Início

Questões de Concursos UFSC

Resolva questões de UFSC comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


41Q684838 | Administração Pública, Contador, UFSC, UFSC, 2019

Numere a coluna 2 identificando o tipo de cada entidade da administração indireta da União, conforme listado na coluna 1, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
COLUNA 1 
1. Autarquia 
2. Fundação pública 
3. Empresa pública 
4. Economia mista 
COLUNA 2 
( ) Serviço Federal de Processamento de Dados 
( ) Universidade Federal de Santa Catarina 
( ) Empresa Brasil de Comunicação 
( ) Companhia Brasileira de Trens Urbanos 
( ) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 
( ) Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira 
( ) Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares 
( ) Banco Central
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

42Q684111 | Informática, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

Atualmente são utilizadas duas tecnologias para armazenamento permanente de dados em computadores pessoais: HDD (hard disk drive) e SSD (solid-state drive). Considere as seguintes afirmativas a respeito dessas tecnologias e assinale a alternativa correta.
 
I. A tecnologia SSD consome menos energia que a tecnologia HDD. 
II. A velocidade de leitura/gravação de dados na tecnologia SSD é superior à da tecnologia HDD. 
III. Considerando a capacidade de armazenamento, os dispositivos com base na tecnologia SSD são proporcionalmente mais caros que os com base na tecnologia HDD.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

43Q681369 | Conhecimentos de Serviços Gerais, Farmacêutico, UFSC, UFSC, 2019

A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa do Ministério do Meio Ambiente que objetiva estimular os órgãos públicos do País a implementarem práticas de sustentabilidade. A esse respeito, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. No Brasil, o uso de águas pluviais nas construções sustentáveis urbanas é recomendado somente para ingestão humana.
II. A análise de ciclo de vida é aplicada a produtos, como um copo. Essa metodologia não se aplica a atividades e serviços, como a produção de 1 kJ de energia.
III. Nas compras públicas, comumente o preço de um produto não considerava os custos das externalidades negativas. Essa foi uma das razões para a Lei no 12.349/10 alterar a Lei no 8.666/93, com possibilidade de inclusão de critérios ambientais nas aquisições de bens, contratações de serviços e execução de obras.
IV. A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que os sistemas de devolução dos resíduos aos geradores serão implementados principalmente por meio de acordos setoriais com a indústria. Essa questão envolve a logística reversa.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

44Q689181 | Português, Morfologia 329 Pronome, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

Texto 3 
Papos
– Me disseram... 
– Disseram-me. 
– Hein? 
– O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”. 
– Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”? 
– O quê? – Digo-te que você... 
– O “te” e o “você” não combinam. 
– Lhe digo? 
– Também não. O que você ia me dizer? 
– Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz? 
– Partir-te a cara. 
– Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me. 
– É para o seu bem. 
– Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu... 
– O quê? 
– O mato. 
– Que mato? 
– Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem? 
– Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é elitismo! 
– Se você prefere falar errado... 
– Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me? 
– No caso... não sei. 
– Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não? 
– Esquece. 
– Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos. 
– Depende. 
– Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o. 
– Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser. 
– Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia. 
– Por quê? 
– Porque, com todo este papo, esqueci-lo. 
Verissimo, Luis Fernando. Novas comédias da vida pública, a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM, 1997. [Adaptado]. 
Com base no texto 3 e na norma padrão escrita, analise as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta. 
I. A sequência “Digo-te que você...” (linha 7) pode ser corrigida pela substituição do pronome ‘te’ pelo pronome ‘lhe’. 
II. A sequência “Digo-te que você...” (linha 7) pode ser corrigida pela substituição do pronome ‘você’ pelo pronome ‘tu’. 
III. Em “Me disseram” (linha 1), a forma pronominal deve ser marcada com caso reto, por corresponder ao sujeito da sentença. 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

45Q479012 | Farmácia, Nutrição Clínica, Farmacêutico, SES SC, UFSC

Sobre nutrição parenteral (NP) e manipulação de citostáticos, indique se são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as afirmativas abaixo.

