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Questões de Concursos UFSC

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301Q687780 | Ética na Administração Pública, Contador, UFSC, UFSC, 2019

O Decreto nº 1.171/94 aprovou o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. Com base nesse decreto, relacione os termos constantes da coluna 1 às condutas descritas na coluna 2 e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 

Coluna 1 
I. É dever do servidor público 
II. É vedado ao servidor público 

Coluna 2 
( ) jamais retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da coletividade a seu cargo. 
( ) dar o seu concurso a qualquer instituição que atente contra a moral, a honestidade ou a dignidade da pessoa humana. 
( ) ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos. 
( ) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração ao Decreto nº 1.171/94 ou ao Código de Ética de sua profissão. 
( ) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.
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302Q681125 | Português, Interpretação de Textos, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

Texto 1

A linguagem e a constituição da subjetividade

[...] O tema da “constitutividade” remete, de alguma forma, a questões que demandam explicitação, já que supõe uma teoria do sujeito e esta, por seu turno, implica a definição de um lugar nem sempre rígido a inspirar práticas pedagógicas e por isso mesmo políticas.
Quando se admite que um sujeito se constitui, o que se admite junto com isso? Que energeia põe em movimento este processo? É possível determinar seus pontos alfa e ômega? Em que sentido a prática pedagógica faz parte deste processo? Com que “instrumentos” ou “mediações” trabalha este processo?
Obviamente, este conjunto de questões, a que outras podem ser somadas, põe em foco a totalidade do fenômeno humano, sua destinação e sua autocompreensão. Habituados à higiene da racionalidade, ao inescapável método de pensar as partes para nos aproximarmos de respostas provisórias que, articuladas um dia – sempre posto em suspenso e remetido às calendas gregas – possam dar do todo uma visão coerente e uniforme, temos caminhado e nos fixado nas partes, nas passagens, mantendo sempre no horizonte esta suposição de que o todo será um dia compreendido.
Meu objetivo é pôr sob suspeição a esperança que inspira a construção deste horizonte, o ponto de chegada. E pretendo fazer isso discutindo precisamente a noção de constitutividade e as seguintes implicações que me parecem acompanhá-la:
1. admitir a noção de constitutividade implica em admitir um espaço para o sujeito; 
2. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a inconclusibilidade; 
3. admitir a noção de constitutividade implica em admitir o caráter não fechado dos “instrumentos” com que se opera o processo de constituição; 
4. admitir a noção de constitutividade implica em admitir a insolubilidade.
No movimento pendular da reflexão sobre o sujeito, os pontos extremos a que remete nossa cultura situam o sujeito ora em um de seus lados, tomando-o como um deus ex-nihilo, fonte de todos os sentidos, território previamente dado já que racional por natureza (e por definição), espaço onde se processa toda a compreensão. Na outra extremidade, o sujeito é considerado mero ergon, produto do meio ambiente, da herança cultural de seu passado. Entre a metafísica idealista e o materialismo mecanicista, pontos extremos, movimenta-se o pêndulo. E a força deste movimento é territorializada em um de seus pontos. A absorção de elementos outros, não essenciais segundo o espaço em que se situa a reflexão, são acidentes incorporados ao conceito de sujeito que cada corrente professa. Exemplifiquemos pelas posições mais radicais.
Do ponto de vista de uma metafísica religiosa, destinando-se o homem a seu reencontro paradisíaco com seu Criador, de quem é feito imagem e semelhança, os desvios de rota, os pecados, enfim a vida vivida por todos nós, neste tempo de provação, a consciência que, em sua infinita bondade, nos foi concedida pelo Criador, aponta-nos o bem e o mal, ensina-nos, do nada, o arrependimento pela prática deste e a alegria pela prática daquele. Deus e o Diabo, ambos energeia. Impossível um sem o outro, como mostra o “evangelista” contemporâneo José Saramago em O Evangelho Segundo Jesus Cristo. 
