dos ângulos internos de H, então, cos2(m+n) + sen2(m–n) é igual a
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212Q943266 | História, Antiguidade Ocidental Gregos, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

“[...]os banhos públicos eram uma verdadeira instituição na Roma antiga. Ruínas romanas espalhadas pela Europa guardam ainda hoje resquícios das termas, espécie embrionária de sauna. Por um período, havia banhos separados para homens e mulheres. Na época imperial, porém, surgiram os banhos mistos. [...] A prática era condenada. Segundo o Código de Justiniano, elaborado no século VI, bastava que uma mulher casada frequentasse as termas para que pudesse ser repudiada”.
BOLOGNE, Jean-Claude. A intimidade compartilhada. Revista História Viva, Ano III, N. 27, São Paulo: Duetto.
A partir do excerto acima, é correto afirmar que
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213Q943064 | História, Antiguidade Oriental Egípcios, Prova de Conhecimentos Gerais, UECE, UECE CEV, 2021

Considerando as características das sociedades do antigo oriente próximo, numere os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação:

1. Egípcios;

2. Mesopotâmicos;

3. Hebreus;

4. Fenícios.

( ) Viviam em cidades-estados que tinham nas atividades comerciais marítimas sua principal base econômica.

( ) Desenvolveram a escrita cuneiforme, o calendário anual dividido em 12 meses e os princípios da astronomia e da astrologia.

( ) Organizaram seu reino a partir de suas tribos tradicionais e originaram uma religião monoteísta.

( ) Desenvolveram uma avançada cultura com grandes desenvolvimentos na arquitetura, na engenharia e na medicina.

A sequência correta, de cima para baixo,

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214Q944360 | Filosofia, Mito e Filosofia, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2022

“A relação que constatamos entre o nascimento do filósofo e o aparecimento do cidadão não é para nos surpreender. A Cidade (pólis) realiza no plano das formas sociais uma separação entre a sociedade e a natureza; e essa separação pressupõe, no plano das formas mentais, o exercício de um pensamento racional. Com a Cidade, a ordem política se separou da organização cósmica; a Cidade aparece como objeto de uma constante indagação e reflexão, de uma discussão apaixonada e, ao mesmo tempo, argumentada”.
VERNANT, J.-P. A formação do pensamento positivo na Grécia arcaica. In: Mito e pensamento entre os gregos. Tradução de Haiganuch Sarian. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990, p. 462-263. (Texto adaptado)
Com base na citação anterior, é correto afirmar que a filosofia grega nasceu
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216Q944110 | Biologia, Respiração celular e fermentação, Biologia, UECE, UECE CEV, 2020

No que diz respeito aos carboidratos, assinale a afirmação verdadeira.
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217Q943224 | Física, Dilatações, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

Um bloco em forma de paralelepípedo encontra-se sobre uma superfície plana de gelo abaixo de 0 ºC. Para arrastar o referido objeto, um trabalhador percebeu que essa tarefa poderia ser mais fácil se colocasse a face de menor área do objeto em contato com o gelo. A referida situação deve-se
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218Q943197 | Inglês, Infinitivo e gerúndio Infinitive and gerund, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

Texto associado.

The World Might Be Running Low on Americans


The world has been stricken by scarcity. Our post-pandemic pantry has run bare of gasoline, lumber, microchips, chicken wings, ketchup packets, cat food, used cars and Chickfil-A sauce. Like the Great Toilet Paper Scare of 2020, though, many of these shortages are the consequence of near-term, Covid-related disruptions. Soon enough there will again be a chicken wing in every pot and more than enough condiments to go with it.


But there is one recently announced potential shortage that should give Americans great reason for concern. It is a shortfall that the nation has rarely had to face, and nobody quite knows how things will work when we begin to run out.


I speak, of course, of all of us: The world may be running low on Americans — most crucially, tomorrow’s working-age, childbearing, idea-generating, community-building young Americans. Late last month, the Census Bureau released the first results from its 2020 count, and the numbers confirmed what demographers have been warning of for years: The United States is undergoing “demographic stagnation,” transitioning from a relatively fast-growing country of young people to a slow-growing, older nation.


Many Americans might consider slow growth a blessing. Your city could already be packed to the gills, the roads clogged with traffic and housing prices shooting through the roof. Why do we need more folks? And, anyway, aren’t we supposed to be conserving resources on a planet whose climate is changing? Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.


And there is no real reason we have to endure such a transition, not even an environmental one. Even if your own city is packed like tinned fish, the U.S. overall can accommodate millions more people. Most of the counties in the U.S. are losing working-age adults; if these declines persist, local economies will falter, tax bases will dry up, and localgovernments will struggle to maintain services. Growth is not just an option but a necessity — it’s not just that we can afford to have more people, it may be that we can’t afford not to.