( ) A manipulação da NP deve ser realizada em área classificada grau A ou B (classe 100), circundada por área grau B ou C (classe 10.000), de acordo com as Boas Práticas para Fabricação e Controle de Produtos Farmacêuticos.

( ) De cada NP preparada devem ser reservadas amostras, conservadas sob refrigeração (4 ºC a 11 ºC), para avaliação microbiológica laboratorial e contraprova.

( ) A pressurização da sala de manipulação para medicamentos citostáticos deve ser positiva em relação ao ambiente adjacente.

( ) Somente será permitida a manipulação de medicamento na inexistência de especialidade farmacêutica registrada e comercializada no país, com a mesma forma farmacêutica e dosagem prescritas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

46Q362957 | Enfermagem, Enfermagem Clínica, Técnico de Enfermagem, SES SC, UFSC

São medidas para facilitar o esvaziamento da bexiga:

I. proporcionar privacidade ao paciente.

II. abrir uma torneira próxima ao paciente de modo que ele escute o som da água escorrendo.

III. derramar água fria sobre a genitália do paciente.

IV. aplicar bolsa de gelo na região inferior do abdômen ou estimular banho frio.

Assinale a alternativa CORRETA.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

47Q684043 | Português, Morfologia, Farmacêutico, UFSC, UFSC, 2019

Texto associado.
Texto 3
Papos

 1– Me disseram...
 2– Disseram-me.
 3– Hein?
 4– O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
 5– Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
 6– O quê?
 7– Digo-te que você...
 8– O “te” e o “você” não combinam.
 9– Lhe digo?
10– Também não. O que você ia me dizer?
11– Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a
12cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
13– Partir-te a cara.
14– Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
15– É para o seu bem.
16– Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma
17   correção e eu...
18– O quê?
19– O mato.
20– Que mato?
21– Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
22– Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
23– Se você prefere falar errado...
24– Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
25– No caso... não sei.
26– Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
27– Esquece.
28– Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”?
29   Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
30– Depende.
31– Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
32– Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
33– Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso mais dizer-lo-te
34   o que dizer-te-ia.
35– Por quê?
36– Porque, com todo este papo, esqueci-lo.
Verissimo, Luis Fernando. Novas comédias da vida pública, a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM, 1997. [Adaptado].
Com base no texto 3 e na norma padrão escrita, analise as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. A sequência “Digo-te que você...” (linha 7) pode ser corrigida pela substituição do pronome ‘te’ pelo pronome ‘lhe’.
II. A sequência “Digo-te que você...” (linha 7) pode ser corrigida pela substituição do pronome ‘você’ pelo pronome ‘tu’.
III. Em “Me disseram” (linha 1), a forma pronominal deve ser marcada com caso reto, por corresponder ao sujeito da sentença.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

48Q684533 | Português, Interpretação de Textos, Administrador, UFSC, UFSC, 2019

Texto associado.

TEXTO 1

A linguagem e a constituição da subjetividade [...] O tema da “constitutividade” remete, de alguma forma, a questões que demandam explicitação, já que supõe uma teoria do sujeito e esta, por seu turno, implica a definição de um lugar nem sempre rígido a inspirar práticas     pedagógicas e por isso mesmo políticas.

Quando se admite que um sujeito se constitui, o que se admite junto com isso? Que energeia  põe em movimento este processo? É possível determinar seus pontos alfa e ômega? Em que sentido a prática pedagógica faz parte deste processo? Com que “instrumentos” ou “mediações” trabalha este processo?

Obviamente, este conjunto de questões, a que outras podem ser somadas, põe em foco a totalidade do fenômeno humano, sua destinação e sua autocompreensão. Habituados à higiene da racionalidade, ao inescapável método de pensar as partes para nos aproximarmos de respostas provisórias que, articuladas um dia – sempre posto em suspenso e remetido às calendas gregas – possam dar do todo uma visão coerente e uniforme, temos caminhado e nos fixado nas partes, nas passagens, mantendo sempre no horizonte esta suposição de que o todo será um dia compreendido.