Do ponto de vista de um materialismo estreito, o sujeito na vida que vive apenas ocupa lugares previamente definidos pela estrutura da sociedade, cujas formações discursivas e ideológicas já estatuíram, desde sempre, o que se pode dizer, o que se pode pensar. Recortaram o dizível e o indizível. Toda e qualquer pretensão de dizer a sua palavra, de pensar a motu proprio não passa de uma ilusão necessária e ideológica para que o Criador, agora o sistema, a estrutura se reproduza em sua igualdade de movimentos. Assujeitado nestes lugares, o sujeito conduz-se segundo um papel previamente dado. Representamos na vida. Infelizmente uma representação definitiva e sem ensaios. Sempre a representação final de um papel que não escolhemos. E aqui a lembrança de leitor remete a Milan Kundera de A Insustentável Leveza do Ser.
Em nenhum dos extremos a noção de constitutividade situa a essência do que define o sujeito. Elege o fluxo do movimento como seu território sem espaço. Lugar de passagem e na passagem a interação do homem com os outros homens no desafio de construir categorias de compreensão do mundo vivido, nem sempre percebido e dificilmente concebido de forma idêntica pela unicidade irrepetível que é cada sujeito. As interações são perpassadas por histórias contidas e nem sempre contadas. Por interesses contraditórios, por incoerências. São de um presente que, em se fazendo, nos escapa porque sua materialidade é inefável, contendo no aqui agora as memórias do passado e os horizontes de possibilidades de um futuro. Ao associarem a noção de constitutividade à de interação, escolhendo esta como o lugar de sua realização, as concepções bakhtinianas de linguagem e de sujeito trazem, ao mesmo tempo, para o processo de formação da subjetividade, o outro, alteridade necessária, e o fluxo do movimento, cuja energia não está nos extremos, mas no trabalho que se faz cotidianamente, movido por interesses contraditórios, por lutas, mas também por utopias, por sonhos. Presente limitado pelas suas condições de sua possibilidade, e porque limitado mostra que há algo para além das margens (ou não haveria limites). Os instrumentos disponíveis, construídos pela herança cultural e reconstruídos, modificados, abandonados ou recriados pelo presente, têm um passado, mas seu sentido se mede pelo que no presente constrói como futuro.
Professar tal teoria do sujeito é aceitar que somos sempre inconclusos, de uma incompletude fundante e não casual. Que no processo de nos compreendermos a nós próprios apelamos para um conjunto aberto de categorias, diferentemente articuladas no processo de viver. Somos insolúveis (o que está longe de volúveis) no sentido de que não há um ponto rígido, duro, fornecedor de todas as explicações.
Que papel reservar à educação e à leitura neste processo? Considerando que a educação somente se dá pelo processo de mediação entre sujeitos e que a leitura é uma das formas de interação entre os homens – um leitor diante de uma página escrita sabe que por trás desta há um autor (seja ele da ordem que for) com que está se encontrando, então devemos incluir todos os processos educacionais e a leitura entre as interações e por isso mesmo dentro dos processos de constituição das subjetividades.
A leitura do mundo e a leitura da palavra são processos concomitantes na constituição dos sujeitos. Ao “lermos” o mundo, usamos palavras. Ao lermos as palavras, reencontramos leituras do mundo. Em cada palavra, a história das compreensões do passado e a construção das compreensões do presente que se projetam como futuro. Na palavra, passado, presente e futuro se articulam.
GERALDI, João Wanderley. A aula como acontecimento. São Carlos: Pedro & João Editores, 2010, p. 30-32. [Adaptado].
Assinale a alternativa correta em relação aos quatro primeiros parágrafos do texto 1.
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303Q683108 | Jornalismo, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

Sobre o planejamento estratégico em assessoria de imprensa, assinale a alternativa correta.
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304Q686023 | Comunicação Social, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

A escolha que o jornalista faz entre o que merece e o que não merece ser reportado tem sido muito estudada nas últimas décadas, e assim se definiu um conjunto de diretrizes chamadas de “valores notícia”. Nesse contexto, existe a máxima de que “as más notícias são as melhores notícias”. A explicação para tal máxima é que: 
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305Q593449 | Química, Químico, SES SC, UFSC

De acordo com a Resolução – RDC n. 210, de 04 de agosto de 2003, no que tange a Sanitização e Higiene, Validação e Reclamações, indique se são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as afirmativas abaixo.