But how does a country get more people? There are two ways: Make them, and invite them in. Increasing the first is relatively difficult — birthrates are declining across the world, and while family-friendly policies may be beneficial for many reasons, they seem to do little to get people to have more babies. On the second method, though, the United States enjoys a significant advantage — people around the globe have long been clamoring to live here, notwithstanding our government’s recent hostility to foreigners. This fact presents a relatively simple policy solution to a vexing long-term issue: America needs more people, and the world has people to send us. All we have to do is let more of them in.


For decades, the United States has enjoyed a significant economic advantage over other industrialized nations — our population was growing faster, which suggested a more youthful and more prosperous future. But in the last decade, American fertility has gone down. At the same time, there has been a slowdown in immigration.


The Census Bureau’s latest numbers show that these trends are catching up with us. As of April 1, it reports that there were 331,449,281 residents in the United States, an increase of just 7.4 percent since 2010 — the second-smallest decade-long growth rate ever recorded, only slightly ahead of the 7.3 percent growth during the Depression-struck 1930s.


The bureau projects that sometime next decade — that is, in the 2030s — Americans over 65 will outnumber Americans younger than 18 for the first time in our history. The nation will cross the 400-million population mark sometime in the late 2050s, but by then we’ll be quite long in the tooth — about half of Americans will be over 45, and one fifth will be older than 85.


The idea that more people will lead to greater prosperity may sound counterintuitive — wouldn’t more people just consume more of our scarce resources? Human history generally refutes this simple intuition. Because more people usually make for more workers, more companies, and most fundamentally, more new ideas for pushing humanity forward, economic studies suggest that population growth is often an important catalyst of economic growth.


A declining global population might be beneficial in some ways; fewer people would most likely mean less carbon emission, for example — though less than you might think, since leading climate models already assume slowing population growth over the coming century. And a declining population could be catastrophic in other ways. In a recent paper, Chad Jones, an economist at Stanford, argues that a global population decline could reduce the fundamental innovativeness of humankind. The theory issimple: Without enough people, the font of new ideas dries up, Jones argues; without new ideas, progress could be imperiled.


There are more direct ways that slow growth can hurt us. As a country’s population grows heavy with retiring older people and light with working younger people, you get a problem of too many eaters and too few cooks. Programs for seniors like Social Security and Medicare may suffer as they become dependent on ever-fewer working taxpayers for funding. Another problem is the lack of people to do all the work. For instance, experts predict a major shortage of health care workers, especially home care workers, who will be needed to help the aging nation.


In a recent report, Ali Noorani, the chief executive of the National Immigration Forum, an immigration-advocacy group, and a co-author, Danilo Zak, say that increasing legal immigration by slightly more than a third each year would keep America’s ratio of working young people to retired old people stable over the next four decades.


As an immigrant myself, I have to confess I find much of the demographic argument in favor of greater immigration quite a bit too anodyne. Immigrants bring a lot more to the United States than simply working-age bodies for toiling in pursuit of greater economic growth. I also believe that the United States’ founding idea of universal equality will never be fully realized until we recognize that people outside our borders are as worthy of our ideals as those here through an accident of birth.

In “Another problem is the lack of people to do all the work” there is an example of
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219Q943562 | Filosofia, Pensamentos Políticos, Filosofia e Sociologia, UECE, UECE CEV, 2021

“O comportamento efetivo, ativo do homem para consigo mesmo na condição de ser genérico, ou o acionamento de seu ser genérico como um ser genérico efetivo, na condição de ser humano, somente é possível porque ele efetivamente expõe todas as suas forças genéricas – o que é possível apenas mediante a ação conjunta dos homens, somente enquanto resultado da história –, comportando-se diante delas como frente a objetos.”

Marx, K. Manuscritos Econômico-filosóficos. Trad. bras. Jesus Ranieri. São Paulo: Boitempo Editorial, 2004, p. 22 – Adaptado.


Considerando a citação acima, é correto afirmar que

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220Q943171 | Sociologia, Desigualdade social no Brasil, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

O sociólogo francês Serge Paugam, no fim do século XX, desenvolveu um modelo sociológico de análise sobre o que ele chamou de processo de desqualificação social dos “novos pobres” que surgiram na França com a crise do Estado de Bem-Estar Social. Para Paugam, a desqualificação social passa por um processo de três fases: a fragilidade, a dependência e a ruptura. Na fragilidade, os indivíduos desempregados sobrevivem com uma renda irregular ou com a insegurança financeira. Com a continuidade dessa fragilização, entra-se na dependência, que se caracteriza, no caso do Estado francês, da entrada do indivíduo em programas de proteção social. Na ruptura, os indivíduos acumulam uma série de problemas como a falta de qualquer tipo de auxílio, de trabalho, e enfrentam a ausência de moradia e de saúde e, assim, ingressam na marginalidade.
Tomando como referência esse modelo sociológico sobre a desqualificação social, é correto dizer que
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