Meu objetivo é pôr sob suspeição a esperança que inspira a construção deste horizonte, o ponto de chegada. E pretendo fazer isso discutindo precisamente a noção de constitutividade e as seguintes implicações que me parecem acompanhá-la:

1.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir um espaço para o sujeito;

2.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir a inconclusibilidade;

3.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir o caráter não fechado dos “instrumentos” com que se opera o processo de constituição;

4.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir a insolubilidade.

No movimento pendular da reflexão sobre o sujeito, os pontos extremos a que remete nossa cultura situam o sujeito ora em um de seus lados, tomando-o como um deus ex-nihilo, fonte de todos os sentidos, território previamente dado já que racional por natureza (e por definição), espaço onde se processa toda a compreensão. Na outra extremidade, o sujeito é considerado mero ergon, produto do meio ambiente, da herança cultural de seu passado. Entre a metafísica idealista e o materialismo mecanicista, pontos extremos, movimenta-se o pêndulo. E a força deste movimento é territorializada em um de seus pontos. A absorção de elementos outros, não essenciais segundo o espaço em que se situa a reflexão, são acidentes incorporados ao conceito de sujeito que cada corrente professa. Exemplifiquemos pelas posições mais radicais.

Do ponto de vista de uma metafísica religiosa, destinando-se o homem a seu reencontro paradisíaco com seu Criador, de quem é feito imagem e semelhança, os desvios de rota, os pecados, enfim a vida vivida por todos nós, neste tempo de provação, a consciência que, em sua infinita bondade, nos foi concedida pelo Criador, aponta-nos o bem e o mal, ensina-nos, do nada, o arrependimento pela prática deste e a alegria pela prática daquele. Deus e o Diabo, ambos energeia. Impossível um sem o outro, como mostra o “evangelista” contemporâneo José Saramago em O Evangelho Segundo Jesus Cristo.

 Do ponto de vista de um materialismo estreito, o sujeito na vida que vive apenas ocupa lugares previamente definidos pela estrutura da sociedade, cujas formações discursivas e ideológicas já estatuíram, desde sempre, o que se pode dizer, o que se pode pensar. Recortaram o dizível e o indizível. Toda e qualquer pretensão de dizer a sua palavra, de pensar a motu proprio não passa de uma ilusão necessária e ideológica para que o Criador, agora o sistema, a estrutura se reproduza em sua igualdade de movimentos. Assujeitado nestes lugares, o sujeito conduz-se segundo um papel previamente dado. Representamos na vida. Infelizmente uma representação definitiva e sem ensaios. Sempre a representação final de um papel que não escolhemos. E aqui a lembrança de leitor remete a Milan Kundera de A Insustentável Leveza do Ser.

Em nenhum dos extremos a noção de constitutividade situa a essência do que define o sujeito. Elege o fluxo do movimento como seu território sem espaço. Lugar de passagem e na passagem a interação do homem com os outros homens no desafio de construir categorias de compreensão do mundo vivido, nem sempre percebido e dificilmente concebido de forma Contador Página idêntica pela unicidade irrepetível que é cada sujeito. As interações são perpassadas por histórias contidas e nem sempre contadas. Por interesses contraditórios, por incoerências. São de um presente que, em se fazendo, nos escapa porque sua materialidade é inefável, contendo no aqui e agora as memórias do passado e os horizontes de possibilidades de um futuro. Ao associarem a noção de constitutividade à de interação, escolhendo esta como o lugar de sua realização, as concepções bakhtinianas de linguagem e de sujeito trazem, ao mesmo tempo, para o processo de formação da subjetividade, o outro, alteridade necessária, e o fluxo do movimento, cuja energia não está nos extremos, mas no trabalho que se faz cotidianamente, movido por interesses contraditórios, por lutas, mas também por utopias, por sonhos. Presente limitado pelas suas condições de sua possibilidade, e porque limitado mostra que há algo para além das margens (ou não haveria limites). Os instrumentos disponíveis, construídos pela herança cultural e reconstruídos, modificados, abandonados ou recriados pelo presente, têm um passado, mas seu sentido se mede pelo que no presente constrói como futuro.

