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Questões de Concursos UNICENTRO

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181Q679642 | Educação Física, Educação Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

As pessoas devem conhecer o próprio corpo, seus aspectos internos, suas subjetividades e afetividades interpessoais, para que possam entendê-lo e buscar uma melhoria na qualidade de vida.
Considerando-se essa afirmação, é correto afirmar:
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182Q949467 | Arquivologia, Morfologia, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a alternativa que estiver em desacordo com as relações morfossintáticas presentes neste fragmento: “Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…”
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183Q949995 | Sociologia, Max Weber e a Ação Social, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Na sociologia de Émile Durkheim, os fatos sociais são maneiras coletivas de agir, pensa e sentir que são exteriores ao indivíduo, são características dos fatos sociais, exceto:
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184Q679423 | Sociologia, Auguste Comte e o positivismo, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

O pai da Sociologia, o francês Auguste Comte, defendia a existência da razão e da Ciência como sendo fundamentais para a vida humana e pregava uma atitude voltada para o conhecimento concreto e objetivo da realidade. Comte sustentou um posicionamento científico para o pensamento filosófico, apontando para a necessidade absoluta do uso da Razão como ponto de partida para toda e qualquer área do conhecimento. (O PAI, 2019).
Tendo como base o texto apresentado e os conhecimentos sobre Sociologia, é correto afirmar que a escola defendida por Comte era
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185Q679430 | Sociologia, Processo de urbanização, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Assentados em favelas ou comunidades carentes populosas, muitas são obrigadas a trabalhar no mercado informal, em que estão sujeitos à exploração e têm que competir com moradores locais pelas poucas oportunidades de geração de renda disponível. No decorrer da história, a vida nas cidades já tem raízes na antiguidade, mas das cidades antigas às atuais, elas diferem muito.
A urbanização mudou o mundo de forma tão profunda e intensa em virtude de que as cidades
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186Q950027 | Sociologia, Socialização primária família, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Segundo Durkheim, “Mesmo estando de acordo com sentimentos que me são próprios, sentindo-lhes interiormente a realidade, esta não deixa de ser objetiva; pois não fui eu quem os criou, mas recebi-os através da educação [...]. Assim também o devoto, ao nascer,encontra prontas as crenças e as práticas da vida religiosa; existindo antes dele, é porque existem fora dele.
No trecho de “As Regras do Método Sociológico”, esse autor explica a exterioridade do fato social.
Sobre o papel da sociedade no processo educacional, a partir das análises desse autor, é correto afirmar:
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187Q942888 | Biologia, Fotossíntese, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Sobre os processos que ocorrem durante a etapa fotoquímica da fotossíntese, considere as afirmativas a seguir.
I. Fotofosforilação do ATP que perde fosfato. II. Fotólise da água. III. Liberação de O2. IV. Redução do NAPD a NADPH2.
Assinale a alternativa correta.
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188Q942905 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
A universalidade dos pensamentos, como a desenvolve a lógica discursiva, a dominação na esfera do conceito, eleva-se fundamentada na dominação do real. É a substituição da herança mágica, isto é, das antigas representações difusas, pela unidade conceitual que exprime a nova forma de vida, organizada com base no comando e determinada pelos homens livres.
(ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Trad. de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985. p.28.)
Nesse texto, é destacado um importante feito registrado no passado ocidental relativo à
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189Q942918 | Física, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

