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Questões de Concursos UEMG

Resolva questões de UEMG comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q951341 | Matemática, Aritmética e Problemas, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

Leia o fragmento a seguir:

“Então, quando o cabo do braçalote gemeu, encapelando-se no Cais da verga até os cotovelos do horizonte sem fim, sua memória também rangeu com os dentes da catraca, e pôde lembrar-se de quando estourara a notícia da prisão [...]: o outrora arguto Conde de Oeiras fora considerado traidor e condenado à morte. Subira ao trono [...] e com ela todo o desencanto com a monarquia.”

Fonte: BARRETO, Antônio. A barca dos amantes. 4ª ed. Belo Horizonte[MG]: Lê, p. 27. 2018. [Fragmento: Adaptado]

O fragmento de Antônio Barreto, na obra “A barca dos amantes”, em suas lacunas, retrata personagens históricos como, EXCETO:

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382Q679736 | História, Prova 02, UEMG, UEMG, 2019

Em uma visita ao Brasil em 1869, Joseph Arthur Gobineau, responsável pela criação das teorias raciais, fez o seguinte depoimento: Nem um só brasileiro tem sangue puro porque os exemplos de casamentos entre brancos e negros são tão disseminados que as nuances de cor são infinitas, causando uma degeneração do tipo mais deprimente tanto nas classes baixas como nas superiores.

(CARONE, I.; BENTO, M. A. S. (Org.). Psicologia social do racismo: Estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. RJ: Vozes, 2002. p. 14.)

O pensamento de Gobineau, que influenciou setores da elite brasileira no final do século XIX, alimentou um imaginário

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383Q679738 | História, Brasil Monárquico Segundo Reinado 1831 1889, Prova 02, UEMG, UEMG, 2019

Foi uma lei que não passou de uma manobra política para acalmar as forças dos abolicionistas. Criada em 1871, libertava os bebês nascidos dos escravos brasileiros, mas, na prática, fez com que eles ficassem na escravidão até os 21 anos. A lei abolicionista a qual estamos nos referindo é a:
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384Q679860 | Português, Interpretação de Textos, Prova 05, UEMG, UEMG, 2019

"Responda rápido. O maior índice de crescimento de novos universitários foi registrado em que faixa etária, de acordo com o último Censo do Ensino Superior?

A – 18 a 24 anos C – 40 a 49 anos

B – 24 a 39 anos D – Acima dos 50 anos

Não sabe? Quer a ajuda dos universitários? Cuidado, a maioria talvez não saiba. São os cinqüentões, sessentões e setentões que estão brilhando nos vestibulares. Entraram na vida acadêmica, em 2001, 23% a mais de alunos nessa faixa etária em comparação ao ano anterior. São quase 11 mil contra 8.700 em 2000. A tendência é de crescimento maior em 2002, mas os números só serão divulgados no final deste ano. Essa ocupação da “terceira idade”, nas universidades não se deve por acaso. Basta se ater à explicações do sociólogo Ruda Ricci, professor da PUCMinas, para ver sentido nessa mudança. Ele levanta dois fatores: a cobrança de qualificação pelo mercado de trabalho na década de 90 e a dispensa de pessoas com mais de 45 anos. “O ideal para as empresas eram funcionários na faixa dos 35 anos. Abaixo disso eram consideradas inexperientes e acima não teriam agilidade, já estariam burocratizadas.” Para as empresas, era mais fácil dar treinamento aos jovens. Aos quase cinqüentões só restava uma saída: voltar a estudar ou abrir negócio próprio. Some-se a isso a mudança na previdência, que retardou a aposentadoria, e o aumento na expectativa de vida. “O mercado percebeu que eles são experientes e buscam qualificação. Têm a receita ideal para um bom profissional”, afirma Ruda Ricci, que acredita na multiplicação das oportunidades de trabalho, nos próximos anos, para os cinqüentões. E não está só. Robert Critcheley, autor do livro Reavaliando sua carreira, também vê boas perspectivas. “Hoje convivemos com a primeira geração que chega a essa idade em perfeitas condições físicas e intelectuais.” É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica."

