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Questões de Concursos UEG

Resolva questões de UEG comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1161Q947113 | Matemática, Inglês, UEG, UEG, 2018

Numa turma de Matemática ocorreu o seguinte número de reprovações na disciplina de Cálculo, em relação aos alunos, apresentadas na tabela a seguir.
Número de Reprovações Meninos Meninas 0 7 10 1 4 6 2 3 5 3 2 4
Com base nos dados apresentados, tem-se que
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1162Q680678 | Matemática, Processo Seletivo UEG, UEG, UEG

A escala se define como
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1163Q947270 | Geografia, Clima, Medicina, UEG, UEG, 2018

Uma estaca de 2 metros de altura, colocada na posição vertical em uma determinada localidade do hemisfério sul sob a luz solar, projeta uma sombra de comprimento X. Considerando-se a inclinação dos raios solares durante o solstício de inverno, tem-se que:
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1164Q947042 | Geografia, Urbanização brasileira, Inglês, UEG, UEG, 2019

Leia a letra de música a seguir.
Chegou o fim de semana, todos querem diversão só alegria, nós estamos no verão [...].
Milhares de casas amontoadas, Ruas de terra Esse é o morro [...].
Aqui não vejo nenhum clube poliesportivo Pra molecada frequentar, Nenhum incentivo O investimento no lazer é muito escasso O centro comunitário é um fracasso [...].
BROWN, Mano. Fim de semana no parque. Intérprete: Racionais MC´s. CD RaioS do Brasil. Zimbabwe, 1993.
A letra da música faz referência a diversos problemas relacionados à vida nas periferias, especialmente das grandes cidades. Quanto a esses problemas, verifica-se que:
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1165Q948841 | Português, Interpretação de Textos, Língua Inglesa, UEG, UEG

Texto associado.

O mundo como pode ser: uma outra globalização


Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

Analisando-se aspectos linguísticos e estruturais do texto, constata-se que
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1166Q947083 | Raciocínio Lógico, Direito, UEG, UEG, 2018

O preço do almoço na churrascaria “Boi Filé” é diferenciado aos domingos. Das 11 às 13 horas o preço I é R$ 35,00 e das 13 às 15 horas o preço II é R$ 42,00. Em um domingo, a churrascaria serviu 735 refeições, totalizando uma arrecadação de R$ 28.756,00. O total de pagantes do preço I e do preço II foi, respectivamente:
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1167Q947084 | Matemática, Poliedros, Direito, UEG, UEG, 2018

As intersecções entre as retas y = -1, x = 1 e y = 3 - x, e , são os vértices de um triângulo. A respeito desse triângulo, é correto afirmar que
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1168Q947130 | História, Primeira Guerra Mundial, Inglês, UEG, UEG, 2018

Leia o texto a seguir. Segundo os cálculos de José Pereira Rego (1816-1892), importante médico da Corte, a doença teria acometido, ao todo, cerca de 90.000 pessoas, mais de um terço da população carioca, estimada, por um relatório do ministério do Império da época, em 266.466 habitantes. Os próprios médicos estavam longe de um consenso sobre a natureza da febre amarela. De onde vinha? Como se propagava? Era contagiosa? Infecciosa? Qual era a cura? Como evitar que a cidade fosse atingida por novas epidemias? Perguntas como estas eram estampadas diariamente nas páginas dos jornais, que começavam a cobrar, de forma mais agressiva, soluções para o problema.
GONÇALVES, Monique de Siqueira. Morte anunciada. História Viva. 2 fev. 2009. Disponível em:<http://historianovest.blogspot.com.br/2009/02/morteanunciada.htmil>. Acesso em: 8 mar. 2018.
A citação refere-se à epidemia de febre amarela que assolou a cidade do Rio de Janeiro em 1850. No contexto da época, acreditava-se que a epidemia era causada
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1169Q947172 | Sociologia, Inglês, UEG, UEG, 2018

Um dos fenômenos mais analisados pela sociologia é o das classes sociais. Algumas análises sociológicas apontam para uma mudança na estrutura de classes na sociedade, o que teria se iniciado após a Segunda Guerra Mundial e com maior intensidade nas décadas posteriores. A respeito das alterações na estrutura de classes que ocorreram a partir dessa época, verifica-se que
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1170Q954633 | Legislação Estadual, Decreto nº 10603 de 2024, Docente, UEG, UEG, 2025

Até 2024, um determinado curso de graduação não era oferecido pela Universidade Estadual de Goiás. Diante disso, foi proposta a criação de um novo curso de graduação para suprir essa lacuna e atender à crescente demanda da área de conhecimento. A deliberação do Conselho Universitário sobre a criação desse curso será pelo
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1171Q954634 | Legislação Estadual, Lei nº 22816 de 2024, Docente, UEG, UEG, 2025

No Plano de Carreira e Remuneração do cargo de Docente de Ensino Superior da Universidade Estadual de Goiás, há previsão de licença para tratamento de saúde em que é inaplicável a suspensão ou o interrompimento do período aquisitivo da licença para aprimoramento e inovação do docente de ensino superior na instituição. Um motivo previsto é:
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1172Q946994 | Inglês, Língua Inglesa, UEG, UEG, 2019

Texto associado.