 Professar tal teoria do sujeito é aceitar que somos sempre inconclusos, de uma incompletude fundante e não casual. Que no processo de nos compreendermos a nós próprios apelamos para um conjunto aberto de categorias, diferentemente articuladas no processo de viver. Somos insolúveis (o que está longe de volúveis) no sentido de que não há um ponto rígido, duro, fornecedor de todas as explicações.

Que papel reservar à educação e à leitura neste processo? Considerando que a educação somente se dá pelo processo de mediação entre sujeitos e que a leitura é uma das formas de interação entre os homens – um leitor diante de uma página escrita sabe que por trás desta há um autor (seja ele da ordem que for) com que está se encontrando, então devemos incluir todos os processos educacionais e a leitura entre as interações e por isso mesmo dentro dos processos de constituição das subjetividades.

 A leitura do mundo e a leitura da palavra são processos concomitantes na constituição dos sujeitos. Ao “lermos” o mundo, usamos palavras. Ao lermos as palavras, reencontramos leituras do mundo. Em cada palavra, a história das compreensões do passado e a construção das compreensões do presente que se projetam como futuro. Na palavra, passado, presente e futuro se articulam.

 

Assinale a alternativa que melhor apresenta o resumo da ideia principal do texto 1.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

49Q689769 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Contador, UFSC, UFSC, 2019

A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa do Ministério do Meio Ambiente que objetiva estimular os órgãos públicos do País a implementarem práticas de sustentabilidade. A esse respeito, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. 
I. No Brasil, o uso de águas pluviais nas construções sustentáveis urbanas é recomendado somente para ingestão humana. 
II. A análise de ciclo de vida é aplicada a produtos, como um copo. Essa metodologia não se aplica a atividades e serviços, como a produção de 1 kJ de energia. 
III. Nas compras públicas, comumente o preço de um produto não considerava os custos das externalidades negativas. Essa foi uma das razões para a Lei nº 12.349/10 alterar a Lei nº 8.666/93, com possibilidade de inclusão de critérios ambientais nas aquisições de bens, contratações de serviços e execução de obras. 
IV. A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que os sistemas de devolução dos resíduos aos geradores serão implementados principalmente por meio de acordos setoriais com a indústria.
Essa questão envolve a logística reversa
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

50Q522541 | Auditoria, Procedimentos de Auditoria, Auditor, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

A aplicação dos procedimentos de auditoria deve ser realizada através de provas seletivas, testes e amostragens, em razão da complexidade e volume das operações. Marque a alternativa que apresenta os procedimentos técnicos básicos que devem ser considerados pelo auditor na aplicação dos testes de observância e substantivos.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

51Q683859 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa do Ministério do Meio Ambiente que objetiva estimular os órgãos públicos do País a implementarem práticas de sustentabilidade. A esse respeito, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. 

I. No Brasil, o uso de águas pluviais nas construções sustentáveis urbanas é recomendado somente para ingestão humana. 
II. A análise de ciclo de vida é aplicada a produtos, como um copo. Essa metodologia não se aplica a atividades e serviços, como a produção de 1 kJ de energia. 
III. Nas compras públicas, comumente o preço de um produto não considerava os custos das externalidades negativas. Essa foi uma das razões para a Lei nº 12.349/10 alterar a Lei nº 8.666/93, com possibilidade de inclusão de critérios ambientais nas aquisições de bens, contratações de serviços e execução de obras. 
IV. A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que os sistemas de devolução dos resíduos aos geradores serão implementados principalmente por meio de acordos setoriais com a indústria. Essa questão envolve a logística reversa.



  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

52Q364543 | Enfermagem, Doenças, Técnico de Enfermagem, SES SC, UFSC

A esquistossomose mansoni é uma doença parasitária; a magnitude de sua prevalência, associada à severidade das formas clínicas e a sua evolução conferem a esta doença uma grande relevância como problema de saúde pública. Em relação a esta doença, é CORRETO afirmar que:

I. a esquistossomose é uma doença transmissível, parasitária, causada por vermes trematódeos do gênero Schistosoma mansoni. O parasita, além do homem, necessita da participação de caramujos de água doce para completar seu ciclo vital.