(ARRIEL, Silvânia - Revista Encontro. Abril/2003, p. 43)

“É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica.”

O termo assinalado tem função semelhante em:

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385Q683716 | Química, Grandezas massa, Inglês, UEMG, UEMG, 2025

Em uma reação de decomposição do clorato de potássio, (KClO3) aquecido, a equaçãoquímica é representada da seguinte forma: 2KClO3(s) → 2KCl(s) + 3O2(g)
Considerando-se a Lei da Conservação da Massa e o processo envolvido, aponte a alternativa correta.
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386Q679911 | Biologia, Vírus e bactérias, Prova 07, UEMG, UEMG, 2019

Uma célula que apresenta material genético disperso no citoplasma e ausência de estruturas intracelulares, como mitocôndria, retículo endoplasmático e complexo de Golgi, pertence a
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387Q679931 | Matemática, Porcentagem, Prova 07, UEMG, UEMG, 2019

O posto de combustível ABASTECER vendia o litro da gasolina por R$1,00. Hoje vende o litro da gasolina por R$2,50. Qual foi a porcentagem de aumento que o posto ABASTECER aplicou no preço do litro da gasolina?
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388Q944137 | Inglês, Vestibular, UEMG, UEMG, 2022

Texto associado.
Don’t Look Up: four climate experts on the polarising disaster film

Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it. Here four give their views
Rarely has a film been as divisive as Adam McKay’s climate satire Don’t Look Up. Although it has been watched by millions, and is already Netflix’s third most watched film ever, the response from critics was largely negative. Many found its story of scientists who discover an asteroid heading for Earth a clumsy allegory for the climate crisis, while others just found it boring. But many in the climate movement have praised the film, and audience reviews have been generally positive.
We asked four climate experts to give their views on the film. Warning: spoilers ahead.

Ketan Joshi: ‘The main character of the climate crisis is absent’
[…]
Fiona Harvey: ‘The role of the technoloon, played by Mark Rylance, struck a chord’
[…]
After 17 years of reporting on the climate crisis, I doubted at first that the film had much to tell me about the frustrations of communicating a hypothetical catastrophe. As the film’s scientists first struggled to clothe their data in sober, measured terms, then broke into swearing, armwaving shrieks about provable imminent apocalypse, I nodded along. Yes, that’s what it feels like, and no, no one listens, not until it is too late.
Yet it was illuminating in unexpected ways – something I’ve always struggled with is how rational people can fail to grasp the scale of climate breakdown, how we could leave it so late. As the film shows, it’s partly because vested interests keep it that way, but it’s also just because we’re human. Believing in disaster before it strikes is fundamentally not how we work.
The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord. Cop26 was not a failure, though on the surface that was the obvious conclusion – it was more nuanced than that. Soon after the Cop26 circus left Glasgow, the danger of painting the outcome in such blackand-white terms became apparent, as wellmeaning experts concluded – in all seriousness – as talking didn’t work, our best hope would be for billionaires to bypass the UN and geoengineer the climate from space. Because obviously the answer to a vast uncontrolled experiment on the atmosphere is to conduct a vast uncontrolled experiment on the atmosphere.
[…]
Nina Lakhani: ‘Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists’
[…]
How Kate Dibiasky, the postgraduate student played by Jennifer Lawrence who discovered the comet, is portrayed as an unhinged hysterical woman, will resonate with many female climate scientists and activists whose crucial knowledge has been sidelined. The scene where her parents declare that they’re in favour of the jobs the comet will provide will resonate with millions of people, including me, trying to deal with relatives who have bought into political lies.
[…]
Damian Carrington: ‘It highlights the absurdity of staring disaster in the face, then looking away’
I loved Don’t Look Up, both as an entertainment and as a climate crisis parable. But the movie has been panned by many critics, with the main charge being that it is heavy-handed, blunt and too obvious. But that is exactly the point.
Scientists have been issuing blunt warnings about obvious dangers of global heating for years and have been ignored – carbon emissions are still rising. The film perfectly skewers the key ways in which they have been ignored: for short-term political expediency and short-term corporate profit.
In particular, the movie beautifully portrays the incredulity of scientists that their carefully constructed evidence can be dismissed with bluster such as “we’ll sit tight and assess” by leaders more concerned about today’s political weather and a media more interested in the minutiae of celebrities’ lives.
[…]
The point of the film is savagely highlighting the absurdity of staring disaster in the face, then looking away rather than acting. In that respect, it is a triumph.

