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Questões de Concursos UNICENTRO

Resolva questões de UNICENTRO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q679508 | Química, Velocidade de Reação, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Para responder à questão, analise os seguintes dados:



1- A temperatura ao final da reação é de 70°C.
2- Considere que esta reação ocorra numa estufa e que a velocidade de formação do produto dentro da estufa seja de 2,5 mol ⁄ L. seg.

Aplicando-se a regra de van’t Hoff, a velocidade de uma reação química que inicialmente se encontra submetida a uma temperatura de 30°C equivale a

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162Q942954 | Matemática, Função Logarítmica, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO

O domínio da função y = logx−1 x² - 1/x é fornecido por
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163Q949468 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a alternativa correta.
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164Q949524 | Conhecimentos Gerais, Trabalho, Geografia, UNICENTRO, UNICENTRO

Alguns países são conhecidos como novos países industrializados ou países com industrialização tardia, isso porque só deram início ao seu processo de industrialização a partir da segunda metade do século XX. Assinale a alternativa que indica países caracterizados com industrialização tardia.
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165Q949544 | História, Período EntreGuerras Totalitarismos, História, UNICENTRO, UNICENTRO

São causas da Segunda Guerra Mundial, EXCETO:
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166Q949800 | Física, Calorimetria, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

De acordo com a Primeira Lei da Termodinâmica, a variação da energia interna de um sistema, ΔU, é dada pela diferença entre o calor trocado com o meio exterior, Q, e o trabalho,W, realizado no processo termodinâmico.Considerando-se essas informações, se um gás monoatômico expande de modo a manter-se sempre com a mesma temperatura, essa transformação pode ser representada pela equação
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167Q949861 | Biologia, Embriologia humana, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Histologia é o ramo da Biologia que estuda os tecidos. Um tecido é um grupamento de células semelhantes e especializadas que trabalham com a mesma finalidade. Com relação ao tecido conjuntivo, é correto afirmar que:
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168Q949381 | Filosofia, Os PréSocráticos, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Dentre as alternativas abaixo, assinale a que melhor servir para explicar “por que” a filosofia grega divide-se em présocrática, socrática e pós-socrática.
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169Q949403 | Física, Eletrostática e Lei de Coulomb Força Elétrica, Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Descargas elétricas atmosféricas, também conhecidas por raios, podem ser perigosas de muitas formas, pois a corrente elétrica produzida por um raio pode chegar a 4.105 A. Imaginando que essa corrente poderia fluir por um fio, calcule a intensidade do vetor indução magnético gerado por ela a uma distância de 8cm do condutor, e marque a alternativa correta. (Dado: µ0 = 4π.10-7 T.m/A)
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170Q679644 | Educação Física, Relação Educação Física Escolar e Esporte, Educação Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Domenico de Masi acredita que, no futuro, jogo e trabalho se confundirão. O ser humano persegue a felicidade e ela não pode ficar reservada a lugares estanques, de modo que o aluno, por exemplo, pode ser feliz durante o recreio e infeliz na sala de aula.
Baseando-se no texto em destaque e de acordo com os conhecimentos sobre o assunto, é correto afimar:
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171Q949997 | Artes Plásticas, Musicalidade e Corporeidade, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

O teatro, como arte, foi formalizado pelos gregos, passando por rituais primitivos de concepções religiosas, que eram simbolizadas,através do espaço cênico organizado, como demonstração de cultura e conhecimento. É, por excelência, a arte do homem, exigindoa sua presença de forma completa — corpo, fala e gesto —, numa manifestação da necessidade de expressão e comunicação.
Com base nesses dados e nos conhecimentos sobre a arte teatral, pode-se afirmar:
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172Q679412 | Raciocínio Lógico, Matemática, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Guarapuava tem um espaço que promove ainda mais o acesso à cultura: o Teatro Municipal. Considere que os amigos X, Y e Z foram juntos ao Teatro Municipal de Guarapuava para assistir à apresentação da Orquestra Sinfônica do Paraná e se sentaram lado a lado.
• Quem se sentou à esquerda disse: – X está sentado no meio; • Quem se sentou no meio disse: – eu sou Y; • Quem se sentou à direita disse: – Z está sentado no meio.
Como X sempre fala a verdade, Y, às vezes, fala a verdade e Z nunca fala a verdade, pode-se concluir que a ordem, da esquerda para a direita, na qual os amigos se sentaram foi
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173Q942901 | Filosofia, Ética e Liberdade, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
Com efeito, relativamente à natureza, a experiência dá-nos a regra e é a fonte da verdade; no que toca a leis morais, a experiência é (infelizmente!) a madre da aparência e é altamente reprovável extrair as leis acerca do que devo fazer daquilo que se faz ou querer reduzi-las ao que é feito.
(Adaptado de: KANT, I. Crítica da Razão Pura. Trad. de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. 3.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994. p.312.)
Com base na leitura do texto e nos conhecimentos sobre o comparativo entre conhecimento e ação em Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A verdade e a moral se confundem, visto que ambas buscam a realização da justiça natural. ( ) O contexto do dever-ser se realiza pautado pela disposição natural de como as coisas são. ( ) O conhecimento deve ser alcançado a partir da experiência, e a ação moral a ela não se limita. ( ) Demonstra haver uma dicotomia entre razão teórica (conhecimento) e razão prática (ação). ( ) A objetividade da moral se alcança em parâmetros racionais distante da necessidade natural.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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174Q942950 | História, Antiguidade Oriental Egípcios, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO

O helenismo, nome que identifica a fusão da cultura grega com a cultura oriental, contribuiu para a formação de novas doutrinas filosóficas, que foram adotadas pela cultura ocidental, como o ceticismo. Essa doutrina
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176Q949364 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
La sequía que acorraló a la cultura maya

Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
[1ª parte]
Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores.
en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense.


[2ª parte]
La crisis de una civilización milenaria
“Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
“La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018
En el fragmento “Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C.”, situado en el primer párrafo, la partícula la, destacada, corresponde a
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177Q943014 | Química, Soluções características, Química, UNICENTRO, UNICENTRO

O carbonato de sódio (Na2CO3) tem várias utilidades. É usado no controle do pH da água, em sínteses químicas, como aditivo alimentar e, entre outras, na produção de vidro. Em um experimento, 100 mL de uma solução de carbonato de sódio foram neutralizados com 150 mL de uma solução de ácido clorídrico (HCℓ) 0,20 mol/L.
Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a concentração da solução de carbonato de sódio.
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178Q949415 | História, Expansão Comercial a Marítima a busca de novos mundos, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Entre os princípios básicos da Reforma Luterana, encontram-se os seguintes:j
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179Q679633 | Filosofia, Filosofia e Conhecimento, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

O conhecimento filosófico surgiu a partir da capacidade do ser humano de refletir, principalmente sobre questões subjetivas, imateriais e suprassensíveis, como os conceitos e ideias. Mesmo sendo racional, o conhecimento filosófico dispensa a necessidade da verificação científica, visto que os seus objetos de estudo não apresentam um caráter material. A principal preocupação do conhecimento filosófico é questionar e encontrar respostas racionais para determinadas questões, mas não necessariamente comprovar algo.
Nesse sentido, pode-se afirmar que este modelo de conhecimento descrito no texto pode ser caracterizado como
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180Q679642 | Educação Física, Educação Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

As pessoas devem conhecer o próprio corpo, seus aspectos internos, suas subjetividades e afetividades interpessoais, para que possam entendê-lo e buscar uma melhoria na qualidade de vida.
Considerando-se essa afirmação, é correto afirmar:
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