II. na fase adulta, o parasita vive nos vasos sanguíneos do intestino e fígado do hospedeiro definitivo, o homem.

III. os sintomas na fase aguda podem ser: febre, dor na cabeça, calafrios, suores, fraqueza, falta de apetite, dor muscular, tosse e diarreia. Em alguns casos, o fígado e o baço podem inflamar e aumentar de tamanho. Na forma crônica, a diarreia se torna mais constante, alternando-se com prisão de ventre, e pode aparecer sangue nas fezes. Além disso, o paciente pode apresentar emagrecimento e endurecimento do fígado, com aumento do seu volume, conhecido popularmente como barriga d’água.

 IV. o modo de transmissão ocorre através da eliminação dos ovos do verme pelas secreções humanas como: fezes, urina e vômito. Em contato com a água, os ovos eclodem e liberam larvas, que infectam os caramujos, hospedeiros intermediários, que vivem nas águas doces. Após quatro semanas as larvas abandonam o caramujo e ficam livres nas águas naturais. O contato dos seres humanos com essas águas é a maneira pela qual a doença é adquirida.

V. importante ressaltar que já existe vacina contra a esquistossomose. A prevenção também consiste em evitar o contato com águas onde existam os caramujos hospedeiros intermediários infectados.

Assinale a alternativa CORRETA.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

53Q471716 | Educação Física, Professor de Educação Física, SES SC, UFSC

A Educação Física Adaptada é uma área da Educação Física que tem como objeto de estudo a motricidade humana para as pessoas com necessidades educativas especiais. Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas em relação à Educação Física Adaptada.

( ) A Educação Física Adaptada para portadores de deficiência não se diferencia da Educação Física em seus conteúdos, mas compreende técnicas, métodos e formas de organização que podem ser aplicados ao indivíduo deficiente.

( ) Todo programa de Educação Física deve conter desafios para todos os alunos, permitir a sua participação, respeitar suas limitações, promover sua autonomia e enfatizar a competição.

( ) A realização de atividades com crianças, principalmente aquelas que envolvem jogos, deve ter um caráter lúdico e favorecer situações em que a criança aprenda a lidar com seus fracassos e seus êxitos.

( ) Ao analisar a capacidade motora dos alunos portadores de deficiências, o professor de Educação Física deve também considerar a atuação das habilidades cognitivas deles durante todo o processo.

( ) Alunos com lesão medular e usuários de cadeira de rodas com disreflexia ou hiperreflexia autonômica não devem participar das aulas de Educação Física.

 Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

54Q686404 | Auditoria, Procedimentos Substantivos Testes Substantivos, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

Os procedimentos para obtenção de evidência de auditoria podem ser utilizados como procedimentos de avaliação de riscos, testes de controles ou procedimentos substantivos, dependendo do contexto em que sejam aplicados pelo auditor. Com base nos conceitos da Norma Brasileira de Contabilidade NBC TA 500 (R1), relacione a coluna 1 à coluna 2 de acordo com os tipos de procedimentos previstos e possíveis de serem utilizados nos trabalhos de auditoria. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

COLUNA 1 

1. Recálculo 
2. Confirmação externa 
3. Observação 
4. Indagação 
5. Inspeção 
6. Reexecução 
7. Procedimentos analíticos 

COLUNA 2 

( ) Fornece evidência de auditoria com graus variáveis de confiabilidade, dependendo de sua natureza e fonte e, no caso de registros internos e documentos, da eficácia dos controles sobre a sua produção. 
( ) Fornece evidência de auditoria a respeito da execução de processo ou procedimento, mas é limitada ao ponto no tempo em que ocorre e pelo fato de que o ato de ser observado pode afetar a maneira como o processo ou procedimento é executado. 
( ) Busca de informações junto a pessoas com conhecimento, financeiro e não financeiro, dentro ou fora da entidade. 
( ) Consiste em avaliação das informações feitas por meio de estudo das relações plausíveis entre dados financeiros e não financeiros. 
( ) Utilizado para a obtenção de evidência de auditoria a respeito da ausência de certas condições – por exemplo, a ausência de acordo paralelo que possa influenciar o reconhecimento da receita.  
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