A maioria das ópticas possui espelhos côncavos que ampliam a imagem. Em uma dessas ópticas, um cliente está testando armações de óculos em frente a um espelho côncavo.
Considerando que, ao ficar distante 10 cm desse espelho, a imagem do cliente foi ampliada em uma vez e meia (1,5), assinale a alternativa que apresente, corretamente, o valor do raio, R, de curvatura do respelho.
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190Q681295 | História, Revolução Industrial, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Se a economia do mundo do século XIX foi constituída principalmente sob a influência da Revolução Industrial britânica, sua política e sua ideologia foram constituídas fundamentalmente pela Revolução Francesa. A Grã-Bretanha forneceu o modelo para ferrovias e fábricas, o explosivo econômico que rompeu com as estruturas socioeconômicas tradicionais do mundo não europeu. No entanto, foi a França que fez suas revoluções e a elas deu suas ideias, a ponto de bandeiras tricolores terem se tornado o emblema de praticamente todas as nações emergentes, e as políticas europeias (ou mesmo mundiais), entre 1789 e 1917, foram em grande parte lutas a favor e contra os princípios de 1789, ou os ainda mais incendiários de 1793. A França forneceu o vocabulário e os temas da política liberal e radical-democrática para a maior parte do mundo. A França deu o primeiro grande exemplo, o conceito e o vocabulário do nacionalismo.

(Adaptado de: HOBSBAWM, E. J. A Revolução Francesa. Trad. de Maria Tereza Lopes Teixeira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. p.9 (Coleção Leitura).)

Com base no texto e nos conhecimentos sobre a Revolução Industrial britânica, considere as afirmativas a seguir.


I. Desde o início do século XVIII, com a melhoria da produção agrícola, houve uma queda nas taxas de mortalidade, ao mesmo tempo que um grande contingente populacional estava sendo expulso do campo, pela apropriação das terras por grandes proprietários rurais, em um fenômeno conhecido como “cercamentos”.

II. O crescimento econômico promovido pela revolução industrial contraditoriamente não implicou no crescimento vertiginoso das cidades. Apropriando-se do conceito inglês de cidades-jardim, centros urbanos, como Londres e Manchester, conseguiram manter suas massas de trabalhadores em áreas rurais nos seus entornos.

III. Por meio da industrialização acelerada, a sociedade inglesa pôde desenvolver boas condições de vida; os trabalhadores passaram a habitar locais arejados e a receberem salários adequados, resultando dessa situação uma relação não conflituosa entre a burguesia e o operariado, o que permitiu o precoce desenvolvimento do capitalismo na Inglaterra.

IV. A revolução industrial significou a transição para novos processos de manufatura, que incluíram a migração de métodos de produção artesanais para a produção por máquinas, novos processos de produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a vapor, além da substituição da madeira e de outros biocombustíveis pelo carvão.


Assinale a alternativa correta.

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191Q949363 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
La sequía que acorraló a la cultura maya

Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
[1ª parte]
Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores.
en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense.


[2ª parte]
La crisis de una civilización milenaria
“Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
“La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018

De acuerdo con la primera parte del texto es correcto afirmar que

i. la época de sequías correspondió a los siglos IX y X d. C;
ii.la sequía causó el declive de la civilización maya;
iii. la investigación realizada provocó un descenso anual de las precipitaciones;
iv. los eventos climáticos dejaron huellas en la historia de los mayas.

Entre las afirmativas anunciadas, identifique la alternativa correcta.

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192Q949367 | Biologia, Sistema Reprodutor Humano, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

En el segmento a seguir, destacado en el texto “Entonces imploró socorro divino y dio con la puerta. Sus labios no profirieron queja ninguna, pero le dijo al rey de Babilonia que él en Arabia tenía otro laberinto y que, si Dios era servido, se lo daría a conocer algún día.”, identifique la función de los elementos señalados “le”, “se” y “lo”, respectivamente.
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193Q949623 | Química, Teoria Atômica átomos e sua estrutura, Química, UNICENTRO, UNICENTRO

No experimento de Ernest Rutherford, uma fina lâmina de ouro foi bombardeada com partículas alfa provenientes do elemento polônio. Esta experiência revelou que a maioria das partículas atravessavam a lâmina, enquanto algumas sofriam desvios significativos em sua trajetória ou até mesmo eram totalmente repelidas. A conclusão a que Rutherford chegou foi que:
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194Q949643 | Filosofia, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO

“A filosofia encontra-se escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto é, o Universo), que não se pode compreender antes de entender a língua e conhecer os caracteres com os quais está escrito. [...]” (GALILEI, Galileu. O ensaiador. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 119). O Italiano Galileu Galilei foi responsável pelo advento da concepção moderna de ciência. A ele atribui-se:
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195Q943013 | Química, Interações Atômicas Ligações Iônicas, Química, UNICENTRO, UNICENTRO

Considere as moléculas a seguir.
H2 HF NaF CO2
Com base nos conhecimentos sobre ligações químicas e suas propriedades, considere as afirmativas a seguir.
I. A molécula de NaF apresenta ligação iônica. II. A molécula do CO2 apresenta ligação covalente apolar. III. As moléculas HF e NaF apresentam o mesmo tipo de ligação em sua estrutura. IV. A ligação covalente no H2 é polar.
Assinale a alternativa correta.
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196Q949474 | Português, Termos essenciais da oração Sujeito e Predicado, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a única alternativa em que ocorrem ditongo, hiato e dígrafo, respectivamente.
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197Q679670 | Artes Visuais, Artes Corporais, Vestibular Arte, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A dança é apresentada em pares. Começa com duas fileiras de homens e mulheres com a frente voltada para o centro. Quando a música inicia, os homens vão em direção às mulheres, diante das quais batem palmas como uma espécie de convite para a dança. Imediatamente os pares se formam, girando continuamente em torno de si mesmo, ao mesmo tempo formando um grande círculo que gira em sentido contrário ao ponteiro do relógio. Nessa parte, observa-se a influência indígena, quando os dançarinos fazem alguns movimentos com o corpo curvado para a frente, sempre puxando-o com um pé na frente, marcando acentuadamente o ritmo vibrante. (A DANÇA, 2019).
A dança que o texto descreve é conhecido como
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198Q949499 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Para Rodolfo Otto la presencia de lo Otro – y podríamos añadir, la sensación de "otredad" – se manifiesta "como un misterio tremendum, un misterio que hace temblar." Al analizar el contenido de lo tremendo, el pensador alemán encuentra tres elementos. En primer término el terror sagrado, esto es, "un terror especial," que sería vano comparar con el miedo que nos produce un peligro conocido. El terror sagrado es pavor indecible, precisamente por ser experiencia de lo indecible. El segundo elemento es la majestad de la Presencia o Aparición: «tremenda majestad». Finalmente, al poder majestuoso se alía la noción de «energía de lo numinoso» y así la idea de un Dios vivo, activo, todopoderoso, es el tercer elemento. Ahora bien, las dos últimas notas son atributos de la presencia divina y más bien parecen derivarse de la experiencia que constituir su núcleo original. Por tanto, podemos excluirlas y quedarnos con la nota esencial: «misterio que hace temblar».
Octavio Paz, «El arco y la lira» (Disponível em https://www.passeidireto.com/arquivo/5560869/el-arco-y-la-lira---octavio-paz/32. Acesso em 21.08.2017)
Qual a proposta da empresa Envac para a coleta de lixo?
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199Q949521 | Geografia, Modernização Agrícola, Geografia, UNICENTRO, UNICENTRO

A grande novidade na nova ordem mundial foi a “revolução” nos meios de transporte e nas comunicações – fator fundamental para que se estabelecesse uma economia globalizada. Apesar das vantagens que oferece, a globalização tem sido bastante criticada. Assinale as alternativas que confirmam estas críticas.
I) Aumento da desigualdade social e econômica; II) Desemprego; III) Facilidade na atuação de atividades do crime organizado; IV) Transmissão de informações e notícias em tempo real;
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200Q950036 | Física, Fundamentos da Cinemática, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Um avião, ao decolar, leva 40s para atingir a velocidade de 72km/h, partindo do repouso.


Nessas condições, o valor de sua aceleração, em m/s2, é igual a

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