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Forest fires: the good and the bad

Every year it seems like there’s another disastrous wildfire in the American West. In 2018, nearly 9 million acres were burned in the US alone. Uncontrolled fires often started accidentally by people, rampage and decimate forests. F

or most people, a forest fire is synonymous with disaster. But there are some kinds of forest fires that actually benefit the environment.

A controlled burn is a wildfire that people set intentionally for a specific purpose. Well-thought-out and wellmanaged controlled burns can be incredibly beneficial for forest management—in part because they can help stop an out-of-control wildfire. The technique is called backburning, and it involves setting a controlled fire in the path of the approaching wildfire. All the flammable material is burnt up and extinguished. When the wildfire approaches, there’s no more fuel left for it to keep going, and it dies out.

Controlled burns are also used to prevent forest fires. Even before human involvement, natural, low-intensity wildfires occurred every few years to burn up fuel, plant debris, and dead trees, making way for young, healthy trees and vegetation to thrive. That new growth in turn supports forest wildlife. Forest managers are now replicating this natural strategy when appropriate, starting manageable, slow-burning fires to make room for new life that will help keep the forest healthy in the long term.

The same method is one of WWF’s strategies for maintaining grassland habitats in the Northern Great Plains. Working with partners such as the U.S. Fish and Wildlife Service, WWF has intentionally burned hundreds of acres of prairie land to revitalize these key habitats. The fire burns off tall, aggressive vegetation that isn’t as hospitable to wildlife, and makes room for new growth that attracts bison, birds, and prairie dogs.

This doesn’t mean all intentional wildfires are good – far from it. Many of the fires intentionally set for agriculture and land clearing are at best ill-advised, and at worst devastating. Slash and burn fires are set every day to destroy large sections of forests. Of course, these forests don’t just remove trees; they kill and displace wildlife, alter water cycles and soil fertility, and endanger the lives and livelihoods of local communities. They also can rage out of control. In 1997, fires set intentionally to clear forests in Indonesia escalated into one of the largest wildfires in recorded history. Hundreds of people died; millions of acres burned; already at-risk species like orangutans perished by the hundreds; and a smoke and ash haze hung over southeast Asia for months, reducing visibility and causing acute health conditions.

That’s exactly why WWF helps governments around the world crack down on slash and burn deforestation. WWF also works with farmers and companies to stop unnecessary agricultural burns. And when our scientists think fire could be the best solution for revitalizing wild areas, we bring the right experts to the table to study the situation and come up with a plan.

All fire is risky. To minimize that risk as much as possible, controlled burns must be well-considered, wellplanned, and ignited and maintained by trained professionals. The bottom line? Fire can be a tool for conservation, but only when used the right way.

Disponível em: https://www.worldwildlife.org/stories/forest-fires-the-good-and-the-bad. Acesso em: 08 out. 2019

Analisando os aspectos linguísticos da língua inglesa presentes no texto, constata-se que
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1173Q947006 | Biologia, Estudo dos tecidos, Língua Inglesa, UEG, UEG, 2019

Leia a letra da música a seguir.
Deus deseja que a tua doçura Que também é a dele Se revele, mais pura, na tua pele E que eu pouse a tua mão sobre o teu colo Lua na noite escura E a brancura do pólo se descongele Essa pele de criança Essa rima pra esperança Tão antiga e nova Que põe tudo à prova Esse repouso, essa dança Que me impele, que me lança No meio da vida Pra uma outra trova Pele, pétala calma Pele, parte mais clara da alma Que o mistério se desvele E outra vez mistério seja Sobre tua pele É o que Deus deseja Tua pele luminosa Madrepérola animada Mensagem da rosa, enfim decifrada
(Caetano Veloso)
Ao ler a letra dessa música, percebe-se referência a um órgão do corpo humano. Para amenizar rugas e vincas nesse órgão, substâncias como colágeno, silicone e outras são aplicadas de acordo com recomendação médica na:
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1174Q947034 | História, Antiguidade Ocidental Gregos, Inglês, UEG, UEG, 2019

Leia o texto a seguir.
Assim como sucedeu nas artes plásticas, sobretudo na arquitetura, os romanos dedicaram mais atenção à acumulação de experiências práticas, no campo das ciências [...]. Foram apoiados pelos imperadores os estudos de Medicina, inclusive construindo-se hospitais públicos e até uma escola de medicina, onde se realizavam intervenções cirúrgicas.
AQUINO; DENIZE; OSCAR. História das Sociedades. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1980. p. 268-269.
Os saberes médicos romanos podem ser exemplificados a partir da atuação de
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1175Q947041 | Atualidades, Economia Internacional na Atualidade, Inglês, UEG, UEG, 2019

O Brexit (saída britânica, em tradução literal) vem sendo discutido desde 2016 quando, num plebiscito, cerca de 52% da população do Reino Unido decidiu pela sua separação da União Europeia (UE). As origens desse movimento separatista se devem
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1176Q947052 | Biologia, Problemas ambientais e medidas de conservação, Inglês, UEG, UEG, 2019