( ) Os estudos de validação constituem parte essencial das BPF e devem, portanto, ser conduzidos de acordo com protocolos pré-definidos. Deve ser mantido relatório escrito com o resumo dos resultados obtidos e as conclusões. Os processos e procedimentos devem ser estabelecidos de acordo com os resultados do estudo de validação, e devem sofrer revalidações periódicas, para que seja assegurado que os mesmos permaneçam capazes de atingir os resultados planejados. Atenção especial deve ser dada à validação dos processos, dos ensaios de controle e dos procedimentos de limpeza.

( ) A produção de medicamentos exige um alto nível de sanitização e higiene, que deve ser observado em todos os procedimentos de fabricação. As atividades de sanitização e higiene devem abranger equipamentos e aparelhos, materiais de produção e recipientes, produtos para limpeza e desinfecção e qualquer outro aspecto que possa constituir fonte de contaminação para o produto. As fontes potenciais de contaminação devem ser eliminadas através de ações simples de sanitização e higiene.

( ) Os processos considerados críticos devem ser validados, concorrente, prospectiva e/ou retrospectivamente. Quando houver alterações na fórmula-mestra/fórmula-padrão ou um novo método de preparação for introduzido aos processos normais de fabricação, deve demonstrar-se, por validação, a adequação do novo método aos processos de rotina estabelecidos. O processo definido mediante a utilização dos materiais e dos equipamentos especificados deve mostrar-se capaz de dar origem a produtos uniformes, dentro dos padrões de qualidade exigidos. Devem também ser validados os processos de fabricação que tiveram quaisquer modificações significativas, excluindo qualquer mudança de equipamento.

 ( ) Absolutamente todas as reclamações e demais informações referentes a produtos com possíveis desvios de qualidade devem ser cuidadosamente investigadas e registradas de acordo com os procedimentos.

( ) As autoridades sanitárias competentes devem ser comunicadas, apenas no final de cada investigação, pelo fabricante, quando for detectado qualquer desvio significativo de qualidade no processo de fabricação, deteriorização de produto.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

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306Q803965 | Fonoaudiologia, Fonoaudiólogo, SES SC, UFSC

Com relação à paralisia cerebral, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.

( ) O paralítico cerebral apresenta incapacidade funcional motora que afeta a região da cintura escapular e interfere no controle da musculatura orofacial, na respiração e na coordenação pneumofonoarticulatória.

( ) As crianças com paralisia cerebral apresentam maior probabilidade de desenvolver problemas visuais, quando comparadas às crianças típicas da mesma faixa etária.

( ) As crianças com paralisia cerebral apresentam grande variabilidade de tipos de perdas auditivas, tanto condutivas como neurossensoriais.

( ) Em relação aos níveis linguísticos, os paralíticos cerebrais apresentam alteração apenas na produção morfossintática e no desenvolvimento fonológico.

( ) É comum as crianças com paralisia cerebral apresentarem dificuldades educacionais específicas, e não deficiência intelectual.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

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307Q690878 | Jornalismo, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

Sobre as características do jornalismo baseado na internet, assinale a alternativa correta. 
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308Q684099 | Farmácia, Farmacêutico, UFSC, UFSC, 2019

Assinale a alternativa correta em conformidade com a Resolução no 596, de 21 de fevereiro de 2014, que dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica, o Código de Processo Ético e estabelece as infrações e as regras de aplicação das sanções disciplinares.
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309Q801864 | Fonoaudiologia, Fonoaudiólogo, SES SC, UFSC

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas abaixo. Com relação a dados e informações em saúde: ____________: valores ainda não trabalhados; ____________: tradução dos dados trabalhados, descrição de uma situação real: ____________: a quantificação da realidade e permite comparar níveis de saúde entre populações diferentes.