Source: https://www.theguardian.com/film/2022/jan/08/dont-look-upfour-climate-experts-on-the-polarising-disaster-film. Access: 08/01/2022.
Consider the following excerpt: “The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord”. Taking into account the context the excerpt was taken from, mark the option which best defines the expression “to strike a chord”.
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389Q944140 | Física, Vestibular, UEMG, UEMG, 2022

Qual nome se dá ao efeito físico que é decorrente da alteração da frequência ondulatória provocada pelo movimento relativo de aproximação ou afastamento entre a fonte de onda e o observador?
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390Q679780 | Português, Interpretação de Textos, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

Um dia, ao começar a escrever um livro didático sobre literatura, tive que dar uma definição da poesia e embatuquei. Eu, que desde os dez anos de idade faço versos; eu, que tantas vezes sentira a poesia passar em mim como uma corrente elétrica e afluir aos meus olhos sob a forma de misteriosas lágrimas de alegria; não soube no momento forjar já não digo uma definição racional, dessas que, segundo a regra da lógica devem convir a todo o definido e só ao definido, mas uma definição puramente empírica, artística, literária. No aperto me socorri de Schiller, em quem o crítico era tão grande quanto o poeta, e disse com ele: “Poesia é a força que atua de maneira diversa e inapreendida, além e acima da consciência.”
(Manuel Bandeira. Poesia e prosa. p. 1271).
A falta de uma definição de poesia fez com que Bandeira, um poeta, recorresse à definição expressa por um outro poeta, Schiller. A definição de Schiller
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391Q679785 | Matemática, Porcentagem, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

Joaquim ganha R$ 1000,00 por mês e Rafael, R$ 800,00. Cada um deles gasta 6% de seu salário com condução. Das afirmações sobre o gasto deles com condução a verdadeira é:
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392Q679808 | Português, Interpretação de Textos, Prova 03, UEMG, UEMG, 2019

Nossas universidades precisam falar inglês

Nosso ensino superior está se internacionalizando. Há um certo fluxo de estudantes estrangeiros de pós-graduação que passam alguns anos em nossas melhores universidades devido a programas de duplo diploma. Entretanto, o número de alunos estrangeiros no Brasil ainda é bastante reduzido. Por exemplo, há mais estudantes norte-americanos na Argentina do que no Brasil. Isso se deve à preferência por um país que fala espanhol e à disponibilidade de programas de graduação em inglês. As universidades brasileiras deveriam considerar a possibilidade de oferecer cursos superiores em inglês juntamente com o português. Atualmente, não existe nenhuma conferência internacional importante que não adote o inglês.

(http://goo.gl/12hak. Acesso: 25/11/2012. Adaptado.)

O principal objetivo desse texto é

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393Q679694 | Português, Interpretação de Textos, Prova 01, UEMG, UEMG, 2019

Esta música é um samba de Adoniran Barbosa e menciona o Brás, um bairro situado na cidade de São Paulo.

O Arnesto nos convidou pra um samba, ele mora no Brás

Nós fumos não encontremos ninguém

Nós voltermos com uma baita de uma reiva

Da outra vez nós num vai mais

No outro dia encontremo com o Arnesto

Que pediu desculpas mais nós não aceitemos

Isso não se faz, Arnesto, nós não se importa

Mas você devia ter ponhado um recado na porta

Um recado assim ói: “Ói, turma, num deu pra esperá

A duvido que isso, num faz mar, num tem importância,

Assinado em cruz porque não sei escrever”.

(http://goo.gl/QXibH. Acesso: 01/11/2012. Adaptado.)