55Q684004 | Administração Geral, Administrador, UFSC, UFSC, 2019

Sobre a definição de cultura organizacional, analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta. 
I. Conjunto de valores, relações e hierarquia em vigor numa organização, definindo padrões de comportamento e atitudes que governam as ações e decisões mais importantes da administração. 
II. Crenças em relação ao que é importante na vida de uma organização e expectativas sobre o comportamento de seus membros. 
III. Conjunto de crenças, costumes, sistemas de valores, normas de comportamento e formas de fazer negócios, peculiares a cada organização, que definem um padrão geral para as suas atividades, decisões e ações e descrevem os padrões explícitos e implícitos de comportamento que caracterizam a vida na organização. 
IV. Conjunto de crenças da organização em relação à importância das pessoas, à disponibilidade dos administradores, à clareza dos padrões, ao empenho em relação ao treinamento e desenvolvimento das pessoas, aos valores éticos e morais, à competição interna, à comunicação interna e à capacidade de ação e de adaptação a mudanças. 
V. Padrões de suposições e valores básicos que funcionaram suficientemente bem para serem considerados válidos e, portanto, para serem ensinados aos novos membros como o modo correto de perceber, pensar e sentir.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

56Q752870 | Engenharia Ambiental, Engenharia Ambiental, Engenheiro Sanitarista, Universidade Federal de Santa Catarina SC, UFSC

Sobre drenagem urbana, assinale a afirmativa CORRETA.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

57Q752946 | Engenharia Ambiental, Engenharia Ambiental, Engenheiro Sanitarista, Universidade Federal de Santa Catarina SC, UFSC

Com relação ao sistema de microdrenagem, assinale a afirmativa CORRETA.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

58Q692727 | Auditoria, Evidência em Auditoria, Auditor, UFSC, UFSC, 2019

De acordo com a Norma Brasileira de Contabilidade NBC TA 500 (R1), assinale a alternativa correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

59Q687189 | Português, Jornalista, UFSC, UFSC, 2019

Texto 2

Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar os sons de outra língua 
Por Rennan A. Julio 
Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original.

Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa dificuldade de reproduzir sons de línguas diferentes, pesquisadores fizeram testes com bebês e adolescentes de todo o mundo. 
Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender como o cérebro humano compreende a linguagem humana. Para isso, analisou bebês do mundo inteiro durante esse período. 
Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer “r” e “l”, cuja distinção não existe no Japão, mas existe na língua inglesa. 
Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente: as pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender línguas, mas o processo acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas perceberam uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em que isso acontece.
Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”.
Essa biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando tratamos de sons “externos” ficamos “surdos”, afirma o linguista da Universidade de San Diego.
“Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro mapeia os sons diretamente para a língua que você fala”, conta Bakovic. Ao invés de pronunciar com precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus cérebros sabem e reproduzindo dessa maneira.
Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em Hollywood, isso pode ser treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que estamos ouvindo. Até que alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. É por isso que uma pessoa pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”. 

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/10/pesquisadores-explicam-por-que-e-tao-dificil-imitar-o-sotaque-de-outralingua.html. [Adaptado]. Acesso em: 10 nov. 2018.  
Com base no texto 2 e na norma padrão escrita, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. 
I. As palavras ‘país’ (linha 34) e ‘Japão’ (linha 13) são acentuadas pela mesma regra. 
II. As palavras ‘humana’ (linha 7) e ‘escutassem’ (linha 10) possuem mais grafemas do que fonemas. 
III. As palavras ‘cérebro’ (linha 1) e ‘próximas’ (linha 29) são acentuadas porque são proparoxítonas. 
IV. As palavras ‘pesquisadores’ (linha 4), ‘adolescentes’ (linha 5) e ‘linguagem’ (linha 7) contêm dígrafo.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

60Q688129 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Administrador, UFSC, UFSC, 2019

Sobre a estrutura e o funcionamento da Universidade Federal de Santa Catarina e de acordo com o seu Estatuto, assinale a alternativa correta
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.