A Estratégia Global para a Conservação das Plantas (GSPC) foi estabelecida pela Conferência das Partes em 2002 e estabeleceu uma série de tarefas aos diferentes países. Para cumprimento desta estratégia, o Brasil se comprometeu em preparar a Lista de Espécies da Flora do Brasil (2008-2015) e a Flora do Brasil 2020 no desenvolvimento do programa Reflora, visto que nosso país possui mais de 46 mil espécies de plantas, algas e fungos, representando um dos países com maior biodiversidade no planeta, sendo um participante chave na GSPC. Dentre as diferentes importâncias da publicação da Flora do Brasil em 2020 destaca-se:
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1177Q947053 | Química, Sistemas Homogêneos Equilíbrio Químico na Água pH e pOH, Inglês, UEG, UEG, 2019

Uma solução aquosa de ácido clorídrico, contendo 0,09125 g de HCl, foi diluída com água para 250 mL, em um balão volumétrico. Dado: MM(HCl) = 36,5 g/mol. O pH dessa solução será igual a:
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1178Q947091 | Biologia, Problemas ambientais e medidas de conservação, Direito, UEG, UEG, 2018

A doença de Chagas é causada pelo Trypanossoma cruzi, e recebeu esse nome em referência ao pesquisador brasileiro Carlos Chagas, que estudou o ciclo do parasita. Vale ressaltar que o Trypanossoma cruzi é excretado nas fezes do barbeiro enquanto o inseto ingere o sangue de uma pessoa picada. Ao coçar a pele irritada pela picada, a pessoa pode provocar a penetração do T. cruzi na corrente sanguínea e, possivelmente, desenvolver a doença de Chagas. A respeito desse assunto, verifica-se o seguinte:
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1179Q947098 | História, Imperialismo e Colonialismo do século XIX, Direito, UEG, UEG, 2018

Leia o texto a seguir.
Na manhã do dia 6 de dezembro, o garoto Gessiron Alves Franco (o futuro artista plástico Siron Franco), amigo da família, encontrou os corpos de Wanderley Matteucci (35 anos); Lourdes Pinheiro (23); Walkíria (6); Wagner (5); Wolney (4) e Wilma (9 meses). Apenas a garotinha de 2 anos, Wânia Márcia, inexplicavelmente, foi poupada. Com exceção de Wolney, asfixiado com uma gravata, todos os demais foram mortos a golpe de machado. A chacina causou uma grande comoção em Goiânia e teve repercussão nacional.
OLIVEIRA, E. C. de. A Outra História de Goiânia: crimes e tragédias. In: SILVA, A. L. da; OLIVEIRA, E. C. de (Orgs.). Goiânia em Mosaico: visões sobre a capital do cerrado. Goiânia: Editora da PUC/GO, 2015. p. 82 – 83.

O massacre descrito no texto, ocorrido em Goiânia em 1957, que inspirou a produção de diversos livros e filmes, ficou conhecido como
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1180Q947108 | Inglês, Inglês, UEG, UEG, 2018

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Who's driving?Autonomous cars may be entering the most dangerous phase

Autopilot controls are not yet fully capable of functioning without human intervention – but they’re good enough to lull us into a false sense of security.
When California police officers approached a Tesla stopped in the centre of a five-lane highway outside San Francisco last week, they found a man asleep at the wheel. The driver, who was arrested on suspicion of drunk driving, told them his car was in “autopilot”, Tesla’s semi-autonomous driver assist system.
In a separate incident, firefighters in Culver City reported that a Tesla vehicle parked at the rear of their fire truck as it attended an accident on the freeway. Again, the driver said the vehicle was in autopilot.
The oft-repeated promise of driverless technology is that it will make the roads safer by reducing human error, the primary cause of accidents. However, those vehicles have a long way to go before they can eliminate the drivers.
However, research has shown that drivers get lulled into a false sense of security to the point where their minds and gazes start to wander away from the road. People become distracted or preoccupied with their smartphones. So when the car encounters a situation where the human needs to intervene, the driver can be slow to react.
During tests the IIHS recorded a Mercedes having problems when the lane on the highway forked in two. The radar system locked onto the right-hand exit lane when the driver was trying to go straight.
Concern over this new type of distracted driving is forcing engineers to introduce additional safety features to compensate. For example, GM has introduced eye-tracking technology to check the driver’s eyes are on the road while Tesla drivers can be locked out of autopilot if they ignore warnings to keep their hands on the steering wheel.
In spite of these problems, Tesla’s CEO, Elon Musk, remains bullish about his company’s autonomous technology, even suggesting that by 2019 drivers would be able to sleep in their cars – presumably without being arrested by highway patrol officers.

Disponível em: <https://www.theguardian.com/technology/2018/jan/24/self-driving-cars-dangerous-period-false-security>. Acesso em: 23 fev. 2018. (Adaptado).
Considering to the information expressed in the text, autonomous cars
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