Considerando que a nossa forma de falar, além de ser determinada pela situação comunicativa em que estamos inseridos, pode representar nossa origem sociocultural, o locutor do texto é representado por um

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394Q679956 | Português, Variação Linguística, Prova 11, UEMG, UEMG, 2019

Texto associado.
Cuitelinho

Cheguei na beira do porto
Onde as onda se espaia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia ai ai

Ai quando eu vim
da minha terra
Despedi da parentaia
Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaias
Lá tinha revolução
Enfrentei fortes bataia ai ai

A tua saudade corta
Como aço de navaia
O coração fica aflito
Bate uma a outra faia
E os óio se enche d’água
Que até a vista se atrapaia ai

(http://goo.gl/vsUiC. Acesso: 14/03/2013. Adaptado.)
Esse texto está expresso em uma variante linguística fundamentada em um fator
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395Q951334 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

O enredo do romance “Triste fim de Policarpo Quaresma” gira em torno do personagem-título, funcionário público que:
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396Q951345 | Matemática, Juros Simples, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

O preço do litro de determinado produto de limpeza é igual a R$ 0,32. Se um reservatório industrial tem a forma de um paralelepípedo retângulo reto, medindo internamente 1,2dam × 125cm × 0,08hm, então o preço que se pagará para encher esse reservatório com o referido produto de limpeza será igual a:
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397Q679768 | Geografia, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

O relatório divulgado pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), em 2007, apontou que, até ao final do século, a temperatura do planeta pode subir 4 graus e serão mais frequentes os fenômenos climáticos extremos.
Em relação às fontes energéticas para conterem o aumento da temperatura global, tornou-se urgente
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398Q679769 | Geografia, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

A globalização criou nos espaços econômicos dos países dois circuitos: o superior e o inferior. O que caracteriza os circuitos superior e inferior do ponto de vista econômico é a renda média de seus integrantes e o acesso à modernização tecnológica. O circuito superior é representado pela economia formal, com renda média elevada, que está em conexão com o setor moderno e com acesso aos avanços tecnológicos do espaço globalizado. O setor inferior à economia é o setor informal que apresenta acentuada diferença de renda em relação ao circuito superior e pouco acesso à tecnologia.
Considerando-se a renda média dos circuitos superior e inferior, constata-se que ela é
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399Q679832 | Português, Interpretação de Textos, Prova 04, UEMG, UEMG, 2019

"Responda rápido. O maior índice de crescimento de novos universitários foi registrado em que faixa etária, de acordo com o último Censo do Ensino Superior?

A – 18 a 24 anos C – 40 a 49 anos

B – 24 a 39 anos D – Acima dos 50 anos


Não sabe? Quer a ajuda dos universitários? Cuidado, a maioria talvez não saiba. São os cinqüentões, sessentões e setentões que estão brilhando nos vestibulares. Entraram na vida acadêmica, em 2001, 23% a mais de alunos nessa faixa etária em comparação ao ano anterior. São quase 11 mil contra 8.700 em 2000. A tendência é de crescimento maior em 2002, mas os números só serão divulgados no final deste ano. Essa ocupação da “terceira idade”, nas universidades não se deve por acaso. Basta se ater à explicações do sociólogo Ruda Ricci, professor da PUCMinas, para ver sentido nessa mudança. Ele levanta dois fatores: a cobrança de qualificação pelo mercado de trabalho na década de 90 e a dispensa de pessoas com mais de 45 anos. “O ideal para as empresas eram funcionários na faixa dos 35 anos. Abaixo disso eram consideradas inexperientes e acima não teriam agilidade, já estariam burocratizadas.” Para as empresas, era mais fácil dar treinamento aos jovens. Aos quase cinqüentões só restava uma saída: voltar a estudar ou abrir negócio próprio. Some-se a isso a mudança na previdência, que retardou a aposentadoria, e o aumento na expectativa de vida. “O mercado percebeu que eles são experientes e buscam qualificação. Têm a receita ideal para um bom profissional”, afirma Ruda Ricci, que acredita na multiplicação das oportunidades de trabalho, nos próximos anos, para os cinqüentões. E não está só. Robert Critcheley, autor do livro Reavaliando sua carreira, também vê boas perspectivas. “Hoje convivemos com a primeira geração que chega a essa idade em perfeitas condições físicas e intelectuais.” É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica."