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310Q797046 | Fisioterapia, Fisioterapeuta, SES SC, UFSC

Em relação à ventilação não invasiva, quando utilizamos o CPAP, podemos afirmar que:

 I. ele fornece uma pressão positiva nas vias aéreas durante a expiração.

II. o paciente expira contra uma resistência pressórica preestabelecida.

III. é uma técnica que pode ser aplicada em pacientes com edema agudo de pulmão.

IV. há diferença significativa entre a pressão inspiratória e a expiratória.

Assinale a alternativa CORRETA.

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311Q686326 | Legislação Federal, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

Nos termos da Instrução Normativa nº 8, de 6 de dezembro de 2017, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Controladoria-Geral da União, assinale a alternativa correta em relação ao Programa Gestão e Melhoria da Qualidade (PGMQ).
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312Q802325 | Fonoaudiologia, Fonoaudiólogo, SES SC, UFSC

Sobre fundamentos da Atenção Básica, assinale a alternativa CORRETA.

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313Q538926 | Engenharia Civil, Fundações, Engenheiro Civil, SES SC, UFSC

Assinale a alternativa CORRETA.

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314Q595059 | Química, Químico, SES SC, UFSC

Segundo a ANVISA, assinale a alternativa CORRETA.

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315Q593530 | Química, Químico, SES SC, UFSC

Assinale o que for CORRETO, segundo a ANVISA, sobre auditoria da qualidade.

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316Q802725 | Fonoaudiologia, Fonoaudiólogo, SES SC, UFSC

Em relação ao processamento da linguagem escrita, é CORRETO afirmar que:

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317Q692308 | Legislação Federal, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

Assinale a alternativa correta de acordo com as Instruções Normativas nº 3, de 9 de junho de 2017, e nº 8, de 6 de dezembro de 2017, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Controladoria-Geral da União.
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318Q800274 | Fisioterapia, Fisioterapeuta, SES SC, UFSC

Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo. Na reabilitação cardíaca precoce de um paciente no quarto dia de pós-operatório de revascularização miocárdica em que se atenda os critérios de estabilidade hemodinâmica, qual dos exercícios listados abaixo não está indicado?

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319Q471373 | Educação Física, Professor de Educação Física, SES SC, UFSC

Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação à fisiologia do exercício físico quanto à transferência de energia.

( ) A diferença entre a necessidade de oxigênio e o oxigênio realmente consumido recebe a designação de déficit de oxigênio.

( ) A capacidade máxima para a ressíntese aeróbica do Trifosfato de Adenosina (ATP) é medida quantitativamente como consumo máximo de oxigênio ou VO2 máx.

( ) Em atividades físicas de grande duração e baixa intensidade, a energia é proporcionada quase que exclusivamente pelos fosfatos de alta energia: Trifosfato de Adenosina (ATP) e Creatina Fosfato (CP).

( ) O exercício físico moderado realizado durante a recuperação (recuperação ativa) facilita o processo de recuperação, em comparação com as técnicas passivas.

( ) Os dois principais tipos de fibras musculares são as de contração rápida, de alto poder oxidativo e baixo poder glicolítico, e as de contração lenta, de baixo poder oxidativo e alto poder glicolítico.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

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320Q429550 | Direito Constitucional, Orçamentos, Auditor, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

O Orçamento Público trata-se de documento aprovado em lei, composto da previsão de receitas e da estimativa de despesas a serem executadas pelo Poder Executivo em um determinado exercício, geralmente compreendido por um ano. Com base na Constituição Federal de 1988 assinale a alternativa CORRETA.
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