(ARRIEL, Silvânia - Revista Encontro. Abril/2003, p. 43)

O termo destacado está corretamente identificado entre parênteses em:

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400Q944138 | Inglês, Vestibular, UEMG, UEMG, 2022

Texto associado.
Don’t Look Up: four climate experts on the polarising disaster film

Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it. Here four give their views
Rarely has a film been as divisive as Adam McKay’s climate satire Don’t Look Up. Although it has been watched by millions, and is already Netflix’s third most watched film ever, the response from critics was largely negative. Many found its story of scientists who discover an asteroid heading for Earth a clumsy allegory for the climate crisis, while others just found it boring. But many in the climate movement have praised the film, and audience reviews have been generally positive.
We asked four climate experts to give their views on the film. Warning: spoilers ahead.

Ketan Joshi: ‘The main character of the climate crisis is absent’
[…]
Fiona Harvey: ‘The role of the technoloon, played by Mark Rylance, struck a chord’
[…]
After 17 years of reporting on the climate crisis, I doubted at first that the film had much to tell me about the frustrations of communicating a hypothetical catastrophe. As the film’s scientists first struggled to clothe their data in sober, measured terms, then broke into swearing, armwaving shrieks about provable imminent apocalypse, I nodded along. Yes, that’s what it feels like, and no, no one listens, not until it is too late.
Yet it was illuminating in unexpected ways – something I’ve always struggled with is how rational people can fail to grasp the scale of climate breakdown, how we could leave it so late. As the film shows, it’s partly because vested interests keep it that way, but it’s also just because we’re human. Believing in disaster before it strikes is fundamentally not how we work.
The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord. Cop26 was not a failure, though on the surface that was the obvious conclusion – it was more nuanced than that. Soon after the Cop26 circus left Glasgow, the danger of painting the outcome in such blackand-white terms became apparent, as wellmeaning experts concluded – in all seriousness – as talking didn’t work, our best hope would be for billionaires to bypass the UN and geoengineer the climate from space. Because obviously the answer to a vast uncontrolled experiment on the atmosphere is to conduct a vast uncontrolled experiment on the atmosphere.
[…]
Nina Lakhani: ‘Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists’
[…]
How Kate Dibiasky, the postgraduate student played by Jennifer Lawrence who discovered the comet, is portrayed as an unhinged hysterical woman, will resonate with many female climate scientists and activists whose crucial knowledge has been sidelined. The scene where her parents declare that they’re in favour of the jobs the comet will provide will resonate with millions of people, including me, trying to deal with relatives who have bought into political lies.
[…]
Damian Carrington: ‘It highlights the absurdity of staring disaster in the face, then looking away’
I loved Don’t Look Up, both as an entertainment and as a climate crisis parable. But the movie has been panned by many critics, with the main charge being that it is heavy-handed, blunt and too obvious. But that is exactly the point.
Scientists have been issuing blunt warnings about obvious dangers of global heating for years and have been ignored – carbon emissions are still rising. The film perfectly skewers the key ways in which they have been ignored: for short-term political expediency and short-term corporate profit.
In particular, the movie beautifully portrays the incredulity of scientists that their carefully constructed evidence can be dismissed with bluster such as “we’ll sit tight and assess” by leaders more concerned about today’s political weather and a media more interested in the minutiae of celebrities’ lives.
[…]
The point of the film is savagely highlighting the absurdity of staring disaster in the face, then looking away rather than acting. In that respect, it is a triumph.

Source: https://www.theguardian.com/film/2022/jan/08/dont-look-upfour-climate-experts-on-the-polarising-disaster-film. Access: 08/01/2022.
The climate expert Nina Lakhani thinks that “Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists”. Mark the option which best describes the meaning of Nina’s statement.
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